<![CDATA[ Tribuna Hoje - O portal de notícias que mais cresce em Alagoas ]]> <![CDATA[Contrato para construção do viaduto da PRF será assinado nesta quarta-feira (26)]]> O governador Renan Filho e o secretário de Transporte e Desenvolvimento Urbano, Mosart Amaral, assinam, na quarta-feira (26), com a empresa S.A Paulista, o contrato para execução da obra do viaduto da Policia Rodoviária Federal (PRF). A solenidade acontece às 10h, no Salão de Despachos do Palácio República dos Palmares.

“É uma obra muito importante que, sem dúvida, vai estruturar melhor a nossa capital e o nosso Estado para atender, primeiro, o alagoano, o maceioense que mora na parte alta da cidade, mas para atender também o turista, que chega pelo Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares”, observou o governador.

No total, serão investidos cerca de R$ 78 milhões para a execução do equipamento urbano, que acontecerá em parceria com os governos estadual e federal, representado pelo DNIT/Ministério dos Transportes.

O passo seguinte para a implantação do viaduto da PRF é a assinatura da ordem de serviço, que acontecerá nos próximos dias, com início imediato das obras.

“Será um marco para a capital alagoana. Esta é uma obra aguardada pela população há anos e a implantação do viaduto da PRF chega para otimizar o fluxo de tráfego em uma das áreas de maior congestionamento de Maceió. Neste momento, vamos esperar este período intenso de chuvas cessar para assinar a ordem de serviço e então dar início imediato às obras”, ressalta o secretário de Transporte e Desenvolvimento Urbano, Mosart Amaral.

A obra estará situada em um dos principais pontos estratégicos de infraestrutura viária da capital alagoana, no entroncamento das rodovias federais BR-316 e BR-104. O projeto agrega melhorias na mobilidade e desenvolvimento urbano de Maceió, contemplando ainda a execução de rotatória, dois túneis, passeio e ciclovia.

 

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<![CDATA[Oposição ocupa sede de sindicato e quer intervenção judicial]]> A sede do Sindicato dos Trabalhadores Empresas de Telecomunicações e Operadores de Mesas de Telefonia (Sinttel) foi ocupada, na tarde desta segunda-feira (24), por cerca de 50 pessoas ligadas à oposição da direção da entidade. Segundo eles, o processo eleitoral está viciado e o atual presidente, José Mendonça Araújo, vem se perpetuando no cargo porque nega a filiação de novos sócios.

Segundo Josival Barbosa, um dos líderes do grupo, a eleição da diretoria do Sinttel foi anulada quatro vezes na Justiça, sendo que na última, José Mendonça descumpriu a determinação judicial.

O atual mandato terminou no dia 23, segundo informou os ocupantes do Sinttel.

“E mesmo assim não teve quórum. Isso foi na última sexta-feira [21]. Daí ele marcou uma assembleia para hoje de manhã [segunda-feira] e tentar prorrogar seu mandato, mas nem ele compareceu. Quem veio fomos nós e resolvemos ocupar a sede, depois de realizarmos a assembleia”, diz Josival, que também é diretor do Sinttel, mas rompeu politicamente com José Mendonça.

“Rompi porque ele é um ditador, não deixa as pessoas se filiarem ao sindicato nem faz nada pela categoria. Para ele, o sindicato é só para fazer homologação”, afirma Josival.

Ainda de acordo com um dos líderes da ocupação, José Mendonça responde a cinco processos na Justiça por causa de sua postura na presidência do Sinttel. “Três são minhas e dois de trabalhadores da base. Para você ter ideia, só da Alma Viva temos 7 mil trabalhadores que poderiam se filiar ao Sinttel, mas o sindicato só cerca de 380, contando com os aposentados”.

O objetivo dos ocupantes da sede do Sinttel é que a Justiça resolva o problema.

“Ainda hoje [segunda-feira] protocolamos um pedido ao Judiciário para que seja nomeado um interventor e que um novo processo eleitoral seja iniciado. Só entregaremos a chave da sede a esse interventor”, garante Josival.

A reportagem da Tribuna Indenpendente tentou contatar José Mendonça, mas seu telefone estava desligado.

Remédios vencidos e salas como depósitos

Na sede do Sinttel, na sala que deveria ser destina da à prestação de atendimentos odontológicos, o abandono dá o tom. Além de servir de depósito de documentos e materiais diversos, o medicamento disponível está vencido. Alguns itens há mais de 15 anos.

“Desde que José Mendonça tomou posse da presidência do sindicato, em 2002, que o serviço odontológico está fechado. Ele também fechou o serviço de assessoria jurídica aos associados”, afirma Josival Barbosa.

Não só os medicamentos e utensílios para o atendimento odontológico estavam estragados na sede do Sinttel. Banheiros do térreo também estão entupidos e as salas cheias de tralhas, servindo como depósitos improvisados.

De acordo com os ocupantes, essa situação da sede da entidade já vem há muito tempo porque José Mendonça afastou os demais diretores do Sinttel, assim como novo filiados.

Eles afirmam que o presidente da entidade afastou os demais diretores e qualquer novo associado que ia até o Sinttel. Nesses casos, relatam, criava-se uma série de dificuldades e, se cumpridas, as fichas de filiação nunca eram cadastradas.

REDES SOCIAIS

A disputa entre oposição e situação pelo comando do Sinttel ganhou as redes sociais já tem algum tempo.

Na ausência de sites e perfis oficiais da entidade, o grupo que ocupou nesta segunda-feira a sede da entidade criou espaços para dialogar com a categoria e, também, atacar politicamente José Mendonça.

Numa das postagens, o grupo chama o atual presidente do Sinttel de “dono do sindicato” e “invasor”.

No dia 21 de maio, o grupo publicou: “Será que esse ‘Sr.’ não cansa de Prejudicar Aposentados e Não Aposentados em Telecomunicações no Estado de Alagoas? Não chega estar enganando Aposentados com FGTS, Produtividade e Plano Bresser, Não Chega ter expulso [sic] os Aposentados da sede em 2003”. 

 

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<![CDATA[Decisão judicial garante JHC na presidência do PSB]]> A liminar que mantinha a ex-prefeita de Maceió e atual secretária de Saúde de Palmeira dos Índios, Kátia Born como presidente do PSB de Alagoas foi derrubada após decisão da juíza Grace Correia Pereira Maia, da 7ª Vara Cível de Brasília.

Com a decisão, o deputado federal JHC volta a presidir o partido no estado. O imbróglio jurídico iniciado em novembro do ano passado, quando a direção nacional do PSB indicou o parlamentar alagoano para presidir a sigla no estado, deve tem mais alguns capítulos.

Procurada pela reportagem da Tribuna Independente para repercutir a decisão, Kátia informou que só se posicionará sobre o assunto após retornar da viagem que fará a Brasília na sexta-feira (28), onde irá se reunir com o presidente nacional do PSB, Carlos Roberto Siqueira.

Questionada se o motivo da reunião seria a deliberação judicial que culminou na volta de JHC para a presidência do partido, a ex-prefeita de Maceió disse que não.

“Tenho uma audiência com o presidente nacional do partido na sexta de manhã. Só vou tomar qualquer decisão quando voltar”.

Born fez questão de lembrar que o imbróglio judicial está empatado e que pode recorrer, mas que só terá essa decisão na sexta-feira.

“Na realidade eu ganhei três decisões e ele [JHC] ganhou três desde que iniciou esse processo. Posso recorrer. A ação já está preparada, mas eu só vou tomar qualquer decisão quando voltar na sexta-feira”.

Sobre um possível entendimento com JHC, a secretária de Saúde de Palmeira dos Índios deixou a entender que pode acontecer, caso o deputado garanta que vai manter os diretórios dela. “Não sei. Vou conversar com o presidente nacional. Eu hoje tenho no estado 45 diretórios e ele tem 30. Vai manter meus diretórios? Precisa ter um entendimento. Então vamos aguardar”.

DECISÃO

Em contrapartida, JHC disse que foi restabelecida a ordem legal. “Como a alteração no comando local foi feita com respaldo na legislação e regramento interno do partido, restabeleceu-se a autonomia partidária”, disse o parlamentar em entrevista à reportagem da Tribuna Independente.

Para o deputado, foi corrigida uma injustiça e que com a decisão vai poder continuar fortalecendo o PSB em Maceió e interior para viabilizar uma alternativa viável em face do quadro que se apresenta para o próximo ano. “Na verdade demorou um pouco apenas para trasladar os autos entre a Justiça de Alagoas e a do Distrito Federal. Jamais houve qualquer dúvida técnica quanto à vitória”, informou o deputado.

Ao ser indagado sobre toda a confusão entre ele e Kátia Born, e se poderia haver um entendimento, JHC disse entender esse episódio com certa naturalidade.

“Todos são bem-vindos ao PSB Alagoas e serão tratados com o valor que a biografia e histórica política exigem. Evidentemente, estamos alinhados com um projeto nacional e quem quiser ajudar terá de acreditar nesse projeto”.

Uma das alternativas de Kátia Born e seu grupo é ingressar no PDT (Foto: Adailson Calheiros)

 

EMBATE

O embate político entre Kátia e JHC  teve início após o deputado federal ter sido escolhido para a presidência estadual do PSB. À época, a ex-prefeita de Maceió alegou ter sido vítima de um complô que a tiraria da presidência. Ainda no ano passado, em dezembro, para ser mais específico, a juíza Maria Valéria Lins Calheiros, titular da 5ª Vara Cível da Capital, determinou a suspensão da nomeação do deputado federal JHC à presidência da legenda, atendendo ao pedido de Kátia Born, que havia ingressado com uma ação anulatória com pedido de tutela antecipada.

PDT

Com o impasse político no PSB, Kátia Born, em recente entrevista à Tribuna, destacou que não há mais clima para permanecer no partido com JHC na presidência. Kátia disse ainda que se dedicou há mais de 30 anos à sigla. A atual secretária de Saúde de Palmeira dos Índios destacou ainda que, em caso de saída do PSB, seu destino pode ser o PDT, atualmente presidido pelo deputado federal Ronaldo Lessa. Kátia já manifestou vontade de se filiar ao PSOL, mas disse não ter tempo.

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<![CDATA[Teófilo pede compreensão do sindicato dos professores em Arapiraca]]> O prefeito de Arapiraca, Rogério Teófilo (PSDB) concedeu entrevista por telefone, na manhã desta terça-feira (25), ao radialista Ailton Avlis, que apresenta o programa Pajuçara na Hora, na Rádio Pajuçara FM de Arapiraca, e voltou a pedir a compreensão dos representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Alagoas (Sinteal).

Na manhã de ontem e nas primeiras horas da manhã desta terça-feira, os professores bloquearam a principal entrada do Centro Administrativo Municipal, como forma de sensibilizar o gestor a conceder a reposição salarial de 7,64% para a categoria.

Os professores estão há mais de 70 dias em greve, uma vez que o prefeito anunciou que só poderia repassar o reajuste de 2,33%.

"Estamos abertos ao diálogo e respeitando a lei. Solicitamos a intermediação do Ministério Público e da Justiça para, juntos, tentarmos encontrar uma solução legal para a reivindicação dos professores", declarou Teófilo, pedindo a compreensão dos sindicalistas.

Ainda de acordo com o prefeito, o bloqueio do acesso ao prédio do Centro Administrativo, em Arapiraca, está prejudicando a confecção da folha de pagamento do mês de julho dos servidores municipais, bem como o agendamento de consultas e exames na Secretaria de Saúde.

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<![CDATA[Produtores de leite levam a Renan pedido de apoio para unidade de Batalha]]> Na tarde desta segunda-feira (24), o senador Renan Calheiros (PMDB) se reuniu com produtores de leite de Alagoas para ouvir demandas da categoria, que, além de produzir para abastecer o mercado, opera o Programa do Leite em Alagoas. A reunião ocorreu na sede da Cooperativa de Produção Leiteira de Alagoas (CPLA), no Trapiche.

Os produtores pediram apoio de Renan junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, para a liberação de recursos para financiar a reabertura e funcionamento da Unidade de Beneficiamento do Leite (UBL) na cidade de Batalha, onde funcionava a antiga fábrica da Camila, fechada desde 2008.

Segundo o presidente da CPLA, Aldemar Monteiro, os equipamentos para funcionamento da UBL já estão garantidos, mas ainda há necessidade de créditos para aquisição de outros maquinários. Ele lembra que o Programa do Leite hoje abrange cerca de dois mil criadores familiares e garante uma produção de 40 mil litros de leite por dia em Alagoas.

A expectativa é de que, com a entrada em operação daUBL, possam ser gerados cerca de 300 empregos diretos e produzidos 180 mil litros de leite por dia, envolvendo diretamente a participação de quatro a cinco mil pequenos pecuaristas. O governo do Estado tem discutido uma linha de crédito para que a fábrica da antiga Camila seja reaberta.

Renan disse que levará o pedido a Brasília e se comprometeu a trabalhar para que as reivindicações dos produtores de leite alagoanos sejam avaliadas com atenção no ministério.

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<![CDATA[Acusações de Funaro podem ser usadas em inquérito contra Michel Temer]]> Mesmo antes de fechar um acordo de delação premiada, as acusações feitas em depoimento pelo empresário Lúcio Funaro contra Michel Temer podem ser usadas em inquérito que vai investigar o presidente por organização criminosa no Supremo Tribunal Federal (STF), conforme decisão tomada pelo juiz federal Vallisney de Sousa Oliveira a que a Reuters teve acesso.

Recentemente, em interrogatórios da ação penal a que responde, Funaro afirmou que Temer havia orientado a distribuição de 20 milhões de reais desviados de fundos públicos sob a guarda da Caixa Econômica Federal para bancar campanhas eleitorais. Disse ainda que o presidente sabia do pagamento de propina feito pela Odebrecht para conseguir contratos na Petrobras.

O empresário também implicou o ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima --ajudando até a levá-lo a uma prisão preventiva que virou domiciliar recentemente-- e o atual ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, em supostas irregularidades.

Temer, Geddel e Moreira já negaram publicamente envolvimento em ilícitos. Funaro destacou, em um dos depoimentos, que está interessado em firmar um acordo de colaboração premiada.

Na decisão de duas semanas atrás, a pedido do Ministério Público Federal, o magistrado autorizou o "compartilhamento e aproveitamento de provas produzidas" no processo a que Funaro responde para o inquérito do chamado PMDB da Câmara --que Temer será um dos alvos-- e em uma série de outras investigações cíveis ou criminais relacionados às operações Sépsis, Cui Bono, Greenfield e apurações conduzidas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ligadas ou não à Lava Jato.

Vallisney também concordou em repassar as informações para a Polícia Federal, o Tribunal de Contas da União, a Comissão de Valores Mobiliários, o Banco Central, a Caixa Econômica Federal, a Superintendência Nacional de Previdência Complementar, a Controladoria-Geral da União, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras e a Secretaria da Receita Federal, além de outros órgãos do próprio MPF e da PF que "venham a demandar o uso das provas compartilhadas".

Por decisão do ministro Edson Fachin, do STF, houve o fatiamento dos crimes envolvendo o presidente, que será investigado por formar organização criminosa em inquérito que envolve o grupo do PMDB da Câmara. Essa apuração já está aberta na corte desde outubro do ano passado e, agora, poderá ser instruída também com as declarações de Funaro.

Os depoimentos do empresário, prestados à PF, ocorreram ao mesmo tempo da retomada das tratativas dos advogados de defesa dele com a PGR a fim de firmar um acordo de delação premiada que deve ter, se for aceito, o próprio Temer como um dos principais alvos.

Funaro está preso há um ano na operação Lava Jato. Para acelerar as tratativas para fechar sua colaboração, ele foi transferido de um presídio em Brasília para a Superintendência da Polícia Federal na capital no dia 5 de julho e por lá deverá permanecer até a próxima sexta-feira. A expectativa de pessoas próximas a ele é tentar fechar a delação ainda no início de agosto.

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<![CDATA[Na AMA, Renan reforça seu compromisso com a pauta municipalista]]> Ao participar nesta segunda-feira, 24, da reunião semanal na Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), o senador Renan Calheiros (PMDB) reafirmou seu compromisso com as causas em defesa dos municípios e voltou a se colocar à disposição dos prefeitos, através da entidade alagoana ou da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), para defender no Senado as conquistas e reivindicações dos municípios brasileiros.

A reunião, que lotou o auditório da AMA, no bairro do Farol, em Maceió, que contou também com a presença de dirigentes e técnicos da CNM.

Renan recebeu pedidos de apoio para três importantes pontos da pauta municipalista: recursos da Repatriação para os municípios; a nova lei que dá aos municípios mais recursos do ISS e o parcelamento das dívidas previdenciárias das prefeituras. Segundo, o presidente da AMA e prefeito de Cacimbinhas, Hugo Wanderley, a pauta municipalista tem diversos projetos que tramitam na Câmara e no Senado e que, se aprovados, vão garantir fôlego financeiro aos gestores.

Renan destacou que um dos pontos que entravam o crescimento das receitas para os municípios é o sistema tributário brasileiro, que em sua avaliação é um dos mais complexos do mundo.

Calheiros colocou claramente que alterações no pacto federativo implicam em conflitos de interesse entre União, Estados e Municípios. “A queda na atividade econômica, o aumento do desemprego e o contingenciamento do orçamento da União favorecem a crise”, frisou.

Na avaliação do senador, o momento econômico e social do País é dramático. Sobre a MP que trata das dívidas previdenciárias, Renan afirmou que pretende conversar com o relator da comissão que analisa a proposta, senador Raimundo Lira (PB), para garantir a ampliação de prazo do pagamento dessas dívidas, hoje previsto para 200 meses.

“A prorrogação desse prazo é inevitável”, disse. Renan destacou a articulação que fez com os municípios quando presidente no Senado.

O senador defendeu que seja feita, por parte das entidades municipalistas, uma pressão nacional para melhorar as condições do parcelamento das dívidas previdenciárias dos municípios. 

“Observamos alguns avanços da pauta municipalista. Quando eu fui presidente pela primeira vez do Senado, conseguimos mais 1% no Fundo de Participação dos Municípios. Também fizemos a reforma do ISS; isso vai dar um incremento na arrecadação”, completou.

“Todos reconhecemos a importância do senador Renan para as conquistas que tivemos até agora no movimento municipalista, como os recursos extras que chegaram com a repatriação, o acréscimo do FPM, que salvou os municípios para que fechassem as contas neste momento de crise. Pedimos ainda que o senador interceda junto ao senador Raimundo Lira na questão do parcelamento do INSS dos municípios”, ressaltou Hugo Wanderley.

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<![CDATA[Investimento público pode regredir 15 anos no Brasil]]> O investimento público federal é hoje o retrato da deterioração fiscal brasileira.

Com arrecadação fraca e um Orçamento engessado, o governo foi obrigado a jogar o investimento —principal alvo dos cortes de gastos— no chão. Em todo o País, obras importantes de infraestrutura estão paradas por falta de recursos.

Diante disso, o Brasil caminha para fechar 2017 com a pior taxa de investimento dos últimos 15 anos.

Segundo levantamentos feitos por técnicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo pesquisador do Ibre/FGV Manoel Pires, nesse período a taxa de investimento governo federal atingiu seu nível mais baixo, de 0,3% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2003.

Ou seja: co Michel temer no poder, o Brasil regrediu 15 anos. 

As informações são de reportagem de Martha Beck, Manoel Ventura e Geralda Doca em O Globo.

 

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<![CDATA[Ministro dos Transportes usa assessoria do ministério para cuidar de suas redes pessoais]]>

O ministro dos Transportes, Maurício Quintella, utiliza, para operar suas redes sociais, funcionários contratados para cuidar da comunicação institucional do Ministério, segundo O Globo.

O contrato anual, de R$ 6,5 milhões, não prevê o gerenciamento de páginas pessoais. "Quintella acertou pessoalmente a participação da empresa contratada com verba pública para controlar e produzir conteúdo das suas redes." Mais: "Foi criado um perfil falso, de nome Maria Silva, para administrar o Facebook do ministro. Dessa forma, identidades de funcionários não ficariam expostas."

Quintella acertou pessoalmente a participação da empresa contratada com verba pública para controlar e produzir conteúdo para suas redes. Em 25 de maio, o ministro, que é deputado licenciado pelo PR de Alagoas, teve reunião no ministério para tratar do assunto. A reunião durou cerca de uma hora e meia e contou com a participação de funcionários da empresa FSB Comunicação. No encontro, ficou acordado como seria feito o serviço.

Quintella passou suas senhas, que fazem alusão a ele e à pasta, aos terceirizados vinculados à empresa. Foi criado um perfil falso, de nome Maria Silva, para administrar o Facebook do ministro. Dessa forma, identidades de funcionários não ficariam expostas. Maria, identificada por um desenho infantil, bloqueou informações e tem como amigo um coordenador da FSB.

A FSB Comunicação controla desde 2014 as redes institucionais da Secretaria de Aviação Civil (SAC), absorvida pelo Ministério dos Transportes no ano passado. O contrato teve três aditivos. O último, em 26 de março deste ano, estipulava um preço de mais de R$ 6,5 milhões e vale até 2018. O documento oficial não prevê administração, gestão ou produção de conteúdo para páginas pessoais do ministro.

No dia 24 de junho deste ano, um assessor da empresa de comunicação designado para atender o ministério viajou para Jericoacoara (CE) com Quintella, para a inauguração do aeroporto da cidade. A orientação dada no ministério era que esse funcionário se concentrasse nas redes de Quintella. Em vídeo no Facebook pessoal do ministro, Quintella elogiou o “paraíso” de Jericoacoara e prometeu entregar 50 aeroportos regionais até o fim do ano que vem, além de declarar uma meta de que todo brasileiro distante pelo menos 150 quilômetros de um aeroporto consiga viajar a cidades maiores e até para o exterior.

Procurada, a assessoria do Ministério, que é coordenada pela FSB Comunicação, negou que as redes do ministro sejam controladas por outra pessoa além do próprio ministro. “As redes sociais pessoais do ministro são de sua responsabilidade, não implicando em qualquer ônus para o ministério”, disse a pasta em nota. Em outra resposta, o ministério afirmou: “O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella Lessa, é quem administra suas redes sociais — Facebook, Instagram, Twitter e Snapchat — desde quando ainda era deputado federal”. Apesar da negativa, há registros das tratativas de Quintella para que a empresa assumisse o controle de suas redes sociais.

Antes de pedir os serviços pessoais à equipe da FSB contratada apenas para trabalhos institucionais, o ministro tinha redes com aspecto bastante pessoal e amador. A empresa chegou a produzir um estudo analisando o perfil das redes pessoais do ministro e apresentou sugestões para evitar impropriedades e dar tratamento homogêneo às várias plataformas. O estudo encontrou casos de erro ortográfico, duras respostas a críticas de internautas e fotos com familiares, além de uma fotografia em destaque que ainda o trazia como deputado.

“Mauricinho filho, só no governo do Temeroso tu seria Ministro”, provocou o internauta João Firmino Marinho nos comentários em 17 de março. No mesmo dia, o ministro rebateu: “Não, Joãozinho! Fui convidado pelos 'seus' para ser ministro, mas óbvio que não aceitei”. Nessa época, o conteúdo ainda não estava sob a responsabilidade da empresa contratada pelo ministério.

O GLOBO consultou outros ministérios chefiados por políticos e a resposta foi que a praxe é que o partido pague pela gestão das redes sociais pessoais dos ministros. É o caso de Gilberto Kassab (PSD-SP) no Ministério de Ciência e Tecnologia, e de Mendonça Filho (DEM-PE) na Educação. A assessoria de Kassab explicou que, como a rede é de caráter pessoal, o setor público não pode geri-la ou bancá-la, e que isso violaria o princípio constitucional da impessoalidade na gestão pública, já que a máquina estatal não pode ser usada em vantagem particular, como para fins eleitorais. Ou seja: sites do governo não podem promover a imagem do político no poder, e deve haver separação entre o público e o privado. A equipe de Mendonça Filho afirmou que a empresa empregada pelo ministério “nunca produziu nada para as redes do ministro”, que são custeadas pelo DEM.

Quintella está no quarto mandato de deputado federal. Líder do PR na Câmara, partido da base do governo petista antes do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, pediu licença da liderança para votar pelo afastamento de Dilma. Ele foi nomeado ministro dos Transportes no primeiro dia do governo interino de Michel Temer, em 12 de maio do ano passado. Em 2018, a representação na Câmara chega ao fim e ele deve se candidatar mais uma vez, especialmente após ter visibilidade chefiando um ministério ligado à infraestrutura, com condições de apresentar obras e investimentos.

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<![CDATA[Ministro Marx Beltrão desenvolve ações pelo Sertão de Alagoas]]> O ministro alagoano Marx Beltrão desenvolveu ações em agenda no município de Olho d'Água das Flores e participou, ao lado do povo sertanejo, de audiência pública sobre renegociação da dívida dos agricultores.

O pleito que se arrastava há 15 anos e agora pode ser quitado com até 95% de desconto, através da Lei 13.340, da qual Marx  foi  um dos relatores, esteve entre um dos temas principais do evento. 

Na solenidade, representantes dos bancos do Nordeste e do Brasil tiraram dúvidas e recolheram documentos de agricultores para adiantar encaminhamento das renegociações. O prazo para que os agricultores procurem os bancos se estende até o dia 31 de dezembro deste ano para quitação ou renegociação dos débitos com os referidos descontos, conforme vigência da lei. 

“Os pequenos produtores estão animados com essa grande conquista, já adiantam a renegociação e quitação. Pedimos a todos que avancem suas negociações, pois é quase que um perdão das dívidas. Novas linhas de créditos já estão disponíveis e o  homem do campo precisa voltar a produzir. O empenho da bancada nordestina foi de grande importância para tamanha conquista”, afirmou Marx. 

A renegociação da dívida rural vai beneficiar mais de 100 mil famílias de agricultores em Alagoas e mais de 1 milhão no Nordeste. A produção rural poderá voltar a fomentar a economia e proporcionar a retomada de investimentos no campo.

Água

Na comunidade do sítio Sucupira, em Olho d' Água das Flores, o ministro Marx, o prefeito Nen e o secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) Alexandre Ayres, entregaram o sistema de abastecimento de água, por meio do programa Água para Todos do governo federal.

São mais de 50 famílias beneficiadas com o consumo diário de água.  Através da Semarh, já foram garantidos mais de 400 poços perfurados e mais de 100 nascentes recuperadas nas regiões que mais precisam de água.

Agricultura Familiar

Ainda no Sertão alagoano o ministro cumpriu agenda, em  Olivença, ao lado do prefeito Zé Arnaldo, na entrega tratores e implementos agrícolas para ajudar na rotina dos agricultores familiares e elevar a produtividade no sertão.

A entrega de patrulha mecanizada faz parte de emenda parlamentar de autoria de Marx Beltrão, enquanto deputado federal.

Serão entregues 34 tratores a associações e municípios, através do Instituto de Inovação para o Desenvolvimento Rural Sustentável (Emater/AL), por meio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

“Nosso intuito é fortalecer a agricultura familiar nos municípios oferecendo maior assistência aos pequenos agricultores e fortalecer a atividade no campo. Quem vem do campo sabe a importância dessa valorização. Mais de 60% do que consumimos é produzido pelo pequeno agricultor e é nossa obrigação, em Alagoas e em Brasília, é defender as grandes bandeiras da agricultura familiar, como a renegociação das dívidas e o fortalecimento dos programas de aquisição de alimentos”, comentou o ministro.

Nesta primeira fase da entrega, receberam os tratores a Cooperativa dos Produtores de Laranja Lima de Santana do Mundaú (Cooplal), o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Piranhas; Cooperativa dos Produtores de Laranja Lima do Mundaú (Cooplal); Cooperativa Agropecuária e Industrial de Arapiraca (Capial); Cooperativa dos Produtores Rurais de Arapiraca (Cooperal); Associação de Agricultores de São Sebastião; Associação de Moradores do Sítio Nazário, de Penedo; Associação do Sítio Laje Grande, de Senador Rui Palmeira, e a Prefeitura de Olivença.

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