Blog do Dresch

6 de janeiro de 2016

O novo mapa de Alagoas

                   Alagoas começa o novo ano com um importante registro cartográfico. Acaba de ser lançado o novo mapa politico-administrativo do Estado que foi totalmente atualizado graças aos mais recentes dados obtidos pelo IBGE. “Este novo mapa politico-administrativo é um documento que caracteriza Alagoas e suas individualidades” explica o Secretário de Planejamento, Gestão e Patrimônio, Christian Teixeira. Foi a equipe técnica da Secretaria que organizou, remodelou e atualizou o mapa, que além dos dados levantados pelo IBGE também conta com informações do Instituto do Meio Ambiente (IMA) e do Departamento de Estradas e Rodagens.

O mapa alagoano 2

                   O novo mapa apresenta Alagoas, seus 102 municípios, vilas e povoados e destaca ainda a hidrografia com seus principais rios, relevos geográficos, rodovias, ferrovias e outras características da infraestrutura e da geomorfologia do Estado. O documento poderá ser utilizado por todos os setores do estado, nas esferas politica, gestora e empresarial, chegando até os segmentos acadêmicos e escolares, podendo ser usado a partir de agora nas salas de aula. Também são disponibilizadas informações como pavimentação de rodovias, pontos turísticos, povoados indígenas, quilombolas e todas as demais informações necessárias de conhecimento público.

O massacre de elefantes

                  De acordo com o programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), cinquenta e quatro elefantes morrem em média, por dia na África, e por isso mesmo uma série de ações serão desenvolvidas a partir de agora para mudar este quadro e tentar reconstruir a população desses animais. Entre as medidas a serem colocadas em prática esta à revisão do Código Penal de diversos países prevendo punições mais severas contra os caçadores ilegais além de fechar o cerco contra o comércio clandestino de bichos. Angola esta a frente entre as nações que estão dispostas a modificar a situação atual e vai ser a sede do Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de Junho deste ano. Botswana, Gabão e Namíbia também anunciaram o engajamento.

O massacre de elefantes 2

                   Outra iniciativa que pretende combater a vulnerabilidade da espécie é o reconhecimento a um Censo inédito dedicado á contagem e ao deslocamento dos animais pelo continente. Hoje estima-se que a população de elefantes esteja entre 320 mil a 650 mil espécimes. Em 1980, eram 1,3 milhão. Uma das razões deste encolhimento é o mercado negro do marfim, que vale ainda US$ 3 mil o quilo. Considerando que duas presas pesam até 115 quilos, a perseguição aos elefantes pode não parar tão cedo. Os principais destinos do mercado clandestino são, ainda China e EUA e ambos mandaram destruir seis toneladas de marfim entre 2013 e 2014 pra demonstrar seu compromisso contra o tráfico. Ainda assim, na cultura da potência asiática, o material continua associado a status e riqueza.

O massacre de elefantes 3

                   Estima-se que o tráfico movimenta até US$ 20 bilhões por ano e financia confrontos em diversos países africanos. O grupo al-Shabaab, braço somali da al-Qaeda, obtém US$ 600 mil por mês com esta atividade. Estudos feitos nos últimos cinco anos mostraram que as guerras civis na República Democrática do Congo e na República Centro-Africana, erradicaram de 50% a 90% da população de elefantes destes países. O mesmo ocorreu décadas antes em Moçambique, Namíbia, África do Sul, Zimbábue e Angola. Além da caça e, da guerra, a perda de habitat dos elefantes deve-se ás intervenções humanas em seu território. Acredita-se que 29% da população de elefantes sejam afetados pelo aumento da população humana, urbanização e expansão da agricultura.

Operação de guerra

                   Um batalhão de agentes de endemias iniciou ontem uma verdadeira cruzada de combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor de doenças como dengue, chicungunya e zika vírus. O trabalho atingirá os 102 municípios alagoanos, com as equipes visitando imóveis públicos e privados. A mobilização conta com a participação de diversos orgãos e entidades e o objetivo é reduzir o máximo possível os criatórios do mosquito. A partir de amanhã, 7, o trabalho terá inicio em Maceió que contará com a participação de 80 agentes devidamente treinados para a atividade. O trabalho dura até o dia 29, mas caso seja necessário, será prolongado por quanto tempo for necessário.

 

 

  • O jornal francês “Charlie Hebdo” lança hoje (6) uma edição para lembrar o atentado ocorrido há um ano (foi no dia 7 de Janeiro de 2015), quando terroristas islâmicos deixaram 12 mortos, a maioria dentro da redação do jornal.
  • A edição de hoje circula com 1 milhão de exemplares, e traz na capa a provocação usual do Charlie. Nela, a charge mostra um deus ensanguentado, munido de uma metralhadora e o título “Um ano depois, o assassino ainda foge”.
  • A edição é especial, tem 21 paginas, e traz uma seleção de caricaturas dos cartunistas que morreram no ataque e dos que integram atualmente a redação.
  • A publicação do número especial ocorre em um momento de crescente receio quanto a ataques terroristas na Europa, depois que jihadistas ligados ao movimento extremista Estado Islâmico (EI) mataram 130 pessoas, em Paris, em meados de Novembro.
  • Mesmo diante do clima de tensão, a França organiza cerimônias em homenagem às vitimas do atentado que deixou 12 mortos há um ano. Já a Bélgica cancelou, há uma semana as festas pela passagem de ano, devido á descoberta de possíveis atentados no país.