<![CDATA[ Tribuna Hoje - O portal de notícias que mais cresce em Alagoas ]]> <![CDATA[Ufal emite nota sobre casos de estudantes exercendo odontologia de forma ilegal]]> A Pró-reitoria de Graduação (Prograd) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) emitiu uma nota de esclarecimento em relação às denúncias de exercício ilegal da profissão por parte de alguns estudantes matriculados na instituição.

Na nota, entre outros pontos, a equipe da Prograd informa que cada caso será avaliado pela Procuradoria, e receberá o devido parecer jurídico.

A Pró-reitoria também destaca que “não compete à Universidade fiscalizar o exercício profissional e que isso deve ser feito pelos Conselhos profissionais”.

Confira a nota, na íntegra, logo abaixo:

Nota de esclarecimento à comunidade acadêmica e à imprensa

A Pró-reitoria de Graduação (Prograd) vem a público esclarecer algumas questões sobre as denúncias de exercício ilegal da profissão, por parte de estudantes da Universidade Federal de Alagoas:

1. As denúncias que estão sendo encaminhadas à Universidade estão sendo avaliadas pela Procuradoria da instituição, que vai orientar cada caso e encaminhar o parecer jurídico para a Reitoria e para a Prograd.

2. Segundo o Estatuto da Universidade Federal de Alagoas, no regimento geral, capítulo IV do regime disciplinar, as penas disciplinares previstas são: advertência, repreensão, suspensão e exclusão.

3. Não compete à Universidade fiscalizar o exercício profissional, isso deve ser feito pelos Conselhos profissionais.

4 - No que tange ao estágio, a Ufal acompanha os estudantes, que são orientados para essa atividade obrigatória, de acordo com as resoluções internas e a lei de Estágio, que prevê a supervisão técnica por meio de um professor supervisor da instituição e um preceptor no local de estágio.

Sandra Regina Paz

Pró-reitora de Graduação

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<![CDATA[Estudantes têm até agosto para se inscrever em programa de intercâmbio nos EUA]]> Estudantes da rede pública de todo o país têm uma oportunidade única a partir deste mês. Já estão abertas as inscrições para a edição 2017 do Programa Jovens Embaixadores, uma iniciativa da Embaixada dos Estados Unidos, que em Alagoas tem como parceiro a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), e oferece aos jovens a possibilidade de participar de um intercâmbio educacional e cultural  de três semanas em cidades norte-americanas.

As inscrições podem ser efetuadas até o dia 9 de agosto pelo endereçowww.jovensembaixadores.org/2018 ou pela página do Facebook do programa (www.facebook?.com?/jovensembaixadores).

Podem se candidatar estudantes da rede pública de 15 a 18 anos que sejam exemplos em suas comunidades em virtude da liderança e voluntariado e que tenham excelência acadêmica e conhecimento em língua inglesa.

Desde 2003, data em que viajou o primeiro grupo de embaixadores, 517 jovens já participaram do programa, entre eles sete jovens alagoanos participaram, sendo quatro da rede pública estadual e três do Instituto Federal de Alagoas (IFAL). Dez alunos também estiveram no Immersion Brasil, programa de imersão em língua inglesa.

Para a coordenadora estadual do programa, Dileusa Costa, a experiência de ser um jovem embaixador representa uma oportunidade de expandir os seus horizontes e fortalecer os laços de amizade, respeito e colaboração entre o Brasil e os Estados Unidos.

“É um momento ímpar na vida dos participantes e vem contribuindo muito para o sucesso dos nossos estudantes, pois, além da chance de conhecer outras culturas, eles também podem socializar um pouco do nosso Estado e país.Os estudantes quando voltam, chegam cheios de perspectivas e oportunidades, tanto no campo educacional quanto na área de trabalho. Por isso, nós nos empenhamos mais e mais para que cada ano tenhamos mais estudantes participando do programa”, afirma Dileusa.

São parceiros desta iniciativa o Conselho Nacional de Secretários de Educação (CONSED), as Secretarias Estaduais de Educação, a rede de Centros Binacionais Brasil-Estados Unidos e empresas como FedEx, MSD, Microsoft, Bradesco, IBM e a Boeing Brasil.

 

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<![CDATA[Candidatos podem apresentar recurso para gratuidade no Enem até domingo]]> Termina no próximo domingo (25) o prazo para que os candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que tiveram a isenção do pagamento negada apresentem recurso. A documentação que comprova o atendimento dos critérios de gratuidade deve ser encaminhada até o meio-dia para o e-mail isencaoenem@inep.gov.br .

Pelas regras do exame, podem solicitar isenção do pagamento da taxa de R$ 82 os alunos que concluíram o ensino médio em escola pública ou em escola privada com bolsa de estudos integral e os que tenham renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio por integrante da família.

Segundo o Ministério da Educação, a possibilidade de recurso é exclusiva dos candidatos que se equivocaram na escolha do ato legal que embasa a sua situação socioeconômica e, consequentemente, tiveram a Guia de Recolhimento da União (GRU) gerada. O participante deve decidir entre a Lei 12.799/2013, que dispõe sobre a desobrigação das taxas em processos seletivos de ingresso nos cursos das instituições federais de educação superior, e o Decreto 6.135/2007, que trata do Cadastro Único para Programas Sociais.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou que não foi registrado erro no sistema de inscrição do Enem em relação à concessão de isenções e que não houve alterações nas regras. Segundo o Inep, todos os participantes que se enquadram nos critérios de gratuidade das inscrições foram atendidos.

As isenções, segundo o Inep, foram concedidas ou negadas automaticamente pelo sistema de inscrição no Enem. Vários candidatos reclamaram nas redes sociais que preenchiam os requisitos, mas, mesmo assim, tiveram o pedido negado. Ao final, o sistema gerava a GRU para o pagamento da taxa de R$ 82 para fazer a prova.

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<![CDATA[Quase 100% dos professores brasileiros ganham menos de R$ 3,5 mil, diz estudo]]> Praticamente todos os professores que atuavam na educação básica (incluindo os ensinos infantil, fundamental e médio) no Brasil em 2014 ganhavam, em média, menos de R$ 3.500, segundo dados inéditos divulgados nesta quarta-feira (21) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

A média de remuneração mais baixa é a de docentes que trabalham em escolas particulares: eles recebem R$ 16,24 por hora, ou R$ 2.599,33 por mês, considerando a remuneração total para 40 horas semanais, o que equivale a 3,6 salários mínimos.

Na rede municipal, onde atua metade dos professores, a média de remuneração é de 4,3 salários mínimos. Na estadual, os professores recebem em média o equivalente a 4,8 salários. Já os professores da rede federal são os mais bem pagos do país: eles recebem em média R$ 48,55 por hora de trabalho, ou R$ 7.767,94 por mês. Neste caso, a remuneração sobe para 10,7 salários mínimos, o triplo do valor pago na rede privada. As vagas de docentes na rede federal, porém, representam apenas 1% dos professores do país. Atualmente, o salário mínimo equivale a R$ 937, mas, em 2014, ele valia R$ 724.

O levantamento foi feito pelo Inep com o cruzamento do CPF de mais de 2 milhões de professores em duas bases de dados: o Censo Escolar, realizado todos anos pelo próprio Inep, e os valores da remuneração mensal informados pelos empregadores na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), feita pelo Ministério do Trabalho. Os dados são relativos ao ano de 2014 e, segundo o Inep, representam informações sobre o pagamento feito a 87,4% dos professores do país.

Considerando os 2.184.395 vínculos empregatícios encontrados no estudo (há professores com mais de um vínculo), apenas um quarto deles está na rede privada de ensino, e só 1,1% dos docentes atuam na rede federal de educação básica. Os dados sobre as redes estaduais incluem 25 estados e o Distrito Federal: de acordo com o Inep, o governo estadual do Rio de Janeiro pediu que os dados sobre a rede pública do estado não fossem divulgados por causa de um "equívoco" na carga horária média informada ao Ministério do Trabalho. Em 2015, a rede informou ao G1 que seus professores estaduais são contratados para cumprir uma carga horária de 16 horas por semana.

Piso salarial estipulado por lei

Para o ano de 2017, o piso salarial para professores da educação básica, com formação de nível médio, é de R$ 2.298,80 para um regime de trabalho de 40 horas por semana (em 2014, esse valor era de R$ 1.697,39). Porém, a lei que instituiu o piso determina que esse valor corresponda apenas ao salário-base. Já o levantamento feito pelo Inep considera a "remuneração mensal", ou seja, além do salário-base, inclui todos os bônus, gratificações, comissões e demais vantagens que podem compor o pagamento aos docentes – o único valor excluído do cálculo é o 13º salário.

Por isso, não é possível verificar, usando os dados divulgados nesta quarta-feira, quantas redes pagam, atualmente, o valor mínimo definido por lei para os professores brasileiros. Em janeiro, quando o piso atual foi anunciado pelo Ministério da Educação, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) informou que 14 estados não cumpriam o piso nacional da categoria.

Remuneração mensal x pagamento por hora

A maioria das redes não tem contratos de trabalho de 40 horas semanais com os professores: apenas na rede federal a média de horas chegou a 39. Nas demais redes (estaduais, municipais e privadas), a carga horária média dos contratos é de 30 horas). Para garantir o efeito comparativo do estudo, o Inep fez um cálculo para padronizar os salários reais de cada rede, caso a carga horária média de todas fosse de 40 horas por semana.

É possível comparar, também, quanto ganham de fato os professores por hora trabalhada (considerando 60 minutos, e não as horas-aula, que podem variam entre as redes). Com base nas informações do estudo do Inep sobre a remuneração bruta média em cada rede e a carga horária média dos contratos, o G1 calculou o pagamento médio por hora que os governos e os empregadores privados pagam aos docentes.

Veja abaixo a remuneração média por hora em cada rede. Os dados incluem tanto os professores com diploma de ensino superior quanto os que têm apenas formação de nível médio.

Os valores acima se referem à remuneração total recebida pelos professores no ano de 2014. De acordo com um levantamento feito pelo G1 em 2015, junto às secretarias estaduais de educação de todo o país, levando em consideração apenas o salário-base, um professor com diploma de licenciatura ganhava, em média, R$ 16,95 a cada 60 minutos de trabalho em sala de aula ou preparando as aulas. Na época, o MEC contestou os dados porque eles excluíam do cálculo as gratificações, bonificações e demais pagamentos que compõem a remuneração total.

Redes estaduais

As redes estaduais representam mais de 700 mil vínculos empregatícios e têm como principal responsabilidade os anos do ensino médio. O estudo do Inep localizou as informações de remuneração de 95,6% dos professores vinculados a uma das 27 redes.

Redes municipais

Mais da metade dos vínculos empregatícios dos professores está na rede municipal, principal responsável pelos estudantes do ensino infantil e do ensino fundamental. Dados de 1.065.630 vínculos nesta área foram localizados pelo estudo do Inep.

Dos 5.228 municípios com dados incluídos no levantamento, só 1.171 mantêm contratos médios com carga horária entre 40 e 44 horas semanais. A média dos contratos é de carga horária de 30 horas. Considerando a remuneração bruta média e a carga horária média, veja abaixo a lista de dez municípios que pagam os maiores valores por hora, e os dez municípios com remuneração mais baixa por hora trabalhada:

Municípios com MAIOR valor pago por hora aos professores

Município (UF) Remuneração bruta MÉDIA Carga horária semanal MÉDIA Valor MÉDIO pago por hora
1) Porto Alegre (RS) R$ 5.531,83 20,2 R$ 68,42
2) Breu Branco (PA) R$ 2.575,48 10,4 R$ 62,07
3) Paulínia (SP) R$ 6.494,57 28 R$ 58,05
4) Valinhos (SP) R$ 4.603,02 20,1 R$ 57,29
5) Teresópolis (RJ) R$ 3.646,02 16,8 R$ 54,38
6) Angra dos Reis (RJ) R$ 4.353,64 21 R$ 51,70
7) Serranópolis de Minas (MG) R$ 6.044,75 29,7 R$ 50,79
8) Macaé (RJ) R$ 4.070,54 20,5 R$ 49,70
9) Rio das Ostras (RJ) R$ 3.178,33 16,2 R$ 49,00
10) Guarujá (SP) R$ 4.926,02 25,8 R$ 47,64
Fonte: Inep

Entre as redes municipais com o maior valor pago por hora é possível verificar um ponto em comum: nenhum contrata os professores para uma carga horária completa. O município de Breu Branco, no Pará, por exemplo, paga em média, R$ 62,07 por hora a seus professores. Porém, a remuneração bruta média é de R$ 2.575,48, já que os professores são contratados para trabalhar, em média, 10,4 horas por semana.

Por outro lado, na lista de municípios que pagam o menor valor por hora aos professores, praticamente todos têm contratos de em média 40 horas, pelo menos:

Municípios com MENOR valor pago por hora aos professores

Município (UF) Remuneração bruta MÉDIA Carga horária MÉDIA Valor MÉDIO pago por hora
1) Jussiape (BA) R$ 736,67 44 R$ 4,18
2) Miranda do Norte (MA) R$ 722,86 40,4 R$ 4,47
3) Olho d'Água das Cunhas (MA) R$ 719,40 40 R$ 4,49
4) Taparuba (MG) R$ 784,50 42,8 R$ 4,58
5) Brejo dos Santos (PB) R$ 739,41 40 R$ 4,62
6) Brejolândia (BA) R$ 857,02 44 R$ 4,87
7) Peçanha (MG) R$ 891,54 43,2 R$ 5,16
8) Elísio Medrado (BA) R$ 915,29 44 R$ 5,20
9) Santa Fé de Minas (MG) R$ 795,04 38,2 R$ 5,20
10) Santa Maria do Suaçuí (MG) R$ 916,83 44 R$ 5,21
Fonte: Inep

Rede privada

De acordo com o levantamento, que localizou informações salariais de 70,6% dos mais de 370 mil professores de escola particular, são os empregadores do setor privado os que menos pagam. O valor médio por hora nos estados varia entre R$ 10,57, em Sergipe, e R$ 25,89, no Distrito Federal. A carga horária média de trabalho semanal entre os estados é de 29 horas.

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<![CDATA[Estudante faz TCC sobre 'Os Cavaleiros do Zodíaco' e viraliza na web]]> O estudante de administração Jonathan Julian, de 26 anos, decidiu elevar o cosmo na produção do trabalho de conclusão de curso (TCC). Com o título "'Me dê seu líder, Pégaso': Um estudo dos perfis de liderança presentes nos Cavaleiros do Zodíaco", o aluno do campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Caruaru, analisou as personas de Seiya de Pégaso, Shiryu de Dragão, Hyoga de Cisne, Shun de Andrômeda e Ikki de Fênix no anime japonês.

Com a pesquisa, Jonathan obteve nota 9,5 na avaliação da banca e revelou que assiste "Cavaleiros do Zodíaco" desde 1994, quando o anime foi lançado na TV brasileira. "Eu assistia a série desde pequeno. Depois que entrei na faculdade, comecei a procurar professores que orientavam TCC's que tinham a ver com animes, mas eles só faziam isso quando era mais relacionado com a área de marketing", explicou.

Após uma conversa com o professor Luiz Sebastião, Jonathan decidiu que iria analisar os perfis de liderança dos cinco principais personagens dos "Cavaleiros do Zodíaco" para desenvolver a monografia. "Fui fazendo o TCC aos poucos. A produção mesmo começou no 6º período. Meu orientador não conhecia os Cavaleiros, mas deu apoio e me ajudou", destacou.

Fã declarado do anime e colecionador de revistas e bonecos relacionados aos Cavaleiros, Jonathan revelou que quando concluir a graduação pretende seguir carreira acadêmica.

O processo de orientação

O estudante foi aluno de Luiz Sebastião no 4º período do curso, quando o professor ministrava a disciplina de metodologia científica. "Durante uma das minhas aulas, falei o que minha orientadora de mestrado falou pra mim: que fizessem o TCC relacionado a algo que gostavam. Foi quando Jonathan perguntou se poderia fazer sobre os Cavaleiros do Zodíaco, e eu disse que sim", relembrou.

O professor contou que, aos poucos, foi percebendo que seria realmente possível aliar estudos do âmbito da administração com o anime japonês.

"O TCC dele é sobre liderança e o objeto de estudo são os principais personagens dos Cavaleiros do Zodíaco. Como eu não conhecia muito o desenho, minha orientação foi basicamente com relação às várias teorias de liderança, enquanto ele ficou a cargo de relacionar isso com os personagens. É incrível como ele tem noção dos detalhes do anime", ressaltou o professor.

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<![CDATA[Educação lança edital do II Encontro Estudantil da rede pública estadual]]> Incentivadora do protagonismo juvenil, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) lançou nesta quarta-feira (21), em publicação no Diário Oficial do Estado (DOE), o edital do II Encontro Estudantil da Rede Pública Estadual de Alagoas. O evento acontece de 7 a 11 de agosto, no Centro Educacional de Pesquisas Aplicadas (Cepa), e as inscrições devem ser feitas apenas nas unidades de ensino ou Gerências Regionais de Educação (Geres), de 26 de junho até 10 de julho.

Podem participar do encontro estudantil estudantes matriculados no Ensino Médio Regular e na modalidade EJA Médio da rede estadual de ensino de Alagoas que desenvolvam atividades, de forma individual ou coletiva, sob a orientação de docentes das escolas da rede pública estadual. A divulgação dos trabalhos selecionados acontece no dia 24 de julho.

Com o tema “Alagoas 200 anos: as juventudes construindo a história”, a Seduc faz um convite aos estudantes para que eles se integrem à grande festa do bicentenário de Alagoas a partir de um evento multidisciplinar, de incentivo à cultura, às artes, à ciência, tecnologia e à inovação.

Programação

A programação do evento inclui atividades que envolvem Ciência, Tecnologia, Inovação e Cultura Empreendedora. No segmento Ciência, os alunos participarão da Feira de Ciências do Estado de Alagoas (Feceal) e da Mostra de Robótica, ambas no Centro de Desporto e Recreação (CDR) do Cepa, nos dias 9 e 10 de agosto.

Pelas artes e mediações culturais, serão realizadas a 2ª Mostra Estudantil de Artes Plásticas, de 8 a 11 de agosto; a 2ª Mostra Audiovisual Estudantil de Alagoas, nos dias 10 e 11; a 2ª Mostra de Fotografia Estudantil de Alagoas, de 8 a 11; II Festival Estudantil de Teatro, 8 e 9, todas no Espaço Cultura Linda Mascarenhas. E, nesse mesmo segmento, o II Festival Estudantil de Dança, dia 9; e o II Festival Estudantil de Música, 10 e 11, ambos na quadra da Escola Estadual José Correia da Silva Titara.

A programação conta ainda com algumas conferências, como o Encontro Estadual de Grêmios Estudantis (Egreal), nos dias 9 e 10; Mesa Redonda: Protagonismo Juvenil em destaque, no dia 11; e o Sarau Estudantil, no dia 9 de agosto.

O edital com regulamento específico para cada área está disponível no site da Secretaria de Estado da Educação, no endereço eletrônico http://www.educacao.al.gov.br.

 

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<![CDATA[MEC aplica restrições à faculdade em Alagoas por emissão de diplomas falsos]]> O Ministério da Educação (MEC) publicou portaria esta semana disciplinando medidas restritivas a uma instituição de ensino superior de Alagoas. Com base em denúncias de 2015, a Faculdade Regional Brasileira - Maceió (Ibesa) terá que prestar esclarecimentos sobre o registro irregular de diplomas com o nome da instituição.

Um suposto esquema de irregularidades em certificados de cursos de Educação Física e Fisioterapia envolvendo o nome da instituição fez parte do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) entregue ao MEC no fim do ano passado.

Passados sete meses do fim das investigações, o MEC determinou a aplicação de ressalvas à faculdade. Em junho, um despacho do secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior já mencionava a instituição em solicitação pedindo encerramento de irregularidades.

As investigações da CPI do Diploma Falso da Alepe identificaram problemas em 72 instituições no país. Conforme as informações levantadas, há indícios de fraudes em emissão de diplomas, oferta terceirizada de cursos de extensão ou fora de domicílio, parcerias com instituições não credenciadas.

Em Alagoas, além da Faculdade Ibesa ser citada no relatório, está sob averiguação a relação de duas entidades em Piaçabuçu e Penedo com faculdades mencionadas no relatório.

“O processo encontra-se em fase de verificação, tendo como base os cursos de extensão e cursos livres que constam no relatório da CPI. O relatório da CPI relaciona irregularidades de estudos convalidados com consequente emissão de diplomas”, diz o MEC por meio de assessoria.

Para a instituição cabe recurso contra as medidas, que deverá ser apresentado no prazo de 30 dias. Se comprovadas as irregularidades, pode haver penalidades, como a suspensão de cursos, por exemplo. Ainda segundo o ministério, as medidas não afetam alunos ou o funcionamento do instituto, servem para impedir anomalias.

“As medidas cautelares impostas não afetam os cursos ou turmas regulares em andamento nessas instituições. As determinações compreendem a paralisação da análise dos processos regulatórios em trâmite até a conclusão do processo, como a autorização de novos cursos e a interrupção imediata de eventual prática de terceirização irregular da oferta de educação superior e de aproveitamento irregular de cursos livres”, explica o MEC.

Direção da instituição avalia medida como ilegal

A Faculdade Regional da Bahia (Unirb) é a atual mantenedora do Ibesa. O diretor da Rede Unirb, Carlos Joel Pereira confirma as denúncias envolvendo o nome da instituição, mas afirma que são de 2015.

“O grupo que controlava a faculdade na época descobriu que um grupo denominado Uninacional estava emitindo diplomas em nome da faculdade sem o consentimento. Na época, foi aberto um inquérito com o objetivo de apurar essa situação. Por haver situações parecidas em Pernambuco, a Alepe abriu CPI para investigar e depois o MEC abriu processo administrativo, no qual apresentamos documentação comprovando que somos vítimas”, afirma Pereira.

Para Joel Pereira, as restrições determinadas pelo MEC são ilegais e será protocolada ação para evitar a aplicação das medidas.

“O MEC diz que cautelarmente está suspendendo a possibilidade de novos cursos, mas ainda não apurou. É uma coisa absolutamente ilegal, por isso entramos com mandado de segurança e fizemos inclusive um pedido de revogação na parte que toca ao Ibesa. Acreditamos que a resposta vai ser rápida porque todos os indícios apontam que não há nenhuma relação com essa situação”.

O diretor afirma que não haverá prejuízo para os alunos da instituição. “Não há impedimento para funcionamento dos cursos ou para os alunos, não há prejuízo. Serão 120 dias de impedimento para solicitação de novos cursos, mas vestibular, ingresso de alunos, tudo continua normal”, diz.

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<![CDATA[Reserva técnica da Uncisal é convocada pelo governador Renan Filho]]> O governador Renan Filho assinou, na manhã desta terça-feira (20), no Salão de Despachos do Palácio República dos Palmares, a nomeação dos 158 aprovados da reserva técnica do concurso para a Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal), realizado em 2014.

A nomeação vai possibilitar a entrada em operação dos 26 novos leitos da Maternidade Santa Mônica: 15 de UCI e 11 de UTI neonatal. “O aumento no número de servidores faz com que o atendimento às mamães e aos bebês ocorra de forma mais eficiente e humanizada”, observou o governador.

Foram nomeados 158 profissionais, sendo 10 médicos neonatologistas, 13 nutricionistas, 32 enfermeiros em neonatologia, 100 técnicos em enfermagem, 2 técnicos de radiologia e 01 farmacêutico.O despacho do governador com os 158 atos de nomeação será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (21).

O secretário de Estado da Saúde, Christian Teixeira, ressaltou que a nomeação da reserva técnica fará com que a Maternidade Santa Mônica funcione em sua plenitude. Ele recordou que a Unidade passou décadas sendo tema de reportagens negativas, inclusive em âmbito nacional, por causa da falta de estrutura.

“O governador Renan Filho fez toda a reforma da nova Santa Mônica e agora, com a chamada desses profissionais, vamos abrir os 26 novos leitos. Trata-se de mais um avanço na saúde pública em Alagoas, que vem recebendo os maiores investimentos desses últimos 30 anos”, afirmou Teixeira.

Ele espera colocar os leitos em funcionamento ainda no início deste segundo semestre.

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<![CDATA[Projeto avalia alternativas para priorizar transporte público em Maceió]]> Priorizar o transporte público tem sido cada vez mais necessário a medida que as avenidas ficam saturadas com o crescente número de automóveis. A grande quantidade de poluentes e a deterioração da qualidade de vida pública reforçam a urgência em criar medidas para aliviar, coletivizar e humanizar as vias de transporte. Um projeto da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), intitulado alternativas para a massificação do transporte público coletivo: o caso da cidade de Maceió, avaliou a viabilidade de implantação de dois modais na capital.

Existem algumas propostas para a cidade com o objetivo de melhorar a mobilidade urbana: a implantação de um Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) no eixo Fernandes Lima/Durval de Góis Monteiro, no bairro do Farol, e de um BRT, da sigla em inglês Bus Rapid Transit, na Av. Menino Marcelo, no bairro da Serraria. O projeto da Ufal busca identificar incentivos que podem ser apresentados para o uso do transporte público com maior ênfase.

A deficiência na variedade de modais é o ponto fraco no caso de Maceió. Aqui, o principal tipo de transporte público urbano é o ônibus. O orientador da pesquisa, professor Alexandre Lima, explica que a possibilidade de integração do ônibus com outros modais são alternativas já pensadas, mas que esbarram em dificuldades financeiras. “Ambos [VLT e BRT] já estão elaborados, mas ainda falta o recurso para os projetos serem colocados em prática”, explica.

O VLT é um sistema sobre trilhos, com estrutura mais leve que os metrôs e trens. Exige uma infraestrutura maior quando comparado ao BRT, mas a capacidade de transporte é maior. “Para justificar esse investimento é necessário ter comprovadamente uma demanda de passageiros que certifique a implantação deste modal. Se efetivamente houver, aí sim à médio prazo esse custo termina sendo válido”, completa. O BRT é um ônibus comum, que utiliza vias já existentes, mas conta com um processo de integração tarifária e de bilhetagem mais rápida, feita assim que o passageiro entra no terminal, dando a possibilidade de uma quantidade maior de usuários transportados de forma rápida.

A análise da implantação desses transportes e, também, do novo sistema de integração Ônibus-Ônibus (SIMM), iniciado em 2016, foi feita por meio da comparação com o quadro da integração de outras cidades do Brasil. Concluiu-se que, para uma cidade do porte de Maceió, a melhor opção de modal para trafegar nos eixos viários principais seria o BRT, por seu menor custo de instalação, operação e manutenção, cerca de dois terços menor, porém o prosseguimento do projeto do VLT previsto poderá acarretar em uma maior migração de usuários para o transporte público, por suas qualidades estéticas e maior conforto.

Entretanto, a estudante Taynah Rabelo, participante do projeto, explica que as estratégias para melhorar a mobilidade urbana não podem ser pensadas pontualmente. “Quando o VLT for implantado, não sabemos como o sistema vai se organizar, porque o Plano de Mobilidade Urbana prevê algumas outras mudanças que deveriam ser implantadas juntas. Não se pode planejar a cidade pontualmente, pensar na Fernandes Lima, por exemplo, e esquecer do restante da cidade. É preciso muito estudo e só o governo tem condições de bancar”, ressalta.

Projeto

O estudo começou em 2015, já foi renovado e faz parte do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic). O trabalho foi apresentado no Congresso de Engenharia, Ciência e Tecnologia (Conecte) e no Pluris, congresso fruto de parceria entre pesquisadores do Brasil e de Portugal realizado desde 2005. Recentemente, o projeto ganhou certificado de excelência acadêmica pela Ufal.

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<![CDATA[Aprovados na primeira chamada do ProUni têm até hoje para confirmar informações]]> Os aprovados na primeira chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) têm até hoje (19) para comprovar as informações prestadas na inscrição. Estes estudantes devem procurar a instituição de ensino para a qual foi pré-selecionado e apresentar a documentação.

O Ministério da Educação alerta que é inteira responsabilidade do candidato verificar, na instituição, os horários e o local para comprovação das informações. A perda do prazo ou a não comprovação implicará, automaticamente, a reprovação do candidato.

A lista de selecionados nesta edição do ProUni, para o segundo semestre de 2017, está disponível na página do programa na internet. Neste processo seletivo, o ProUni oferta 147.492 bolsas em 1.076 instituições privadas de educação superior em todo o país. O programa é voltado a alunos da rede pública ou bolsistas integrais da rede particular.

O processo seletivo é constituído de duas chamadas sucessivas e o resultado da segunda chamada está previsto para 26 de junho. Neste caso, a comprovação das informações deverá ser feita de 26 a 30 de junho.

Ao final das duas chamadas, o candidato poderá, ainda, manifestar interesse em participar da lista de espera, que será usada pelas instituições de ensino na convocação de candidatos para preenchimento de bolsas eventualmente não ocupadas.

A lista de espera estará aberta para manifestações entre 7 e 10 de julho, na página do ProUni. As instituições poderão consultá-la a partir de 13 de julho e, nesse caso, o candidato deverá comparecer à instituição e entregar a documentação em 17 e 18 de julho.

 

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