Sérgio Toledo

11 de julho de 2018

As paixões e a Copa do Mundo de Futebol.

No resto do mundo as populações comemoram, porém o País não para. No Brasil que é um País muito rico, todos param e não produzem nada. Acho que assim a “natureza” faz o Brasil perder.
O jogo era as 15horas as 07h30minhs da segunda-feira próxima passada a entrega de exames no Centro de Diagnóstico da Unimed Maceió já estava fechado a corrente e cadeado.
O jogador que usa a camisa 10 da seleção Nacional do Brasil sofreu uma fratura a 90 dias da copa. Operado com parafuso de fixação e compressão voltou a jogar. Exigiram do mesmo o futebol de antigamente. É difícil hem! Você já quebrou algum osso do seu corpo e foi operado? Conseguiu a recuperação em quanto tempo? Você é uma atleta de ponta? Voltou a ter o mesmo rendimento em quantos dias?
Vejo discussões em todos os níveis. Uns são chamados de pés frios e os familiares entram na “briga”. Onde vamos parar? Realmente o futebol é apaixonante, porém não devemos perder o equilíbrio e principalmente os que são formadores de opinião.
Ontem num canal de esporte na TV fechada vi e ouvi um comentário do atleta aposentado de futebol Ronaldo Nazário. Confesso que quando Ele comenta futebol não tenho ouvido, porém ao fazer menção à situação do camisa 10, fiquei surpreso e confiante que existem pessoas de bom senso em todos os lugares. Suas colocações foram equilibradas e sensatas levando em consideração a situação física e emocional do nosso principal jogador de futebol.
Então, como exigir de alguém que usa os pés como instrumento de trabalho um nível de alto rendimento se foi operado de um deles a três meses da maior competição futebolística mundial?