<![CDATA[ Tribuna Hoje - O portal de notícias que mais cresce em Alagoas ]]> <![CDATA[Genro de Donald Trump detalha contatos com russos e nega conluio]]> Jared Kushner, genro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e um dos principais assessores da Casa Branca, detalhou quatro reuniões que teve no ano passado com autoridades da Rússia em um comunicado no qual ainda disse que "não conspirou" com Moscou durante a campanha eleitoral norte-americana de 2016.

Kushner, que se reuniu a portas fechadas com membros do Comitê de Inteligência do Senado, emitiu um comunicado por escrito antes da sessão que forneceu o relato mais completo até o momento de seus contatos com autoridades russas durante a campanha e a transição presidencial.

Empresário como seu sogro, Kushner se descreveu como um novato na política quando se tornou um dos principais assessores da campanha de Trump, e que muitas vezes estava tão atarefado com telefonemas e emails que suas lembranças de alguns encontros são um tanto nebulosas.

"Eu não conspirei, nem sei de ninguém na campanha que tenha conspirado com qualquer governo estrangeiro", disse. "Não tive contatos impróprios. Não contei com fundos russos para financiar minhas atividades empresariais no setor privado."

O Comitê de Inteligência do Senado é um de vários organismos do Congresso investigando a questão russa, além de um inquérito federal criminal a cargo do conselheiro especial Robert Mueller.

Falando na Casa Branca após a reunião, Kushner disse que todas as suas ações foram apropriadas e ocorreram durante "uma campanha muito incomum".

Kushner disse que Trump derrotou sua rival democrata, Hillary Clinton, em novembro de 2016 porque realizou uma "campanha mais inteligente", e que insinuar outra coisa "ridiculariza aqueles que votaram nele".

O presidente republicano, que afirmou que a apuração sobre a Rússia tem motivação política, reagiu com força às investigações nesta segunda-feira no Twitter.

Trump vem sendo assolado por alegações de que seus assessores de campanha trabalharam com a Rússia, que agências de inteligência dos EUA acusaram de interferir na eleição.

Moscou negou qualquer interferência, e Trump diz que sua campanha não conspirou com Moscou.

Kushner estava acompanhado do proeminente advogado de casos de colarinho branco Abbe Lowell para a reunião com membros do Senado, que durou cerca de duas horas e meia.

Em seu comunicado, Kushner disse que se encontrou com o embaixador russo Sergei Kislyak em Washington pela primeira vez em abril de 2016 e trocou um aperto de mãos. Ele afirmou não se lembrar de telefonemas com Kislyak entre abril e novembro do mesmo ano, como noticiado pela Reuters em maio, não ter encontrado indícios das ligações em registros telefônicos e duvidar que elas tenham ocorrido.

Kushner contou ainda que após a eleição, em 13 de dezembro de 2016, se encontrou com Sergei Gorkov, presidente do banco estatal russo Vnesheconombank, por insistência de Kislyak e por ele ter uma "relação direta" com o presidente russo, Vladimir Putin, mas que "nenhuma questão de política de governo específica" foi debatida.

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<![CDATA[Farc anunciam que serão partido político a partir de 1º de setembro]]> As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) anunciaram nesta segunda-feira (24) que se transformarão em partido político a partir do próximo dia 1º de setembro, segundo uma determinação tomada pelo Plenário do Estado Maior do grupo, reunido em Bogotá. A informação é da agência EFE.

"Em 1º de setembro estaremos lançando publicamente o novo movimento politico", disse o guerrilheiro de codinome Carlos Antonio Lozada, membro do Estado Maior das Farc, em uma coletiva de imprensa.

No encontro realizado, o ex-grupo guerrilheiro procurou traçar os alinhamentos para formar o seu partido politico e definir os candidatos que disputarão futuras eleições.

 

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<![CDATA[Ataque com serra elétrica deixa feridos na Suíça, diz imprensa]]>

Um ataque em Schaffhausen, na Suíça, deixou ao menos cinco feridos, na manhã desta segunda-feira (24). Dois dos feridos estão em estado grave. O autor do ataque estava armado com uma serra elétrica, segundo relatos da imprensa internacional, mas a polícia não confirmou a informação.

A polícia afirmou que o incidente não foi considerado um ato de terrorismo e que o autor do ataque invadiu um prédio comercial. O suspeito já foi identificado, mas não teve sua identidade divulgada. Segundo a agência Reuters, ele fugiu da cena do crime em um carro com placas da Suíça.

A polícia fechou o centro de Schaffhausen, pequena cidade do norte de Zurique, perto da fronteira com a Alemanha.

Em um webcast do jornal suíço “Blick”, uma porta-voz disse que a polícia procurava um suspeito. Um grande contingente policial foi deslocado para a cena do crime, assim como serviços de emergência, para socorrer as vítimas.

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<![CDATA[Inundações matam 50 pessoas na Índia e causam danos a 2 milhões]]> Pelo menos três pessoas morreram e outras 200 mil foram afetadas pelas inundações que castigam, há dois dias, o oeste da Índia, onde persistem fortes chuvas. "Até agora há três mortos e 10.000 evacuados, três distritos foram afetados", indicou hoje à Agência EFE um porta-voz da Autoridade de Gestão de Desastres do estado indiano de Gujarat.

O porta-voz detalhou que os serviços de emergências já resgataram 5.051 pessoas e que as operações de resgate continuam na região, onde se mobilizaram efetivos da força aérea indiana.
O Departamento Meteorológico da Índia alertou hoje que algumas áreas do estado de Gujarat ainda sofrerão durante os próximos três dias de chuvas "fortes ou muito fortes".

Nas últimas seis semanas mais de 50 pessoas já morreram e quase dois milhões se viram afetadas pelas inundações e chuvas caídas no nordeste da  Índia, especialmente no estado de Assam.

O país asiático se encontra sob os efeitos das monções, época do ano marcada por intensas precipitações, que costumam se estender até setembro. Estes incidentes meteorológicos são habituais no sul da Ásia na época das monções, sobretudo entre julho e agosto, quando costumam deixar centenas de mortos e milhões de afetados na região.

 

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<![CDATA[Trump apoia lei para aumentar sanções contra Rússia, afirma Casa Branca]]>

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apoia um projeto de lei anunciado neste sábado (22) pelas duas câmaras do Congresso americano para aumentar as sanções à Rússia, devido em parte à sua suposta ingerência nas eleições do país, disse neste domingo (23) a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders.

"Apoiamos o projeto de lei tal e como está agora", afirmou Sanders em uma entrevista à emissora de televisão ABC News. A Casa Branca tinha se oposto a uma versão anterior do mesmo projeto, principalmente porque o plano limitava a capacidade de Trump de suspender as sanções à Rússia.

O novo projeto de lei, que inclui também novas sanções ao Irã e à Coreia do Norte, mantém esse limite: se Trump quiser suspender as restrições ou fazer mudanças "significativas" na política para a Rússia, deverá informar ao Congresso e este teria 30 dias para decidir se lhe permite fazê-lo.

O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, também advertiu no mês passado que aumentar as sanções a Moscou complicaria seu esforço para endireitar as relações com a Rússia, e instou os legisladores a dar "flexibilidade" a Trump para desenvolver sua política exterior.

'Duras sanções'

No entanto, Sanders assegurou neste domingo que o governo de Trump "apoia ser duro com a Rússia e, em particular, impor estas sanções". "A legislação original estava mal concebida, mas pudemos trabalhar com a Câmara de Representantes e o Senado, e a Administração está satisfeita de ter podido fazer isso e ter feito mudanças que eram necessárias", destacou a porta-voz.

"Seguiremos trabalhando com a Câmara e o Senado para impor essas duras sanções à Rússia até que se resolva a situação na Ucrânia, algo que, por enquanto, não ocorreu", acrescentou.

O novo texto, que será votado na terça-feira (25) na Câmara e pouco depois no Senado, imporia sanções à Rússia não só pela sua interferência nas eleições presidenciais de 2016, mas também por sua atividade militar no leste da Ucrânia e sua anexação da península ucraniana da Crimeia em 2014.

A votação será feita sob um procedimento expresso reservado para projetos de lei que contam com muito respaldo, e se espera que seja aprovado por uma maioria de dois terços em ambas câmaras, um apoio suficientemente amplo para invalidar qualquer veto que Trump pudesse decidir impor sobre a legislação.

A Casa Branca parece ter decidido que, ainda se Trump mantiver sua capacidade de veto, não lhe conviria fazê-lo em um momento em que há investigações abertas do FBI e do Congresso sobre os seus supostos laços com a Rússia.

Quanto ao Irã, o projeto de lei impõe sanções financeiras e proíbe a entrada nos EUA de pessoas implicadas no programa de mísseis balísticos de Teerã e daqueles que negociem com eles. A lei também obrigaria o governo americano a aplicar sanções à Guarda Revolucionária do Irã por seu "apoio do terrorismo" e a sancionar violadores de direitos humanos.

Por último, o projeto proibiria a entrada nos Estados Unidos de bens produzidos graças a trabalhos forçados na Coreia do Norte, e vetaria a chegada a portos americanos de barcos norte-coreanos ou provenientes de países que não implementem as resoluções da ONU contra Pyongyang.

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<![CDATA[Oito pessoas mortas são encontradas dentro de caminhão no Texas]]>

Oito pessoas foram encontradas mortas e 20 feridas dentro de um caminhão estacionado em San Antonio, no Texas (EUA), informou neste domingo (23) a polícia local, que se referiu ao fato como um caso de tráfico de pessoas.

Todas as vítimas eram jovens e adultos entre 20 e 30 anos, disse o chefe da polícia de San Antonio, William McManus, em entrevista coletiva. Os feridos foram hospitalizadas, alguns em estado crítico

O motorista do caminhão foi detido, afirmou o agente. O veículo foi encontrado graças a um funcionário de um grande armazém local, que resolveu ligar para a polícia quando uma pessoa que estava em um caminhão de carga estacionado se aproximou para pedir-lhe água.

"O funcionário voltou com a água, chamou a polícia e, quando chegamos, encontramos oito pessoas mortas na parte traseira do veículo", contou McManus, acrescentando que "havia pelo menos 38 pessoas dentro do caminhão".

O policial explicou que, entre os 20 feridos, havia alguns em "estado crítico ou muito grave" e que estes tinham sido levados de helicópteros a diversos hospitais próximos. O chefe de bombeiros de San Antonio, Charles Hood, disse na mesma coletiva de imprensa que o ar condicionado do veículo não funcionava e não havia água.

"Estavam muito quentes ao tato", disse Hood sobre as vítimas, sem detalhar por quanto tempo o caminhão ficou estacionado em San Antonio. McManus explicou que a Polícia considera o caso "um crime de tráfico de pessoas" e que "o Departamento de Segurança Nacional está envolvido na investigação".

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<![CDATA[Por abuso de menores, ex-empreiteiro do Pentágono pega prisão pertétua]]> Um homem que trabalhou como empreiteiro para o Pentágono foi condenado a prisão perpétua por tráfico e abuso de menores, meninas com as quais entrou em contato enquanto esteve em uma base dos Estados Unidos em Honduras, informou a imprensa americana neste sábado (22).

Em audiência realizada nesta sexta-feira em Miami, o juiz federal Robert N. Scola Jr. impôs a pena a Christopher Rennie Glenn, de 37 anos, que em março passado foi considerado culpado por diversos crimes que vão desde exploração sexual e abuso de menores a posse de pornografia infantil.

Glenn, que pediu para depor em espanhol no julgamento, ainda que tenha o inglês como língua materna, tentou se defender, mas depois desistiu. O ex-empreiteiro cumpre atualmente uma pena de 10 anos de prisão por roubo de segredos militares e de inteligência, segundo o site "Mypalmbeachpost.com" de West Palm Beach, localidade onde residia quando foi detido em 2014.

Neste segundo julgamento, a promotoria o acusou de ter aproveitado o tempo em que trabalhou como administrador dos sistemas de informática da base aérea de Soto Cano, em Honduras, para enganar famílias de meninas e adolescentes de comunidades rurais humildes oferecendo a elas empregos como domésticas ou as pedindo em casamento. Depois, ele as abusava e explorava sexualmente, segundo a acusação.

Algumas das vítimas declararam no julgamento que recebiam pílulas que as faziam dormir ou ficavam sedadas.

Em 2015, Glenn se declarou culpado por roubar documentos secretos do Departamento de Defesa na mesma base em Honduras e foi condenado a 10 anos de prisão. Anteriormente, Glenn trabalhou no Iraque como empreiteiro para o Pentágono e foi acusado de hackear a base de dados, mas não recebeu acusações, segundo a imprensa americana.

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<![CDATA[John Heard, ator de 'Esqueceram de mim', morre aos 72 anos na Califórnia]]> John Heard, conhecido por interpretar Peter McCallister (ou o pai de Kevin), no filme “Esqueceram de mim”, morreu aos 72 anos. Segundo o site “TMZ”, o corpo do ator foi encontrado nesta sexta-feira (21) por um funcionário de um hotel onde ele estava hospedado em Palo Alto, na Califórnia.

Ainda de acordo coma publicação, o serviço médico foi chamado, mas não houve tempo de socorro. A polícia investiga a causa da morte, que ainda é desconhecida. Mas a polícia não acredita que seja uma morte criminosa.

Segundo uma fonte informou ao "TMZ", John teria passado por uma pequena cirurgia nas costas e estava no hotel se recuperando.

Além dos dois filmes "Esqueceram de mim", John tinha em seu currículo os filmes “Quero ser grande”, “O dossiê pelicano”, as séries “Miami Vice” e “Modern Family”, entre tantos outros trabalhos.

John Heard com Catherine O'Hara em cena de 'Esqueceram de mim 2' (Foto: Divulgação)

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<![CDATA['Rússia não é razão por EUA terminar programa da CIA com rebeldes sírios']]> Uma decisão dos Estados Unidos de suspender um programa da CIA que equipava e treinava certos grupos rebeldes que lutavam contra o governo do presidente sírio, Bashar al-Assad, não foi feita como uma concessão à Rússia, aliada de Assad, disse nesta sexta-feira um general sênior norte-americano.

Uma autoridade norte-americana disse nesta semana que a decisão foi parte de um esforço do governo Trump de melhorar as relações com a Rússia, que ao lado de grupos apoiados pelo Irã teve grande sucesso em preservar o governo de Assad na guerra civil de seis anos.

“Foi, eu acho, com base em uma avaliação da natureza do programa, e o que estamos tentando realizar, a viabilidade disto seguir em frente”, disse o general do Exército norte-americano Raymond Tomas, chefe do Comando de Operações Especiais, durante o Fórum de Segurança de Aspe, no Colorado.

A decisão “absolutamente não foi uma concessão aos russos”, disse o general.

Tomas, fazendo o primeiro comentário oficial sobre a questão por uma autoridade norte-americana, descreveu como uma “dura, dura decisão”. Ele destacou que alguns críticos pensam que os rebeldes não tinham chance de remover Assad do poder.

O programa da CIA teve início em 2013 como parte dos esforços do governo do então presidente Barca Oba de derrubar Assad, mas teve pouco sucesso.

O assessor de Segurança Nacional H. r. Combater e o diretor da CIA, Mie Pomposa, encerraram o programa após consultas com autoridades de patentes mais baixas e antes do encontro de 7 de julho entre Trump e o presidente russo, Vladimir Putin, na cúpula do G20 na Alemanha, disseram autoridades à Reuters, falando sob a condição de anonimato.

O término do programa não foi parte das negociações entre EUA e Rússia sobre um cessar-fogo no sudoeste da Síria, disseram as autoridades.

Um aspecto negativo do programa da CIA é que alguns rebeldes armados e treinados desertaram para o Estado Islâmico e outros grupos radicais, e alguns membros do governo anterior eram a favor de abandonar o programa.

Tomas também reconheceu críticas de que o programa pode não ter sido forte o suficiente, mas não chegou a faz ê-las por si mesmo.

Antes de assumir a Presidência, em janeiro, Trump sugeriu poder acabar com o apoio aos grupos do Exército Livre da Síria e dar prioridade à luta contra o Estado Islâmico.

Tomas disse que as forças militares dos EUA chegaram perto de matar o líder do Estado Islâmico, Abou Bakr al-Baghdadi, nos anos recentes. Em ao menos um caso, ele culpou um vazamento da mídia por arruinar uma pista promissora.

"Houve momentos em que estávamos particularmente perto dele”, disse o general.

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<![CDATA[Porta-voz de Donald Trump anuncia renúncia após seis meses no cargo]]> O porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, anunciou nesta sexta-feira (21) sua renúncia após apenas seis meses no cargo. Spicer deixará a administração de Donald Trump em agosto, a nova porta-voz será Sarah Sanders, atual vice-porta-voz da Casa Branca.

Segundo o jornal britânico "The Guardian", Spicer renunciou depois que Trump nomeou Anthony Scaramucci, um financiador da campanha eleitoral republicana e amigo de longa data do presidente, como novo diretor de comunicação da Casa Branca. O posto estava vago desde maio, quando Michael Dubke entregou sua carta de demissão por motivos pessoais. Desde a saída de Dubke, Spicer assumiu interinamente suas funções.

Spicer renuncia junto com outros altos funcionários da Casa Branca que se opunham à decisão de Trump.

"Foi uma honra e um privilégio servir a Trump e ao país", declarou Spicer em uma breve mensagem no Twitter, sem mencionar as razões de sua decisão.

Após a renúncia, a vice-porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, leu um comunicado do presidente Donald Trump em que ele afirma:

"Estou grato pelo trabalho de Sean em nome da minha administração e do povo americano. Desejo a ele sucesso contínuo enquanto ele seguir em frente em novas oportunidades. Veja sua excelente repercussão na televisão".

Na estrutura da Casa Branca, o gabinete de Scaramucci é que elabora a estratégia de comunicação da presidência, apesar de o porta-voz ser o rosto visível encarregado de aplicar essa linha de contato com a imprensa.

Scaramucci terá a responsabilidade de recuperar a imagem pública da Casa Banca, abalada por constantes controvérsias e polêmicas vazadas pela imprensa.

Gafes

Spicer ficou conhecido por suas gafes. Uma das mais famosas ocorreu em abril, quando, na tentativa de destacar a brutalidade do ditador sírio, Bashar al-Assad, ele afirmou que "nem mesmo Hitler" utilizou armas químicas, apesar dos nazistas terem matado milhões de pessoas com gás durante o Holocausto.

Após duras críticas, Spicer pediu desculpas, dizendo que ele "cometeu um erro" e "estragou tudo". Essa foi apenas uma das séries de gafes em sua curta carreira como porta-voz Trump.

Spicer já trabalhou como diretor de comunicação do Comitê Nacional Republicano. Entretanto, ele não apoiou Trump no começo das eleições primárias republicanas.

Advogado também renuncia

Um importante membro da equipe legal de Trump também renunciou nesta sexta-feira. Mark Corallo, que coordenava a comunicação externa da equipe jurídica de Trump contra a crise, informou à agência France Presse em um email que havia renunciado.

Ele não forneceu qualquer explicação para a renúncia, que ocorre após Trump entrar em território espinhoso durante uma longa entrevista ao New York Times, ao advertir o promotor especial Robert Mueller de não questionar as finanças da sua família.

Nomeado em meados de maio pelo secretário de Justiça, Mueller, um ex-diretor do FBI, lidera a investigação federal sobre se os colaboradores de Trump foram coniventes com as supostas tentativas de Moscou de influenciar a eleição presidencial de 2016 nos Estados Unidos.

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