Blog do Dresch

26 de janeiro de 2017

Minsitro Marx Beltrão recebe movimento LGBT em audiência

Deu na página do Ministério do Turismo ontem. O Brasil já é considerado um destino turístico para o público LGBT, inclusive para o mercado doméstico. Esses turistas são atraídos pelas belezas naturais, diversidade cultural e agitação noturna. Capitais como Rio de Janeiro, Salvador e Florianópolis estão estre as cidades consideradas “gay friendly”, com atrativos e programação de interesse do público formado por gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros. Mas, na opinião de representantes de várias organizações LGBTs que estiveram com o ministro do Turismo, a divulgação dos destinos e atrativos, inclusive os mais tradicionais, nem sempre leva em consideração a diversidade sexual, nem o potencial econômico do turismo LGBT.  
(Para o site: Minsitro Marx Beltrão recebe movimento LGBT em audiência)
Público LGBT e Turismo 2
Em audiência com o ministro alagoano  Marx Beltrão ontem, as organizações que defendem os direitos e promovem a cidadania do público LGBT, inclusive na economia do turismo, apresentaram sugestões, reivindicações e propostas para incrementar o segmento e proporcionar mais respeito à diversidade sexual. Uma delas é a inclusão do turismo LGBT com destinos e eventos voltados para esse público nos portais e mídias digitais do Ministério do Turismo e da Embratur.  Nildo Correia, do Grupo Gay de Alagoas, lembrou que as campanhas publicitárias que promovem os destinos dentro e fora do Brasil, muitas vezes deixam de fora os casais e famílias formados por pessoas do mesmo sexo, sendo que esse público, assim como os demais segmentos da economia do turismo, consomem os mesmos serviços e produtos oferecidos aos viajantes. 
Público LGBT e Turismo 3
Correia  pediu a formação de um comitê para o desenvolvimento do turismo LGBT com a participação do segmento. Grandes eventos, como paradas LGBTs, também poderiam receber apoio e incentivo oficial, uma vez que têm potencial de atrair turistas e incrementar a economia com outros serviços e eventos paralelos.  
 
Decreto 
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou dois decretos ontem,  um deles sobre segurança na fronteira e o projeto de construir um muro ao longo da divisa sul dos EUA e outro reforçando a aplicação das leis de imigração. “Construir essa barreira é mais do que apenas uma promessa de campanha. É um primeiro passo de bom senso para realmente proteger a nossa fronteira porosa”, disse o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer. “Isso vai conter o fluxo de drogas, crime, imigração ilegal para os Estados Unidos.”
Decreto 2
Ele disse ainda que os decretos vão retirar dinheiro federal das chamadas “cidades santuários” para imigrantes ilegais e acabar com uma política de “deter e soltar” de governos anteriores. Desta vez, diferente da promessa de campanha de Trump, o porta-voz disse que o custo pela construção do muro sairá dos cofres americanos. Segundo Spicer, Trump negociará com o Congresso a verba para a construção do muro, mas “mais cedo ou mais tarde” o governo do México compensará esses gastos.
Propaganda polêmica
“Nas minhas corridas, a segurança sempre esteve em primeiro lugar”, diz Emerson Fittipaldi, na propaganda da Prefeitura de São Paulo sobre o aumento das velocidades nas marginais. A notícia de que o piloto participa da peça foi veiculada pela Folha e contribuiu para inflamar o debate de uma medida já polêmica. Sem entrar no mérito da “readequação” (nas palavras da própria propaganda) que deve entrou em vigor ontem, a fala do ex-piloto tem ao menos um ponto digno de destaque: Emerson não está mentindo sobre sua carreira.
Propaganda polêmica 2
Entre os campeões brasileiros de F-1, Fittipaldi é, de longe, o que se mostrou mais leal dentro das pistas. Nenhum de seus adversários jamais reclamou de ter sido fechado ou ter sua integridade posta em risco em uma disputa com ele. O mesmo não pode ser dito em relação a Piquet e Senna. Ambos os tricampeões brasileiros, em especial no início da carreira, tinham certa fama de temerários entre os colegas. Eram poucos os que se arriscavam a ultrapassar Piquet com a certeza de que não levaria uma fechada. Quanto a Senna, as disputas de posição em seus tempos de Lotus já são famosas o bastante (o GP da Europa de 1985 é um bom exemplo). Com o tempo e a experiência, as reclamações dos adversários cessaram —e não é verdade que o acidente que matou Senna esteja relacionado à sua agressividade ou a um erro do próprio.
 
*** O atacante Mario Balotelli e o técnico do Bastia, François Ciccolini, discutiram feio no vestiário de partida pelo Campeonato Francês, que terminou empatada por 1 a 1, esta semana. 
*** O treinador acusa o atacante do Nice ter insultado sua mãe. “Se ele tivesse me xingado, eu não teria dito nada. Mas não insulte a minha mãe, que já tem 80 anos e não tem a profissão que ele falou. O motivo que me deixou nervoso? Deixe minha mãe tranquila. Eu fiquei incomodado com isso”, disse o treinador à RMC.
*** O bate-boca avançou para as redes sociais, Balotelli acusa a torcida do Bastia de ter proferido insultos racistas durante o jogo. “Ontem, contra o Bastia estava tudo certo. Nós iremos trabalhar mais para alcançar nossos objetivos. O juiz estava bem também, mas eu tenho uma pergunta para o pessoal francês. É normal os fãs do Bastia fazer barulhos como se fossem macacos e terminar com 'uh uh' sem que a comissão disciplinar fale nada? O racismo é permitido na França? Ou somente existe no Bastia? O que eles fizeram foi horrível”, escreveu Balotelli. 
*** Ontem, o presidente Michel Temer definiu sua foto oficial com a faixa presidencial, imagem de muita tradição e que costuma ser distribuída em repartições públicas federais. O registro, feito em dezembro pelo fotógrafo Orlando Brito no Palácio Jaburu, onde Temer ainda mora, traz símbolos marcantes da República, como a bandeira nacional com a expressão “ordem e progresso”, utilizada como principal lema do governo do peemedebista. Mas apesar da formalidade da foto e da valorização de ícones tradicionais republicanos, as redes sociais, claro, conseguiram rapidamente quebrar qualquer protocolo e gerar uma quantidade infindável de piadas, memes e montagens com a foto de Temer.