Blog do Dresch

11 de agosto de 2018

Um lendário produtor musical

Marcado para ser lançado em 21 de setembro, o documentário batizado de “Quincy”, sobre a vida do lendário produtor musical Quincy Jones. O filme tem estreia mundial na Netflix e também nos cinemas norte-americanos visando concorrer ao Oscar. Codirigido por Rashida Jones, filha do protagonista, o filme terá cenas de arquivos particulares e outras de momentos atuais da carreira de Jones.

Um lendário produtor musical 2

Transcendendo barreiras culturais e raciais, Quincy Jones se tornou uma grande força na música e na cultura popular nos anos 70 e 80. Durante a sua carreira conquistou 27 Grammys e também se tornou um dos únicos artistas a receber os quatro maiores prêmios de entretenimento nos Estados Unidos, Grammy, Oscar, Tony e Emmy. Mentor de Michael Jackson, produziu os álbuns “Off de Wall”, “Bad” e o icônico “Thriller”, disco mais vendido em todos os tempos.

 

Contra a demarcação do governo

Lideranças indígenas realizaram um ato contra o Parecer Normativo da Advocacia Geral da União (AGU) que estabeleceu uma nova espécie de demarcação que atenta contra os interesses indígenas. Trata-se da tese do marco temporal, que estabelece que os povos somente terão direito ás áreas que já estivessem em sua posse em 5 de outubro de 1988, quando foi promulgada a Constituição Federal. Uma carta foi divulgada esta semana, assinada pela Mobilização Nacional Indígena (MNI), que reúne mais de 120 entidades da sociedade civil. No documento, as organizações assinalam que, ao adotar o conceito de marco temporal, legaliza-se a violência a qual os povos indígenas foram submetidos antes de 1988. O Ministério Público Federal demonstrou a inconstitucionalidade do parecer, porém a ministra advogada-geral da União Grace Mendonça, recusou-se a discutir a revogação do mesmo. Para constitucionalistas, o parecer gera uma enorme insegurança jurídica.

Combate ao descarte irregular

Fiscais da Superintendência de Limpeza Urbana de Maceió, estão jogando duro contra as pessoas que descartam resíduos sólidos de forma irregular. Somente em julho foram 142 processos abertos contra pessoas físicas e jurídicas que não seguiram as determinações municipais. Foram 85 casos de descarte irregular, 37 casos de grande gerador, 16 denúncias contra terrenos particulares servido de ponto de lixo, além de veículos flagrados fazendo o descarte irregular especialmente de restos de construção.

Seca exterminou os Maias

Cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, apontaram os períodos de seca extrema como um dos motivos do colapso da civilização Maia. Eles concluíram que as precipitações anuais diminuíram entre 41% a 54% durante o período mais crítico, chegando algumas vezes a 70% de redução das chuvas. Os pesquisadores desenvolveram um método para medir os diferentes isótopos de água presos na gipsita, mineral que se forma em tempos de seca, que diminuiu o nível de água do lago Chichancanab, na Península de Iucatã (México).

Seca exterminou os Maias 2

As conclusões foram publicadas na Revista Science mostrando estudos feitos nos quatro períodos principais da civilização Maia: pré-clássico (2000 a.C-250 a.C.), o clássico (250 a.C. – 800 d.C.), o terminal clássico (800 d.C.-1000 d.C.) e o pós-clássico (1000 d.C.- 1539 d.C.). Durante o século 9, houve um grande declínio político na região maia central, quando suas famosas cidades foram abandonadas e as dinastias encerradas. Existem muitas teorias sobre o colapso maia como a invasão, a guerra, a degradação ambiental e a ruptura das rotas comerciais.

Maceió entre os melhores

Uma pesquisa elaborada por uma das maiores agências de viagens on-line do mundo, a Expedia, apontou a capital alagoana como um dos principais destinos turísticos do Brasil. A pesquisa foi divulgada no final de julho e igualou Maceió aos destinos mais procurados do país, como Rio de Janeiro, Salvador, Florianópolis, Foz de Iguaçu, Gramado, Campos do Jordão entre outros. A pesquisa da Agência Expedia ouviu cerca de mil brasileiros.

 

 

  • Na madrugada deste sábado, ás 4h33, a Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) estará lançando uma sonda do tamanho de um carro compacto, para chegar o mais próximo possível, do sol.
  • Os cientistas acreditam que nenhum outro instrumento feito na Terra chegou tão perto do astro rei como se espera que a sonda chegue. Filosofando “enfim uma obra humana tocará o sol”.
  • Quando o Parker Solar Probe decolar a bordo do foguete Delta IV-Heavy, uma nova era na pesquisa espacial será inaugurada. Ela deverá viajar a uma velocidade de 693 km/h, para alcançar o ponto mais próximo do sol, daqui a 6 anos e onze meses.
  • Nesta data a sonda chegará a uma região da coroa distante 6 milhões de quilômetros do núcleo da estrela. Ali vai enfrentar um calor de 1,4 mil graus Celsius
  • O Parker Solar deverá tirar dúvidas científicas sobre a temperatura da fotosfera mais quente que o núcleo, sobre os ventos solares que afetam, na Terra, satélites, GPS e outros equipamentos e inúmeras outras questões importantes para os cientistas.