Esportes
Chapecoense nega conversas para produção de documentário sobre tragédia
Clube também faz questão de deixar claro que não há nenhum interesse de transformar um fato trágico em entretenimento
A tragédia aérea que vitimou grande parte da delegação da Chapecoense, no dia 29 de novembro, quando a equipe viajava rumo à Colômbia para disputar a partida de ida da final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional, gerou interesse de diversos meios de comunicação, para a produção de matérias sobre o ocorrido.
Surgiram, inclusive, rumores de que já haveria negociações do clube com estúdios e com o serviço Netflix para a produção de um documentário sobre o acidente.
Porém, em nota de esclarecimento, a diretoria dos catarinenses afirmou que não há nenhum tipo de conversa com produtores para a realização de material narrando a tragédia. De acordo com o texto, ainda não existe negociação, apesar de a Chape ter sido procurada por diversas “produtoras e emissoras”.
Nota de esclarecimento - Netflix pic.twitter.com/9AoiVstjbc
— Chapecoense (@ChapecoenseReal) 12 de janeiro de 2017O clube também faz questão de deixar claro que não há nenhum interesse de transformar um fato trágico em entretenimento. O texto diz: “(…) de forma alguma, esta agremiação aceitaria transformar a tragédia em entretenimento”.
Na tragédia ocorrida em novembro, 71 pessoas acabaram falecendo no acidente. Entre os sobreviventes, três eram jogadores da Chape: o goleiro Jackson Follmann, o zagueiro Neto e o lateral Alan Ruschel. O jornalista Rafael Henzel e dois tripulantes também sobreviveram à queda do avião que transportava a delegação.
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