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Lembra dele? Ex-BBB Diego Grossi revela luta contra vício em apostas
O ex-BBB 14 contou como a compulsão por jogos afetou sua rotina, levou a dívidas e o fez passar madrugadas apostando, até buscar ajuda para superar o vício
O ex-BBB 14 Diego Grossi voltou a falar abertamente sobre os impactos do vício em jogos de aposta, condição conhecida como ludopatia. Em entrevista recente ao canal no youtube Resenha do Mau Mau, ele relatou como a compulsão começou a dominar sua rotina e contou que chegou a acumular uma dívida de R$ 150 mil durante o período mais difícil.
Ao comentar sobre o problema, Diego explicou que demorou a perceber que estava lidando com uma doença. "Para quem não sabe, é uma doença chamada ludopatia. É uma doença de compulsividade por jogo e eu não sabia que eu tinha isso. E, aí, eu comecei a entrar em um círculo vicioso porque qualquer dinheiro que eu tinha, eu queria jogar para aumentar. Só que eu botava e o dinheiro não recuperava", afirmou.
O ex-participante do reality contou que o choque veio quando decidiu conferir sua situação financeira. "E aí teve um momento que eu entrei naquele negócio de resumo financeiro e quando eu fui ver eu já estava devendo 150 mil reais. E aí foi que eu comecei a falar: 'Caraca!'", recordou.
Durante a conversa, ele também revelou que chegou a apostar até o dinheiro que seria usado para pagar o aluguel. "Na primeira vez que eu deixei de pagar o aluguel no dia. Pô, 4 mil, vou pagar o aluguel hoje não. Vou pagar o atraso [a multa] e pago daqui a dez dias. E nem apostei tudo. Apostei mil e perdi. Falei: 'Não, agora eu vou recuperar, vou apostar 500'. Aí a compulsão foi aumentando e aquela coisa do desespero: 'Eu tenho que fazer esse dinheiro'", disse.
Com o avanço da dependência, as apostas passaram a ocupar suas madrugadas e envolver jogos de diferentes partes do mundo. "E quando eu fui ver, eu já estava virando noite jogando. Não só no futebol. Tem jogo 24 horas. Tem jogo na Alemanha, na Austrália. Jogo de futebol, pingue-pongue, tênis de mesa... Teve uma época que eu estava generalizado. Eu estava com quatro telas abertas ao mesmo tempo, celular. E aí que vi que eu estava doente e fui procurar ajuda", contou.
Ele ainda lembrou que, mesmo quando conseguia ganhar algum dinheiro, a compulsão o impedia de parar. "Chegava de madrugada, eu tava lá com 5 mil (reais). Só que eu não sacava. Falava 'vou sacar quando tiver com 8, 10 (mil reais), porque 5 mil não vai me adiantar, tô devendo 10. E chegava 7h da manhã eu tava lá jogando ainda, ia lá e olhava: não tinha nada, tava zerado", desabafou.
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