6 de abril de 2015

Devo tomar medicamento sem receita médica?

 

No Brasil onde temos tantas distorções fica difícil responder a pergunta acima.

Muitos clientes, pacientes encontram grande dificuldade para encontrar médico que se automedicam. Fazem consulta com um familiar, um amigo e até um atendente de  farmácia.

O ideal seria que o atendimento fosse universal e que o médico procurado no serviço público ou privado estivesse ao alcance de todos.

Temos medicamentos de marca (pesquisa científica do laboratório), genéricos e similares. Entre estes se encontram os chamados bonificados cuja presença não se prova ou comprova, porém sempre se fala que existe.

O problema do uso do medicamento sem receita não será às vezes percebido de imediato e sim a médio ou longo prazo.

A doença cujo paciente é portador pode ser mascarada e não diagnosticada prontamente devido ao uso do medicamento. O tempo passa e talvez quando vier o diagnóstico o processo já esteja adiantado e não responderá ao tratamento clinico. Necessitando de um tratamento cirúrgico, por exemplo.

Outro ponto será que a doença, patologia, foi minimizada, por exemplo, na sua dor, porém continuou sua evolução. Quando foi feito o diagnóstico o caso já avançado não permite cura com o tratamento clinico ou cirúrgico.

Então podemos concluir que os medicamentos para dor e ou para febre, tipo dipirona e aas (cuidado com as alergias) e o paracetamol podem ser usados sem preocupação, porém outro tipo será necessário o receituário médico.

O Conselho Federal de Medicina orienta aos médicos que também não façam prescrição a não ser com a presença do paciente.