29 de abril de 2015

Simplicidade

 

Simplicidade é o último grau da sofisticação. Diz Leonardo da Vinci. Outros como o escritor Kalil Gibran também se refere a ela com muita propriedade.

Ser simples para algumas pessoas é algo muito difícil e complicado, pois perseguem uma fama e querem ser sempre importantes no que falam e fazem.

Algo muito comum hoje em dia aos políticos que habitam, principalmente, Brasília. Tudo que procuram fazer e não fazem muita coisa, levam para o lado oposto.

Complicação, vangloria, complexidade, pompa, ostentação, bizarrice e esnobismo são algumas das ações utilizadas.

Leon Tolstoi então ensina: não existe grandeza onde não há simplicidade, bondade e verdade.

Por que então simplificar se podemos complicar?

Vejamos um só ponto. A identificação de um cidadão comum com nós seres mortais profissionais liberais ou não. Temos a carteira de identidade também chamada RG. Sem o CPF nada somos. Temos que decorar seus oito números, pois toda hora somos perguntados sobre ele. Um parêntese para algo bom: a nota fiscal alagoana.

Mais número para nos identificar: pis ou pasepe. ISS, CES, CRM, TEOT.

Ia esquecendo o passaporte!

Por que então não temos só um número que nos identifique em todas as instancias e para sempre?

O pobrezinho do nosso carro, coitado. Já em andamento uma nova mudança na “chapa”, placa do mesmo.

Simplificar no caso seria que a placa não seria do veículo e sim do dono do veículo. Ao adquirir o primeiro carro o proprietário receberia a primeira com números e letras e colocaria a mesma a cada troca.

Na medicina temos vários medicamentos com a mesma substância química, porém com nomes de fantasia os mais diversos possíveis. Um alendronato de sódio que serve para tratamento da osteoporose possui aproximadamente dez nomes de fantasia. Simplificar seria que cada laboratório colocaria o nome químico e não o de fantasia.