<![CDATA[ Tribuna Hoje - O portal de notícias que mais cresce em Alagoas ]]> <![CDATA[Jogos de realidade virtual podem ser alternativa para alívio da dor]]> Uma nova solução para a dor está sendo estudada. A novidade, se comprovada sua eficácia, pode começar a ser utilizada bem mais rápido do que você imagina por se tratar de algo que já foi desenvolvido. E não, os cientistas garantem que não se trata de uma nova droga, mas sim de jogos eletrônicos.

Pode parecer brincadeira, mas os jogos de realidade virtual podem ajudar a aliviar a dor, não apenas por distrair os jogadores do que os aflige, mas também desencadeando mudanças no cérebro, conforme apontou uma pesquisa.

A distração é realmente capaz de desempenhar um papel no alívio da dor , conforme sugeriu uma revisão de seis pequenos estudos. Mas, também é possível que a tecnologia consiga agir na produção de mudanças no sistema nervoso quando usada para reprogramar a maneira que uma pessoa responde à dor.

"A imaginação guiada tem sido um tratamento para distúrbios psicológicos e a realidade virtual é uma maneira mais imersiva de fornecer esse método", afirmou a autora principal do estudo, Dra. Anita Gupta, da Escola Woodrow Wilson de Assuntos Públicos e Internacionais da Universidade de Princeton, em Nova Jersey.

imaginação guiada é uma técnica terapêutica de relaxamento que trabalha a imaginação e a direciona, de maneira sutil. É utilizada, muitas vezes, para reduzir a pressão arterial, diminuir os níveis de colesterol e glicose na corrente sanguínea, aumentar a atividade celular do sistema imunológico e também no alívio da dor.

"Mais pesquisas são necessárias para saber se a realidade virtual é verdadeiramente eficaz, mas tê-la como mais uma opção para tratar a dor é uma alternativa muito promissora", completou Gupta.

A tecnologia da realidade virtual está cada vez mais sendo usada para uma infinidade de fins médicos, incluindo cuidados com feridas, fisioterapia e tratamentos de queimaduras.

Outro ponto forte do estudo é o fácil acesso a essa alternativa. Os dispositivos de realidade virtual produzidos em massa não exigem mais do que um smartphone e fones de ouvido especiais para funcionar. Com o avanço da tecnologia, um número crescente de pessoas usam esses aparelhos para jogar videogames por pura diversão, ou até mesmo realizar passeios tridimensionais realistas em lugares que podem não ser capazes de visita na vida real.

Pesquisa

Para chegarem a essa conclusão, os pesquisadores revisaram alguns artigos publicados no período entre 2000 e 2016, que exploraram diferentes maneiras pelas quais a realidade virtual poderia agir no sofrimento de pacientes adoecidos.

No total, os pesquisadores identificaram quatro pequenos experimentos que colocaram, aleatoriamente, alguns pacientes para tentar a realidade virtual com o objetivo de diminuir as dores, bem como dois estudos-piloto da tecnologia para esse uso.

Além de dor aguda, várias pesquisas analisaram estados de dor crônica, como dores de cabeça ou fibromialgia. Esses testes também combinaram realidade virtual com outros tratamentos, como mecanismos de biofeedback e terapia cognitivo-comportamental.

Em conjunto, os resultados dos pequenos estudos na análise atual sugerem que a realidade virtual pode ajudar com o que se conhece como terapia de condicionamento e exposição, uma forma de terapia comportamental que envolve ajudar os pacientes a mudar sua resposta à dor quando a sentem.

Os resultados da avaliação também poderão servir para, futuramente, eliminar a dependência de analgésicos, anti-inflamatórios e outros medicamentos que podem ser potencialmente viciantes.

No entanto, os autores da revisão advertiram, em uma publicação no jornal Pain Medicine, que mais pesquisas em grupos maiores de pacientes são necessárias para tirar conclusões completas e mais consistentes sobre o quão bem a realidade virtual funciona para essa finalidade.

“Os pacientes precisam entender que a realidade virtual é apenas uma ferramenta para projetar tratamentos, e não um tratamento por si só”, ressaltou Max Ortiz Catalan, pesquisador da Chalmers University of Technology em Gotemburgo, na Suécia, que não estava envolvido no estudo atual.

Os efeitos secundários da realidade virtual podem incluir náuseas e tonturas, alertou o estudo. Porém, ainda assim, essa é uma opção de abordagem não invasiva que está se tornando cada vez mais disponível e mais acessível.

 


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<![CDATA[Saúde de Viçosa possui estruturas precárias e denúncias de assédio moral]]> A fim de verificar as condições do Serviço Móvel de Urgência (SAMU), da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e do Hospital Municipal de Viçosa, o presidente do Sateal, Mário Jorge Filho, esteve no dia 14 deste mês, visitando as três unidades e constatando a continuidade das irregularidades, muitas delas denunciadas pelos profissionais de saúde e pela população. Instalações precárias, falta de insumos e trabalhadores atuando no limite: este é o quadro da saúde do município.

Desde agosto, a diretoria do Sateal pede reunião com o secretário de Saúde, Franklyn José de Holanda Marques, para discutir uma extensa pauta, que reivindica o retorno da gratificação retirada dos servidores do Hospital e da UPA desde janeiro; o pagamento do retroativo; o cumprimento do piso salarial dos auxiliares e técnicos de enfermagem; a implantação do PCCS dos trabalhadores da saúde; o fornecimento de EPI de acordo com o que preconiza a NR32; a implantação de locais de descanso apropriados para os trabalhadores; o fornecimento de refeições para plantonistas; a implantação do pagamento do PMAQ e a realização de exames de investigação clínica.

Denúncias de assédio moral são encaminhadas a Justiça

Entre as diversas denúncias recebidas pelo Sindicato, constam casos característicos de perseguição por parte da coordenação de enfermagem das três unidades do município contra trabalhadores. O caso será encaminhado a Procuradoria Regional do Trabalho, ao Ministério Público do Trabalho e Ministério Público Estadual, ao Conselho Regional de Enfermagem e a Secretaria de Saúde do Município. O presidente pediu uma audiência com o secretário de Saúde de Viçosa, para tratar da pauta e dos casos de assédio e aguarda retorno.

“É inadmissível que, em pleno século 21, com amplo material informativo sobre assédio moral, existam chefias com tais práticas. Gestos dessa natureza levam os profissionais à depressão, afastando-os do trabalho por certo período, ou ainda anulando suas condições de voltar para a mesma atividade. Casos como esses de Viçosa precisam ser denunciados. Assedio moral é crime e precisa ser combatido com rigor”, destaca Mário Jorge.  

Fonte: Assessoria Sateal

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<![CDATA[HGE investe em acompanhamento de pacientes por fonoaudiólogos]]> A filha de Tawane Maria Oliveira tem apenas cinco meses e foi internada no Hospital Geral do Estado (HGE) com hidrocefalia, doença caracterizada pelo acúmulo excessivo de líquido cefalorraquidiano dentro do crânio, que leva ao inchaço cerebral. Na enfermaria pediátrica, a pequena conta com o serviço de vários profissionais da saúde, mas foi com a fonoaudiologia que ela aprendeu a se alimentar adequadamente pela boca.

 Até pouco tempo o HGE não contava com uma equipe de fonoaudiólogos. Segundo a coordenadora Ana Paula Cajaseiras, somente em 2013 o maior hospital público de Alagoas passou a contar com o empenho de duas profissionais. Este ano, três já assistem aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), com possibilidade de mais avanço em recursos humanos e estudos.

“Nós estamos espalhadas pela pediatria, unidade de AVC [Acidente Vascular Cerebral], área verde [enfermarias] e contribuímos com a Unidade de Terapia Intensiva [UTI] geral e pediátrica. Quando necessário, também atendemos o chamado de outras áreas, mas em nossa rotina são mais comuns esses setores”, relatou à coordenadora.

 Fabiane Meneses e Paula Nadarf são as outras fonoaudiólogas do HGE, elas explicam que a atuação da equipe inicia no diagnóstico e vai até a reabilitação. “Nós avaliamos cada caso para melhor aplicar técnicas que recuperem as funções de deglutição, fala e orofacial. Somos essenciais no desmame de sondas e na procura por alternativas que ajudem na alimentação; por este motivo atuamos em parceria direta com a nutrição”, aclararam.

 Para se ter uma ideia da importância desse serviço, a pediatra Ana Carolina Ruela Pires argumenta que, sem a avaliação do fonoaudiólogo, há enfermos que desenvolvem outras doenças, como a pneumonia aspirativa, ou são submetidos a uma gastrostomia, procedimento cirúrgico que fixa uma sonda alimentar no estômago, não necessitando que o alimento passe mais pela cavidade oral.

 “É impossível trabalhar com qualidade uma pediatria sem o fonoaudiólogo. Sua atuação equipara-se com a do fisioterapeuta, por exemplo. A fonoaudiologia é fundamental para a recuperação de nossos clientes; e quanto mais intensa a intervenção, melhor o resultado”, defende a médica.

 É o que confirma Tawane, de 19 anos, que desde os últimos três meses tem se doado para melhor proporcionar qualidade de vida a sua filha. “É a minha primeira descendente. Cheguei ao hospital com ela muito mal, sem se alimentar, e agora ela já até suga o leite da mamadeira. Estou confiante no trabalho de toda a equipe que está assistindo minha bebê e já estou orientada para continuar com os cuidados quando tivermos alta hospitalar”, disse. 

 

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<![CDATA[Testes indicam que vacina contra zika pode prevenir a transmissão na gravidez]]> A vacina contra zika desenvolvida pelo Instituto Evandro Chagas (IEC) apresentou resultado positivo nos testes em camundongos e macacos. A aplicação de uma única dose da vacina preveniu a transmissão da doença nos animais e, durante a gestação, o contágio dos filhotes.

“É um dos mais avançados estudos para a oferta de uma futura vacina contra a doença para proteger mulheres e crianças da microcefalia e outras alterações neurológicas causadas pelo vírus”, informou o Ministério da Saúde.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (22) pela revista Nature Communications, segundo a pasta.

Os testes pré-clínicos foram realizados simultaneamente no Instituto Nacional de Saúde (NIH), Universidade do Texas e Universidade Washington, dos Estados Unidos, todos parceiros da pesquisa.

Os testes obtiveram sucesso em seu objetivo, que é impedir que o vírus zika cause microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central tanto nos camundongos quanto nos macacos. Já os testes em humanos devem ser realizados, a partir de 2019, na Fiocruz/Biomanginhos, no Rio de Janeiro.

Do grupo controle que não tomou a vacina, as fêmeas de camundongos tiveram aborto por conta da transmissão do vírus zika ou seus filhotes nasceram com microcefalia e outras alterações neurológicas.

Esterilidade em machos

Além dos testes em fêmeas, foram feitos testes em camundongos machos. Um dos achados científicos inéditos é que o vírus Zika pode ser capaz de causar esterilidade. A infecção nos animais reduziu consideravelmente a quantidade de espermatozoides, a mobilidade deles (ficaram praticamente imóveis) e o tamanho dos testículos (atrofia). Esses testes não foram realizados nos macacos.

No entanto, segundo o ministério, não é possível afirmar que o efeito também se aplique aos seres humanos e são necessários mais estudos para entender a dimensão deste problema. Os testes da vacina, entretanto, também tiveram sucesso na proteção dos camundongos machos.

A pesquisa ainda não chegou a testar a capacidade dos animais de engravidarem fêmeas após os danos constatados nos testículos, por isso, ainda não é possível apontar o impacto de esterilização nesses animais.

“O que se sabe é que há uma grande quantidade de vírus na excreção do esperma, que significa que o vírus tem bastante capacidade de se replicar, causando a destruição das células que resulta em diminuição dos testículos e, consequentemente, a esterilidade”, disse o diretor do IEC, Pedro Vasconcelos, em nota.

A parceria entre o IEC e os institutos norte-americanos para a pesquisa foi firmada em fevereiro de 2016, a partir de acordo internacional para o desenvolvimento de vacina contra o vírus Zika.

O Ministério da Saúde vai destinar um total de R$ 7 milhões até 2021 para o desenvolvimento e produção da vacina. O imunobiológico em desenvolvimento utiliza a tecnologia de vírus vivo atenuado de apenas uma dose, capaz de estimular o sistema imunológico e proteger o organismo da infecção.

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<![CDATA[Hospital de Emergência é pioneiro em políticas de prevenção ao suicídio]]> A expressão “prevenir é o melhor remédio” tem sido a tônica do trabalho de psicólogos, assistentes sociais e enfermeiros do Hospital de Emergência Daniel Houly, em Arapiraca.

Desde setembro do ano passado que o maior hospital público do interior de Alagoas vem desenvolvendo, duas vezes por semana, campanhas educativas e de prevenção ao suicídio.

No período, mais de 80 palestras foram realizadas, e as ações fazem parte do trabalho conjunto entre os setores de Psicologia e Serviço Social do Hospital de Emergência do Agreste, que é vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

Segundo a psicóloga Mônica Leal, é muito importante conversar com as pessoas e saber da realidade de cada uma, para que seja detectado algum problema de ordem familiar, afetiva ou financeira.

“Esses fatores são os maiores motivos que podem levar um indivíduo a uma situação de atitude extrema”, explica.

Mônica Leal esclarece que, tanto em homens como em mulheres, as crises conjugais ou separação são os principais motivos que os levam a tentar o suicídio. 

Desemprego, dívidas e perda de um ente querido são situações que também contribuem para uma pessoa querer adotar uma medida radical.

A psicóloga revela que todas às terças-feiras as equipes de Psicologia e Serviço Social fazem um trabalho de orientação sobre prevenção contra violência doméstica, e nas quintas-feiras, durante as abordagens, o tema é sobre como prevenir o suicídio. 

As campanhas de formação de multiplicadores desenvolvidas no HE do Agreste, em Arapiraca, mostram que o hospital está no caminho certo, por conta do elevado número de atendimentos a pessoas que tentaram tirar a própria vida.

O trabalhador autônomo Klemisson conta que tem um familiar muito próximo em tratamento na área da psiquiatria em outra unidade de saúde.

“O atendimento aqui é superlegal. Com as orientações que estou recebendo, me sinto mais seguro para lidar com a situação e ajudar essa pessoa que tanto amo”, afirmou Klemisson, que é um dos multiplicadores na campanha de prevenção ao suicídio.

Estatísticas 
Nos seis primeiros meses deste ano, o hospital registrou 243 atendimentos relacionados às várias formas de tentativas de suicídio. 

O levantamento revela que 161 pacientes eram do sexo feminino e 78 do sexo masculino. Quatro gestantes também entraram nas estatísticas.

Os dados mostram ainda que a maior incidência de tentativas de suicídio é de pacientes jovens acima de 30 anos de idade, com 106 casos, e 59 atendimentos a pessoas de 20 a 29 anos de idade. 

Em comparação ao ano de 2016 houve um aumento no número de internações. De janeiro a julho foram notificados 324 casos, contra 157 do ano de 2015.

“Conversar com as pessoas e saber da realidade de cada uma é muito importante, para que seja detectado algum problema familiar, afetivo ou financeiro, que possa levar um indivíduo a uma situação de atitude extrema de tirar a própria vida”, salienta a psicóloga Mônica Leal.

A especialista acrescenta que, tanto em homens como em mulheres, as crises conjugais ou separação são os principais motivos que os levam a tentarem o suicídio. 

Desemprego, dívidas e perda de um ente querido são situações que também, contribuem para um cidadão adotar uma medida radical.

Todas às terças-feiras, as equipes de Psicologia e Serviço Social fazem um trabalho de orientação sobre prevenção contra violência doméstica e, nas quintas-feiras, durante as abordagens, o tema é sobre como prevenir o suicídio. 

“Mesmo com o crescente número de ocorrências, os estudos mostram que 90% dos casos podem ser evitados com a adoção de políticas públicas como prevenção”, conclui Mônica Leal.

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<![CDATA[Campanha de Multivacinação acaba nesta sexta-feira (22)]]> Esta sexta-feira (22) é o último dia da campanha de multivacinação 2017, promovida pelo Ministério da Saúde em conjunto com estados e municípios. Até o final da tarde, postos de saúde de todo país estarão de portas abertas para atualizar as cadernetas de vacinação de cerca de 47 milhões de crianças e adolescentes. O alvo da campanha são crianças menores de cinco anos; crianças de nove anos e adolescentes de 10 a 15 anos incompletos.

Estimativa do Ministério da Saúde indica que mais da metade (53%) do público-alvo não está com calendário de vacinação completo. Com a mobilização, o Ministério da Saúde quis reforçar o acesso às vacinas, alertando estados e municípios sobre a importância de manter elevadas coberturas vacinais para evitar o reaparecimento de doenças já controladas ou mesmo eliminadas.

A recomendação é que sejam alcançados índices de acordo com a meta de cada imunobiológico. “O sucesso dessa política ao longo dos anos permitiu que no Brasil muitas doenças - como a varíola, o sarampo, rubéola e a pólio – fossem erradicadas”, afirmou a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, Carla Domingues.

Nesses 12 dias de mobilização, 13 vacinas, para crianças, e oito, para adolescentes, estão à disposição da população. São 36 mil postos fixos de vacinação e 350 mil profissionais de saúde envolvidos nesta campanha. O Ministério da Saúde enviou 143,9 milhões de doses de vacina de rotina aos estados, além de 14,8 milhões de doses extras de 15 vacinas.

A campanha publicitária deste ano trouxe o slogan “Todo mundo unido, fica mais protegido”, chamando pais e responsáveis para a mobilização. São peças de TV, rádio, com veiculação nacional, internet, além de banners e cartazes que serão distribuídos nos postos de vacinação.

ZÉ GOTINHA - Para reforçar a convocação no último dia da campanha, o Zé Gotinha participou durante toda a semana de intervenções em escolas do Distrito Federal, Salvador e São Paulo. Juntamente com um profissional de saúde, o personagem conversou com as crianças e adolescentes para conscientizar os alunos da importância de manter a vacinação em dia e seu impacto na saúde pública.

VACINAS - O Programa Nacional de Imunizações distribui cerca de 300 milhões de imunobiológicos anualmente, dentre vacinas e soros, além de oferecer à população todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no Calendário Nacional de Vacinação. Nos últimos cinco anos, o orçamento do PNI cresceu mais de 140%, passando de R$ 1,2 bilhão, em 2010, para R$ 4,3 bilhões, em 2017.

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<![CDATA[Com uso de tablets, agentes de Saúde irão fazer monitoramento de vacinas]]> A Prefeitura de Marechal Deodoro, por meio da Secretária de Saúde, implantará um novo módulo na ferramenta E-SUS +, o o serviço é mais uma aba no aplicativo disponibilizada nos tablets usados pelos agentes de saúde do município.

A partir da próxima semana, os agentes passarão a fazer o monitoramento das vacinas da população. Para isso, a Secretaria de Saúde realizou na tarde desta quinta-feira (21), um treinamento, ministrado pelo responsável da ferramenta no município Eugênio Marques, da empresa SisVale, desenvolvedora do aplicativo.

Com este módulo, será possível acompanhar de perto os dados da vacinação dos moradores, e dessa forma os agentes irão fazer uma busca da população que não tiver alguma vacina em dia ou que ainda não tenha tomado o medicamento.

Segundo o secretário de Saúde, Aérton Lessa, o município teve uma das piores execuções de vacinação do Estado, na antiga gestão. A Secretária de Saúde buscou desenvolver esse módulo que beneficiará a todos deodorenses, além de facilitar ainda mais o trabalho dos agentes de saúde.

“Quando o agente de saúde fizer as visitas nas casas da população, ele irá realizar a coleta dos dados da população e fará foto do cartão de vacinas, tendo assim um maior controle do número de pessoas que estão com a vacinação em dia, facilitando ainda mais o trabalho das enfermeiras e agentes de saúde. Após a foto, os dados serão gerados rapidamente para as unidades de saúde, com vantagem no georreferencimento das informações. Com isso, a enfermeira saberá onde estão as pessoas que precisam da vacinação, e irão levar os medicamentos com maior rapidez”, explicou o secretário.

A agente comunitária de saúde, Maria Alaíde, que trabalha há mais de 20 anos na área, comentou a nova ferramenta de monitoramento de vacinas. 

"Esse aplicativo melhorou nosso trabalho de maneira única, porque sou agente de saúde há 22 anos e nunca fui beneficiada com uma coisa que pudesse melhorar tanto o nosso trabalho. Evitar o uso de tantos papéis não tem preço, além de fazer o serviço com mais rapidez", disse.

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<![CDATA[Secretaria de Saúde leva ações de saúde para a Grota do Cigano]]> Em mais uma iniciativa do Programa Vida Nova nas Grotas, técnicos da Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) realizaram, nesta quarta-feira (20), uma série de ações na Grota do Cigano, em Mangabeiras. Além de vacinar crianças e adolescentes que precisavam atualizar o cartão de vacinação, foram prestadas orientações sobre a prevenção das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e como prevenir a proliferação do Aedes aegypti.

Durante o evento foram distribuídos preservativos masculinos e femininos, realizada aferição de pressão e disponibilizados testes glicemia. Paralelamente, os moradores da comunidade também assistiram palestras sobre higiene bucal e prevenção contra o mosquito Aedes aegypti.

Segundo a coordenadora do programa, Elma Liliane de Araújo, as ações levaram informações e serviços importantes, que podem prevenir doenças como Aids, dengue, zika e chikungunya. “A vacinação é essencial para a segurança de todos, especialmente das crianças. E com o conhecimento sobre prevenção, as pessoas podem viver de forma plena, sem arriscar sua saúde”, destacou.

Promoção da Saúde – Também durante o evento foram repassadas informações sobre a importância de uma vida saudável. “Uma dieta balanceada e a prática de exercícios físicos ampliam a qualidade de vida e evitam o surgimento de diversas mazelas”, ressaltou Elma Liliane de Araújo.

Presente ao evento, a moradora Jesseane Januário, aproveitou a oportunidade e levou seus filhos para serem vacinados. “É sempre bom que eventos assim aconteçam nas comunidades e traga mais conhecimento e ações para todos”, salientou.

A moradora Janeide Paulina assistiu palestra sobre prevenção da dengue, zika e chikungunya. “Saber mais sobre a nossa saúde é essencial para que possamos agir de forma correta, evitando problemas mais graves. Também aproveitei e ação da Sesau para atualizar o meu calendário vacinal”, reforçou Janeide.

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<![CDATA[Especialista explica os sintomas e como tratar depressão e ansiedade]]>  

Desde 2014, é realizado no Brasil o Setembro Amarelo – campanha de combate à depressão. De acordo com os últimos dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão afeta 322 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, cerca de 6% da população sofre com esse mal, sendo o país com maior prevalência de depressão da América Latina. Ainda, os brasileiros também são recordistas mundiais quanto aos transtornos de ansiedade, com 9,3% afetados pela doença. “A ansiedade e a depressão são quadros emocionais que podem estar correlacionados”, explica a psicóloga do Grupo São Cristóvão Saúde, Aline Melo. 

Conforme a especialista, a depressão se caracteriza por uma tristeza duradoura, que pode vir acompanhada de desanimo e autoestima baixa, falta de energia, entre outros sintomas. Já a ansiedade está associada a uma sensação de medo ou angustia constante sobre o futuro. “Essa sensação é considerada patológica quando começa a atrapalhar a rotina do indivíduo”, comenta Aline.

Se a ansiedade não for tratada, há grande probabilidade de, além de gerar desgaste emocional recorrente, ser gatilho para o desenvolvimento de outras doenças, até mesmo levando à depressão. “A ansiedade pode estar associada a compulsões, pânico, comportamentos obsessivos, entre outros aspectos. Por isso a necessidade de reconhecê-la, compreende-la e trata-la de maneira adequada”, alerta a profissional. 

Quanto aos fatores mais comuns que podem desencadear uma depressão ou ansiedade estão as condições genéticas, disfunções físicas, além de traumas, estresse e perdas. Também o uso de álcool e drogas contribui para o aparecimento de tal patologia. “Para tratar as doenças é preciso de um cuidado especializado, sendo de grande importância a avaliação de um médico psiquiatra e de um psicólogo, visando o direcionamento adequado a cada caso. O uso de medicações e psicoterapia podem ser necessários”, esclarece a psicóloga.

A especialista ainda adverte que vivemos um período de muitas cobranças e pressões em várias áreas de nossas vidas – profissional, familiar e pessoal – que reforçam nosso desejo de antever e nos preparar para situações futuras, o que associadas a uma grande carga de estresse, fatores físicos e predisposições genéticas geram uma maior vulnerabilidade ao desenvolvimento de transtornos emocionais. “As cobranças e crises do mundo de hoje afetam nossa saúde mental, demonstrando cada vez mais a necessidade de voltarmos nosso olhar para dentro”, finaliza.

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<![CDATA[Secretário da Saúde de Alagoas faz chamamento para Campanha de Multivacinação]]> Faltando apenas três dias para o término da Campanha de Multivacinação, o secretário de Estado da Saúde (Sesau), Christian Teixeira, faz um chamamento aos pais de crianças e adolescentes menores de 15 anos, para que compareçam aos postos de saúde e imunizem seus filhos. Isso porque, a vacinação é a maneira mais eficaz e segura de prevenir doenças como a paralisia infantil e as hepatites.

Iniciada no último dia 11 deste mês, a Campanha de Multivacinação, que oferece gratuitamente 14 vacinas exclusivamente para crianças e adolescentes, será encerrada na sexta-feira (22) e está disponível nos postos de saúde dos 102 municípios do Estado. Por meio desta ação, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) pretende estimular os pais a atualizarem os cartões de vacinação de seus filhos, evitando o desenvolvimento de sérias doenças, que podem incapacitar ou levar à morte.

“Gostaria de fazer um convite especial aos pais e responsáveis, assim como professores, das Redes Pública e Privada de Ensino, além das lideranças comunitárias, para levarem suas crianças e adolescentes até os postos de saúde, visando atualizar as vacinas do calendário básico. A Campanha de Multivacinação vai até esta sexta-feira e é importante se apressar para colocar em dia as vacinas, trazendo a proteção o quanto antes”, reforçou o secretário de Estado da Saúde, Christian Teixeira.

Vacinas disponíveis

Segundo o Calendário de Vacinação das Crianças, estão disponíveis para atualização, as vacinas BCG – ID, hepatite B, penta (DTP/Hib/ Hep B), VIP (Vacina Inativada Poliomelite), VOP (Vacina oral contra pólio), VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano), pneumocócica 10 valente, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola, caxumba), DTP (tríplice bacteriana), meningocócica conjugada tipo C, tetraviral (Sarampo, rubéola, caxumba, varicela) e hepatite A. Quanto ao Calendário de Vacinação do Adolescente, as vacinas disponíveis são hepatite B, dT  (Dupla tipo adulto), febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola, caxumba), dTpa, HPV e meningocócica conjugada tipo C.

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