Educação
Curso de Música oferece oficina de violino com foco no método Suzuki
O curso de licenciatura em Música da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) está com inscrições abertas para a Oficina de violino: estratégias de estudo para Suzuki 2, 3 e 4. A atividade será realizada no Espaço Cultural da Ufal, no Centro de Maceió, ao longo de oito encontros, sempre às segundas-feiras, às 8h, durante os meses de abril e maio.
As inscrições, gratuitas, vão até o próximo dia 31, neste formulário. Mais informações no Instagram @laboratoriodeviolinodaufal.
A formação é voltada a estudantes de violino, independentemente de vínculo com a universidade, que já concluíram o primeiro volume da metodologia Suzuki de ensino. Tem como objetivo desenvolver estratégias de estudo para o aprimoramento da técnica, da postura e da interpretação musical, a partir do repertório já conhecido.
Criada pelo educador japonês Shinichi Suzuki, a metodologia propõe uma abordagem de ensino musical baseada na escuta, na repetição e no estímulo contínuo, semelhante ao processo de aprendizagem da língua materna. O método é amplamente utilizado na formação de instrumentistas e organiza o aprendizado em níveis progressivos, como os livros 2, 3 e 4 que serão trabalhados na oficina.
Os estudos serão conduzidos por Rafael Felício, estudante de licenciatura em Música da Ufal e violinista formado pela Escola Técnica de Artes (ETA). Com atuação voltada ao ensino coletivo de violino, ele integra a Orquestra Sinfônica da Universidade e também participa de grupos orquestrais em Alagoas. Participou, ainda, de duas edições da Oficina de Música de Curitiba e de três edições do Festival de Música de Penedo, experiências que contribuíram para sua formação em práticas coletivas e de aperfeiçoamento técnico.
“Durante muito tempo, o ensino de violino foi centrado em aulas individuais, principalmente, nos conservatórios. Hoje, o ensino coletivo surge como uma alternativa mais acessível e abrangente, permitindo atender mais alunos ao mesmo tempo. Nesse formato, um professor acompanha um grupo que evolui junto, trabalhando as mesmas lições e técnicas, o que também fortalece a troca entre os participantes e o acompanhamento contínuo. A oficina conta ainda com o apoio da professora Débora Borges, que já desenvolve um trabalho consolidado com o método Suzuki na universidade, ampliando a formação dos participantes”, pontuou Rafael.
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