Interior
MP/AL cobra adequações estruturais e administrativas de casas de acolhimento em Murici e Maragogi
O Ministério Público do Estado de Alagoas (MP/AL), por meio do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça da Capital (Caop), realizou, nessa segunda (1°) e terça-feira (2), duas reuniões voltadas à melhoria da gestão e do funcionamento das casas de acolhimento nos municípios de Murici e Maragogi. Os encontros foram coordenados pelo diretor do Centro, promotor de Justiça José Antônio Malta Marques, e tiveram como foco o fortalecimento da rede de proteção e a adequação dos serviços prestados às crianças em situação de vulnerabilidade social.
Na segunda-feira, em Murici, a reunião ocorreu exclusivamente com o Conselho Gestor da casa de acolhimento. Por ser mais restrita, a pauta concentrou-se na parte administrativa, com discussões sobre a quantidade de crianças acolhidas, revisão do atendimento aos municípios conveniados e identificação de ajustes preliminares necessários para garantir o cumprimento das normas e o funcionamento adequado da unidade. O objetivo foi alinhar rotinas, responsabilidades e fluxos internos que assegurem condições mínimas de cuidado, segurança e acompanhamento social.
Já na terça-feira, em Maragogi, o encontro ganhou amplitude. Além dos aspectos administrativos, foram discutidas adequações que dependiam diretamente da participação dos gestores municipais ou seus representantes, incluindo prefeitos, procuradores e equipes técnicas dos municípios cooperados. O promotor José Antônio Malta Marques destacou que a participação efetiva de todos possibilitou uma avaliação mais realista das demandas e favoreceu a construção de estratégias conjuntas para o aprimoramento do serviço.
Segundo José Antônio Malta Marques, a reunião em Maragogi demonstrou maior integração e compromisso dos entes municipais: “Essa é uma condição essencial para garantir que o acolhimento cumpra sua finalidade, que é oferecer proteção, cuidado e suporte estruturado às crianças afastadas temporariamente do convívio familiar”, disse ele.
“As tratativas seguirão sendo monitoradas pelo Ministério Público para assegurar que as medidas pactuadas se convertam em melhorias concretas no atendimento”, acrescentou o diretor do Caop.
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