Blog do Dresch

13 de novembro de 2018

Seminário discute o desaparecimento de crianças

Começa hoje, ás 9h, na sede do Conselho, a quinta edição do Seminário sobre crianças desaparecidas, promovido pelo Conselho Federal de Medicina, com a coordenação do Conselho Estadual de Medicina (Cremal). O evento tem como objetivo a participação de profissionais da saúde, da segurança pública, de entidades que lidam com a questão e da população em geral, destaca Fernando Pedrosa, presidente do Cremal. Segundo o Conselho, 50 mil crianças desaparecem por ano em todo o Brasil, sendo que menos da metade consegue retornar ao seio da família.

Crianças desaparecidas 2

Ainda de acordo com Pedrosa, o Conselho Federal, preocupado com a questão, está promovendo seminários em todos os estados, buscando envolver as pessoas interessadas no assunto para discutir e buscar soluções para enfrentar o problema com mais envolvimento. O presidente cita que crianças desaparecem porque são atraídos pelo tráfico de drogas, outras são sequestradas para retiradas de órgãos e até para a adoção em outros países. A ideia é identificar essas ações e buscar formas de combatê-las, explicou Fernando Pedrosa.

Bomba fiscal de 259 bilhões

Deputados e senadores em último ano de mandato armaram, para o presidente eleito Jair Bolsonaro, uma bomba fiscal calculada em R$ 259 bilhões. O valor refere-se ao impacto nas contas públicas, nos próximos quatro anos, causado por dez projetos aprovados ou que avançaram no Congresso em 2018, segundo levantamento da Folha de São Paulo. Entre as chamadas pautas bombas está o aumento de 16% no salário dos ministros do STF, que com o efeito cascata deve chegar a R$ 5,3 bilhões ao ano. Tem ainda a prorrogação de benefícios para montadoras do Nordeste, ao custo de R$ 4,6 bilhões ao ano. O refinanciamento das dívidas dos pequenos produtores rurais (R$ 5,3 bilhões), redução do IPI para refrigerantes (R$ 700 milhões).

Mais sobre a bomba

Outras matérias que vão estourar no colo do novo governo: A venda de etanol das destilarias para os postos (R$ 2,4 bilhões o ano); benefícios para transportadoras (R$ 9 bilhões ao ano); refinanciamento de dívidas de pequenas empresas R$ 7,8 bilhões ao ano); reajuste salarial para agentes comunitários de saúde (R$ 4,8 bilhões ao ano). E ainda o reajuste para servidores e a desoneração de ICMS para exportações, com valor de R$ 39 bilhões, aprovado nas comissões e que vai ainda ao plenário para ser votado.

O show das americanas

Um número recorde de mulheres conquistou uma vaga no Congresso nas eleições norte-americanas, incitadas pela antipatia ao presidente Donald Trump e encorajadas pelo movimento #Me Too, tornando o Partido Democrata mais diverso e jovem do que nunca. Foram eleitas a congressista mais jovem, Alexandria Ocasio-Cortez de 29 anos, duas de origem indígena, Sharice Davids, do Kansas, e Debra Haaland do Novo México e as duas primeiras muçulmanas (a palestina-americana Rashida Talib e a somali-americana Ilham Omar).

O show das americanas 2

Pelo menos foram eleitas 120 mulheres, sendo 98 para a Câmara e 22 ao Senado. A ampla maioria é democrata.  Foram eleitas veteranas de guerra, uma ex-agente da CIA, uma professora com mãe dependente química, uma ex-garçonete e dezenas de candidatas novatas. Muitas se lançaram na política indignadas pela vitória de Trump sobre Hillary Clinton, considerada a candidata mais qualificada da história.

FPI visita quilombolas

Várias comunidades quilombolas do alto sertão alagoano foram visitadas por equipes da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) do Rio São Francisco, para avaliar as condições de vida daqueles núcleos. Os técnicos estiveram nas comunidades de Aguazinhas, Caboclo, Cacimba de Barro, Gameleiras, Lagoa do Algodão e Serrinha dos Cocos, em São José da Tapera e Pão de Açúcar. Os maiores problemas enfrentados são o precário abastecimento de água, do fornecimento de energia elétrica, além de outras questões estruturais como saúde, educação e segurança.

 

  • Mesmo justificando o encerramento das atividades do jornal Gazeta de Alagoas, aos altos custos de elaboração, problemas de gestão, crescimento das redes sociais e supremacia da internet, o fim das atividades é um baque no direito à informação dos alagoanos.
  • É uma questão grave sob o pronto de vista dos funcionários, com futuro incerto e com o chamado “passaralho” próximo as suas cabeças. Num momento em que cresce a chegada de novos comunicadores ao mercado de trabalho, este se afunila e força estes profissionais a se deslocarem para outros segmentos e outras funções.
  • Lesados também estão assinantes, iludidos pela enganosa proposta de dispor das edições diárias durante 1 ano ou mais, e agora obrigados a aderir a edição digital.