<![CDATA[ Tribuna Hoje - O portal de notícias que mais cresce em Alagoas ]]> <![CDATA[Aplicativo CittaMobi amplia facilidades para viagens de ônibus em Maceió]]> Saber os horários em que os coletivos vão passar nos pontos de ônibus já é uma realidade para o maceioense. Mas a partir de agora, com a nova atualização do aplicativo CittaMobi, será possível saber a parada de ônibus para qual ele deve se dirigir, o ônibus que deve pegar e o tempo de duração para a chegada do coletivo naquele ponto, bem como do destino final.

A nova ferramenta foi apresentada pela SMTT e técnicos da Cittati, empresa responsável pelo aplicativo, na manhã desta quarta-feira (20) na sede da órgão. O superintendente adjunto da SMTT, Charles Alves, destacou a importância dessa novidade no aplicativo. “O “CittaMobi está sendo modernizado e os usuários do transporte público agora podem planejar uma melhor locomoção por meio do aplicativo”, ressaltou.

Como é o funcionamento?

Ao acessar o aplicativo na parte inferior será vista uma aba com o nome Rotas e o usuário colocará a origem. Se ele não souber, pode usar a localização do próprio celular e, em seguida, colocar o destino. Também é possível programar a hora que ele vai querer sair de onde está ou ir durante o momento da pesquisa. Com isso, o CittaMobi mostrará a previsão dos ônibus que passam mais próximo do local e dará as três melhores rotas para poder escolher a mais rápida e chegar ao destino programado.

“Esse serviço tira muitas dúvidas dos passageiros que vai poder saber como faz para chegar a determinados pontos. Além do passageiro comum, o turista e o deficiente visual ou auditivo que também utilizam o sistema público de transporte vão poder baixar o aplicativo, utilizar o roteirizador e se dirigir sem ficar perdido na cidade com uma previsão muito real”, disse Alves.

Novidades em breve

Além desse novo recurso de rotas no aplicativo, os usuários do CittaMobi poderão também fazer a recarga de créditos dos cartões Bem Legal por meio do aplicativo. A ferramenta está em desenvolvimento.

“Tão logo será possível fazer a recarga dos cartões também via aplicativo Cittamobi, assim como acontece pelo aplicativo Rede Ponto Certo Mobile. Isso vais facilitar ainda mais a vida do usuário para que ele não tenha mais que enfrentar filas e, assim, poderá fazer a recarga pelo próprio smartphone”, informou o superintendente-adjunto.

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<![CDATA[Secti inicia processo de reativação dos telecentros de Alagoas]]> Com o propósito de levar a população de Alagoas mais inclusão digital, uma equipe da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) deu início, nesta terça-feira (19), as visitas técnicas que possibilitarão a reativação dos telecentros e dos quiosques digitais espalhados pelo Estado. Atualmente, são, em média, 60 pontos de inclusão digital alcançando mais de 50% dos municípios Alagoanos.

Durante a primeira visita, que aconteceu na cidade de Murici, localizada na região da Zona da Mata, foi realizado um levantamento da parte estrutural, com o objetivo de verificar se o local onde funcionam os dois telecentros do município precisam de uma reforma, além de uma análise da parte lógica que corresponde às condições dos computadores e rede local de internet.

Segundo o gerente de Sistemas de Informação da Secti, Joathan Souza, a atual situação da cidade de Murici, “é positiva por possuir uma boa estrutura, o que pode garantir um bom resultado a curto prazo”.

Ainda de acordo com o gerente, após esse levantamento de necessidades, que será feito em todas as cidades que possuem telecentros e quiosques digitais, um relatório será gerado para que, posteriormente, sejam feitas parcerias com as prefeituras e todos os pontos digitais voltem a funcionar com palestras e cursos gratuitos para a comunidade, além de acesso à internet para todos.

“É um trabalho que levará um bom tempo para ser finalizado, mas nossa vontade é ver esses telecentros em pleno funcionamento, possibilitando a população mais acesso à tecnologia e inovação”, enfatizou o gerente.

Telecentros

São espaços públicos que visam promover capacitação e democratização do acesso à informação. Nele, qualquer cidadão ou cidadã pode navegar pela rede mundial de computadores (internet), ter um endereço de correio eletrônico e usar os recursos mais modernos da informática para estudar, trabalhar, buscar entretenimento e se comunicar. Não possuem quaisquer fins lucrativos, mas garantem acesso público e gratuito às tecnologias da informação e comunicação à disposição de toda a sociedade. Dessa forma, os telecentros tornam-se referência pela inclusão digital, combatendo a desigualdade tecnológica e o analfabetismo digital. 

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<![CDATA[Procon Alagoas disponibiliza número de Whatsapp para atender consumidores]]> O Procon de Alagoas disponibiliza, a partir desta segunda-feira (19), um número para receber denúncias e tirar dúvidas dos consumidores via Whatsapp. A nova ferramenta vai garantir maior celeridade no atendimento, com o retorno de seu pedido em tempo real.

O telefone para contato é (82) 9 8889-6619 e já está à disposição da população alagoana. O atendimento com a nova ferramenta é feito durante o horário de funcionamento do órgão estadual, das 8h às 16h, de segunda a sexta-feira. Por isso, as solicitações feitas fora deste período podem ter um prazo maior para retorno.

O serviço, que já está em funcionamento, conta com uma equipe preparada para atender o consumidor sempre que uma demanda for gerada no aplicativo de mensagens.

De acordo com o superintendente do órgão, João Neto, os casos recorrentes de infrações cometidas pelos fornecedores trouxeram a necessidade da expansão da atuação do instituto.

“A implantação deste novo meio de comunicação vai contribuir para dar maior conforto e melhor qualidade aos serviços prestados. Sem dúvidas, o Whatsapp é uma ferramenta fácil de usar, permitindo, inclusive, que os consumidores enviem fotos de denúncias em tempo real”.

Vale ressaltar que o número não serve para formalizar reclamações, que continuam sendo feitas nos polos do órgão e online por meio do autoatendimento, no site oficial do Procon Estadual (http://www.procon.al.gov.br/auto-atendimento-procon).

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<![CDATA[Aplicativo ajuda mulheres a escolher rotas seguras e pedir socorro a amigos]]> Com o objetivo de prevenir a violência sexual, diversas mulheres estão encontrando no aplicativo Malalai um aliado para efetuar deslocamentos com mais segurança. Criado pela arquiteta mineira Priscila Gama, ele oferece informações que ajudam na escolha da melhor rota, além de possibilitar que amigos ou parentes monitorem o trajeto e sejam acionados em caso de emergência.

As usuárias do aplicativo têm acesso a um mapa onde é possível consultar informações como iluminação da via, movimentação, existência de ponto comercial aberto, presença de porteiros ou de segurança privada, presença de posto policial e ocorrência anterior de assédio.

"São características muito específicas, que o Google Maps, por exemplo, não informa", diz Priscila.

Ao mesmo tempo, é possível eleger uma companhia virtual para seguir o trajeto, ou seja, uma pessoa que irá receber mensagens informando detalhes do deslocamento até o destino final.

Há, na ferramenta, um botão de emergência, que permite pedir socorro de forma ágil. Ao ser acionado, um alerta com a localização é enviado para até três pessoas escolhidas. É possível ainda criar um atalho deste botão na tela inicial do celular, para que se possa recorrer a ele mais rapidamente.

Por enquanto, a tecnologia só está disponível para Android. O aplicativo ainda está na fase de testes, mas já é bem avaliado. Na Play Store, onde é possível fazer seu download, a média das notas concedidas pelas usuárias é de 4,6, em uma escala que vai de 0 a 5.

De acordo com Priscila Gama, cerca de 300 mulheres em todo o Brasil já fizeram o download, das quais metade se mantém como usuárias ativas. Em fevereiro, o aplicativo deverá estar disponível para iOS e será finalizada a segunda versão para Android.

Para custear todo este desenvolvimento da tecnologia, será lançado no mês que vem uma campanha de financiamento coletivo. A arquiteta espera arrecadar R$ 17 mil.

Outra novidade que deverá ser anunciada em breve é o lançamento de um hardware, um colar com um pingente que esconderá um botão de emergência. Inicialmente, 20 usuárias irão recebê-lo gratuitamente.

"Um dos nossos estudos mostrou que mulheres evitam mexer no celular na rua porque acreditam que isso pode atrair violência. Daí a ideia de ter, atrelado ao aplicativo, um dispositivo na forma de uma joia ou um chaveiro. Outras peças poderão ser criadas no futuro", afirma Priscila. Ela diz que se a meta de R$ 17 mil do financiamento coletivo for superada, a cada R$ 500 extras será doado um colar a uma mulher em situação de vulnerabilidade.

Origem

A ideia do aplicativo surgiu em 2015, quando a organização não governamental Think Olga desenvolveu a campanha #PrimeiroAssédio. O objetivo era estimular as mulheres a contar, nas redes sociais, as agressões que já tivessem sofrido.

"Houve um relato que me chocou muito, que foi o de uma mulher estuprada em um taxi. Ela desmaiou e acordou na rua sentindo dores. Mas ela se lembra de que o taxista desviou da rota e lhe mostrou uma arma. Fiquei pensando que, se alguém estivesse acompanhando o trajeto dela e visse que o carro estava indo em outra direção, a história poderia ter sido diferente", afirma Priscila.

A arquiteta já começou a formular a proposta de um aplicativo que traga essa possibilidade e que ajude a enfrentar a realidade do assédio sexual no Brasil.

Dados de um levantamento feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), associação sem fins lucrativos, mostram que, em 2015, houve um estupro no Brasil a cada 11 minutos e 33 segundos.

Priscila Gama acredita que a realidade é muito pior, uma vez que muitos casos não são notificados. Para a arquiteta, o medo do assédio provoca o cerceamento do direito à liberdade e também traz limitações ao crescimento das mulheres.

"Deixar de fazer um curso que ocorre no período noturno, por exemplo, pode gerar menos possibilidades de networking ou de projeção profissional no seu local de trabalho".

A proposta do aplicativo foi apresentada na Startup Weekend BH 2015, um evento realizado em Belo Horizonte, voltado para a promoção de projetos tecnológicos inovadores.

"Como arquiteta, não tinha familiaridade com o desenvolvimento de aplicativos. Mas qualquer um podia subir no palco e apresentar suas ideias. Houve uma votação e 15 foram selecionadas para serem desenvolvidas. A minha ficou em segundo lugar. E lá mesmo você faz contatos com pessoas capacitadas que têm interesse em desenvolver o projeto com você", relata a criadora do Malalai.

O projeto recebeu inicialmente o apoio do Lemonade, um programa de pré-aceleração de startups. Atualmente, o Malalai conta com o suporte do Labora, um laboratório de inovação criado pelo instituto Oi Futuro e que incentiva projetos que tragam soluções para o desenvolvimento das cidades.

Questionário

No processo de criação da ferramenta, foi aplicado um questionário em mais de 2 mil mulheres, com o intuito de identificar costumes comuns entre elas ao efetuar deslocamentos. A pesquisa evidenciou o hábito de avisar conhecidos sobre o destino e a preferência por escolher caminhos com ruas mais movimentadas.

Um segundo levantamento, com 300 mulheres, buscou identificar quais dados seriam relevantes para a escolha do trajeto.

O Malalai busca reunir informações de forma colaborativa. As usuárias podem consultar o mapa e adicionar dados. Um ícone, por exemplo, é usado para destacar as ruas com pouca iluminação. Outros mostram onde há lojas, porteiro, segurança ou policiamento. Clicando nos ícones, é possível obter mais informações, como os horários em que há presença policial ou funcionamento do comércio.

O nome do aplicativo é uma homenagem à paquistanesa Malala, vencedora do Prêmio Nobel da Paz em 2014. Ela é conhecida por sua luta em defesa do acesso das mulheres à educação na região de sua terra natal, no nordeste do Paquistão, controlada por talibãs que impedem meninas de frequentar escolas. Quando tinha 11 anos, Malala começou a escrever para veículos ingleses sobre seu cotidiano. Com o aumento de sua popularidade, ela foi alvo de uma tentativa de homicídio, mas sobreviveu. Hoje, aos 20 anos e jurada de morte em seu país, a paquistanesa mora na Inglaterra, onde lidera um movimento internacional pelo direito à educação.

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<![CDATA[Chega ao Brasil o 1º sistema de Wi-Fi distribuído]]> A TP-Link lançou o Deco M5, o primeiro sistema de Wi-Fi "mesh" a chegar ao Brasil. Em vez de um roteador, o sistema "mesh" do Deco M5 usa três dispositivos que conversam entre si e que podem ser colocados em diversos pontos da casa, por exemplo, para dar boa cobertura de rede a todos os cômodos. 

Com as três unidades incluídas, a TP-Link promete uma boa cobertura de rede em uma área de até 450 metros quadrados. No entanto, os sistema pode ser expandido para até dez unidades caso seja necessário cobrir uma área maior. Ele consegue transmitir nas frequências de 2,4 GHz e de 5 GHz, e promete velocidades de até 400 Mbps. 

Tecnologia Mesh

Em outros países, produtos de Wi-Fi "mesh" já são relativamente comuns; até o Google tem um deles. Quando o usuário sai da área de cobertura de uma das unidades e entra na da outra, o dispositivo começa a receber o sinal da outra unidade sem precisar mudar de rede. Isso é possível graças a uma tecnologia de roteamento adaptativo da TP-Link, e torna o sistema extremamente útil para quem costuma usar celulares ou notebooks em diversos cômodos da casa.

Fora isso, o Deco M5 incluem funções de segurança como Firewall, controle de dispositivos que podem acessar a rede e controle remoto seguro da rede por meio de um aplicativo da empresa. O aplicativo também ajuda a configurar a rede doméstica. Também é possível monitorar o uso da rede por meio das ferramentas de controle parental do dispositivo. 

Esses recursos todos, no entanto, vêm com um preço. O Deco M5 está à venda com exclusividade nas lojas Kalunga e Nagem; o kit com três unidades de roteamento sai por R$ 1.600. A empresa ainda não informou quanto custarão as unidades avulsas do produto. 

 

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<![CDATA[Facebook introduz novas regras sobre anúncios e discurso de ódio]]> O Facebook disse nesta quarta-feira (13) que terá regras mais duras sobre quem pode ganhar dinheiro com anúncios em sua rede, respondendo às críticas de que é muito fácil ganhar dinheiro sendo provedor de notícias falsas e manchetes sensacionalistas.

Com efeito imediato, a rede social lançará padrões com uma orientação mais clara sobre quais editores são elegíveis para ganhar dinheiro no Facebook e com qual conteúdo, disse a vice-presidente sênior de soluções de marketing globais, Carolyn Everson, em post de um blog do site.

Esses padrões se aplicam a apresentação de anúncios onde o contexto importa, escreveu Everson no post, que coincide com uma aparição da diretora de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, nesta quarta-feira na "dmexco", uma grande encontro de marketing digital em Colônia, na Alemanha.

A Alemanha está entre os países que critica o Facebook sobre discurso de ódio e privacidade. O Parlamento alemão aprovou uma lei em junho que estabelece multas de até 50 milhões de euros (cerca R$ de 187 milhões) para as redes sociais que não removerem prontamente postagens de ódio.

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<![CDATA['Precisamos proteger tudo', diz Eugene Kaspersky, dono da empresa de antivírus]]> Eugene Kaspersky, criador da companhia russa de antivírus que leva seu nome, encerrou sua palestra magistral durante a 7ª Cúpula Latino Americana de Analistas de Segurança da Kaspersky Lab, em Buenos Aires, na Argentina, com um alerta para aqueles que optam por dispositivos conectados. O executivo, que dispensa o uso de smartphones na sua vida pessoal e teme o uso indiscriminado de novos carros autônomos conectados, apontou para todos os aparelhos em rede na sala e disparou um alerta sobre cibersegurança: não há aparelho conectado seguro.

"Precisamos proteger tudo. Das máquinas de cafés até as indústrias", disse Kaspersky na segunda-feira (11), antes de ir ao Brasil para palestrar sobre o tema.

O fundador da companhia dividiu em níveis as áreas de proteção, dando exemplos que vão desde as necessidades do usuário comum aos governos e indústrias de setores críticos como transportes, serviços financeiros, energia e telecomunicações. Com o aumento de aparelhos conectados e a Internet das Coisas (Iot, ou Internet of Things, em inglês) — que em 2020 devem superar 25 milhões junto aos aparelhos celulares e tablets — vê necessário uma regulação.

A exploração do IoT

Em uma curva de crescimento, os vírus feitos para novos aparelhos conectados — como TVs, câmeras de segurança e até mesmo fechaduras de porta inteligentes — avançam em ritmo acelerado. Se em 2015 a empresa rastreou 482 deles, em 2016 esse volume cresceu para 2.509. Uma tendência que deve se manter no setor.

Ainda sobre Iot, Kaspersky reconhece que algumas de suas previsões não se concretizaram. O especialista, que acreditava que o maior vetor dos ataques seriam as Smart TVs — televisões inteligentes conectadas à Internet com seus próprios softwares —, entendeu que as botnets se formaram por câmeras de segurança que foram comprometidas em ataques aos sistemas de rede.

A explosão de malware

Kaspersky, que celebra em 2017 o aniversário de 20 anos da companhia, viu as ameaças digitais aumentarem exponencialmente nas duas últimas décadas. Entre 1986 e 2006, seus dados de pesquisa apontam que havia 1 milhão de amostras. Já em 2016, durante o período de apenas uma semana, haviam 2,2 milhões. Ou seja, são 310 mil novos malwares reportados e identificados por dia.

Todos os sistemas estão sob ataque. Uns mais, outros menos. Uma curva crescente de atacantes que acompanha o interesse dos desenvolvedores. Quanto mais gente desenvolvendo para um sistema, mais gente também criando ameaças. É o que mostrou em uma sequência de slides com o montante, em milhões, dos ataques aos softwares operacionais iOS, Linux, macOS, Android e Windows. Uma disputa em que o sistema da Microsoft se destaca com folga.

O alto custo do crime digital

Kaspersky, que estimula o uso de barreiras antivírus como proteção, argumenta que os custos globais do cibercrime beiram os US$ 450 bilhões por ano. Quase 13 vezes o valor de gastos também globais com pesquisa espacial, que seriam, segundo o especialista, de US$ 33 bilhões. A solução seria a prevenção. Esta, porém, não foi orçada por Eugene, que defende que os sistemas também devem ser construídos já pensando em segurança, em uma postura proativa de software.

Grupos criminosos mistos

Para Kaspersky, porém há "boas notícias". Na sua visão, os ataques com foco em terrorismo e sabotagem são o último estágio na evolução dos vírus. As investidas, porém, também serão as mais catastróficas já registradas. Um ataque de escala global pode causar um choque na sociedade, custar bilhões e causar danos difíceis de ajustar a curto prazo, pondo vidas — que dependem dos sistemas — em risco.

O fundador da companhia aponta ainda que grupos criminosos "tradicionais" e hackers agora trabalham juntos, desativando sistemas digitais de segurança para promover ataques físicos como roubos de dinheiro e outros crimes.

"A boa notícia é que não tenho novas previsões. Os ataques aos setores mais críticos [transporte, energia, telecom] são 'o pior’. O pior que pode acontecer é um terrorista tradicional usar hackers que atacam hospitais", disse. O especialista fez referência ao fato de que, até mesmo numa guerra, hospitais são poupados. O que não aconteceu no caso do WannaCry, por exemplo. Para Kaspersky, hackers sem limites que atacam esse tipo de alvo mais frágil, podem causar danos graves.

*A jornalista viajou a convite da Kaspersky

 

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<![CDATA[Novo recurso do Facebook promete sacrificar memória para economizar dados]]> O aplicativo do Facebook já se tornou tão ubíquo que, além de ser um dos mais baixados para Android e iOS, já vem pré-instalado nos smartphones de várias marcas. Com toda essa popularidade, porém, também vêm alguns problemas, como o grande volume de memória e dados que o app consome.

Nem sempre dá para resolver tudo de uma vez, então, vez ou outra, o Facebook decide sacrificar um elemento para dar mais vida ao outro. É o que sugere um novo recurso que a rede social vem testando com alguns usuários, e que promete consumir mais memória interna para economizar o pacote de dados do seu celular.

A novidade se chama "Vídeos Instantâneos" e deriva dos "Artigos Instantâneos" que a empresa lançou há dois anos. Neste último, o ícone de um pequeno raio indica que um link postado no feed de notícias está armazenado dentro da própria rede social, o que permite que o conteúdo seja aberto mais rapidamente no aplicativo, já que não precisa acessar o navegador.

Com o novo recurso que ainda está em fase de testes, esse mesmo ícone de um pequeno raio começa a aparecer para alguns vídeos. Com os "Vídeos Instantâneos", o Facebook faz o download dos vídeos quando o usuário está no Wi-Fi e os armazena no celular. Assim, quando você estiver na rede móvel, assistir àquele vídeo não vai consumir do seu plano.

Em contrapartida, porém, quem sofre é o espaço interno de armazenamento do celular, que pode acabar sendo usado para salvar vídeos que o usuário talvez nem queira ver. Ainda não se sabe se haverá algum critério para o download automático desses vídeos, ou se será possível escolher manualmente o conteúdo que será baixado ou não.

O Facebook confirmou ao site TechCrunch que a novidade ainda está em fase de testes com uma pequena porcentagem de usuários do Android, mas não revelou quando a função será liberada para todo mundo.

 

 

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<![CDATA[Nova ferramenta: Facebook testa novo tipo de perfil]]> O Facebook quer proporcionar uma nova forma de se relacionar com seus contatos mais próximos, e para isso pode criar uma nova ferramenta, que permite criar um segundo perfil apenas para seus parentes e amigos mais próximos.

A ideia é muito simples. Com o passar do tempo, o Facebook se tornou um gigante na vida dos usuários, de forma que adicionamos colegas de trabalho, contatos para vendas de produtos usados e muitas outras pessoas que fazem parte de nossas vidas, mas não têm um vínculo afetivo real e não são considerados verdadeiros amigos. Isso acaba inibindo o compartilhamento de informações mais privativas.

O “segundo perfil” foi encontrado pelo desenvolvedor Devesh Logendran vasculhando no código do APK da última versão beta do Facebook para Android e divulgada pelo site The Next Web. A captura retrata o botão “Criar um perfil privado”, mas ele ainda não é funcional, então ainda não é possível saber com precisão quais são os planos do Facebook com isso. A imagem também explica que “algumas coisas são melhores se compartilhadas com um círculo pequeno de pessoas. Crie um perfil para compartilhar com seus melhores amigos”.

O Facebook já oferece, no entanto, funções que permitem restringir quem pode e quem não pode ver o que você publica em seu perfil pessoal. No entanto, a imagem dá a entender que se trata de algo mais profundo do que isso, com a criação de um novo perfil privativo.

A ideia é tornar o Facebook um lugar para conversas mais íntimas novamente. Hoje, as pessoas pensam duas ou três vezes antes de compartilhar qualquer coisa, temendo que a informação chegue a quem não deveria vê-la, uma vez que a rede social está repleta de pessoas que não são amigos, mas apenas conhecidos.

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<![CDATA[Preço de novo iPhone derruba entusiasmo por aparelho na China]]> A Apple lançará o aguardado “iPhone 8” na terça-feira, esperando que as conotações auspiciosas do número 8 na China ajudem a mudar a sorte do dispositivo no maior mercado para telefones inteligentes do mundo, após seis trimestres de queda nas vendas.

Os consumidores chineses, no entanto, já estão avaliando o custo, uma vez que espera-se que o modelo seja vendido por mais de mil dólares - quase o dobro do salário médio na China.

O sucesso do próximo iPhone no país asiático é crucial para a empresa norte-americana, que viu o seu celular cair para a quinta posição no mercado chinês, atrás de modelos das rivais locais Huawei Technologies, Oppo, Vivo e Xiaomi.

A Grande China, que para a Apple inclui Taiwan e Hong Kong, respondeu por cerca de 18 por cento das vendas do iPhone no trimestre encerrado em julho, tornando-se o maior mercado da empresa após os Estados Unidos e a Europa. No entanto, essas vendas estão caindo de forma constante e estão em queda de 10 por cento em relação ao ano anterior, em contraste com o crescimento em todas as outras regiões.

Embora o iPhone 6 tenha tomado a China de assalto em 2014, os modelos desde então receberam uma resposta muito mais silenciosa.

“Vou esperar o preço cair, está muito caro”, disse a gerente de projetos Angie Chen, de 23 anos, que é proprietária de um iPhone 6.

Oito é considerando o número da sorte na China porque soa como a frase “ficar rico”.

“A Apple realmente precisa lançar um produto muito inovador desta vez”, disse o analista Mo Jia, da Canalys.

O iPhone 7 sofreu com a percepção de que era muito parecido com modelos anteriores. Desta vez, apesar dos rumores de carga sem fio, touch screen avançado e tecnologia de reconhecimento facial, os internautas chineses ainda não replicaram a mesma empolgação online vista em lançamentos de iPhones anteriores.

A Apple não quis comentar sobre o novo telefone, preço ou oferta.

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