Blog do Dresch

22 de dezembro de 2018

Coquetéis garantem a qualidade de vida

Os medicamentos conhecidos como antirretrovirais, utilizados como coquetéis, tem proporcionado uma convivência adequada e com mais qualidade de vida aos portadores do vírus HIV. Dados do Ministério da Saúde, mostram que em Alagoas 3015 pessoas, sendo 2.970 adultos e 45 crianças estão em terapia antirretroviral, conseguindo resultados significativos, garante a Coordenadora de Combate das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) e AIDS, Sandra Gomes. Segundo ela, os coquetéis são a chave para reduzir a presença no vírus no organismo.

A convivência com o HIV 2

No início da década de 80, quando os retrovirais ainda estavam sendo pesquisados, eles causavam vários efeitos colaterais como enjoo, tontura, vômito e diarreia. Na época, segundo Sandra Gomes, a depender do esquema medicamentoso, os pacientes precisavam tomar até 20 comprimidos por dia. Mesmo assim, os remédios reduziram de forma significativa a mortalidade das pessoas portadoras do HIV e a Aids.

A convivência com o HIV 3

Se na década de 80 a síndrome era tida como uma sentença de morte para o soropositivo, hoje a situação é bem diferente. Os pacientes são acompanhados por uma equipe multiprofissional, formada por enfermeiros, médicos, psicólogos, assistentes sociais, odontólogos, farmacêuticos e nutricionistas, que lidam com o vírus há cerca de 25 anos. A equipe acompanha o método de vida do paciente, garantindo ao mesmo o cuidado com a doença e com a consciência em relação a horários e responsabilidade com o tratamento.

 

A discriminação no esporte

Pelo menos 69 profissionais da cadeia esportiva sofreram com atos de discriminação racial, LGBTIfobia, machismo e xenofobia em 2017, segundo dados divulgados recentemente no Relatório Anual da Discriminação Racial no Futebol, elaborado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e do Observatório da Discriminação Racial no Futebol. Dos 61 casos relacionados ao futebol, foram 43 casos de discriminação racial, 10 de LGBTIfobia, 5 com machismo e três com xenofobia. O trabalho foi elaborado através de reportagens da imprensa nacional e internacional, obtidas através das redes sociais ou enviadas por colaboradores. Dos 43 atos de discriminação racial, 29 aconteceram em estádios, 11 através da internet e três em outros espaços. O relatório mostrou ainda que o estado do Rio Grande do Sul concentra o maior número de casos de racismo, dez dos 29 registros, bem acima do Rio de Janeiro (3) e Bahia (3).

Uma empresa bilionária

As farmacêuticas GlaxoSmithKline (britânica) e Pfizer (americana) criaram uma joint venture que será responsável por produtos como os medicamentos Voltaren e Advil, o complexo vitamínico Centrun e o creme dental Sensodyne. A empresa terá um faturamento estimado em US$ 9,8 bilhões de libras (R$ 12, 4 bilhões). Pelos termos do acordo a GSK terá uma participação de 68%, cabendo a Pfizer, os 32% restantes.

A discriminação no esporte

Pelo menos 69 profissionais da cadeia esportiva sofreram com atos de discriminação racial, LGBTIfobia, machismo e xenofobia em 2017, segundo dados divulgados recentemente no Relatório Anual da Discriminação Racial no Futebol, elaborado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e do Observatório da Discriminação Racial no Futebol. Dos 61 casos relacionados ao futebol, foram 43 casos de discriminação racial, 10 de LGBTIfobia, 5 com machismo e três com xenofobia. O trabalho foi elaborado através de reportagens da imprensa nacional e internacional, obtidas através das redes sociais ou enviadas por colaboradores. Dos 43 atos de discriminação racial, 29 aconteceram em estádios, 11 através da internet e três em outros espaços. O relatório mostrou ainda que o estado do Rio Grande do Sul concentra o maior número de casos de racismo, dez dos 29 registros, bem acima do Rio de Janeiro (3) e Bahia (3).

Uma empresa bilionária

As farmacêuticas GlaxoSmithKline (britânica) e Pfizer (americana) criaram uma joint venture que será responsável por produtos como os medicamentos Voltaren e Advil, o complexo vitamínico Centrun e o creme dental Sensodyne. A empresa terá um faturamento estimado em US$ 9,8 bilhões de libras (R$ 12, 4 bilhões). Pelos termos do acordo a GSK terá uma participação de 68%, cabendo a Pfizer, os 32% restantes.

Jornalistas sempre na mira

O Comitê para a Proteção de Jornalistas (CPJ) lamentou as crescentes ameaças enfrentadas pelos jornalistas em todo o mundo, com um aumento do número de profissionais ameaçados por seu trabalho em 2018, na comparação com o ano anterior. De acordo com a entidade, 53 jornalistas foram assassinados até o dia 14 de dezembro, contra 47 em 2017. Do total, 34 foram executados de maneira premeditada contra 18 no ano passado.

Jornalistas sempre na mira 2

Por outro lado, o número de jornalistas mortos em coberturas de conflitos é o menor desde 2011, com 13 vítimas fatais em 2018. Os números apresentados pelo CPJ, que tem sede em Nova York, são menores que os divulgados em Paris pela ONG Repórteres Sem Fronteiras, que citou 80 assassinatos neste ano. Segundo ambas as entidades a metodologia utilizada é diferente. Mas elas confirmam que o Afeganistão é o país mais violento para os profissionais de imprensa.

 

  • O Povoado Lagoa Doce II comemorou, esta semana a entrega de 500 cisternas de tecnologia de 1ª água, para famílias de pequenos agricultores do local.
  • A entrega foi considerada um marco na universalização do acesso à água na zona rural do município de Piranhas, o primeiro a ser beneficiado.
  • A iniciativa é fruto de uma parceria do Ministério do Desenvolvimento Social e do Governo de Alagoas através da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Aquicultura.
  • Com o Programa Cisternas, Piranhas passará a ter 100% das comunidades rurais abastecidas por cisternas de 1ª água com capacidade de 16 mil litros para consumo, beneficiando diretamente às famílias de pequenos agricultores.