25 de maio de 2015

Fratura por stress

 

O osso humano tem rigidez e elasticidade. Vive em permanente troca entre construção e destruição. A maior densidade mineral óssea é alcançada por volta dos vinte e cinco e trinta anos.

A atividade física, apesar de ainda não ser praticada no nível ideal, já faz parte de um grande número da população, inclusive feminina.

O excesso de uso, o uso inadequado do osso faz com que a estrutura sofra falha na sua continuidade. Produzindo uma fratura por estres.

Antigamente era patognomônica do militar após uma caminhada extenuante. Hoje os atletas de ponta. Porém cada vez mais os atletas amadores apresentam as lesões por causa do já citado excesso.

São lesões dos pés (metatarsos), das pernas (tíbias) do colo do fêmur e das vertebras. As mais comuns hoje, porém qualquer osso submetido ao esforço extremo pode ter a mesma.

O diagnóstico não é muito fácil. Exame clinico, radiografias, cintilografia e ressonância magnética. Às vezes a radiografia só vai mostrar algo quando o calo ósseo já está formado. Então cintilografia e/ou ressonância se impõe.

O tratamento é clinico conservador principalmente se diagnosticada a fratura precocemente. Como não é fácil pode ser que tenha que ser feito um tratamento por ondas de choque, podendo chegar até uma cirurgia caso estes falhem.