<![CDATA[ Tribuna Hoje - O portal de notícias que mais cresce em Alagoas ]]> <![CDATA[Líderes da UE adotam de forma unânime diretrizes para Brexit]]> Os líderes dos países-membros da União Europeia (UE), com a exceção do Reino Unido, aprovaram neste sábado (29), de forma unânime, as diretrizes para negociar a saída dos britânicos do bloco comunitário, disse o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk. A informação é da Agência EFE.

"As diretrizes foram adotadas unanimemente. O mandato político firme e claro dos 27 países da UE para as negociações do Brexit está preparado", indicou Tusk pelo Twitter, pouco depois do início do Conselho Europeu em Bruxelas.

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, destacou por sua vez a "unidade" existente entre os Estados-Membros e frisou que as diretrizes foram aprovadas "em menos de 15 minutos."

Com a aprovação de hoje, os governantes dos países da UE dão sinal verde ao "conjunto de posições e princípios que a UE seguirá ao longo de toda a negociação", de acordo com o texto adotado, no qual o bloco acrescentou que essas diretrizes poderão ser atualizadas durante as negociações, se for necessário.

Em particular, os líderes dos 27 países reiteraram o princípio de que a UE negociará "unida" e que manterá essa unidade ao longo das negociações, agindo " com o objetivo de alcançar um resultado que seja justo e equitativo para todos os Estados-Membros e que vai de acordo com o interesse de seus cidadãos".

Além disso, os 27  líderes decidiram que a negociação acontecerá "em fases", que se concentrará num primeiro período em resolver "a saída do Reino Unido da UE" e em oferecer com toda a certeza e clareza jurídica, em particular aos cidadãos, as informações sobre os efeitos imediatos da saída dos britânicos da UE.

Uma vez que o Conselho Europeu considerar que existe "progresso suficiente" na primeira fase para o objetivo de alcançar um acordo satisfatório sobre os passos para "uma saída ordenada" do Reino Unido, será possível avançar para a segunda fase.

Nela, será preciso alcançar um "entendimento sobre o marco da futura relação" entre os 27  países e Londres.

Como primeira prioridade, os 27 líderes determinaram hoje os direitos dos cidadãos, tantos europeus no Reino Unido como britânicos em território comunitário.

Nesse contexto, os líderes dos 27 disseram que as partes devem chegar a um consenso sobre "garantias recíprocas para proteger o status e os direitos" derivados da legislação europeia.

Estas garantias "devem ser efetivas e completas, e devem incluir o direito a adquirir a residência permanente depois de um período continuado de residência legal de cinco anos", uma novidade que não figurava na minuta das diretrizes.

O texto menciona também a necessidade de encontrar soluções "imaginativas" para evitar a criação de uma fronteira "dura" entre Irlanda e Irlanda do Norte.

Além disso, as diretrizes deixam claro que depois que o Reino Unido deixar a UE, nenhum acordo entre os 27 e esse país poderá ser aplicado ao território de Gibraltar sem um pacto entre Madri (Espanha) e Londres.

Por outro lado, as diretrizes incluem uma referência à necessidade de resolver "com rapidez" a futura localização das agências europeias que se encontram no Reino Unido, ou seja, a Agência Europeia de Medicamentos e a Autoridade Bancária Europeia, que deixarão Londres após o Brexit.

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<![CDATA[Angela Merkel diz ter bom relacionamento com Donald Trump]]> A chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou hoje (29) que ela e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, construíram uma "boa relação de trabalho", apesar de algumas farpas trocadas no ano passado, que aumentaram os temores de danos à parceria entre os dois países. As informações são da agência Reuters.

"O presidente Trump e eu desenvolvemos uma boa relação de trabalho, o que não descarta ter pontos de vista diferentes", disse Merkel ao grupo de jornais RedaktionsNetzwerk Deutschland (RND).

"Quando falamos um com o outro, por exemplo, tratamos de desenvolver uma estratégia comum para o conflito na Ucrânia ou para a horrível guerra na Síria. E também sobre a luta contra o terrorismo ou a desastrosa situação humanitária no Iêmen – todos estes conflitos estão às portas da Europa", disse a chanceler.

"Se quisermos resolver esses problemas, se quisermos ajudar as pessoas, precisamos de um forte envolvimento dos Estados Unidos", disse ela.

Em sua campanha eleitoral de 2016, Trump menosprezou Merkel por permitir que mais de um milhão de refugiados da Síria, do Oriente Médio e do Afeganistão entrassem em seu país, dizendo que ela estava "arruinando a Alemanha" com essas políticas. Ele também criticou o grande superávit comercial da Alemanha e ameaçou impor tarifas aduaneiras.

Depois que Trump ganhou a eleição, Merkel o felicitou, mas ressaltou a importância da democracia e a necessidade de respeitar a dignidade das pessoas, independentemente de sua origem, cor da pele, religião, gênero, orientação sexual ou opiniões políticas.

Merkel encontrou-se com Trump pela primeira vez em março – um encontro acompanhado de perto por governos ao redor do mundo para pistas sobre a aliança transatlântica que ajudou a moldar a ordem global do pós-guerra. Trump e Merkel apertaram as mãos quando ela chegou à Casa Branca, mas não o fizeram no Salão Oval.

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<![CDATA[Trump diz que Kim Jong-un desrespeitou China com novo lançamento de míssil]]> O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nessa sexta-feira (28) que o líder norte-coreano, Kim Jong-un, com seu novo teste de míssil balístico  faltou com respeito à China. A informação é da Agência EFE.

"A Coreia do Norte não respeitou os desejos da China e nem do presidente do país  (Xi Jinping) quando lançou ontem, embora sem sucesso, um míssil", disse Trump, em uma mensagem por meio do Twitter.

Pyongyang fez às 5h30 (horário local, 17h30 de Brasília) um novo teste de um míssil balístico que aparentemente explodiu minutos depois de seu lançamento, segundo fontes militares sul-coreanas e americanas.

Washington pediu a China para ajudar Pyongyang à mesa de negociação, sem descartar uma ação militar.

No início deste mês, Pequim pediu "prudência" para todas as partes, após outro lançamento de míssil balístico feito pela Coreia do Norte.

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<![CDATA[Papa Francisco rejeita "extremismo" em missa com minoria católica egípcia]]> O papa Francisco disse neste sábado (29) no Cairo, diante de milhares de pessoas, em sua maioria fiéis da comunidade católica egípcia, que Deus rejeita o extremismo e o único que permite é o da "caridade". A informação é da Agência EFE.

Em seu segundo e último dia de visita ao Egito, o pontífice celebrou missa em um estádio da capital, sob forte esquema de segurança, para tentar evitar ataques de radicais islâmicos.

Área próxima ao local da missa foi palco, em 2015, da morte de 20 pessoas que assistiam a uma partida de futebol. As mortes ocorreram por causa da aglomeração no evento, embora várias organizações não governamentais tenham dito que a polícia contribuiu com o desastre ao lançar gás lacrimogêneo.

"Deus só gosta da fé professada com a vida, porque o único extremismo que Ele permite aos crentes é o da caridade", disse o papa durante a homilia.

"Qualquer outro extremismo não vem de Deus", acrecentou Francisco, diante de uma plateia a quem pediu que não tenha "medo de amar a todos, amigos e inimigos, pois o amor é a força e o tesouro do crente".

As palavras do papa foram ditas quando se completam exatamente 20 dias dos ataques terroristas contra igrejas coptas no Norte do Egito. Quarenta e seis pessoas morreram e, no dia seguinte, líderes religiosos, em sua maioria muçulmanos, pediram o fim da violência.

Antes do início da missa, o pontífice saudou o público, quando estava em um carro que deu a volta no estádio. Segundo informações da agência oficial egípcia Mena, havia cerca de 25 mil fiéis assistindo a celebração.

No veículo, Francisco estava acompanhado do Patriarca Católico Copta, Ibrahim Isaac Sedrak.

"A verdadeira fé é a que nos torna mais caridosos, mais misericordiosos, mais honestos e mais humanos. É a que anima os corações, que nos leva a amar a todos gratuitamente, sem distinção e sem preferências", disse o papa.

A missa é o principal evento do dia, dedicada especialmente à comunidade católica no Egito, grupo religioso de apenas 200 mil pessoas em um país onde a maior parte dos quase 90 milhões de habitantes é  muçulmana.

O primeiro dia da visita do papa ao Egito foi dedicado principalmente a encontros com líderes religiosos muçulmanos e da comunidade copta ortodoxa, além de uma conferência internacional da paz.

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<![CDATA[Coreia do Norte lança míssil, mas teste falha, diz Seul]]> A Coreia do Norte fez um novo teste de míssil balístico nesta sexta-feira (28) que "aparentemente falhou", segundo informa a agência de notícias sul-coreana Yonhap.

Autoridades dos Estados Unidos confirmaram o lançamento de um míssil "não identificado". Um comunicado do Comando dos EUA no Pacífico afirma que o míssil não chegou a deixar o território norte-coreano e que o disparo partiu de um ponto próximo da base aérea de Pukchang.

"A Coreia do Norte disparou um míssil não-identificado de um local nas proximidades de Bukchang, em Pyeongannam-do, na direção nordeste em torno das 5h30 (horário local) de hoje", diz um comunicado do Exército da Coreia do Sul. "Estima-se que [o teste] tenha falado", acrescenta.

A nota afirma também que os militares estão atentos em relação a mais provocações pelo país vizinho e mantêm uma postura de defesa. A autoridade americana ouvida pela AFP diz que o míssil "foi de um tipo desconhecido e não representa ameaça".

Minutos depois de a Casa Branca confirmou estar ciente do teste, o presidente americano Donald Trump comentou em sua conta no Twitter: "A Coreia do Norte desrespeitou os desejos da China e de seu presidente altamente respeitado quando lançou, embora sem sucesso, um míssil hoje. Ruim!".

O último teste feito pelo pela Coreia do Norte, há mais de 10 dias, falhou. O país asiático, que já realizou 5 testes nucleares com sucesso nos últimos meses, quer desenvolver um míssil intercontinental capaz de atingir os EUA.

A ameaça do programa nuclear da Coreia do Norte foi tema de uma reunião do Conselho de Segurança da ONU nesta sexta em Nova York. Nela, o secretário de Estado americano, Rex Tillerson, afirmou que "todas as opções devem permanecer sobre a mesa" contra a Coreia do Norte, enquanto China e Rússia advertiram os EUA a não ameaçar usar a força militar.

Sanções

O governo Trump pode responder ao novo teste acelerando seus planos para novas sanções dos Estados Unidos contra Pyongyang, incluindo possíveis medidas contra entidades norte-coreanas e chinesas, disse uma autoridade dos EUA à Reuters nesta sexta-feira.

Com a Coreia do Norte agindo em desafio às pressões dos Estados Unidos e da principal aliada norte-coreana, a China, Washington também poderia conduzir novos exercícios navais e colocar mais navios e aeronaves na região como uma demonstração de força, afirmou a fonte, falando sob condição de anonimato.

"É possível que algo possa ser acelerado", disse a autoridade sobre a possibilidade de impor novas sanções unilaterais contra a Coreia do Norte. "Algo que está pronto poderia ser retirado de um pacote maior."

Tensão

O programa nuclear da norte-coreano provoca tensão com os seus vizinhos e com os EUA, que enviaram um grupo aeronaval americano, incluindo o porta-aviões 'USS Carl Vinson' e um submarino com mísseis guiados, para a península da Coreia. O país também começou a transferir partes do sistema antimíssil THAAD para o sul da Coreia do Sul.

A Coreia do Norte realizou na última terça-feira um grande exercício de tiros artilharias de longo alcance em sua costa leste. No dia seguinte, EUA e Coreia do Sul realizaram exercícios militares com fogo real perto da fronteira.

Em um desfile desfile militar no "Dia do Sol" -- data do nascimento do líder fundador da dinastia, Kim Il-Sung, avô do atual líder --, a Coreia do Norte exibiu o que poderiam ser novos mísseis intercontinentais ou protótipos, e um míssil balístico que Pyongyang testou com sucesso em agosto, segundo vários analistas.

Em entrevista à Reuters na quinta-feira, Trump disse que um "grande, grande conflito" com a Coreia do Norte é possível devido a seus programas nuclear e de mísseis.

O vice-chanceler da Rússia, Gennady Gatilov, alertou nesta sexta que o uso da força seria "completamente inaceitável".

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<![CDATA[Coreia não voltará atrás enquanto ameaçada, diz Rússia aos Estados Unidos]]> A Rússia afirmou nesta sexta-feira que a Coreia do Norte não deixará seu programa nuclear enquanto for ameaçada pela presença militar dos Estados Unidos na região e se mostrou totalmente contrária ao uso da força contra o país asiático.

“Todos devem saber que a Coreia do Norte não renunciará às armas nucleares enquanto houver uma ameaça direta contra sua segurança. E isso é precisamente o que os norte-coreanos enxergam nas manobras militares a grande escala dos Estados Unidos”, disse o vice-ministro russo de Assuntos Exteriores, Guennadi Gatilov.

O responsável russo insistiu que a presença americana no Extremo Oriente, incluído o escudo antimísseis que começou a desdobrar na Coreia do Sul, escava o “equilíbrio militar” na região e é um elemento de “desestabilização”.

Gatilov deixou claro que seu país condena as provocações norte-coreanas, mas insistiu que a possibilidade de usar a força contra o país asiático é “inaceitável”.

“A retórica combativa junto com uma posição de força insensata levou o mundo a se perguntar se vai haver ou não a guerra”, lamentou.

O vice-ministro russo se pronunciou assim em um discurso perante o Conselho de Segurança da ONU, onde hoje os Estados Unidos defenderam a necessidade de aumentar a pressão sobre o governo norte-coreano e se mostrou disposto a utilizar meios militares se fosse necessário para responder a ações do regime norte-coreano.

Gatilov avisou que, nessa situação de tensão, um “mal entendido” pode ter graves consequências e pediu moderação e diálogo.

Para a Rússia, a saída para a situação da Coreia do Norte acontece por negociações e defendeu nesse sentido as propostas de China para que o país asiático suspenda seus testes armamentísticos com a condição de que EUA e Coreia do Sul deixem suas manobras militares.

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<![CDATA[Trump diz a defensores de armas que eles têm um 'amigo' na Casa Branca]]> O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assegurou nesta sexta-feira (28) a integrantes da Associação Nacional do Rifle (NRA, na sigla em inglês), o maior grupo de pressão em favor da posse de armas no país, que eles têm um "amigo" na Casa Branca, e prometeu que jamais agirá contra o direito ao porte de armas. As informações são da agência EFE.

"O ataque dos últimos oito anos contra os seus direitos, protegidos pela Segunda Emenda (da Constituição dos EUA), chegou a um final surpreendente. Vocês têm agora um amigo na Casa Branca", garantiu Trump em um discurso na convenção anual da NRA na cidade de Atlanta, no estado da Geórgia.

"Eu lhes prometo que, como presidente, jamais vou interferir no direito das pessoas de possuir e portar armas. A liberdade não é um presente do governo, é um presente de Deus", acrescentou o chefe de Estado.

Trump é o primeiro presidente a discursar na reunião anual da NRA desde Ronald Reagan em 1983, um fato que o magnata destacou com orgulho, enquanto se vangloriava do apoio público que esse poderoso grupo de pressão lhe concedeu durante a campanha eleitoral em 2016.

"Vocês me apoiaram, e eu vou apoiá-los agora", frisou o governante americano, que neste sábado (29) completa 100 dias no poder. Trump pediu aos presentes que se mantenham "atentos" àqueles que querem atacar o direito de portar armas.

"Quando alguém proíbe as armas, (o resultado é que) apenas os criminosos estarão armados", defendeu Trump, ao assegurar que "a propriedade responsável de armas salva vidas". Além disso, Trump argumentou que seu governo "agiu rapidamente para restaurar algo que importa muito aos proprietários de armas: a aplicação da lei", mediante um apoio "claro" aos policiais e agentes da ordem.

MS-13

O presidente dos EUA destacou, em particular, a política de tolerância zero declarada por seu governo contra o grupo Mara Salvatrucha (MS-13), uma organização criminosa que surgiu nas ruas de Los Angeles, na Califórnia, e que ganhou força na América Central, especialmente em El Salvador.

"Sabem o que é a MS-13, não? As coisas já não são agradáveis para eles. Vamos tirá-los daqui, não é verdade? Fora daqui", disse Trump.

A posição do magnata republicano sobre o controle de armas contrasta fortemente com a articulada pelo ex-presidente Barack Obama, que afirmou em várias ocasiões que uma de suas maiores frustrações era não ter conseguido fazer nada para evitar as mortes de inocentes nos episódios violentos envolvendo massacres com armas de fogo que ocorrem com regularidade nos EUA.

Obama promoveu, em 2013, medidas para o controle de armas, mas o Congresso sequer aprovou a iniciativa que gerava mais consenso no país, a verificação de antecedentes dos compradores, devido, em parte, à grande influência política da NRA.

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<![CDATA[Menina que nasceu com três pernas anda e corre normalmente após cirurgia]]>

Uma criança que nasceu com três pernas - porque partes do corpo de um gêmeo tinham crescido dentro dela - deve retornar para a casa nesta sexta-feira (28) depois de passar por uma cirurgia rara e complexa na Austrália, que permitiu que ela passasse a andar e correr normalmente, segundo seus médicos.

Especialistas de Bangladesh tinham avaliado que Choity Khatun, de 3 anos, tinha poucas chances de sobreviver até que ela foi levada a Melbourne, no ano passado, pela organização beneficente Children First Foundation.

Lá, uma equipe de cirurgiões passou vários meses desenvolvendo um procedimento para reconstruir sua anatomia. "Um gêmeo tinha crescido a partir de sua pélvis, mas era apenas parte de um gêmeo... O problema é que não há regras para isso porque ela é um indivíduo muito único, então é preciso trabalhar com o que está ali", disse Chris Kimber, cirurgião pediátrico do Hospital Pediátrico Monash.

"Quando Choity chegou à Austrália, ela estava malnutrida, não conseguia andar de forma adequada", disse Kimber.

Trabalhando em colaboração com especialistas da Europa e Estados Unidos, os cirurgiões planejaram um procedimento que envolveu remover o restante da terceira perna (parte já tinha sido amputada em Bangladesh) e também remover, desconectar e reconectar outros órgãos.

 A condição de Choity signfica que partes do corpo de um gêmeo se desenvolveu em seu períneo, área entre o ânus e a vulva. Cirurgiões gastaram muitas horas examinando a criança sob anestesia e descobriram que ela tinha dois retos, dois anus, duas vaginas e dois úteros.

A cirurgia, que Kimber afirmou ser "extremamente rara", foi feita em novembro e envolveu oito médicos especialistas em reconstrução genital e pélvica. O procedimento levou 8 horas.

"Levamos três ou quatro meses pensando sobre isso, apresentando para os médicos, pegando ideias ao redor do mundo e, com base em opiniões de todo o mundo, conseguimos chegar a algo que claramente funciona", acrescentou.

"Ela está muito bem", afirmou.

A menina também é parcialmente cega, mas um oftalmologista avaliou que sua visão não poderia ser melhorada. Apesar disso, ela tem visão suficiente para andar e correr como outras crianças, para a alegria de sua mãe de 22 anos.

"Tudo está bem agora... ela pode brincar como qualquer outro bebê", disse Shima Khatum a um canal de televisão nesta quinta-feira, acrescentando que ela estava ansiosa para voltar para sua vila próxima de Dhaka com sua filha e reencontrar seu marido.

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<![CDATA[Ator do filme 'Desafio no gelo' é encontrado morto aos 35 anos]]> Michael Mantenuto, que interpretou Jack O'Callahan no filme "Desafio no gelo" (2004), da Disney, foi encontrado morto na segunda-feira (24) em Washington (EUA), informa a imprensa americana nesta quinta (27). Segundo a revista "People", a morte foi oficialmente considerada um suicídio.

O ator tinha 35 anos. De acordo com o site TMZ, ele foi encontrado morto em seu carro, na cidade de Des Moines. Um médico legista afirmou à publicação que Mantenuto atirou contra si mesmo com uma arma de fogo.

Mantenuto atuou ao lado de Kurt Russell no filme esportivo da Disney sobre a vitória da equipe de hóquei dos Estados Unidos contra o time da União Soviética em 1980. Além de "Desafio no gelo", ele trabalhou em outros dois filmes: "Dirtbags", feito para TV, e "Profissão surfista" (2008).

O ator deixa a mulher, Kati, e dois filhos, Ava e Leo.

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<![CDATA[China vê 'mudança de tom' dos EUA para com a Coreia do Norte]]> Pela primeira vez, desde o acirramento das tensões na península da Coreia, a China afirmou ter notado uma maior disposição ao diálogo por parte dos Estados Unidos para tentar solucionar o conflito com a Coreia do Norte. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Gen Shuang, afirmou hoje (27), em uma conferência de imprensa, que o governo da China tem observado que os EUA sinalizam para a possibilidade de uma resolução pacífica do impasse.

“Queremos parabenizar os Estados Unidos [...], porque temos observado que altos funcionários do governo americano apresentam mensagens positivas e com um tom favorável à resolução pacífica”, afirmou. E acrescentou: “Esperamos e acreditamos que todas as partes envolvidas tenham notado esta diferença [...]. O diálogo é o único meio correto para resolver o problema na Península”, disse Shuang.

Diplomatas e altos representantes dos EUA, Coreia do Sul e Japão têm se reunido em Seul na tentativa de encontrar uma saída pacífica e diplomática para a questão. Diplomatas americanos envolvidos na articulação disseram a agências de notícias internacionais na capital sul-coreana que Washington tenta, paralelamente, três frentes: diplomática, econômica e militar.

A mensagem da China foi a primeira declaração um pouco mais otimista desde o início da escalada de agressões entre os Estados Unidos e a Coreia. O país asiático demostrou irritação após a visita do vice-presidente Mike Pence, que deixou a Ásia na semana passada com um discurso que refletia, naquele momento, uma indisposição do governo americano de dialogar. “Não temos o que negociar. Só queremos ouvir que a Coreia do Norte abandonou seu programa nuclear”, comentou Pence.

Sanções

Também nessa quinta-feira, após reunir 100 senadores e a alta cúpula Executiva, a Casa Branca disse em um comunicado que estava estudando “sanções sobre a Coreia do Norte”, mas não afirmou categoricamente que o faria. Já há sanções econômicas dos EUA contra a Coreia, uma vez que o comércio geral está proibido com o país asiático. Mas Washington tem outras opções punitivas. O governo Trump, poderia, por exemplo, inserir o país na lista de “países terroristas”.

Amanhã (28), o Conselho de Segurança da ONU terá uma reunião extraordinária presidida pelo secretário de Estado americano, Rex Tillerson, para discutir a tensão na península.

Do ponto de vista militar, os exercícios coordenados pelos Estados Unidos e aliados (Japão e Coreia do Sul) na região, continuam. Além disso, segundo o Pentágono, o sistema de defesas antimísseis que os EUA estão instalando na Coreia do Sul, deverá ficar pronto nos próximos dias.

Na madrugada de hoje, foram realizados testes pelo Exército americano com um míssil intercontinental de longo alcance, que foi lançado na área de testes das Ilhas Marshall, no Oceano Pacífico. Antes de atingir a meta, o míssil percorreu 6.800 quilômetros.

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