<![CDATA[ Tribuna Hoje - O portal de notícias que mais cresce em Alagoas ]]> <![CDATA[Receita Federal paga nesta segunda-feira primeiro lote multiexercício de 2017]]> A Receita Federal vai pagar, nesta segunda-feira, 16, R$ 3.285.531,46 referentes à restituição do imposto de renda pessoa física, de exercícios anteriores. Os contemplados no lote são 1.657 contribuintes de Alagoas que tiveram suas declarações liberadas da malha fiscal ou que entregaram o documento fora do prazo. Dentre os contemplados, 1.185 são do exercício de 2016 e 472 dos exercícios de 2009 a 2015. Em média, cada um receberá R$ 1.982,81. O dinheiro será depositado na conta bancária do contribuinte, informada na declaração de ajuste anual.

O contribuinte que não tiver sua restituição creditada poderá comparecer, pessoalmente, em qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Para saber se a declaração foi liberada da malha, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na Internet, ou ligar para o Receita fone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências identificadas pelo processamento. Nesta hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do IRPF e à situação cadastral no CPF. Com ele será possível consultar, diretamente nas bases da Receita Federal, informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

]]>
<![CDATA[Assim Saúde, Petrobrás e Porto Seguro patrocinam Salão Moto Brasil]]> Na sua 7ª edição, o Salão Moto Brasil – a ser realizado de 26 a 29 de janeiro no Riocentro - já está consolidado no calendário anual do motociclismo nacional e é um dos maiores e mais importantes do setor no Brasil. Com o intuito de gerar negócios, entretenimento, educação e turismo, o evento tem a participação dos principais players do mercado duas rodbrasilmoto as - expositores de grandes montadoras, fabricantes e distribuidoras de motopeças e acessórios - além de shows, atrações e um público qualificado e apaixonado por moto. A credibilidade do evento é atestada com o patrocínio de respeitáveis empresas como Assim Saúde, Petrobrás e Porto Seguro.

Como ocorre com eventos de sucesso, a expansão é natural e este ano o Salão Moto Brasil ocupará o pavilhão 4 do Riocentro, que tem mais de 23.000 m² de área. Isso para conseguir comportar o crescimento esperado para esta edição. Para se ter noção, em 2016 foram movimentados R$ 9 milhões em volume de negócios e mais de 86.000 visitantes, desses 93% com intenção de voltar em 2017.

Entre as atrações – pensadas para unir toda família no passeio – estão shows, customização de motocicletas, exposição de fotos, Bikers Bar, museu temático, food trucks, palestras educativas, test ride, shows com motos da Equipe Pro Tork Alto Giro e GTM Show (Grupamento Tático de Motociclistas da PMERJ), serviços e a inédita Feira de Negócios.

]]>
<![CDATA[Mega-Sena pode pagar R$ 11 milhões neste sábado]]>

O sorteio 1.894 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 11 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) deste sábado (14), em Belém.

De acordo com a Caixa Econômica Federal, com o valor integral do prêmio, o ganhador poderá comprar uma frota de 16 carros esportivos de luxo. Se quiser investir na poupança, receberá mensalmente R$ 75 mil em rendimentos.

Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

]]>
<![CDATA[Preço da cesta básica cresce acima da inflação em 2016]]> A mesa do nordestino esteve mais cara em 2016. O valor da cesta básica, calculado a partir da pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em todas as capitais brasileiras, ficou acima da variação do apontador oficial de inflação, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Enquanto o grupo “alimentos e bebidas” do IPCA apresentou crescimento médio de 10,0% no Nordeste, a variação acumulada do custo da cesta básica na Região foi de  20,3%.

Em comparação à média regional de 2015 (+12,6%), o aumento na cesta básica nordestina deve-se principalmente ao crescimento nos preços do feijão (+88,2%), do leite (+33,5%), da banana (+22,5%), do açúcar (+58,4%), da farinha (+32,1%) e da manteiga (+44,0%).

Esses itens representam cerca de 39,8% da cesta básica na nordestina, que encerrou o ano custando R$ 367,09, sendo a de menor valor monetário entre as regiões brasileiras - Norte (R$ 394,24), Centro-Oeste (R$ 417,58), Sul (R$ 434,23) e Sudeste (R$ 441,62).

Capitais

 

As maiores variações na cesta do Nordeste, em 2016, foram nas capitais Aracaju (+29,6%), Fortaleza (+25,0%) e João Pessoa (+23,1%). Natal (+18,3), Recife (+16,4%) e Salvador (+14,8%) registraram as menores variações.

O preço médio da carne, no ano de 2016 variou entre 3,8% (Natal) e 11,2% (João Pessoa), comparado com o de 2015. Na média do ano, a carne tem a maior participação relativa: de 27,7%. E sua variação foi de 7,2%, apresentando as principais variações, além de João Pessoa, em Fortaleza (+10,8%) e Aracaju (+9,5%).

O feijão, produto que vinha despontando como destaque na formação do processo inflacionário dos alimentos e também da cesta básica, teve seu preço elevado em 88,2%.

Tendência de queda

Apesar do resultado acumulado, observa-se tendência de queda no preço dos alimentos nos últimos quatro meses. No Brasil, o custo da cesta básica declinou 1,9% em dezembro de 2016 em relação ao mês anterior, enquanto o Nordeste apresentou redução média de 2,1%. A variação ficou abaixo dos -0,3% de outubro, mas acima dos -3,4% de novembro.

A redução deve-se principalmente às variações negativas nos preços do feijão (-16,6%), do leite (-4,7%), do tomate (-2,2%) e do pão (-0,4%). As variações positivas mais relevantes ocorreram para a banana (+2,6%) e a farinha (+2,0%).

As informações são do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão de pesquisas do Banco do Nordeste, com base em informações divulgadas Dieese.

 

]]>
<![CDATA[Juceal divulga rankings dos municípios de acordo com registro empresarial]]> A Junta Comercial do Estado de Alagoas (Juceal) produziu relatório sobre balanço do registro empresarial em 2016. Dentre os pontos elaborados, foram gerados dois rankings dos municípios de alagoanos de acordo com os números de constituição e extinção empresarial. A Juceal é o órgão responsável pelo registro de empresas e pela administração da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim) no estado.

Maceió aparece como a cidade que registrou o maior número de constituições, com 8.993 inscrições, o que representa 47% do total. A lista dos maiores quantitativos segue com Arapiraca (1.794), Rio Largo (571), Palmeira dos Índios (447), Marechal Deodoro (383), São Miguel dos Campos (368), União dos Palmares (313), Delmiro Gouveia (296), Penedo (290) e Coruripe (274).

(Imagem: Ascom / Juceal)

Entre os maiores quantitativos de extinções, a capital alagoana também figura no primeiro lugar, com 3.890 baixas. Em comparação com o ranking de constituições, a lista de cidades com maiores números de fechamentos é composta pelas mesmas cidades, mas com ordem diferente. Além de Maceió, o ranking segue com Arapiraca (806), Rio Largo (228), Coruripe (161), São Miguel dos Campos (156), Penedo (154), União dos Palmares (147), Marechal Deodoro (146), Palmeira dos Índios (144) e Delmiro Gouveia (141).

(Imagem: Ascom / Juceal)

Segundo o presidente da Juceal, Carlos Araújo, os estudos servem como uma análise do momento econômico vivido por cada e podem ser utilizados para elaboração de políticas públicas.

“O Governo do Estado vem promovendo uma interiorização das ações para que todos os municípios possam se desenvolver e para que a economia possa ter uma diversificação. Com os rankings, conseguimos observar alguns pontos sobre o período atual, além de uma análise baseada em cada região”, destacou.

Observando os 102 municípios, apenas duas cidades apresentaram o mesmo quantitativo de constituição e extinção. Em 2016, Branquinha contou com a abertura e fechamento de 19 empresas, enquanto Olho d’Água Grande apresentou três inscrições e baixas.

Nos dados divulgados, foram analisadas as constituições e as extinções de Números de Identificação do Registro da Empresara (Nire) dentro do banco de dados pertencente à Junta Comercial.

]]>
<![CDATA[Volta às aulas: Seplag divulga pesquisa especial com preços de material escolar]]> Todo começo de ano, a operação de compra de material escolar ganha as ruas de Maceió. Com muita disposição e lista em mãos, os pais procuram as livrarias e papelarias da cidade para escolher os itens que acompanharão a criançada ao longo do período letivo. E foi justamente com o intuito de ajudar as famílias maceioenses a não comprometerem o orçamento familiar já no mês de janeiro, que a Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) realizou uma pesquisa especial para saber os custos dos produtos mais procurados nesta época.

Em 2017, os dados revelam que entre os tradicionais cadernos escolares, os livretos de desenho foram os que apresentaram maior variação, algo em torno de 3,74%. Outros produtos como cadernos de 10, 12 e 20 matérias e o caderno brochura exibiram deflação de 0,16% e 1,44%, respectivamente.

“Os preços deste ano são reflexos do momento econômico pelo qual o País está passando. É certo afirmar que os altos índices de inflação, o elevado custo de produção e a alta do dólar foram fatores relevantes para a alta nos preços dos produtos”, avalia o supervisor de Pesquisas da Seplag, Gilvan Sinésio.

Ainda de acordo com a pesquisa, a caneta foi o item que apresentou o crescimento mais acentuado (12,24%) de todo o levantamento. Os demais artigos de escrita e pintura tiveram elevações mais discretas. O grafite, por exemplo, variou em 5,34%, seguido do lápis de cor (4,89%), a tinta guache (4,00%) e o pincel atômico (2,29%).

“No caso da caneta, percebemos que o produto teve uma variação acima da inflação acumulada na capital alagoana no ano de 2016, que atingiu um patamar geral de 6,88%. Além disso, é importante ressaltar que os empresários aproveitaram a época para aumentar o preço de alguns produtos”, explica Sinésio. 

A pesquisa apontou que na análise das variações de papéis, o papel A4 variou em 12,22%, seguido dos papéis diversos (9,51%) e dos emborrachados (8,89%).  O levantamento ainda mostra que o TNT, a cola e a régua tiveram aumentos em seus preços, quando comparados com o mesmo período do ano passado. 

“A melhor dica que podemos dar aos pais que vão se aventurar nas papelarias é que eles pesquisem muito antes de efetivar as compras. Apesar das altas, ainda é possível encontrar alguns pontos que estejam fazendo promoções e, por isso, vale optar por lojas menores, locais onde geralmente se pode conseguir um melhor poder de barganha com os lojistas”, completa Gilvan Sinésio.

Para conferir a pesquisa completa, acesse o site Alagoas em Dados e Informações clicando aqui.

]]>
<![CDATA[Fecomércio Alagoas diz que endividamento atinge 60% da população de Maceió]]> O endividamento alcançou o percentual de 60% na capital alagoana, em dezembro. É o que revela a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) realizada pelo Instituto Fecomércio AL, em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Isso representa um aumento de 1,1 ponto percentual (p.p) em relação ao mês de novembro e um valor 8,9 p.p menor quando comparado com o mesmo período de 2015.

Do percentual de endividados, 27,5% também estão com as contas em atraso; valor 1,8 p.p. menor do que novembro. Em relação ao volume de dívidas, 29,4% acreditam que estão muito endividados; 12,5% disseram estar mais ou menos endividados e 18,1% se consideram pouco endividados. A principal razão para o endividamento é o uso do cartão de crédito (87,6%). Na sequência, carnês/boletos (8,3%) e o uso de crédito pessoal para quitar dívidas anteriores pagando juros menores do que o cartão, 4,8%. Ainda conforme a análise, o cenário indica que as famílias poderão optar pelas compras à vista.

De acordo com o levantamento, 13,7% dos consumidores estão em situação de inadimplência e apenas 6,9% terão condições de pagar totalmente a dívida, recuperando o crédito. Já 29,2% irão pagar parcialmente ou renegociar, enquanto 53,1% não terão condições de pagar.

Para o assessor econômico da Fecomércio, Felippe Rocha, no mês de dezembro há um aumento natural da demanda sobre os bens e serviços ofertados com as férias escolares, confraternizações e outras situações que incentivam a procura por bares, restaurantes, presentes e hotéis. Segundo Rocha, ao contrário do que aconteceu em novembro, quando a Black Friday incentivou o aumento do consumo por meio do crédito, o mês de dezembro favoreceu, por conta do Natal, o aumento do uso dos diversos instrumentos financeiros pelos cidadãos.

Em relação ao período, os consumidores passam cerca de 4,7 meses do ano pagando dívidas. “É um dado positivo se lembrarmos que, em 2015, os consumidores da capital passavam mais de seis meses [6,3] do ano pagando dívidas. Ao se livrarem das dívidas num tempo mais reduzido, já possuem condições de retornar à sociedade de consumo e, como na média apresentam um nível de comprometimento de suas rendas de 29,1%, estão em níveis ainda satisfatórios de saúde de seus orçamentos”, explica Rocha.

Para o economista, 2017 trará boas novas para consumidores e empresários, pois a prática de diferenciação de preços institucionalizada por meio de Medida Provisória irá permitir que os consumidores negociem de forma mais aberta os preços com os vendedores quando o consumo for à vista. Além disso, a universalização dos meios de pagamento permitirá aos empresários custos menores de taxas de administração de máquinas de cartão. “O que poderá reduzir ainda mais os preços praticados”, comentou.

]]>
<![CDATA[GPS referente ao mês de dezembro pode ser paga até segunda (16)]]> O pagamento da Guia da Previdência Social (GPS), contribuição previdenciária de contribuintes individuais e facultativos, referente ao mês de dezembro pode ser efetuado até segunda-feira (16), sem acréscimos. Geralmente, essas contribuições previdenciárias vencem no dia 15 do mês, exceto quando a data coincide com sábados, domingos e feriados.

O cidadão que recolhe sobre o salário mínimo, deve ter como referência R$ 880 e pagar o mesmo valor do mês passado, ou seja, R$ 176,00 (alíquota de 20%), R$ 96,80 (alíquota de 11%) e R$ 44,00 (alíquota de 5%).

O prazo para o recolhimento da contribuição das donas de casa de família de baixa renda também será na segunda-feira (16). Já a data para o recolhimento das contribuições do empreendedor individual, sem juros e multa, é o dia 20 de janeiro.

O pagamento da contribuição previdenciária do mês de janeiro sobre o salário mínimo, deve ter como referência o valor de R$ 937,00. Assim quem contribui com 20% deve pagar R$ 187,4; com a alíquota de 11%, R$ 103,07 e a alíquota de 5%, corresponde a R$ 46,85

A Guia para o cidadão realizar o pagamento da contribuição para o INSS pode ser adquirida em papelarias ou emitida pela internet, no site da Previdência Social www.previdencia.gov.br Nesse endereço eletrônico também podem ser efetuados os cálculos para os pagamentos em atraso.

Mais informações sobre a GPS e sobre as formas de contribuição para o INSS podem ser obtidas pela Central 135. As ligações são gratuitas quando realizadas a partir de telefone fixo ou público e têm custo de chamada local, quando feitas a partir de celular. A Central 135 funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h.

O pagamento mensal da contribuição previdenciária garante ao segurado o direito a aposentadoria (por tempo de contribuição, por idade e por invalidez), auxílio-doença e salário-maternidade. Os dependentes podem receber o auxílio-reclusão e a pensão por morte. Os que contribuem com 11% ou 5% do salário mínimo têm direito a todos os benefícios, exceto a aposentadoria por tempo de contribuição.

]]>
<![CDATA[OIT prevê que nº de desempregados no Brasil chegará a 13,6 milhões em 2017]]> A taxa mundial de desemprego deverá subir de 5,7% em 2016 para 5,8% em 2017, o que representará um aumento de 3,4 milhões no número de pessoas desempregadas, segundo relatório lançado nesta quinta-feira (12) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). Ao todo, serão 201,1 milhões de pessoas sem emprego no planeta neste ano.

Segundo o estudo "Perspectivas sociais e do emprego no mundo - Tendências de 2017", de cada 3 novos desempregados no mundo em 2017, um será brasileiro. A OIT estima que o Brasil terá 1,2 milhão de desempregados a mais na comparação com 2016, passando de um total de 12,4 milhões para 13,6 milhões, e chegará a 13,8 milhões em 2018.

Em termos absolutos, o Brasil terá a terceira maior população de desempregados entre as maiores economias do mundo, superado apenas pela China e Índia. Na China, a OIT prevê que o número subirá de 37,3 milhões para 37,6 milhões em 2016. Já na Índia, de 17,7 milhões para 17,8 milhões.

Previsão de taxa de desemprego de 12,4%

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o desemprego está em 11,9%, índice do trimestre encerrado em novembro de 2016, com 12,1 milhões de pessoas nesta situação.

A OIT projeta o índice de desemprego no Brasil neste ano em 12,4%, um ponto acima do percentual de 2016. Para 2018, a projeção também é de 12,4%.

O relatório mostra ainda que as formas vulneráveis de trabalho – como trabalhadores familiares não remunerados e trabalhadores por conta própria – devem representar mais de 42% da ocupação total, ou seja, 1,4 bilhão de pessoas em todo o mundo em 2017.

"O crescimento econômico segue decepcionante e é menor do que o esperado, tanto em nível quanto em grau de inclusão. Isso delineia um quadro preocupante para a economia mundial e sua capacidade de criar empregos suficientes, muito menos empregos de qualidade. A persistência de altos níveis de formas vulneráveis de emprego, associadas a uma evidente falta de avanços na qualidade dos empregos – mesmo em países onde os números agregados estão melhorando – é alarmante. Temos de garantir que os ganhos do crescimento sejam compartilhados de forma inclusiva", afirmou o Diretor Geral da OIT, Guy Ryder.

]]>
<![CDATA[Abertas inscrições para curso de Educação Financeira da Desenvolve]]> Todos os alagoanos podem contar com o banco do povo. Seguindo essa premissa firmada pela Agência de Fomento de Alagoas (Desenvolve) desde a sua concepção, foram iniciadas nesta semana as inscrições para o curso de educação financeira desenvolvido pela agência.

O curso é oferecido gratuitamente a todos os interessados, sendo cliente da Desenvolve ou não, e busca introduzir noções básicas de planejamento financeiro na vida das pessoas, envolvendo interação entre os participantes, dinâmicas e exposição de ideias voltadas à conscientização e organização. Além disso, trará dicas para a obtenção do equilíbrio econômico e de uma relação saudável com as finanças para que esses ensinamentos cheguem até a gestão de suas pequenas e microempresas.

Ao participar do curso, que já passou pelo município de Arapiraca e agora acontecerá semanalmente na sede da Desenvolve, localizada na Rua Dr. Antônio Cansanção, 465, no bairro da Ponta Verde, cada inscrito sairá munido de uma cartilha adaptada que auxiliará, na prática, na mudança de hábitos econômicos, tanto em casa quanto em seus empreendimentos.

 “A intenção é levar esse conhecimento ao maior número de alagoanos possível”, explicou Rafael Brito, presidente da Desenvolve. “É um serviço do Governo do Estado para que as pessoas enxerguem a agência não só como como um instrumento financeiro, mas também em ações como essa, que complementam e ajudam a vida do pequeno empreendedor em diversas instâncias”, finalizou.

Os interessados devem se inscrever através da página da Desenvolve no Facebook ou do próprio site da agência (www.desenvolve-al.com.br). Instituições e cooperativas que desejarem ofertar  o curso para seus colaboradores também podem entrar em contato com a Desenvolve para obter maiores informações.

]]>