<![CDATA[ Tribuna Hoje - O portal de notícias que mais cresce em Alagoas ]]> <![CDATA[Lenda do R&B, cantor e compositor Leon Ware morre aos 77 anos]]> Segundo informações do site "Rolling Out", o cantor e compositor Leon Ware morreu nesta quarta-feira, 23, aos 77 anos. A causa exata da morte ainda não foi divulgada. No entanto, sabe-se que o artista norte-americano estava lutando contra um câncer de próstata desde 2009. Leon era considerado uma lenda do R&B (Rhythm & Blues).

Além de uma carreira solo como intérprete, Ware ficou mais famoso por produzir sucessos para outros artistas, incluindo Michael Jackson, Quincy Jones, Maxwell, Minnie Riperton e Marvin Gaye. Ele escreveu "I Wanna Be Where You Are", que foi gravada pelo Rei do Pop para o álbum "Got To Be There".

O compositor já trabalhou também em parceria com Mano Brown, do Racionais MCs, na faixa "Felizes (Heart to Heart)", lançada no final do ano passado pelo brasileiro. Leon Ware nasceu e cresceu em Detroit, Michigan, nos Estados Unidos. Ele começou sua carreira como compositor em 1967.

Leon Ware (Foto: Reprodução/Facebook)

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<![CDATA[Carro-bomba mata dezenas em posto de segurança na Síria]]> Um carro-bomba do Estado Islâmico deixou dezenas de mortos em um posto de segurança controlado por rebeldes sírios apoiados pela Turquia perto da cidade de Al-Bab, na Síria, nesta sexta-feira (24).

O número exato de mortos ainda não está claro. A Reuters informa que morreram ao menos 41 pessoas: 35 civis e 6 rebeldes. Já a CNN fala em mais de 60 mortos.

O ataque aconteceu em Sousian, a noroeste de Al-Bab, e também deixou muitos feridos.

Os rebeldes apoiados pela Turquia tinham expulsado o Estado Islâmico de Al-Bab nesta quinta-feira depois de semanas de lutas. Este era o último reduto significante do grupo jihadista no noroeste da Síria, junto com duas cidades vizinhas menores: Qabasin e Al-Bezah.

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<![CDATA[Trump diz que FBI é 'incapaz' de conter vazamentos de informação]]> O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou o FBI de ser "incapaz" de conter vazamentos de dados de segurança nacional e de encontrar os responsáveis. Em sua conta no Twitter, Trump usou palavras duras contra a agência federal de investigações do país.

 “O FBI é totalmente incapaz de barrar os vazamentos de segurança nacional que ocorrem no nosso governo há muito tempo. Eles não conseguem nem encontrar os responsáveis dentro do próprio FBI. Estão sendo fornecidas à mídia informações secretas que podem ter um efeito devastador nos EUA. ENCONTREM AGORA”, escreveu o presidente, em dois posts separados.

Os comentários de Trump vêm em meio a relatos na imprensa de que o FBI recusou os pedidos da Casa Branca de rejeitar informações recentes sobre contatos de pessoas associadas a Trump com a Rússia durante a campanha presidencial do ano passado.

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<![CDATA[Polícia dispersa manifestação anti-imigrantes na África do Sul]]> A polícia sul-africana disparou nesta sexta-feira (24) bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha para dispersar centenas de manifestantes anti-imigrantes que se aproximavam do Ministério do Interior em Pretória, constatou a AFP.

Esta manifestação ocorreu após uma onda de violentos incidentes durante os quais foram saqueados e incendiados edifícios ocupados por estrangeiros suspeitos de tráfico de drogas em Johannesburgo e Pretória.

Os manifestantes, convocados por um coletivo de habitantes de um "township" (favela) de Pretória, acusam os estrangeiros de roubar o trabalho dos sul-africanos e de encorajar a criminalidade, isso em um contexto de pobreza e elevado desemprego.

Cerca de 500 manifestantes se reuniram na manhã desta sexta-feira para se dirigir ao ministério do Interior. Ali havia se mobilizado a polícia antidistúrbios, que os dispersou com bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral, além de balas de borracha, segundo um jornalista da AFP.

Os atos de violência anti-imigrantes são comuns na África do Sul. Em 2015, sete pessoas morreram em saques de lojas de estrangeiros, em Johannesburgo e Durban. Em 2008, outros distúrbios xenófobos deixaram 62 mortos.

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<![CDATA[Secretário dos EUA diz que não haverá deportações massivas de imigrantes]]> O secretário de Segurança Nacional dos Estados Unidos John Kelly afirmou nesta quinta-feira (23), durante visita ao México, que não haverá deportações massivas nem operações militares contra os imigrantes mexicanos em seu país.

"Quero deixar muito claro que não vai haver deportações massivas" e "o Departamento de Segurança Nacional atuará conforme o direito e respeitando os direitos humanos", disse. "Não haverá uso de forças militares em operações migratórias", acrescentou Kelly.

Kelly fez o comunicado ao lado do ministro das Relações Exteriores do México, Luis Videgaray, e do secretário de Segurança Nacional dos EUA, Rex Tillerson.

Já Vildegaray afirmou que entre os mexicanos existe "irritação" e "preocupação" com as posturas do governo de Donald Trump sobre o país latino-americano.

"Existe preocupação e irritação diante do que se percebe como políticas que podem ser prejudiciais aos mexicanos", disse.

O chanceler ressaltou também a "necessidade" de que as decisões que "afetam ambos os países" "sejam decididas por ambos", em aparente alusão às políticas unilaterais anunciadas por Trump sobre as deportações de imigrantes mexicanos nos EUA e a construção de um muro na fronteira comum.

Videgaray afirmou que existem "coincidências" entre os governos dos presidentes Enrique Peña Nieto, do México, e de Donald Trump, dos Estados Unidos, mas que o diálogo sobre temas polêmicos, como a migração e o comércio, será "longo".

Trump

Durante uma reunião na Casa Branca com executivos industriais, Trump disse nesta quinta que espera ser tratado "de forma justa" pelo México e que as ações para deportar imigrantes em situação irregular são uma "operação militar".

As autoridades mexicanas não informaram até agora sobre a deportação de nenhum chefe de grupos narcotraficantes.

Trump lembrou que Tillerson estava neste momento no México e afirmou que esta era "uma viagem dura".

"Disse que seria uma viagem dura porque temos que ser tratados de forma justa pelo México. Mas Rex (Tillerson) já está lá, ao lado do general (John) Kelly (secretário de Segurança Interna), que tem sido formidável na fronteira", acrescentou.

Kelly e Tillerson viajaram ao México em um esforço dos dois países para aproximar posições e tentar recompor as relações depois das tensões que se seguiram à posse de Trump na Casa Branca.

Assim que lançou sua candidatura presidencial, Trump provocou um escândalo ao tachar de estupradores os imigrantes mexicanos, mas posteriormente elevou o tom, ao propor expulsar do país todos os imigrantes ilegais, estimados em 11 milhões de pessoas.

A proposta mais ruidosa, no entanto, foi a de construir um muro ao longo da fronteira entre o México e os Estados Unidos e mandar a conta para que as autoridades mexicanas a paguem.

As tensões motivaram o adiamento indefinido de uma visita que o presidente do México, Enrique Peña Nieto, tinha previsto para 31 de janeiro aos Estados Unidos.

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<![CDATA[Trem de pouso de avião cai durante aterrissagem em aeroporto da Holanda]]> Uma aeronave da companhia Flybe saiu da pista durante a aterrissagem no aeroporto de Schiphol, em Amsterdã, na Holanda, após problemas no trem de pouso.

O aeroporto de Schiphol afirmou, através do Twitter, que o trem de pouso caiu quando o avião tocou a pista.

O voo 1285 da Flybe tinha saído da Escócia.

O passageiro Matt Lorenson, que mora em Edimburgo, na Escócia, publicou uma foto do acidente em seu Twitter.

Segundo a emissora de TV “RTL Nieuws”, todos os passageiros estão bem.

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<![CDATA[Papa Francisco sugere que é 'melhor ser ateu do que católico hipócrita']]> O Papa Francisco criticou novamente alguns membros da sua própria Igreja nesta quinta-feira (23), sugerindo que é melhor ser ateu do que um dos "muitos" católicos que levam o que disse ser uma vida dupla e hipócrita.

Em comentários improvisados em sermão de missa privada matinal em sua residência, ele disse: "é um escândalo dizer uma coisa e fazer outra. Isto é uma vida dupla".

"Existem aqueles que dizem 'sou muito católico, sempre vou à missa, pertenço a isto e a esta associação", disse o chefe da Igreja Católica Romana, que tem cerca de 1,2 bilhão de membros, de acordo com transcrição da Rádio Vaticano.

Ele disse que algumas destas pessoas também devem dizer "minha vida não é cristã, eu não pago aos meus funcionários salários apropriados, eu exploro pessoas, eu faço negócios sujos, eu lavo dinheiro, [eu levo] uma vida dupla".

"Há muitos católicos que são assim e eles causam escândalos", disse. "Quantas vezes todos ouvimos pessoas dizerem 'se esta pessoa é católica, é melhor ser ateu'".

Desde sua eleição em 2013, Francisco disse frequentemente a católicos, tanto padres quanto membros não ordenados, para praticaram o que a religião prega.

Em seus frequentes sermões improvisados, ele já condenou abuso sexual de crianças por padres como sendo equivalente a uma "missa satânica", disse que católicos na máfia se excomungam, e disse a seus próprios cardeais para não agirem como se fossem "príncipes".

Em menos de dois meses após sua eleição, ele disse que os cristãos devem ver ateus como pessoas boas caso eles sejam boas pessoas.

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<![CDATA[Representação do muro de Trump é queimada no carnaval mexicano]]> Em meio a carros alegóricos e desfiles, centenas de mexicanos participaram na noite de quarta-feira (22) do tradicional carnaval de Veracruz, que começou com a queima de uma representação do muro fronteiriço que o presidente americano, Donald Trump, pretende construir.

Com aplausos e gritos de alegria, as pessoas fizeram barulho na Praça de Armas do porto de Veracruz, no Golfo do México, quando esta festividade - que dura uma semana - começou ateando fogo em um muro feito de papelão, madeira e cola.

"Todos os mexicanos têm que fazer isso, não ter medo do novo presidente [dos EUA] e enfrentá-lo com trabalho e com o coração", disse à AFP Leslie Ramos, uma arquiteta de 28 anos que, com sua família, contemplava a escultura que carregava a legenda "O Muro".

Eva Silvia Mulato, de 28 anos, contou os dias de angústia que seus familiares viveram em Los Angeles, Califórnia, após descobrirem que muitos de seus conhecidos podem ser deportados pelo endurecimento das políticas contra os imigrantes ilegais ordenada por Trump.

"Na minha casa não gosto do carnaval, mas desta vez vim porque é um clamor de todos os mexicanos que este senhor Trump cale a boca e nos deixe trabalhar", disse.

O magnata, que classificou os mexicanos ilegais de criminosos, desencadeou em janeiro uma crise diplomática com o México ao assinar decretos que autorizam a construção de um novo muro fronteiriço, que insiste que seja pago pelo México.

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<![CDATA[Donald Trump vai excluir regra de Obama sobre banheiro para transgêneros]]> O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve revogar as diretrizes emitidas para escolas públicas em defesa dos direitos de estudantes transgênero, de acordo com o esboço de um documento visto nesta quarta-feira pela Reuters.

O esboço reverte a iniciativa pioneira do então presidente democrata Barack Obama sobre direitos de transgêneros, que instruía escolas públicas a permitir que estudantes transgênero usassem os banheiros que combinem com sua identidade de gênero.

O esboço do documento, um esforço conjunto dos Departamentos de Justiça e Educação, pode ser submetido a mudanças antes de ser enviado às escolas de todo o país.

Ele pode ser divulgado ainda nesta quarta-feira, segundo grupos de ativistas que vêm mantendo contado com autoridades do governo.

“Estamos ouvindo que será revogado hoje”, disse Mara Keisling, diretora-executiva do Centro Nacional para a Igualdade de Transgêneros.

O documento declara que seu propósito é remover a diretriz de 13 de maio de 2016 enquanto as pastas de Justiça e Educação da gestão Trump “estudam mais a fundo as questões legais envolvidas”.

A orientação do ano passado, emitida pelos Departamentos de Justiça e Educação de Obama, ameaçava retirar fundos federais de escolas que obrigassem os estudantes transgênero a usar banheiros correspondentes ao gênero assinalado no nascimento contra sua vontade.

Conservadores levantaram a preocupação de que homens ou meninos afirmem ser transgênero para espionar ou assediar mulheres ou meninas em banheiros públicos.

Conforme as novas diretrizes, as escolas públicas podem determinar suas próprias regras sem medo de perder financiamento federal ou uma ação civil do Departamento de Justiça.

Durante a campanha eleitoral, Trump disse a princípio que os transgêneros deveriam poder usar os banheiros que sentissem ser apropriados, mas mudou o discurso depois de ser criticado por correligionários, postulando que a decisão deveria caber a cada Estado.

Na terça-feira, essa posição foi reiterada pelo porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer. Seus comentários foram criticados imediatamente por defensores legais dos transgêneros, que afirmam que a lei federal e os direitos civis são questões da alçada do governo federal, e não dos Estados.

A lei federal em questão, conhecida como Título IX, proíbe a discriminação sexual na educação, mas ainda não se sabe se suas proteções se aplicam à identidade de gênero de um indivíduo. A Suprema Corte pode resolver a disputa em um caso que deve ser julgado em março.

O esboço do documento contesta a interpretação de Obama, segundo a qual o Título IX protege a igualdade de gênero, dizendo que ela “deu ensejo a um litígio significativo” e confundiu os educadores, que vêm “se esforçando para entender e aplicar” a orientação anterior.

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<![CDATA[Pela primeira vez em 188 anos, uma mulher assume a Scotland Yard]]> A Polícia Metropolitana de Londres (Met), também chamada de Scotland Yard, nomeou nesta quarta-feira (22) Cressida Dick como nova comissária chefe, tornando-se a primeira mulher à frente da corporação em seus 188 anos de história.

Dick, de 56 anos, substituirá no cargo de maior relevância da polícia do Reino Unido Bernard Hogan-Howe, que anunciou no ano passado sua saída após cinco anos e meio no posto.

A nova comissária de polícia, que trabalhava há dois anos para o Ministério das Relações Exteriores e que previamente tinha sido responsável pela unidade antiterrorista da Met, era a candidata favorita para assumir o cargo.

Os outros candidatos a substituir Hogan-Howe eram o subcomissário da Polícia Metropolitana Mark Rowley, a presidente do Conselho Nacional de Chefes de Polícia, Sara Thornton, e Stephen Kavanagh, chefe da Polícia de Essex.

Após conhecer sua designação, Dick afirmou se sentir "encantada e honrada" e manifestou sua vontade de "trabalhar de novo com os fabulosos homens e mulheres da Met".

"Esta é uma grande responsabilidade e uma fantástica oportunidade", indicou a nova chefe da Scotland Yard.

Por sua vez, a ministra britânica de Interior, a conservadora Amber Rudd, disse que Dick é uma "líder excepcional", com uma "clara visão para o futuro da Polícia Metropolitana e um conhecimento da ampla variedade de comunidades à qual serve".

"Agora assume um dos trabalhos mais exigentes e importantes e de mais alto perfil, frente ao contexto de alerta terrorista e de ameaças crescentes de crimes de fraude e internet", observou a ministra.

Cressida Dick foi a oficial a cargo da operação policial que acabou, por erro, na morte do brasileiro Jean Charles de Menezes em 22 de julho de 2005 no metrô de Londres, quando foi confundido com um suposto terrorista.

Menezes, que tinha 27 anos e trabalhava como eletricista, morreu ao receber oito tiros (sete na cabeça e um no ombro) de agentes da brigada antiterrorista da Scotland Yard na estação de metrô de Stockwell (sul de Londres).

Os agentes, supervisados por Dick, achavam que o jovem era um dos terroristas que perpetraram os atentados fracassados contra três estações de metrô e um ônibus urbano da capital.

A gestão de Dick sofreu uma enorme pressão, apesar de um júri a eximi-la de qualquer responsabilidade na morte do brasileiro.

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