Cidades
T/JAL firma cooperação para atender vítimas de crimes e atos infracionais em Alagoas
Portaria conjunta institui o Comitê Interinstitucional de Atenção e Apoio às Vítimas; assinatura ocorreu nesta quarta (8), entre Judiciário, MP, Defensoria e OAB/Alagoas
O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) assinou, nesta quarta (8), a portaria conjunta que institui o Comitê Interinstitucional de Atenção e Apoio às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais no Estado. O termo envolve Judiciário, Ministério Público Estadual (MP/AL), Defensoria Pública e OAB/Alagoas.
O comitê terá função consultiva e propositiva, atuando na articulação institucional, no monitoramento de políticas públicas e na promoção de ações que garantam acolhimento, acesso à Justiça e reparação às vítimas.
Segundo o presidente do TJ/AL, Fábio Bittencourt, a integração das instituições visa assegurar atendimento humanizado às pessoas afetadas por crimes e atos infracionais.
“Estamos olhando para outra parte do processo, que é a pessoa que foi vítima de crimes e atos infracionais, com uma visão de acolhimento e acompanhamento pós-violência, o que é muito importante para proporcionarmos maior segurança à vítima”, ressaltou.
O procurador Walber Valente reforçou que a integração otimiza as ações de cada órgão. “Nossa atuação passará a ser conjunta, o que irá otimizar a atuação nesses casos graves de violência registrados em Alagoas, assegurando uma maior proteção às vítimas”.
Para a subdefensora pública-geral, Thaís Moreira, o comitê visa assegurar que os direitos das vítimas sejam efetivamente garantidos.
“Dentro de nossa função institucional de assegurar e garantir os direitos principalmente dos mais vulneráveis, vamos fiscalizar as políticas públicas, acompanhar ações e projetos para que esses direitos sejam realmente efetivados. Essa atuação articulada é fundamental para garantir proteção efetiva às vítimas”, afirmou.
A presidente em exercício da OAB/Seccional Alagoas, Cláudia Medeiros, destacou o papel da advocacia na proteção das vítimas.
“Em reuniões periódicas, vamos compartilhar todas as informações colhidas e verificar as melhores formas de atuação de cada instituição, garantindo os direitos das pessoas afetadas por crimes”, explicou.
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