Blog do Dresch

14 de agosto de 2018

Um show de superstições em Brasília

Na sua passagem por Brasília, para um show no Estádio Nacional Mané Garrincha no sábado (11), o cantor Roberto Carlos recusou a hospedagem na suíte presidencial do Hotel Meliá, pela presença de um móvel de cor marrom e madeira antiga, na suíte mais cara do hotel. Ele preferiu se hospedar em uma suíte bem menor, mas exigiu tons claros na decoração, inclusive nos sofás, paredes e móveis. De preferência cores brancas e azuis, suas prediletas.

Um show de superstição 2

Ainda em Brasília, o Rei voltou a encontrar o maitre Manuelzinho, que servia o cantor no restaurante Antiquarius, no Rio de Janeiro. Com a mudança do maitre para a capital federal, somente agora voltaram a se encontrar. E Roberto Carlos matou a saudade do seu prato preferido, o português “Bacalhau à Lagareiro”, grelhado com muito azeite e batalhas “ao murro”. Mas, o principal componente do prato, fora o peixe, que é o alho, não faz parte da dieta do ídolo, que dispensa totalmente o condimento que dá alma ao citado prato.

 

PF pode investigar crime

Passados 150 dias do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL), sem que seja esclarecido pela polícia do Rio de Janeiro, surge a possibilidade da Polícia Federal (PF) assumir as investigações. A sugestão foi dada pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, durante entrevista concedida no último Domingo. Para que a PF assuma o caso, antes de tudo deve haver um convite formal por parte da cúpula da intervenção no Rio, mais precisamente do general do Exército Braga Netto. A ideia do ministro, contudo, esbarra em questões jurídicas e na oposição do Ministério Público do Rio de Janeiro. Para “federalizar” um crime de homicídio é necessário que a Procuradoria Geral da República (PGR) provoque o Superior Tribunal de Justiça (STJ) com uma ação pedindo o deslocamento de competência. Só uma decisão do STJ pode mudar a presidência de um inquérito da PC para a PF. Enquanto isso, reina a impunidade.

Advogado quer sustar aumento

O advogado Carlos Alexandre Klomfahs, transformou em uma ação popular a indignação do povo brasileiro. Ele quer que a Justiça Federal barre o aumento dos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal aprovado naquela Corte na semana passada. O reajuste ainda vai passar pelo Congresso. O advogado autor da ação coloca como parâmetro o aumento do salário mínimo (1.81%) e o índice da inflação (2.95%), bem distantes do valor aprovado no STF que foi de 16,38%. Cita ainda o efeito cascata que o reajuste proporcionará a juízes, desembargadores, ministério público entre outros.

Propriedade intelectual

Um dos mais importantes treinamentos de gerenciamento de cadastro acontece esta semana em Maceió, dentro do 8º Congresso Internacional do Programa de Pós-Graduação em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para Inovação. O treinamento do SisGen do Ministério do Meio Ambiente MMA) é bastante requisitado, uma vez que o sistema é mantido e operacionalizado pelo Conselho de Gestão do Patrimônio Genético.

Propriedade intelectual 2

Maceió foi uma das três capitais escolhidas pelo MMA para a realização desta oficina, que tem o objetivo de capacitar mão de obra nacional para utilizar o sistema. O SisGen é uma plataforma que permite rastrear o que está sendo pesquisado no Brasil, tanto sobre patrimônio genético quanto sobre conhecimentos tradicionais a ele associados. As reuniões do Congresso acontecem no auditório da Casa da Indústria, no bairro do Farol e se estendem até o próximo sábado (18).

Moagem já começou

As unidades industriais do setor sucroalcooleiro estão dando início a moagem da safra 2018/2019 de cana-de-açúcar. Ontem foi a vez da usina Santo Antônio, em São Luiz do Quitunde sediar a missa que abre o processo. A usina estima aumentar sua produtividade em 15% no comparativo com o ciclo passado. O objetivo é moer 2 milhões de toneladas. Já a usina Camaragibe, do mesmo grupo, e localizada em Matriz de Camaragibe, pretende moer 720 mil toneladas de cana.

 

 

  • Maceió, seguindo as demais capitais e metrópoles brasileiras, está bem acima do peso. Segundo a pesquisa por telefone feita pelo Ministério da Saúde, mais de 58% dos maceioenses estão com excesso de peso. Quase 20% dos habitantes da capital estão obesos.
  • A Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Prevenção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), mostrou também que os maceioenses reduziram em 58% o consumo de refrigerantes e sucos artificiais.
  • Em 2007, 23,3% da população consumia as bebidas, enquanto que no ano passado o percentual foi de 9,7%. Deste total 61% eram de homens que abandonaram o hábito e 53,9% de mulheres.
  • Também aumentou o consumo regular de frutas e hortaliças, chegando a 9,4% entre 2008 e 2017, além disso a prática de atividade física aumentou 111,6% de 2009 a 2017. Mas ainda assim continuamos quebrando balanças.