<![CDATA[ Tribuna Hoje - O portal de notícias que mais cresce em Alagoas ]]> <![CDATA[Sesau diz que 57 casos suspeitos de leptospirose foram notificados em Alagoas]]> Em boletim enviado à imprensa na noite desta quinta-feira (22), a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) confirmou seis mortes por leptospirose no Estado de Alagoas. A Sesau afirma que foram notificados 57 casos suspeitos após as chuvas que atingiram Alagoas.

A Secretaria mostra que Maceió aparece como o município com maior número de confirmações de casos da doença, com oito. Outras quatro mortes no Estado estão em processo de investigação. Segundo o boletim da Sesau, dos 47 casos notificados, com exceção das mortes, 10 foram confirmados e 36 estão em processo de investigação. O município com maior número de notificações registradas é Atalaia, com 20 casos.

Segundo a Sesau, entre os 47 casos notificados, predominam os pacientes do sexo masculino e a faixa etária mais acometida está entre 10 e 19 anos. Ainda de acordo com a Secretaria, cinco pacientes permanecem hospitalizados. As mortes sob investigação são de pessoas que moram nos municípios de Atalaia, União dos Palmares, Messias e na capital, Maceió.

Dentre as 10 mortes, predomina o sexo masculino e a distribuição por todas as faixas etárias, com maior número acima dos 30 anos. Os dados da Secretaria consideram o período de 30 de maio a 22 de junho.

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<![CDATA[Governo de AL nomeia profissionais para a Santa Mônica e ativará 26 novos leitos]]> Após reunião com o Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL) e recomendação do Ministério Público Federal (MPF), o Governo do Estado nomeou 158 aprovados que estavam na reserva técnica do concurso para a Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal), realizado em 2014.

Foram nomeados 10 médicos neonatologistas, 13 nutricionistas, 32 enfermeiros especializados em neonatologia, 100 técnicos em enfermagem, 2 técnicos de radiologia e 01 farmacêutico. As nomeações possibilitarão a entrada em operação de 26 novos leitos na Maternidade Santa Mônica. São 15 vagas na Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) e 11 na Unidade Terapia Intensiva (UTI), todas destinadas a recém-nascidos.

“É uma conquista importante para Alagoas, um avanço no atendimento à gestante de alto risco. Os leitos já existiam, estavam equipados, mas faltavam as nomeações dos profissionais capacitados para o funcionamento. Sabemos que ainda há muito o que fazer para o poder público atender a população de maneira ideal, entretanto estamos trabalhando por estas melhorias”, declarou a promotora de Justiça Micheline Tenório, titular da 26ª promotoria de Justiça da Capital.

Luta antiga

A reunião que serviu para alinhar as nomeações aconteceu no final de maio e foi o ápice de uma luta contínua do Ministério Público. Além do MPE/AL, o encontro contou com a presença de representantes da Procuradoria-Geral do Estado de Alagoas (PGE), Uncisal, Secretaria Estadual de Saúde e da diretoria da Maternidade Santa Mônica.

“Essas nomeações são o resultado veio de uma luta antiga que travamos para melhorar a assistência materno-infantil de Alagoas. Acompanhamos a situação da Santa Mônica há muito tempo. Sempre estivemos agindo nas mais diversas situações, tento judicial, quanto extrajudicialmente, fazendo recomendações e ajustando de que maneira as melhorias poderiam ser efetivadas. Com essas nomeações, conseguimos avanços significativos nesse sentido”, declarou.

A promotora de Justiça ainda destacou a parceria com o Ministério Público Federal, que em fevereiro expediu recomendação para que o Ministério da Saúde adotasse providências para a suspensão dos repasses referentes ao Programa Rede Cegonha, no que dizia respeito aos valores relativos aos leitos que estavam à disposição, entretanto, inativos.

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<![CDATA[Pomada fabricada por alunas da rede estadual é apresentada no SUS no Agreste]]> Desenvolvida por alunas da Escola Estadual de Tempo Integral Professora Isaura Lisboa (Epial), a pomada cicatrizante, feita à base de espécies vegetais, foi apresentada, nesta quinta-feira (22), a usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), na cidade de Arapiraca.

Acompanhadas da professora-orientadora Nadja Maria Alves de Souza, as alunas Maria Beatriz Macêdo, Maria Carolyne Lima e Wanessa Kelly de Lima participaram de palestra na Unidade Básica de Saúde (UBS), do bairro Baixão, em Arapiraca, como parte da campanha de prevenção ao câncer da boca.

A convite do assistente social Charles Petuba, as alunas tiveram a oportunidade de mostrar o experimento às pessoas que aguardavam atendimento na unidade de saúde.

“É muito legal a gente poder repassar os nossos conhecimentos e, também, aprender com as experiências dos profissionais que trabalham aqui, para ajudar as pessoas a ter uma melhor qualidade de vida”, disse a jovem cientista Maria Beatriz Macêdo.

Além da troca de informações acerca dos benefícios da aplicação da pomada, com fins medicinais, para acelerar a cicatrização de ferimentos em pacientes com diabetes, a escola também apresentou mais quatro experimentos desenvolvidos pelos estudantes.

Sob a orientação da professora Nadja Alves de Souza, a aluna Edlaura Moura desenvolveu unguento à base de mentrasto para auxiliar no tratamento de artrite.

A estudante Lisya Lane da Silva Santos mostrou os benefícios do gel natural à base de sementes de linhaça para hidratação em cabelos crespos, enquanto as alunas Clarice Soares e Vitória Carolina apresentaram o experimento com a fabricação de larvicida produzidos com extratos vegetais para o controle de mosquitos.

Por sua vez, a estudante Ana Maria Rolim Silva repassou aos profissionais de saúde e ao público os detalhes técnicos e científicos da produção do vinho à base de frutos da amora.

“Essa interação com os profissionais e usuários do sistema público de saúde representa um ganho enorme, tanto para a escola, como também para toda a comunidade, uma vez que essa troca de experiências beneficia toda a comunidade”, afirmou a orientadora Nadja Souza, que estava acompanhada da diretora da escola, professora Valéria Peixoto.

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<![CDATA[Estado de Alagoas ultrapassa meta de vacinação contra a Influenza]]> Alagoas ultrapassou a meta de vacinação contra a influenza e, durante a campanha deste ano, imunizou 91,62% do público-alvo estipulado pelo Ministério da Saúde (MS), que corresponde a 90% das 684.523 pessoas preconizadas. Isso representa que 629.040 pessoas foram vacinadas nos 102 municípios, que, segundo orientação do Programa Nacional de Imunização (PNI), podem continuar vacinando até o término das doses destinadas ao Estado.

Além de Alagoas, o Ministério da Saúde (MS) informou que o Paraná, Pernambuco e Amapá alcançaram a meta de vacinação contra a influenza. Em nível nacional, o Brasil vacinou, até a manhã desta quinta-feira (22), o equivalente a 85,88% do público-alvo, que corresponde a 37.567.212 pessoas das 43.973.009 que deveriam ser vacinadas durante a campanha deste ano.

Dos 102 municípios alagoanos, 74 alcançaram cobertura maior que 90% e 23 cidades vacinaram mais que 80% e menos que 90%. Ainda de acordo com dados do PNI, outros três municípios vacinaram mais de 70% do público-alvo e menos que 80% e dois imunizaram menos de 70% do público-alvo, que são crianças entre seis meses a menores de cinco anos, idosos, gestantes, puérperas, professores das redes pública e privada, povos indígenas, funcionários do sistema prisional, portadores de doenças crônicas e os reeducandos.

Para o secretário de Estado da Saúde, Christian Teixeira, o fato de Alagoas estar entre os quatro estados brasileiros que cumpriram a meta de vacinação contra a influenza, mostra que as gestões estadual e municipais de saúde trabalharam em parceria para assegurar a proteção do povo alagoano contra as doenças infectocontagiosas. “A equipe técnica do PNI estadual prestou toda a assistência técnica necessária aos municípios e atuou na logística da distribuição das vacinas e insumos para que alcançássemos a meta estipulada pelo Ministério da Saúde. Com o apoio do Cosems [Conselho das Secretarias Municipais de Saúde], conseguimos ultrapassar os 90%, o que mostra a seriedade que a saúde pública vem sendo tratada em Alagoas”, salientou.

A vacina disponibilizada pelo Ministério da Saúde protege contra os três subtipos do vírus da gripe (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). De acordo com a técnica do PNI, Claudeane Nascimento, a vacina é segura e considerada uma das medidas mais eficazes na prevenção de complicações e casos graves de gripe.

“O organismo leva, em média, de duas a três semanas para criar os anticorpos que geram proteção contra a gripe após a vacinação, por isso a campanha este ano foi realizada antes do inverno”, salientou Claudeane Nascimento. Ela enfatizou que a transmissão do vírus influenza acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, que geralmente são eliminadas quando uma pessoa contaminada fala, tosse ou espirra.

Incidência 

De acordo com dados da Assessoria Técnica das Doenças Imunopreveníveis da Sesau, Alagoas já notificou 40 casos suspeitos da Influenza, com cinco mortes. Deste total, nove foram descartados e um óbito foi confirmado.

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<![CDATA[Mais de 139 mil meninos de 11 a 15 anos devem ser vacinados contra HPV em Alagoas]]> Alagoas tem 139,4 mil adolescentes do sexo masculino, entre 11 e 15 anos incompletos (14 anos, 11 meses e 29 dias), que devem ser vacinados contra HPV. A meta é imunizar 80% desse público, o que representa cerca de 111,5 mil jovens. O total de meninas no estado que fazem parte do público-alvo é 234,3 mil crianças e jovens do sexo feminino com idade entre 9 e 15 anos, sendo que a meta também é 80%, correspondendo a 187,4 mil meninas. Desde o início da vacinação, em 2014, foram enviadas 515.9 mil doses ao estado para imunização contra HPV. O Ministério da Saúde alerta para a baixa adesão à vacina. As secretarias estaduais de saúde de todo o país já foram comunicadas pelo Ministério da Saúde sobre a ampliação da faixa etária de vacinação de HPV, que tem como objetivo aumentar a cobertura vacinal nos adolescentes do sexo masculino.

Para o ministro da Saúde, Ricardo Barros, uma das principais ações para alcançar essa meta é o Programa Saúde na Escola, parceria do Ministério da Saúde com o Ministério da Educação. “É um de nossos grandes aliados nessa frente. Com esse projeto, estamos convocando toda a comunidade escolar, pais e educadores, a atualizarem as cadernetas de vacinação destes jovens”, afirmou o ministro. Como exemplo bem sucedido desta iniciativa, o ministro citou o Estado de Santa Catarina e o município de Niterói que conseguiram, por meio de uma ampla mobilização nas escolares, ampliarem as coberturas vacinais contra o HPV.

A vacina contra o HPV para os meninos passou a ser disponibilizada no Sistema Único de Saúde (SUS) em janeiro deste ano, contemplando os meninos de 12 a 13 anos. Até o ano passado, era feita apenas em meninas. O Brasil é o primeiro país da América do Sul e o sétimo do mundo a oferecer a vacina contra o HPV para meninos em programas nacionais de imunizações.

Com a inclusão desse público, equivalente a 3,3 milhões de adolescentes no país, a meta para 2017 é vacinar 80% dos 7,1 milhões de meninos de 11 a 15 anos e 4,3 milhões de meninas de 9 a 15 anos. Também terão direito a vacina, a partir de agora, homens e mulheres transplantados e oncológicos em uso de quimioterapia e radioterapia. Além disso, cerca 200 mil crianças e jovens, de ambos os sexos, de 9 a 26 anos vivendo com HIV/aids, também podem se vacinar contra HPV. O anúncio das mudanças foi feito nesta terça-feira (20) pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, em coletiva de imprensa.

Para conscientizar os meninos na busca da vacina, o Ministério da Saúde planeja, para o próximo mês de julho, período de férias escolares, campanha direcionada a este público, com o intuito de aumentar a cobertura nessa população. Além disso, a vacina de HPV também fará parte do elenco de vacinas a serem ofertadas na Campanha de multivacinação que acontecerá no período de 11 a 22 de setembro. O Dia D da campanha de vacinação será dia 16 de setembro.

VALIDADE

Dos estoques nacionais da vacina HPV, não existem doses com vencimento em 2017 nem em 2018. Desde o início da vacinação em 2014, o Ministério da Saúde distribuiu 26,3 milhões de doses da vacina a todos estados do país e DF. Destes, cerca de 1 milhão foram encaminhados neste ano. Atualmente, existem 2,1 mil doses nos estados e municípios para vencerem em junho e 231 mil doses com vencimento em agosto deste ano. No mês de setembro, o estoque de vacinas por vencer é de 233,7 mil doses. Outras 1,1 milhão de doses têm a validade de vencimento no primeiro semestre de 2018, totalizando 1,6 milhão de doses a vencer até esse período.

A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde (PNI), Carla Domingues, disse que, embora uma perda de 5% das vacinas distribuídas nos postos de vacinação, em função de condições logísticas e operacionais de vacinas, seja considerada aceitável, o Ministério da Saúde trabalha para que não haja qualquer desperdício. “Queremos que as doses atuais nos estoques sejam utilizadas no mais curto espaço de tempo possível, não apenas para que não se percam, mas, principalmente, para que os jovens abaixo de 15 anos se imunizem contra o HPV, evitando, assim, uma série de complicações, principalmente os vários de tipos de cânceres” destacou a coordenadora. 

COBERTURA VACINAL

Desde o início da vacinação em 2014, até 02 de junho deste ano, foram aplicadas 17,5 milhões de doses na população feminina de todo o país. Na faixa etária de 9 a 15 anos, no mesmo período, foram imunizadas com a primeira dose 8,6 milhões de meninas, o que corresponde a 72,45% do total de brasileiras nesta faixa etária. Receberam o esquema vacinal completo, de duas doses, recomendado pelo Ministério da Saúde, 5,3 milhões de meninas, o que corresponde a 45,1% do público-alvo.

Já em relação aos meninos, de janeiro a 02 de junho deste ano, 594,8 mil adolescentes de 12 a 13 anos se vacinaram com a primeira dose da vacina de HPV, o que corresponde a 16,5% dos 3,6 milhões de meninos nessa faixa etária que devem se imunizar.

ESQUEMA VACINAL

Meninos e meninas devem tomar duas doses da vacina HPV, com intervalo de seis meses entre elas. Para as pessoas que vivem com HIV, a faixa etária é mais ampla (9 a 26 anos) e o esquema vacinal é de três doses (intervalo de 0, 2 e 6 meses). No caso dos portadores de HIV, é necessário apresentar prescrição médica.

A vacina disponibilizada no SUS é a quadrivalente e já é ofertada, desde 2014, para as meninas. Confere proteção contra quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia para quem segue corretamente o esquema vacinal.

Para os meninos, a estratégia tem como objetivo proteger contra os cânceres de pênis, garganta e ânus, doenças que estão diretamente relacionadas ao HPV. A definição da faixa etária para a vacinação visa proteger meninos e meninas antes do início da vida sexual e, portanto, antes do contato com o vírus. Vale ressaltar que os cânceres de garganta e de boca são o 6º tipo de câncer no mundo, com 400 mil casos ao ano e 230 mil mortes. Além disso, mais de 90% dos casos de câncer anal e orofaringe são atribuíveis à infecção pelo HPV.

Nas meninas, o principal foco da vacinação é proteger contra o câncer de colo do útero, vulva, vaginal e anal; lesões pré-cancerosas; verrugas genitais e infecções causadas pelo vírus. O HPV é transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto.

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<![CDATA[Festa Junina: Saiba quais pratos típicos pode consumir sem prejudicar a saúde]]> Com a chegada das festas juninas e suas comidas típicas, surgem as tentações e o dilema de como desfrutar a variedade de alimentos sem prejudicar uma dieta equilibrada.  Se você não quer se privar de experimentar essas delícias, a nutricionista do Hospital e Maternidade São Cristóvão, Cintya Bassi, explica os benefícios e malefícios dos alimentos característicos dessa época. 

As opções mais calóricas são as que possuem maior quantidade de açúcar e gordura. “Podemos incluir o amendoim, paçoca, doce de abóbora e cachorro quente como os mais calóricos. Os menos calóricos são a pipoca e o milho, desde que consumidos sem manteiga”, diz Cintya Bassi. Se a festa for em casa, existem formas de diminuir as calorias. “Há receitas disponíveis que substituem o açúcar por adoçante, como paçoca, doce de abóbora e bolos, tornando os alimentos menos calóricos”, explica a nutricionista do São Cristóvão.

Já as bebidas precisam ser consumidas com cautela. De acordo com a profissional, o vinho quente – o mais calórico – possui cerca de 200 calorias na porção; o quentão apresenta entre 100 e 130 calorias dependendo da receita; e o suco de uva aproximadamente 140 calorias.

Amendoim - A principal característica do amendoim é ser fonte de ácidos graxos monoinsaturados, gorduras boas que contribuem para reduzir o colesterol ruim (LDL) e aumentar o colesterol bom (HDL), além de diminuir a oxidação celular. Também há fibras que auxiliam o funcionamento intestinal e prolongam a sensação de saciedade. Contém ainda outros nutrientes como ferro, fósforo e potássio. No entanto, é um alimento de alta densidade calórica, contendo cerca de 550 calorias na porção de 100g, e, muitas vezes, é torrado com sal, devendo ser consumido com moderação.

Paçoca – A paçoca é basicamente a mistura entre amendoim e açúcar, por isso não devem fazer parte de uma dieta habitual. Porém, atualmente, já encontramos versões light que oferecem, além do sabor, mais saúde ao organismo.

Pipoca – A pipoca preparada em casa é um alimento benéfico, porque contém boa quantidade de fibras e ainda um pouco de vitamina A. Contudo, devemos evitar acrescentar temperos industrializados ou gorduras (margarina) na preparação, para não tornar o alimento prejudicial. O mesmo vale para a pipoca de micro-ondas que contém quantidades significativas de gordura.

Doce de abobora - A abóbora é um vegetal muito rico em nutrientes. Estudos indicam que o consumo dessa fruta está associado à redução de alguns tipos de câncer e problemas cardiovasculares, além de conferir proteção à visão, devido a quantidade de vitamina A. O que ocorre com o doce de abóbora é o mesmo que acontece com a paçoca: acrescenta-se açúcar, o que potencializa o depósito de gordura nas células.

Quentão – A bebida típica possui boas propriedades, como o gengibre, que entre outras coisas fortalece o sistema imunológico. Porém, o álcool e o açúcar também estão presentes na preparação. Se possível, opte pela versão sem álcool, o que diminui a oferta calórica, mas ainda assim deve ser consumido com moderação.

Cachorro quente – Mais um alimento que deve ser evitado ou consumido com moderação, pois seu ingrediente principal, a salsicha, é uma fonte importante de gordura saturada, que estimula o aumento de colesterol LDL e aumenta o risco de doenças cardiovasculares. Além disso, possui alta concentração de sódio, corantes e conservantes.

Milho – É um cereal rico em carboidratos e outros nutrientes, como vitamina B1 e B2, vitamina E e fibras. Também apresenta dois importantes antioxidantes que contribuem para a saúde da visão: zeaxantina e luteína. O alimento in natura é saudável, porém devemos evitar acrescentar sal e margarina ou manteiga.

Pipoca doce – A pipoca, como vimos, é um bom alimento, porém a versão doce é acrescida de açúcar, alimento que deve ser evitado.

Bolo de milho – O bolo de milho é mais um alimento que pode ser consumido, porém com moderação, já que possui açúcar e gordura. Além disso, o melhor é preparar o bolo com o alimento in natura.

Pé de moleque – Mesmo caso da paçoca, o amendoim é um alimento nutritivo embora calórico, porém o pé de moleque é muito rico em açúcar. Por isso, deve ser evitado ou consumido com moderação.

Maçã do amor – A melhor opção é sempre consumir a fruta in natura, que é rica em pectina, fibra que auxilia na redução de colesterol. No entanto, a maçã do amor é mergulhada entre outras coisas no açúcar, por isso deve ser consumida com moderação.

Bolo de fubá – O bolo de fubá possui baixo valor nutricional, portanto também deve ser consumido com moderação.

 

Receita de Canjica Light

Ingredientes:

250 g de milho para canjica;

¾ xícara (chá) de leite em pó desnatado;

2 xícaras (chá) de leite desnatado;

½ xícara (chá) de adoçante granular;

½ vidro de leite de coco light;

½ colher (sopa) de margarina light;

2 canelas em pau;

2 cravos da índia.

 

Preparo:

Numa tigela, coloque os grãos da canjica e cubra com água, deixando de molho por no mínimo 12 horas. Após, escorra a água e transfira para uma panela de pressão. Cubra com mais água, feche a panela e leve ao fogo alto para cozinhar. Depois de a panela começar a apitar, deixe em fogo baixo por mais 30 minutos. Desligue o fogo e deixe a panela esfriar, para então abri-la e verificar se a canjica está macia. Se estiver, retire-a da panela e escorra a água. Em outra panela, junte o leite desnatado, o leite em pó, o adoçante, o leite de coco, a canela e o cravo, misturando bem. Acrescente os grãos da canjica e mexa mais. Após, adicione a margarina e leve ao fogo em temperatura média, por cerca de 10 minutos, mexendo sempre. Retire do fogo e transfira para um recipiente. Pode ser servida quente ou gelada.

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<![CDATA[Crianças a partir dos seis anos podem ter síndrome do Hulk, alerta profissional]]> O super-herói que foge dos padrões, Hulk é um selvagem e poderoso superego do cientista Robert Bruce Banner, que foi atingido por raios enquanto salvava um adolescente durante o teste militar de uma bomba. Essa tragédia o faz passar por uma transformação quando ficava irritado, transformando-o no “Incrível Hulk”.

Essa história é bem conhecida por todos. O personagem de quadrinhos da Marvel Comics fez sua primeira aparição em 1962 e, originalmente, ficava cinza em sua transformação. Mas, o que poucos sabem é que existe uma síndrome que carrega o mesmo nome do personagem e que pode ser diagnosticada por profissionais de psicologia ainda na infância.

“A síndrome do Hulk, também conhecida como Transtorno Explosivo Intermitente [TEI], é caracterizada pela explosão momentânea que alguns indivíduos possuem sem que exista um motivo real, ou seja, há uma explosão e um excesso de raiva desproporcional, causando a perda de controle dos impulsos agressivos que podem ser desde a fala, até a ação”, explica Sarah Lopes, psicóloga do Hapvida Saúde.

De acordo com a profissional, a identificação se dá especificamente por meio de uma avaliação clínica, sendo que os sintomas da síndrome do Hulk não devem estar associados a nenhum outro transtorno mental, como depressão ou pânico, por exemplo, isto porque, nos dois casos é comum uma sensibilidade e, no caso da síndrome do Hulk, o sujeito fica irritado com mais facilidade.

“Então, eliminando-se a possibilidade de outro transtorno, a síndrome do Hulk pode ser identificada como um transtorno de adaptação, onde, a partir dos seis anos de idade, que é quando já se possui controle dos impulsos, esta síndrome pode ser identificada com base nos impulsos agressivos”, alerta a psicóloga.

A síndrome tem tratamento e é feito especificamente através do controle dos impulsos agressivos, mas precisa de orientação de um profissional. “As pessoas que têm esta síndrome não reconhecem que têm problemas ou não percebem o quanto sua reação é desproporcional, até porque, logo após um excesso de explosão, é comum o indivíduo agir normalmente, como se nada tivesse acontecido. Assim, um profissional habilitado poderá fazer com que ele perceba essa necessidade, e passe a controlar melhor a sua agressividade”, afirma Sarah.

De acordo com a profissional, as consequências de seus episódios agressivos podem trazer vários prejuízos profissionais, onde a pessoa pode até ser boa no que faz, mas possui dificuldade em lidar com situações adversas e, consequentemente, explode com as pessoas, possuindo dificuldades interpessoais também. “É comum ainda que os indivíduos que sofrem com esta síndrome respondam a processos criminais de ameaça ou trabalhistas, o que consequentemente acarretará em problemas financeiros”, diz a profissional do Hapvida Saúde.

Para a psicóloga, o apoio da família é essencial para o tratamento da pessoa que têm a síndrome. “A  família contribui mostrando para o indivíduo o que ele disse ou fez, sem repreender ou ofender, mas na tentativa de buscar tratamento. Tentar controlar, sem ajuda profissional, não adianta, pode até agravar o excesso de raiva”, destaca.

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<![CDATA[Em nota técnica, Sesau confirma cinco pessoas mortas por leptospirose no Estado]]> Em nota técnica, a Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) divulgou nesta terça-feira (20) as informações atualizadas sobre o registro dos casos de leptospirose em Alagoas. De um total de 55 casos suspeitos, nove deles tiveram registro de mortes. Entre estes casos suspeitos, cinco foram confirmados como mortes causadas por leptospirose. Foram quatro deles em Maceió e um União dos Palmares.

O acompanhamento vem sendo feito durante o período pós-enchentes em Alagoas. O Centro de Informações Estratégicas e Resposta em Vigilância em Saúde (Cievs) da Sesau está fazendo o acompanhamento.

A nota diz que “a Sesau decidiu por classificar como confirmado o caso cujo resultado da sorologia foi IgM reagente. Fundamenta a decisão as informações relativas à data oportuna da coleta da amostra para exame laboratorial, à clínica, aos dados epidemiológicos obtidos na investigação do caso e os relativos à situação de emergência”.

Sobre os casos notificados

Até o momento, considerando o período de 30 de maio a 19 de junho foram identificados 55 casos suspeitos de leptospirose em residentes dos municípios integrantes do Decreto Governamental de Emergência.

Sobre os casos notificados, sem contar os óbitos

Dentre os 46 casos notificados (excluídos os óbitos), são 11 confirmados e 36 em processo de investigação, oriundos dos municípios indicados no Quadro 1, com maior número de notificações registrado em Atalaia (43%), mas o maior número de confirmações é de Maceió (9).

A sorologia foi solicitada para 38 dos 46 casos, tendo-se os seguintes resultados: 24 foram não reagentes; 11 foram reagentes; 3 estão ainda em análise e 1 teve resultado inconclusivo.

(Imagem: Ascom / Sesau-AL)

Com relação ao sexo e à faixa de idade, dentre os 46 casos notificados predominam os pacientes do sexo masculino (32) e a faixa etária mais acometida está entre 10 e 19 anos (30%), como observado no Quadro 2, a seguir.

(Imagem: Ascom / Sesau-AL)

Sobre casos hospitalizados

Hoje, 19/06/2017, 10 pacientes encontram-se hospitalizados nos serviços indicados no Quadro 3 a seguir, sendo a maioria no Hospital Hélvio Auto – HEHA (60%).

(Imagem: Ascom / Sesau-AL)

Sobre os óbitos

Dentre os 9 óbitos conhecidos, tem-se 5 confirmados e 4 em investigação, oriundos dos municípios indicados no Quadro 4 a seguir, com maior número em Maceió (67%).

(Imagem: Ascom / Sesau-AL)

Os óbitos suspeitos são de pessoas residentes nos municípios de Atalaia (1), União dos Palmares (1), Maceió (6) e Messias (1) com LPI no município de Pilar.

Ainda em relação aos nove óbitos, para três houve coleta de vísceras o que vai permitir a confirmação diagnóstica por critério laboratorial.

Com relação ao sexo e à faixa de idade, dentre os nove óbitos predomina o sexo masculino (67%), distribuindo-se em todas as faixas etárias, com maior número acima dos 30 anos, como observado no Quadro 5, a seguir.

(Imagem: Ascom / Sesau-AL)

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<![CDATA[Vacina de HPV é ampliada para meninos de 11 a 15 anos incompletos]]> A partir de agora, a vacina contra HPV passa a ser ofertada para os meninos de 11 até 15 anos incompletos (14 anos, 11 meses e 29 dias). A ampliação da faixa etária pelo Ministério da Saúde já foi comunicada às secretarias estaduais de saúde de todo o país, e tem como objetivo aumentar a cobertura vacinal nos adolescentes do sexo masculino. A vacina contra o HPV para os meninos passou a ser disponibilizada no Sistema Único de Saúde (SUS) em janeiro deste ano, contemplando os meninos de 12 até 13 anos. Até o ano passado, era feita apenas em meninas.

Com a inclusão desse público, equivalente a 3,3 milhões de adolescentes, a meta para 2017 é vacinar 80% dos 7,1 milhões de meninos de 11 a 15 anos e 4,3 milhões de meninas de 9 a 15 anos. Também terão direito a vacina, a partir de agora, homens e mulheres transplantados e oncológicos em uso de quimioterapia e radioterapia. Além disso, cerca 200 mil crianças e jovens, de ambos os sexos, de 9 a 26 anos vivendo com HIV/aids, também podem se vacinar contra HPV. O anúncio das mudanças foi feito nesta terça-feira (20) pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, em coletiva de imprensa.

Durante o anúncio, o ministro Ricardo Barros explicou que o objetivo principal da ampliação é aumentar a cobertura vacinal do HPV. Segundo Barros, uma das principais ações para alcançar essa meta é o Programa Saúde na Escola, parceria do Ministério da Saúde com o Ministério da Educação. “É um de nossos grandes aliados nessa frente. Com esse projeto, estamos convocando toda a comunidade escolar, pais e educadores, a atualizarem as cadernetas de vacinação destes jovens”, afirmou o ministro. Como exemplo bem sucedido desta iniciativa, o ministro citou o Estado de Santa Catarina e o município de Niterói que conseguiram, por meio de uma ampla mobilização nas escolares, ampliarem as coberturas vacinais contra o HPV.

Para conscientizar os meninos na busca da vacina, o Ministério da Saúde planeja, para o próximo mês de julho, período de férias escolares, campanha direcionada a este público, com o intuito de aumentar a cobertura nessa população. Além disso, a vacina de HPV também fará parte do elenco de vacinas a serem ofertadas na Campanha de multivacinação que acontecerá no período de 11 a 22 de setembro. O Dia D da campanha de vacinação será dia 16 de setembro.

VALIDADE - Dos estoques nacionais da vacina HPV, não existem doses com vencimento em 2017 nem em 2018. Desde o início da vacinação em 2014, o Ministério da Saúde distribuiu 26,3 milhões de doses da vacina a todos estados do país e DF. Destes, cerca de 1 milhão foram encaminhados neste ano.

Atualmente, existem 2,1 mil doses nos estados e municípios para vencerem em junho e 231 mil doses com vencimento em agosto deste ano. No mês de setembro, o estoque de vacinas por vencer é de 233,7 mil doses. Outras 1,1 milhão de doses têm a validade de vencimento no primeiro semestre de 2018, totalizando 1,6 milhão de doses a vencer até esse período.

O Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde considera aceitável que aja uma perda de até 5% das vacinas distribuídas nos postos de vacinação em função de condições logísticas e operacionais. Para combater a perda de estoque de vacinas, o Ministério da Saúde encaminha regularmente informes aos estados em relação às coberturas vacinais, solicitando empenho na melhoria dos índices, especificamente em relação ao HPV.

A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues, disse que, embora uma perda de 5% de vacinas seja considerada aceitável, o Ministério da Saúde trabalha para que não haja qualquer desperdício. “Queremos que as doses atuais nos estoques sejam utilizadas no mais curto espaço de tempo possível, não apenas para que não se percam, mas, principalmente, para que os jovens abaixo de 15 anos se imunizem contra o HPV, evitando, assim, uma série de complicações, principalmente os vários de tipos de cânceres” destacou a coordenadora.  

COBERTURA VACINAL - Desde o inicio da vacinação em 2014, até 02 de junho deste ano, foram aplicadas 17,5 milhões de doses na população feminina de todo o país. Na faixa etária de 9 a 15 anos, no mesmo período, foram imunizadas com a primeira dose 8,6 milhões de meninas, o que corresponde a 72,45% do total de brasileiras nesta faixa etária. Receberam o esquema vacinal completo, de duas doses, recomendado pelo Ministério da Saúde, 5,3 milhões de meninas, o que corresponde a 45,1% do público-alvo.

Já em relação aos meninos, de janeiro a 02 de junho deste ano, 594,8 mil adolescentes de 12 a 13 anos se vacinaram com a primeira dose da vacina de HPV, o que corresponde a 16,5% dos 3,6 milhões de meninos nessa faixa etária que devem se imunizar.

Outra novidade já anunciada este ano foi a inclusão das meninas que chegaram aos 14 anos sem tomar a vacina ou que não completaram as duas doses indicadas. A estimativa é de que 500 mil adolescentes estejam nessa situação.

ESQUEMA VACINAL - Meninos e meninas devem tomar duas doses da vacina HPV, com intervalo de seis meses entre elas. Para as pessoas que vivem com HIV, a faixa etária é mais ampla (9 a 26 anos) e o esquema vacinal é de três doses (intervalo de 0, 2 e 6 meses). No caso dos portadores de HIV, é necessário apresentar prescrição médica.

A vacina disponibilizada no SUS é a quadrivalente e já é ofertada, desde 2014, para as meninas. Confere proteção contra quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia para quem segue corretamente o esquema vacinal.

Para os meninos, a estratégia tem como objetivo proteger contra os cânceres de pênis, garganta e ânus, doenças que estão diretamente relacionadas ao HPV. A definição da faixa etária para a vacinação visa proteger meninos e meninas antes do início da vida sexual e, portanto, antes do contato com o vírus. Vale ressaltar que os cânceres de garganta e de boca são o 6º tipo de câncer no mundo, com 400 mil casos ao ano e 230 mil mortes. Além disso, mais de 90% dos casos de câncer anal e orofaringe são atribuíveis à infecção pelo HPV.

Nas meninas, o principal foco da vacinação é proteger contra o câncer de colo do útero, vulva, vaginal e anal; lesões pré-cancerosas; verrugas genitais e infecções causadas pelo vírus. O HPV é transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto.

VACINAÇÃO NAS ESCOLAS - Para incentivar a vacinação de crianças e adolescentes, os ministérios da Saúde e da Educação possuem ações voltadas à prevenção e promoção da saúde nas salas de aula por meio do Programa Saúde na Escola. A partir do programa, as escolas vão atuar junto com as equipes de atenção básica para a vacinação dos estudantes. Uma das propostas é que os estudantes apresentem, já na matrícula, a caderneta de vacinação e as escolas comuniquem o sistema de saúde sobre as doses prioritárias.

O Ministério da Saúde considera de fundamental importância participação das escolas para reforçar a adesão dos jovens à vacinação e já enviou ao Ministério da Educação material informativo sobre as doenças. “Temos observado que, além da sensibilizar as escolas para a vacinação, os municípios também precisam mobilizar as unidades e as equipes de saúde da família para a atualização das cadernetas de vacinação de crianças e adolescentes”, afirmou o presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasens), Mauro Junqueira.

O Brasil é o primeiro país da América do Sul e o sétimo do mundo a oferecer a vacina contra o HPV para meninos em programas nacionais de imunizações.

PESQUISA - Estudos internacionais recentes apontam o impacto da vacinação na redução da infecção pelo HPV. Pesquisa realizada nos Estados Unidos, onde há vacinação desde 2006, apontou redução de 88% da infecção oral por HPV. Outro estudo, realizado com homens de 18 a70 anos do Brasil, México e Estados Unidos, aponta que os brasileiros tem mais infecção por HPV que os mexicanos e norte americanos (Brasil 72%, México 62% e USA 61%) e que a incidência de câncer do pênis no país é 3 vezes que dos norte-americanos.

 

Quantitativo distribuído aos estados de 2014 a 2017

UF

2014

2015

2016

2017

RO

99.360

77.110

43.510

42.050

AC

57.810

41.523

22.410

14.000

AM

235.320

177.880

144.110

55.300

RR

38.821

26.282

16.950

9.600

PA

539.440

329.149

426.080

0

AP

52.670

38.170

48.804

1.000

TO

91.920

65.650

49.740

21.000

NORTE

1.115.341

755.764

751.604

142.950

MA

465.440

355.641

240.210

15.000

PI

195.940

125.543

132.860

30.000

CE

540.850

438.465

256.860

160.000

RN

186.460

118.705

83.730

0

PB

220.260

150.726

98.460

38.800

PE

537.850

450.710

283.710

80.000

AL

216.610

167.941

121.420

10.000

SE

135.140

108.715

47.760

16.000

BA

845.120

569.899

619.860

50.000

NORDESTE

3.343.670

2.486.345

1.884.870

399.800

MG

1.069.390

797.723

582.290

250.000

ES

143.810

171.541

88.120

0

RJ

833.700

538.367

593.230

0

SP

2.155.770

1.654.184

1.193.150

160.000

SUDESTE

4.202.670

3.161.815

2.456.790

410.000

PR

578.800

361.776

315.950

60.000

SC

336.960

258.647

208.470

20.000

RS

572.870

414.131

205.650

0

SUL

1.488.630

1.034.554

730.070

80.000

MS

145.598

111.097

123.410

6.000

MT

180.230

111.097

103.410

45.000

GO

342.970

251.342

70.800

112.000

DF

189.840

0

256.860

0

C.OESTE

858.638

473.536

554.480

163.000

BRASIL

11.008.949

7.912.014

6.377.814

1.195.750

Total Geral

26.494.527

Vacina HPV no estoque central (SIES) das unidades federada segundo validade a vencer

Unidade Federada

Junho

Julho

Agosto

Setembro

2018

Total

Rondônia

0

0

8

300

30820

31128

Acre

0

0

0

0

0

0

Amazonas

0

0

8397

10300

30600

49297

Roraima

0

0

42

50

7480

7572

Pará

0

0

0

133941

0

133941

Amapá

0

0

0

7361

13450

20811

Tocantins

0

0

0

5

9600

9605

Maranhão

0

0

0

8

44530

44538

Piauí

0

0

0

18595

20000

38595

Ceará

0

0

0

819

88178

88997

Rio Grande do Norte

0

0

0

0

33062

33062

Paraíba

0

0

0

5449

18800

24249

Pernambuco

0

0

0

543

82500

83043

Alagoas

0

0

19265

0

39000

58265

Sergipe

0

0

0

0

27060

27060

Bahia

0

0

11508

0

131861

143369

Minas Gerais

0

0

0

0

164366

164366

Espírito Santo

0

0

0

28750

0

28750

Rio de Janeiro

100

0

110699

0

212700

323499

São Paulo

0

0

0

0

19900

19900

Paraná

0

0

0

0

66673

66673

Santa Catarina

0

0

0

0

52490

52490

Rio Grande do Sul

0

0

80920

0

0

80920

Mato Grosso do Sul

2000

0

0

4740

0

6740

Mato Grosso

0

0

0

0

43495

43495

Goiás

0

0

0

0

35730

35730

Distrito Federal

0

0

0

22803

0

22803

Total

2100

0

231.019

233.704

1.174.415

1.641.238

Fonte: SIES. Dados coletados em 02/05/2017.

 

 

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<![CDATA[Gravidez não é perigosa para mulheres que tiveram câncer de mama, diz estudo]]>

Ficar grávida depois de um diagnóstico de câncer de mama não aumenta o risco de que o câncer retorne, segundo o maior estudo sobre este tema já realizado, divulgado no início de junho em uma importante conferência sobre oncologia.

O estudo incluiu 1.207 mulheres com menos de 50 anos que tiveram câncer de mama que não havia se espalhado para outras partes do corpo.

A maioria das mulheres no estudo (57%) tinha câncer de mama com receptores de estrogênio (um tipo de câncer conhecido como RE-positivo), no qual os tumores são alimentados por este hormônio.

Alguns médicos acreditavam que essas mulheres podiam enfrentar um maior risco de recidiva do câncer se ficassem grávidas, devido a alterações hormonais durante a gestação.

Um total de 333 mulheres engravidaram durante o estudo, em média 2,4 anos após o diagnóstico e o tratamento do câncer.

10 anos de acompanhamento

Após um acompanhamento de 10 anos, os pesquisadores não encontraram "nenhuma diferença na sobrevivência livre de doença entre as mulheres que ficaram grávidas e as que não ficaram", segundo o artigo divulgado na reunião da Sociedade Americana de Oncologia Clínica.

A gravidez também mostrou benefícios surpreendentes para as mulheres que tinham sobrevivido a um câncer de mama sem receptores hormonais. Essas mulheres tinham uma chance 42% menor de morrer do que aquelas que não tinham engravidado.

"Nossas descobertas confirmam que a gravidez depois de um câncer de mama não deveria ser desencorajada, nem mesmo para mulheres com câncer RE-positivo", disse Matteo Lambertini, médico que dirigiu este estudo no Instituto Jules Bordet em Bruxelas.

"É possível que a gravidez possa ser um fator de proteção para pacientes com câncer de mama do tipo RE-negativo, através de mecanismos do sistema imunológico ou hormonais, mas é necessário mais pesquisas sobre isso", acrescentou.

Cerca de metade das mulheres jovens recém-diagnosticadas com câncer de mama tem interesse em ter filhos, mas as pesquisas mostram que menos de 10% delas ficam grávidas depois de receber tratamento para combater a doença.

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