Educação
Projeto Iguapé inspira alunos do Agreste alagoano a cuidar do Rio São Francisco
Iniciativa da Agreste Saneamento e Iguá Saneamento reforça a importância da sustentabilidade e da preservação da água em escolas públicas da região
Estudantes de escolas públicas do Agreste alagoano estão vivenciando uma experiência única de aprendizado com o Projeto Iguapé, iniciativa da Agreste Saneamento e da Iguá Saneamento que une arte, ciência e tecnologia para promover a educação ambiental e a preservação dos recursos hídricos, em especial o Rio São Francisco, símbolo de vida, cultura e sustento para milhões de brasileiros.
Segundo Marcello Almeida, diretor-operacional da Agreste Saneamento, o Iguapé reforça o compromisso da empresa com a formação cidadã e o desenvolvimento sustentável. “A educação ambiental é um pilar essencial da nossa atuação. Queremos que cada estudante compreenda a importância da água e se reconheça como protagonista da preservação do Rio São Francisco e do meio ambiente”, ressaltou.
A ação, que percorre municípios como Craíbas, Girau do Ponciano, Lagoa da Canoa e Arapiraca, até o próximo dia 13 de novembro, tem levado aos alunos oficinas interativas, experimentos científicos e atividades artísticas que mostram, de forma lúdica e prática, como o cuidado com a água e o saneamento está diretamente ligado à qualidade de vida e ao futuro do planeta.
“O Projeto Iguapé é muito relevante, agrega valor ao ensino e desperta o senso de responsabilidade ambiental nos alunos. É importante educar hoje para que as próximas gerações não sofram as consequências. O Iguapé é um marco importante para a nossa escola”, destacou Thiago Menezes, diretor da Escola Antônio Vitor Barbosa, em Girau do Ponciano.
Durante as dinâmicas, os estudantes aprendem sobre o ciclo da água, o funcionamento do saneamento básico e as formas de proteger rios e nascentes. Para muitos, a experiência é também um incentivo a repensar hábitos e multiplicar boas práticas em casa e na comunidade.
“O Iguapé é muito importante porque nos ensina sobre a preservação da água e do meio ambiente, que são essenciais para o nosso dia a dia, para a produção de alimentos e de energia”, afirmou Emily Isadora, aluna do 8º ano.
“Mais do que um projeto educativo, o Iguapé tem se consolidado como uma ferramenta de sensibilização ambiental e mobilização social, fortalecendo o diálogo entre escola, empresa e comunidade sobre o uso responsável dos recursos naturais”, conclui o diretor-operacional Marcello Almeida.
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