<![CDATA[ Tribuna Hoje - O portal de notícias que mais cresce em Alagoas ]]> <![CDATA[Apps Android podem colocar segurança de carros conectados em risco]]> Aplicativos Android que permitem milhões de proprietários de carros localizarem remotamente e destravarem seus veículos estão sem alguns recursos de segurança que poderiam prevenir ciberataques.

Pesquisadores da Kaspersky Lab pegaram sete dos mais populares apps Android que acompanham carros conectados de diferentes fabricantes e analisaram da perspectiva de um dispositivo Android comprometido. Os apps e seus desenvolvedores não foram nomeados.

Os pesquisadores analisaram se tais aplicativos usam qualquer uma das contramedidas disponíveis que dificultaria o sequestro quando os dispositivos em que estiverem instalados estiverem infectados com malware. Outros tipos de aplicativos, como os bancários, têm essas proteções.

A análise revelou que nenhum dos aplicativos testado usou a chamada ofuscação de código para tornar mais difícil o uso de engenharia reversa pelos invasores. E nenhum deles usou integridade de código para prevenir manipulação mal-intencionada.

Dois aplicativos não criptografaram as credenciais de login armazenadas localmente e quatro criptografaram somente a senha. Nenhuma das aplicações verificou se os dispositivos em execução estão enraizados, o que pode indicar que eles não estão seguros e possivelmente comprometidos.

Por fim, nenhum dos aplicativos testado utilizou proteções de sobreposição para impedir que outros aplicativos dessem suas telas. Existem aplicativos de malware que exibem telas de login falsas em cima de outros aplicativos para enganar usuários para exporem suas credenciais.

Embora o comprometimento dos aplicativos de carros conectados não habilite diretamente o roubo, isso poderia torná-lo mais fácil para possíveis ladrões. A maioria desses aplicativos, ou as credenciais que eles armazenam, podem ser usados para desbloquear remotamente o veículo e desativar seu sistema de alarme.

"Além disso, os riscos não devem se limitar ao mero roubo de carros", disseram os pesquisadores da Kaspersky em um post publicado no blog da companhia. "Acessar o carro e manipular deliberadamente seus elementos pode levar a acidentes rodoviários, ferimentos ou à morte".

Enquanto os fabricantes estão se apressando para adicionar recursos inteligentes para carros que se destinam a melhorar a experiência para os proprietários de automóveis, eles tendem a se concentrar mais em proteger a infraestrutura de back end e os canais de comunicação. No entanto, os pesquisadores da Kaspersky alertam que o código do lado do cliente, como os aplicativos móveis acompanhantes, não devem ser ignorados, pois trata-se do alvo mais fácil para os invasores e, provavelmente, o local mais vulnerável.

"Por ser uma coisa cara, um carro requer uma aproximação à segurança que seja não menos meticulosa do que aquela de uma conta de banco," disseram os pesquisadores.

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<![CDATA[Usuários poderão escolher se querem ver nudez no Facebook]]> Na última quinta-feira, 16, Mark Zuckerberg publicou um prolixo texto indicando quais são as suas ideias para melhorar o funcionamento do Facebook ao longo dos próximos anos. Reconhecendo que a plataforma transcende a simples definição de rede social, o executivo afirmou que muita coisa está para mudar. E talvez um dos pontos mais importantes seja o que diz respeito à política que determina o que pode e não pode ser postado.

Segundo Zuckerberg, tem crescido demais a incidência de controvérsias em relação ao que o Facebook censura, e isso ocorre em escalas tão absurdas que o problema parece maior do que realmente é. "Avaliamos mais de 100 milhões de tipos de conteúdo por mês e, mesmo que nossas avaliações estejam certas em 99% dos casos, ainda há milhões de erros por vez", escreveu.

O que o Facebook fará para mitigar a censura é aplicar um novo formato de política de uso, um que leve em conta a sensibilidade de cada indivíduo sobre assuntos polêmicos.

"A ideia é dar a todos na comunidade opções sobre como eles gostariam de configurar a política de conteúdo para si próprios", explicou. "Qual é a sua linha para nudez? Violência? Conteúdo explícito? Profanidade? O que você decidir será sua configuração pessoal. Vamos te fazer essas perguntas periodicamente para aumentar a participação e assim você não precisa ficar fuçando por aí [dentro do Facebook] para encontrá-las."

Quem optar por não responder aos questionários do Facebook terá seus padrões ajustados de acordo com a maioria local, assim, haverá algum grau de personalização até para aqueles que preferirem se ausentar do debate.

"Com uma comunidade de quase 2 bilhões de pessoas, é menos viável ter um único conjunto de padrões para governar a comunidade inteira, então precisamos evoluir para uma governança mais localizada", reconheceu Zuckerberg. "Não é surpreendente que europeus encontrem falhas quanto à remoção de imagens reproduzindo nudez mais frequentemente, já que algumas culturas europeias são mais abertas a nudez do que, por exemplo, muitas comunidades no Oriente Médio ou na Ásia."

O Facebook caminha para um formato em que os usuários estarão livres para postar praticamente qualquer coisa. O que não for agradável a um ou outro simplesmente não aparecerá a essas pessoas — "ou, pelo menos, elas devem ver um aviso antes", afirmou o CEO. "Embora ainda iremos bloquear conteúdo com base em padrões e legislações locais, nossa esperança é de que esse sistema de controles pessoais e referendos democráticos deva minimizar as restrições sobre o que podemos compartilhar."

De acordo com ele, parte dessas mudanças começará a tomar efeito já em 2017, mas muitas não serão possíveis "por muitos anos".

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<![CDATA[Senha no WhatsApp: confira como configurar o novo recurso de segurança]]> O WhatsApp liberou a verificação em duas etapas para que os usuários possam proteger o aplicativo.

Quando acionado, o recurso permite que a pessoa associe seu perfil a um código de acesso de seis dígitos que será pedido sempre que houver tentativa de verificação de conta. Isso significa que, caso o smartphone seja roubado ou perdido, quem tomar posse dele não conseguirá usar seu WhatsApp a menos que tenha a senha.

Veja como ativar a função:

Android

  1. Abra o WhatsApp, toque no símbolo dos três pontinhos, no canto superior direito, e vá em “Configurações”;

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  2. Toque em “Conta” e depois em “Verificação em Duas Etapas”;

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  3. Toque em “Ativar”, defina uma senha de seis dígitos e digite o seu endereço de e-mail.

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iOS

  1. Abra o aplicativo, toque em “Ajustes” e depois em “Conta”;

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  2. Toque na opção “Verificação em Duas Etapas” e em “Ativar”;

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  3. Defina uma senha de seis dígitos e digite o seu endereço de e-mail.

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Em ambos os casos, você terá a opção de desativar o recurso, alterar o código de acesso ou o e-mail cadastrado.

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<![CDATA[Confira como aumentar a segurança do Android com bloqueio do chip]]> Segurança no smartphone nunca é demais. Nossos celulares contêm volumes assombrosos de informações sensíveis sobre nossas vidas, e é importante que façamos todo o possível para garantir que esses dados não sejam facilmente acessíveis por qualquer pessoa que ponha as mãos no dispositivo.

Configurar um bloqueio de tela por senha ou por padrão é um primeiro passo importante. No entanto, é possível configurar também um bloqueio pelo PIN do chip do celular. Com isso, o dispositivo passará a exigir a inserção do número PIN do chip cada vez que for iniciado (além do padrão de desbloqueio de tela). Veja a seguir como habilitar essa configuração no Android.

1. Acesse as configurações do Android por meio do ícone de engrenagem no canto superior direito da tela;

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2. Se o seu Android tiver função de busca no menu de configurações, busque pela palavra "SIM" (sem aspas) e selecione a opção "Configurar bloqueio do SIM". Depois disso, vá direto ao passo 5. Se seu celular não tiver essa função, leia os passos 3 e 4;

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3. Na seção "Pessoais", selecione a opção "Segurança";

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4. Nesse menu, sob a seção "Bloqueio do cartão SIM", selecione "Configurar bloqueio do SIM";

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5. Ative a opção "Bloquear cartão SIM". O sistema em seguida pedirá para que você insira o código PIN do seu chip. Se você nunca mexeu nessa opção, alguns códigos padrões comuns são "1111" ou "1010". O número de tentativas, contudo, é limitado. Por isso, se o seu não for nenhum desses, ligue para sua operadora para descobrir qual é o padrão que eles usam;

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6. Caso você queira alterar o PIN do seu chip, selecione em seguida a opção "Alterar PIN do SIM". Você precisará colocar o PIN antigo e depois o PIN novo duas vezes para confirmar a mudança.

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<![CDATA[WhatsApp ganha sua própria versão do 'Instagram Stories']]> O Facebook ainda não cansou de replicar o formato do Snapchat dentro de seus produtos. E a próxima "vítima" pode ser o WhatsApp.

Depois de lançar o Instagram Stories, que é basicamente uma versão do Snapchat dentro do aplicativo de fotos e vídeos, e de colocar o mesmo Stories no app principal do Facebook, parece que a companhia quer levar o recurso ao serviço de mensagens.

A possibilidade foi flagrada pelo @WABetaInfo, um pessoal que noticia tudo quanto é novidade que aparece nas versões de teste dos aplicativos do WhatsApp. Nesta semana, eles reportaram que o app para iOS de número 2.17.4 contém um recurso chamado "Status". "Você agora pode compartilhar com seus contatos fotos e vídeos que desaparecem depois de 24 horas", informa a nova seção, que também foi vista pelo Whatsappen.nl.

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Eles explicam que é possível postar texto, fotos ou vídeos de até 45 segundos em formatos de distribuição variados — "a todos", "todos menos fulano", "apenas para tais pessoas"… O usuário fica sabendo quantas pessoas viram o conteúdo e até quem o visualizou, contanto que essas pessoas tenham ativado o recurso que envia confirmações de leitura (os dois tiques azuis). A audiência ainda pode fazer comentários privados sobre o que foi publicado.

Curiosamente, no WhatsApp a novidade vem com um recurso que faz falta no Instagram Stories: a possibilidade de silenciar certos contatos.

Não há qualquer confirmação de que o tal "Status" aparecerá nas versões estáveis do WhatsApp, mas o recurso parece estar bem desenvolvido, e a sua liberação à audiência beta indica que o Facebook quer testar o funcionamento e o interesse que a novidade vai gerar entre os usuários.

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<![CDATA[Imagens mostram o Moto G da nova geração em detalhes; confira]]> O Moto G é, desde que a linha foi introduzida no mercado, em 2013, um dos celulares favoritos do brasileiro. Agora, o aparelho está prestes a chegar à sua quinta geração, e as imagens do aparelho já começaram a aparecer na internet.

O jornalista Evan Blass, conhecido por manter o perfil evleaks, revelou algumas renderizações do celular, mais especificamente do Moto G5 Plus, que devem ser usadas pela Motorola como material de divulgação de imprensa.

É fácil perceber que a Motorola está investindo na mesma identidade visual do Moto Z, com a câmera traseira cercada por um círculo redondo. No entanto, as imagens mostram que no Moto G5 Plus, o círculo não é tão protuberante quanto no top de linha, que tem uma grande lombada traseira para abrigar os sensores.

O site colombiano Ktronix também acabou se antecipando e publicou informações antes do lançamento do celular, que deixam muito claras várias características dos celulares, tanto do G5, quanto do G5 Plus.

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Os rumores sobre configurações do Moto G5 já circulam há algum tempo, com um alto nível de confiabilidade nas informações. A versão Plus deve trazer um processador Snapdragon 625, tela de 5,2 polegadas (menor que o Moto G4, portanto) com resolução 1920x1080, com 2 GB de memória RAM, câmera traseira de 12 megapixels e frontal de 5 MP. Enquanto isso, o Moto G5 normal deve ter especificações similares, mas com um processador Snapdragon 430 e uma tela menor, de 5 polegadas.

Uma coisa que fica evidente no celular também é que a Motorola decidiu manter o leitor de impressão digital abaixo da tela em vez de colocá-lo na traseira do celular. Fica a dúvida se a empresa vai passar a usar o sensor como um botão Home, como fazem os aparelhos da Samsung, ou o manterá naquele espaço apenas como um leitor de digitais.

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<![CDATA[Google lança ferramenta que informa se uma notícia é falsa no Brasil]]> O Google trouxe para o Brasil um recurso para reduzir a disseminação de notícias falsas. O Fact Check, que começou a ser implantado no ano passado no exterior, vai “etiquetar” publicações no buscador e no Google Notícias com a informação de que o conteúdo daquela matéria passou por uma verificação de fatos. 

Como em todos os locais em que o recurso foi ativado, o Google contará com agências especializadas na checagem de fatos do Brasil. Por aqui, os responsáveis por fazer essa verificação serão Agência Lupa, Aos Fatos e Agência Pública. 

O selo de verificação de fatos se junta a outras tags que a ferramenta do Google já traz há algum tempo, para marcar artigos que sejam sátira, comunicados de imprensa, conteúdos opinativos, entre outros. 

É a primeira ferramenta de verificação de notícias implementada no Brasil por uma empresa de tecnologia. O Facebook também tem sistemas similares, mas até o momento eles não são válidos para os usuários brasileiros. 

A discussão sobre as notícias falsas tem ganhado espaço na comunidade de tecnologia nos últimos meses, impulsionadas pela eleição de Donald Trump nos Estados Unidos. A disseminação de conteúdo enganoso foi apontada por muitos como fator determinante para o resultado. Isso dito, a prática está longe de ser limitada a uma única visão política, e a desinformação tem sido usada tanto por apoiadores de políticas progressistas quando de conservadores.

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<![CDATA[Confira 10 truques do Spotify que talvez você não conheça]]> O Spotify, um dos serviços de streaming de maior sucesso atualmente, conta com uma série de truques escondidos que podem facilitar a sua vida. Listamos abaixo 10 dicas para que você se torne um "expert" na plataforma e aproveite ao máximo o que ela oferece. Confira:

1. Playlists colaborativas

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É possível criar listas de reprodução com seus amigos para ouvir durante uma viagem, por exemplo. No aplicativo para desktop, clique em uma playlist e selecione a opção “Playlist Colaborativa”. Um pequeno ícone vai aparecer acima do ícone da pasta indicando que ela é colaborativa. Mas fique atento: qualquer um dos amigos com acesso à lista pode adicionar ou remover faixas.

2. Versão original

Se você está ouvindo uma música que teve trechos censurados, mas deseja ouvir a versão chamada “explícita”, role a tela para baixo e procure “1 More release”, ou “Mais lançamentos”. Você terá acesso à versão original.

3. Sessão privada

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Está com vergonha de ouvir uma música ou não deseja que as pessoas saibam quais faixas você anda reproduzindo? Inicie uma sessão privada. Vá em “Arquivo” e clique em “Seção privada”.

4. Recupere playlists apagadas

  1. Abra a versão web do serviço e clique no seu perfil;
  2. À esquerda, selecione a opção "Recuperar playlists";
  3. Clique em "Restaurar", ao lado da playlist que você quer recuperar;
  4. Abra novamente o app. A playlist resgatada deve aparecer na parte de baixo da lista de playlists.

5. Corrida

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O Spotify Running é um recurso para ajudar corredores. Baseado no ritmo de corrida do usuário, o sistema usa o acelerômetro do smartphone para sugerir músicas de acordo com a animação do atleta. Para ativá-lo, abra a seção de playlists e clique em "Running". Depois, clique em "Começar corrida" e comece a correr.

6. Encontre colaborações

Digite o símbolo “+” ou a palavra “AND” para encontrar parcerias entre dois artistas.

7. Crie efeitos entre as faixas

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No ícone de menu, que fica à direita da tela, selecione a opção "Preferências" e vá até "Configurações avançadas". Em "Reprodução", habilite a opção "Fazer uma transição gradual entre as músicas". É possível até escolher a duração do efeito.

8. Atalhos do teclado

Confira alguns atalhos para PC e Mac:

  • Reproduzir / Pausar: Espaço;
  • Ir para a próxima faixa: Windows: Control + seta da direita | Mac: Command + seta da direita;
  • Faixa anterior: Control + seta da esquerda | Command + seta da esquerda;
  • Aumentar ou diminuir o volume: Control + seta para cima/para baixo | Command + seta para cima/para baixo;
  • Criar playlist: Control + N | Command + N.

9. Celular como controle remoto

O serviço de streaming de áudio deixa o usuário usar o smartphone como controle remoto para reproduzir faixas no aplicativo para PC. Para isso, é preciso que os dois dispositivos estejam conectados à mesma rede Wi-Fi e à mesma conta de usuário. Depois disso, acesse as configurações e clique em “Connect”.

10. Retire artistas dos resultados da busca

Se você quer buscar por algo no Spotify, mas não deseja que determinado artista apareça nos resultados, digite o que procura, “NOT”, seguido de quem gostaria de excluir da pesquisa.

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<![CDATA[Funcionários de operadoras podem estar envolvidos em golpes no WhatsApp]]> Quase que semanalmente o Olhar Digital divulga algum novo golpe que está rolando no WhatsApp e fazendo vítimas no aplicativo de mensagens. Mas nada é tão ruim que não possa piorar. Investigações recentes sobre esse tipo de ataque apontam para a possibilidade da participação de funcionários de operadoras de telefonia em um esquema ainda mais perigoso.

Em Cuiabá, a Delegacia de Estelionato da Polícia Judiciária Civil já registrou três casos de pessoas alegando terem tido seus celulares clonados por terceiros. Esses criminosos, então, usam as informações contidas na memória do aparelho para pedir dinheiro de conhecidos do proprietário da linha. E tudo isso começa no WhatsApp.

Primeiro, alguém habilita um chip com o mesmo número que o seu para utilizar o aplicativo. E, depois, o usuário acaba tendo acesso aos grupos e ao backup de conversas salvas. Assim, nasceu a possibilidade de que funcionários de operadoras de telefonia estejam comandando o esquema ou trabalhando junto aos criminosos nos golpes.

O que dá ainda mais força para essa possiblidade é a denúncia de um advogado pernambucano que foi vítima do esquema e teve pelo menos R$ 9.000 de prejuízo. Ao que afirma ao Jornal do Commercio, seu número parou de funcionar e, logo depois, seus contatos receberam mensagens pedindo um empréstimo de R$ 15 mil. Dois amigos acreditaram na conversa e fizeram depósitos de R$ 3.000 e R$ 6.000.

A vítima, que não quis se identificar, aposta na participação da empresa de telefonia no caso. “O fato é que me parece claro que houve a conivência de algum funcionário da empresa, uma vez que é praticamente impossível, com a tecnologia disponível atualmente, que esse dispositivo tenha sido clonado remotamente”, explica ao veículo. Além disso, ele afirma que conhece outras pessoas que tiveram seus números clonados e que também usam a mesma operadora.

Além de Pernambuco e Mato Grosso, já há registros de ataques em smartphones de moradores do Rio Grande do Sul, Maranhão e São Paulo. A Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos investiga o caso.

Como evitar o golpe

Há algumas maneiras de tentar evitar o golpe. Segundo o delegado José Carlos Damian, da delegacia de Cuiabá, a orientação é de que a pessoa que vai realizar o depósito entre em contato por telefone ou pessoalmente com quem fez o pedido. “A checagem de informações é fundamental”, disse.

Outra possibilidade, essa mais radical e um pouco menos efetiva, é deletar todos os backups das conversas do WhatsApp e também sair dos grupos. Dessa forma, mesmo que o telefone seja clonado, o criminoso não poderá visualizar nenhuma conversação e não terá acesso a nenhum contato (pelo menos até que algum deles envie uma mensagem para seu número).

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<![CDATA[Confira como abrir todos os formatos de vídeo no Android]]> Se você tem um smartphone Android, provavelmente sabe que o sistema operacional não suporta todos os tipos de arquivo de vídeo. Assim, em alguns casos, o usuário não consegue reproduzir o formato e acaba impossibilitado de assistir às imagens.

Mas nem tudo está perdido. Existem dezenas de players para Android que eliminam o problema e prometem bastante qualidade. Confira algumas opções e lembre-se: a dica sempre é baixar aplicativos de seu site oficial ou da loja oficial do Google.

1. VLC

Conhecido pelos usuários, o VLC Media Player ganhou também uma versão para dispositivos móveis. Além de vídeos, ele reproduz arquivos de áudio de diversas extensões.

2. MX Player

O MxPlayer consegue reproduzir nativamente a maior parte dos formatos de vídeo e conta com extensões. Por lá, o destaque são as legendas e o formato de streaming.

3. KM Player

O KM Player foi desenvolvido pela Pandora TV e se destaca por permitir a visualização de maneira “picture in picture”, ou seja, é possível utilizá-lo sem precisar parar de fazer algo.

4. All Format Video Player (HD)

O app também funciona com áudios e promete reunir todos os formatos em um só lugar. O destaque do All Format Video Player é que ele permite o controle por gestos.

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