Educação
Alunos alagoanos visitam museu de história natural em Bournemouth
Estudantes do programa de intercâmbio exploraram acervo com múmia egípcia de 2.500 anos e aprenderam sobre a importância da ciência e da preservação histórica
Vinte alunos da rede pública de Alagoas, que participam do programa de intercâmbio Daqui pro Mundo, viveram mais uma imersão cultural e histórica em Bournemouth, na Inglaterra. Desta vez, a visita foi ao Natural Science Society & Museum, espaço que oferece uma viagem no tempo, misturando história natural com artefatos de diversas partes do mundo.
O museu, que funciona como a sede da Sociedade de Ciências Naturais de Bournemouth, foi fundado em 1903. Ele é conhecido por sua rica coleção, que abriga desde achados arqueológicos e fósseis até a intrigante múmia egípcia de uma criança de 2.500 anos.
Os alunos puderam ver de perto a exposição de zoologia, com uma variedade de esqueletos de animais, e até uma coleção de borboletas empalhadas.
Experiência que vai além das salas de aula
A visita ao museu foi mais do que a simples observação de peças. A experiência serviu para os alunos compreenderem a importância da preservação da história e da ciência. Eles exploraram uma vasta biblioteca e mergulharam em um acervo com milhares de livros e artefatos.
Essa visita cultural e educativa reforça o propósito do programa: não apenas aprimorar o inglês, mas também ampliar a visão de mundo dos estudantes, conectando-os com diferentes culturas e conhecimentos.
Ao visitarem locais como o Natural Science Society & Museum, os alunos não só aprendem, mas também se inspiram, levando para Alagoas uma bagagem de experiências que será usada ao longo de suas vidas.
A experiência em Bournemouth deixou uma forte impressão nos jovens. Keyllon Lima, 16 anos, de Jacuípe, estudante da Escola Estadual Major Luiz Cavalcante, resumiu a visita como um aprendizado prático e fascinante.
"O que mais chamou minha atenção foi o contato com os animais e também com a parte arqueológica. Foi muito importante para mim! É muito diferente, pois na escola só ouvimos sobre, e lá podemos realmente interagir com tais coisas e ouvir de especialistas sobre a área. É realmente muito diferente”, afirmou o estudante.
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