Sérgio Toledo
6 x 1, 7 x 1, 5 x 2
Com certeza os números acima não estão dizendo nada.
7 x 1 (sete a um), foi uma lembrança de 2014. O técnico Felipão, Escolari, ex-jogador do Centro Sportivo Alagoano, comandando a "selecinha" canarinha não teve a ideia de "parar o jogo" e conduzir uma arrumação deixando a coisa rolar e chegou onde chegou.
6 x 1 (seis por um), é o que mais se ouve de uns tempos para cá.
Não sendo especialista no assunto, vou olhar de forma "aleatória" colocando pontos para observação e interrogação.
Será que todos os trabalhadores foram ouvidos sobre as pretendidas mudanças? Ou foram só os sindicalistas e os políticos interessados em faturar em cima das mudanças?
São todos os empregadores e suas necessidades de colaboradores, iguais? Ou seja, lojas, shooppins, fábricas, distribuidoras, etc são iguais, como uma receita de bolo?
Como vão ficar as contas dos trabalhadores para no final do mês saldarem suas necessidades financeiras, principalmente aqueles que fazem horas extras ou que possuem um emprego formal e outro sem "carteira assinada"?
Os trabalhadores que certamente vão ser demitidos, para que outros dois ou três, sejam contratados para suprirem as necessidade das horas do 5 x 2 (cinco por dois), foram ouvidos?
Em qual local do mundo alguém conseguiu mudar de regime de horas de trabalho, diminuindo as horas trabalhadas por semana e continuou ganhando o mesmo valor no salário? O governo federal irá fazer isso no serviço público? Os políticos irão realizar isso nas suas empresas ou de familiares?
O que irá trazer de desarrumação em todas as áreas que empregam trabalhadores foi mensurada?
E por fim, não dando certo, o que parece mais viável, o que será feito para reparar o erro?
Sérgio Toledo
Sobre
Médico ortopedista e do esporte. Pioneiro no alongamento ósseo, transplante de tendões e neurorrafia, como também no tratamento por ondas de choque.
Formado em 1972, pela Faculdade de Ciências Médicas de Pernambuco, hoje UPE.
Pós graduação no IOT (Instituto de Ortopedia e Traumatologia) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
Concursado do antigo INAMPS, hoje Ministério da Saúde, já estando aposentado. Atendeu por muito tempo no PAM Salgadinho.





