Esportes
Martinelli exalta bom ambiente da Seleção e projeta partida contra a Escócia
Atacante destaca qualidade do adversário, lamenta a ausência de Raphinha e reforça objetivo da Seleção de avançar na liderança do grupo C
O atacante Gabriel Martinelli avaliou como “muito difícil” o próximo compromisso da Seleção pela Copa do Mundo, contra a Escócia, na próxima quarta-feira (24), pela terceira rodada da fase de grupos. Em entrevista coletiva concedida nesta segunda-feira (22), no hotel The Ridge, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, ele afirmou que o adversário “possui jogadores de qualidade”.
“Com certeza vai ser um jogo muito difícil. Eles têm jogadores de muita qualidade. (...) Com certeza, eles vão vir com tudo para tentar ganhar da gente, mas estamos treinando bastante, nos preparando também. Vai ser um grande jogo, espero que a gente consiga sair com a vitória”, disse o camisa 22.
O Brasil lidera o grupo C, com quatro pontos. Tem a mesma pontuação do Marrocos, mas está em primeiro lugar pelo saldo de gols (3 contra 1). E se classificar para o mata-mata na liderança é um dos objetivos da Seleção, por questões logísticas e de preparação da equipe.
“Queremos ir a Miami e ganhar o jogo para nos classificarmos em primeiro. Continuar no hotel aqui com todas as facilidades que temos é muito melhor. Se a gente se classificar em segundo, tem que ir para o México e acaba mudando toda a programação. Nossa mentalidade é ganhar e continuar aqui por todos os benefícios que temos. O CT e o hotel são muito bons e temos muita coisa aqui para fazermos juntos”, explicou.
Desde que chegou aos Estados Unidos, a delegação está concentrada no hotel The Ridge, que está reservado inteiramente para a Seleção e conta com a estrutura e a privacidade necessárias para o melhor trabalho da comissão técnica. O local está a cerca de 15 minutos de distância do CT Columbia Park, que pertence ao New York Red Bulls e foi recentemente inaugurado.
À disposição da comissão técnica
Ponta esquerda de origem, ele se colocou à disposição para ajudar a equipe e o Mister Carlo Ancelotti caso precise em outra posição. Por exemplo, já jogou no lado direito do ataque em seu clube, o Arsenal.
"Com certeza, é muito mais fácil para mim estar na ponta esquerda, levar para o fundo e cruzar, ou ir mais um pouco para dentro para ter a passagem do lateral ali. Então depende muito da formação e quem está jogando ao meu lado. Mas se ele pedir para eu jogar de lateral-direito, vou dizer ‘claro, Mister’”, brincou.
Clima saudável
Gabriel também destacou o ambiente leve da Seleção Brasileira e a sua importância para o desempenho do Brasil no Mundial.
“(...) O pessoal está sempre junto, brincando, zoando um ao outro. Isso torna o ambiente bem leve. Já foram muitos dias e teremos mais um mês, se Deus quiser, até a final. Temos que continuar (assim) para o tempo passar. Se todos estiverem bem fora de campo, tudo vai dar certo”, contou.
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