Brasil
Justiça nega habeas corpus a acusado de matar congolês no Rio
Moïse Mugenyi Kabagambe foi morto em janeiro em quiosque na Barra
A Justiça do Rio negou pedido de habeas corpus a Brendon Alexander Luz da Silva, um dos três acusados de matar o congolês Moïse Mugenyi Kabagambe, em janeiro deste ano. Com a decisão da 1ª Câmara Criminal do Rio, foi mantida a prisão preventiva do réu.
O pedido de habeas corpus foi feito pela defesa de Brendon, que alegou que ele estaria sofrendo constrangimento ilegal pelo juízo da 1ª Câmara. Os desembargadores consideraram, no entanto, que a manutenção da prisão não representa constrangimento e que é necessária para garantia da ordem pública.
Brendon e outros dois homens, Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca e Fábio Pirineus da Silva, respondem a processo criminal pelo homicídio do congolês e tiveram prisão preventiva decretada em 22 de fevereiro. Eles são acusados de derrubar, amarrar e espancar Moïse, que morreu em decorrência das agressões.
As agressões foram gravadas por uma câmera de segurança no dia do crime do quiosque Tropicália, na Barra da Tijuca, onde Moïse já tinha trabalhado como freelancer.
Mais lidas
-
1Infarto
Padre de 29 anos é encontrado morto em quarto de hotel
-
2Mobilidade urbana
Primeiros vagões do VLT chegam a Arapiraca
-
3Mangabeiras
Atacadão inaugura quarta loja em Maceió nesta quinta-feira (27)
-
431 de agosto
Trade turístico e Fecomércio se reúnem com candidato Renan Filho para apresentar demandas e agenda do setor para Alagoas
-
5Barão do narcotráfico
La Captura: Onde está Joaquín ‘El Chapo’ Guzmán hoje, em 2026





