Cidades
Equipe começa a investigar rachaduras em ruas no Pinheiro na segunda-feira
Defesa Civil de Maceió convocou uma equipe especializada nesta semana para averiguar situação
Uma equipe de trabalho deve iniciar, na próxima segunda-feira (19), uma investigação sobre as possíveis causas de rachaduras e buracos que apareceram em ruas no bairro do Pinheiro, na parta alta de Maceió, na quinta-feira (15). A Alameda Acre chegou a ser totalmente interditada pela Defesa Civil e parte da Rua Professor Mário Marroquim, nas proximidades da Igreja Matriz do Menino Jesus de Praga, também sofreu interdição.
Segundo o coordenador da Defesa Civil de Maceió, Dinário Lemos, o geólogo Abel Galindo é o profissional designado pelo poder municipal para apurar o que aconteceu no bairro do Pinheiro. De acordo com Lemos, Abel Galindo é experiente na região onde aconteceu a interdição da Defesa Civil, pois há três anos trabalha na localidade. “Ele já faz muitos trabalhos ali pelos conjuntos Jardim Acácia e Divaldo Suruagy. Esses apartamentos, às vezes, apresentam rachaduras e Abel Galindo conhece a área”, afirmou Lemos.
O coordenador afirmou que visitou a área na tarde desta sexta-feira (16) e vai com uma equipe neste sábado (17) para avaliar a situação. “O geólogo já viu o tamanho das fendas e nós já comunicamos a todos os órgãos, Casal, Algás, sobre o problema. Também evacuamos algumas moradias”, disse o coordenador.
Dinário Lemos disse que ainda é cedo para dizer o que causou as rachaduras nas ruas e que só a investigação que será iniciada na segunda-feira vai poder dar uma diretriz para a Defesa Civil.
O caso
Os moradores do bairro do Pinheiro, na parte alta de Maceió, ficaram assustados com rachaduras e fendas que apareceram em algumas vias nessa quinta-feira (15). A Alameda Acre, por exemplo, foi totalmente interditada.
Populares da região chegaram a falar sobre mal funcionamento de tubulações de gás, sumidouros causados por áreas aterradas e até mesmo tremores de terra. Moradores ainda disseram que problemas com rachaduras nas vias e imóveis são frequentes na região, mas nunca viram algo dessa proporção.
O caso está com a Defesa Civil de Maceió, que convocou uma equipe especializada nesta semana para averiguar a situação.
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