Blog do Dresch

5 de setembro de 2018

TJ organiza o mês nacional do júri

Novembro será o mês em que o Poder Judiciário de todo o país, realizará um mutirão para julgar a maior quantidade possível de réus acusados de crimes dolosos contra a vida. Instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) o trabalho já começou a ser organizado em Alagoas pelo Tribunal de Justiça. O presidente do TJ, desembargador Otávio Leão Praxedes já encaminhou o pedido para que os magistrados de todas as unidades da justiça estadual providenciem a realização dos julgamentos.

Mês nacional do Júri 2

A prioridade dos julgamentos é dos processos em que o réu está preso e a tramitação é mais antiga. A relação dos processos que serão julgados deve ser encaminhada Corregedoria-Geral de Justiça até 20 de setembro. Em 2017, primeiro ano da realização do mutirão, o CNJ computou 4.112 julgamentos de crimes dolosos contra a vida em todo o país. Em Alagoas o trabalho foi concluído com 57 condenações e 42 absolvições em 97 sessões.

Índios unem as forças

Indígenas das mais diversas etnias brasileiras estão se organizando para conseguir eleger pelo menos um representante para o Congresso Nacional. São 130 candidatos indígenas nas eleições deste ano, 50% a mais que no pleito de 2014. Nem todos, no entanto, têm militância nas causas indígenas, como o vice de Jair Bolsonaro (PSL), general Hamiltom Mourão (PRTB) que causou polêmica ao se declarar “índio” na Justiça Eleitoral. Por outro lado, pelo menos 70 estão organizados em um grupo pluripartidário batizado de Frente Parlamentar Indígena. Seus integrantes mantém ações coordenadas e estão sempre em contato através de mensagens online dos seus celulares. A Frente surgiu em decorrência das bancadas conservadoras que ganharam maior protagonismo no Congresso e questionam a demarcação das terras indígenas.

Contra tudo e todos

Na eleição de 1982, lançado por Leonel Brizola, o cacique Juruna elegeu-se deputado federal pelo PDT e pelo Rio de Janeiro com 31 mil votos. Juruna era xavante filho do cacique da aldeia Nakamura, em Barra das Garças no Mato Grosso. Primeiro e único indígena a conseguir vaga no Congresso, Juruna logo se decepcionou com falsas promessas de autoridades e dos próprios pares. Passou a andar com um gravador a tiracolo, gravando todas as conversas e depois cobrando as promessas feitas por eles. Não conseguiu a reeleição, e ficou trabalhando em prol do índio em Brasília, onde morreu de diabetes em 2002.

O combustível do futuro

Acadêmicos da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, são os pioneiros em uma nova maneira de transformar luz solar em combustível. Eles utilizaram a luz do sol para extrair hidrogênio da água, gerando uma fonte verde e ilimitada de energia renovável. A técnica foi batizada de fotossíntese semi-artificial. Consiste em “dividir” a água em hidrogênio e oxigênio, imitando a “lógica fotossintética” das plantas. Para tanto utilizaram uma mistura de componentes biológicos e tecnologias desenvolvidas pelo homem.

O combustível do futuro 2

A fotossíntese é o processo que as plantas utilizam para converter a luz solar em energia. O oxigênio é produzido como subproduto da fotossíntese, quando a água absorvida pelas plantas é dividida. É uma das reações mais importantes do planeta porque é a fonte de quase todo o oxigênio do mundo. Já o hidrogênio que é produzido neste processo é considerado uma potencial fonte de energia renovável.

O combustível do futuro 3

A fotossíntese artificial existe há décadas, mas ainda não foi usada com sucesso para criar energia renovável, pois depende do uso de catalisadores, que geralmente são caros e tóxicos. Por isso não pode ser usada para ampliar as descobertas a nível industrial. A pesquisa de Cambridge faz parte do campo emergente da fotossíntese semi-artificial, que visa superar as limitações da fotossíntese totalmente artificial, usando enzimas para criar a reação desejada.

 

 

  • Dois homens foram presos na última segunda-feira em uma chácara no bairro do Barro Duro, em Maceió, quando descarregavam uma carga de botijões de gás roubada horas antes no município de Flexeiras.
  • Uma denúncia anônima levou uma equipe do Batalhão de Política de Eventos (BPE) ao local, constatando que o caminhão, com 860 botijões, era mesmo o veículo que estava sendo procurado.
  • O caminhão com a carga foi tomado por um grupo de homens, há poucos quilômetros de Flexeiras. Eles ocupavam um veículo Focus de cor branca.
  • O motorista foi rendido e sob a mira de armas foi deixado em uma estrada vicinal nas proximidades. O caminhão foi trazido para a capital.
  • No momento da descarga dois homens foram presos: um deles filho do dono da chácara e o segundo identificado como funcionário de uma distribuidora de gás da região.