<![CDATA[ Tribuna Hoje - O portal de notícias que mais cresce em Alagoas ]]> <![CDATA[Prodesin aponta que Alagoas é estado com melhor incentivo fiscal do Nordeste]]> Prospectar, superar adversidades e crescer. Com essas prerrogativas, Alagoas definiu sua estratégia para a criação do Programa do Desenvolvimento Integrado do Estado (Prodesin) e se tornou, desde 2016, o Estado com o melhor incentivo fiscal do Nordeste.

Atraída por esse cenário, a BHR Indústria e Comércio de Produtos, do segmento químico, investiu R$ 22 milhões em Alagoas e deve inaugurar sua unidade no segundo semestre deste ano, no Polo Multifabril de Marechal Deodoro.

“Três fatores foram fundamentais para que a BHR instalasse uma unidade em Alagoas: o incentivo fiscal oferecido pelo Estado, extremamente competitivo; a proximidade da nossa matéria-prima da melhor qualidade, com a soda cáustica produzida pela Braskem; e, claro, o atendimento do Governo do Estado através da Sedetur, que nos apoiou e nos tratou como verdadeiros parceiros”, afirmou o empresário Alejandro Hita.

O Programa do Desenvolvimento Integrado do Estado de Alagoas reduz em 92% o pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na saída dos produtos industrializados em todo território alagoano, além do diferimento do ICMS sobre os bens destinados ao ativo fixo, sobre a matéria-prima utilizada na fabricação de produtos e na aquisição interna de energia elétrica e gás natural.

Para se ter uma ideia, o benefício fiscal na região metropolitana de Pernambuco é de 75%, oferecendo um desconto maior do que Alagoas (95%) apenas na região do Sertão, um território ainda sem infraestrutura adequada para a instalação de indústrias.

De acordo com o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur), Helder Lima, os incentivos fiscais oferecidos em Alagoas, aliados ao trabalho de prospecção realizado pela Sedetur, à segurança jurídica e à celeridade dos processos, tornam o Estado o melhor lugar para se investir no Nordeste.

“Com o Prodesin, Alagoas se tornou o Estado com melhor incentivo fiscal do Nordeste, uma vez que o desconto de 92% é aplicado em todo território. Esse fator é fundamental para a geração de emprego e renda para centenas de alagoanos”, afirmou Helder Lima.

A celeridade nos processos de abertura de empresas também é marca do Estado.  Com a implantação da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim) em todos os municípios, projeto administrado pela Junta Comercial do Estado de Alagoas (Juceal), o empresário que deseja abrir um negócio realiza a consulta de viabilidade de endereço e solicita alvarás referentes à prefeitura de forma on-line, por meio do portal Facilita Alagoas, com o tempo máximo de 48 horas, para abertura, baixa ou alteração cadastral.

Além da BHR Indústria e Comércio de Produtos, está prevista para 2017 a inauguração de mais sete indústrias no Estado, que somam mais de R$ 100 milhões em investimentos e cerca de 2.400 novos postos de trabalho.

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<![CDATA[Casal sai do ‘vermelho’ e apresenta resultado histórico]]> A Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) entra 2017 em uma nova fase. Isso porque, pela primeira vez depois de muitos anos, a empresa — que sempre foi espécie de ‘patinho feio’ de todos os governos — obteve superávit (melhora de arrecadação, ou seja, mais do que a previsão para um período em relação à arrecadação e despesas) depois de muito tempo no ‘vermelho’.    

Com o superávit em suas contas, a Casal ingressou em um processo de sustentabilidade econômico-financeira, conforme definiu o presidente da empresa, Clécio Falcão.

O déficit anual, que era de R$ 53 milhões em 2014 – antes da atual gestão -, foi reduzido para R$ 23 milhões em 2015 e desapareceu em 2016.

Com isso, a Casal vai começar uma nova fase na melhoria dos serviços prestados à população dos 77 municípios, onde opera os sistemas de saneamento.

“Esse desempenho, que é fruto de muito trabalho, negociação, ajustes, parcerias, cortes de despesas e ações de incremento à arrecadação, é um reflexo da nova estratégia de gestão adotada pela atual diretoria e uma prova de que a empresa é viável”, enfatizou o presidente Clécio Falcão.

Segundo ele, para conseguir o equilíbrio financeiro, a empresa renegociou contratos, ajustou procedimentos, reduziu despesas, fez realinhamento tarifário e desenvolveu outras ações de crescimento da arrecadação, que começam a apresentar resultados positivos.

Entre essas ações, de acordo com ele, estão: revisão de todos os contratos, o que resultou numa economia de R$ 18 milhões em 2015, em relação a 2014, redução do número de veículos locados e de postos de segurança armada, incremento das auditorias internas na área comercial, ações de fiscalização no desvio de água nas adutoras e nas diversas irregularidades nas ligações em áreas urbanas.

Clécio Falcão destacou também, entre essas medidas, a ampliação da micromedição, por meio da instalação e substituição de hidrômetros, e o lançamento do Programa Alavancar, cujo objetivo é reduzir perdas e aumentar a arrecadação.

“Hoje, conseguimos pagar os compromissos em dia e ampliamos nossa capacidade de investimento, que resulta no aumento da qualidade dos serviços que prestamos à população”, salientou o presidente da Casal.

Desassoreamento da barragem Carangueja deve ser concluído em uma semana

O serviço de desassoreamento da barragem Carangueja deverá ser concluído nos próximos sete dias, segundo a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), responsável pela obra. O manancial fica situado na zona rural do município de Quebrangulo e é usado para abastecer Palmeira dos Índios, sendo responsável por 70% da água que chegava à cidade.

O trabalho, iniciado na última semana de janeiro, consiste na retirada da lama e da vegetação do fundo da barragem, que secou devido à estiagem prolongada que atinge todo o estado. Até agora, mais de 600 caçambas de lama já foram retiradas do fundo da Carangueja. A obra também inclui a instalação de um equipamento chamado de flutuante para captação da água.

Essa é a primeira vez que esse serviço é realizado, desde que a barragem foi construída, há mais de 40 anos. Ele só foi possível, de acordo com engenheiros da companhia, porque a barragem secou.

Quando ela encher novamente, a água distribuída pela empresa aos moradores de Palmeira dos Índios terá mais qualidade.

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<![CDATA[Maceió tem maior faturamento nacional no ranking da CVC]]> Maceió novamente aparece no topo do ranking de vendas da CVC, uma das maiores operadoras de turismo do Brasil. Em 2016, a capital foi o segundo destino mais vendido do País, tendo obtido um crescimento de 15% em relação a 2015, e o primeiro lugar em faturamento.

O primeiro lugar de vendas fica para Porto Seguro, mas segundo Cleyton Armelin, diretor de produtos nacionais da CVC, a circulação de dinheiro é maior na capital alagoana. “Pelo preço das passagens, hotéis e transporte, o turista que vem para Maceió termina gastando mais do que o que vai para Porto Seguro”, afirmou.

O dado foi divulgado neste fim de semana durante a Convenção Anual de Vendas da CVC, em Foz do Iguaçu, que contou com a presença do secretário Jair Galvão, titular da Secretaria Municipal de Turismo (Semtur). “A CVC é um dos mais importantes parceiros comerciais do destino Maceió e é com muita alegria que comemoramos esse resultado. Nossa cidade vem subindo no ranking de vendas da operadora e a importante novidade é que em 2016 ficamos em primeiro lugar em receita, à frente dos destinos concorrentes, o que sinaliza que estamos muito bem posicionados em relação às políticas de tarifa, sem prejudicar o crescimento no número de turistas”, afirmou.

Segundo Galvão, a colocação no ranking da operadora se deve em grande parte ao trabalho que tem sido feito para a divulgação da cidade como destino turístico. “O número reflete importantes políticas da Prefeitura de Maceió e seus parceiros na promoção do destino. Isso é feito em três frentes estratégicas: ações voltadas aos parceiros comerciais , que são operadores e agentes de viagem, ações voltadas ao público final, a exemplo do inovador programa de marketing nas redes sociais da Semtur, e as ações de comunicação institucional do destino Maceió, feitas por meio de press trips com veículos especializados nacionais e internacionais”, explicou o secretário, que também ressalta a importância da estruturação da cidade para receber os turistas.

“A Prefeitura tem investido significativamente em ações que servem como diferencial competitivo e refletem na hora do agente ou turista escolher o destino de sua viagem. Hoje temos a via litorânea norte, iluminação em LED, Wi-Fi gratuita na praia, o projeto Praia Viva e a drenagem das galerias pluviais, que está em implantação, somente para citar alguns fatores que tornam Maceió um destino atrativo para visitantes do Brasil e do mundo”, finalizou Galvão.

Maria Gabriela Lyra/ Ascom Semtur

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<![CDATA[Governo já identifica sinais de retomada da economia]]> O recuo da inflação e as quedas das taxas de juros elevam o otimismo de recuperação da economia brasileira dentro do governo para o ano. A expectativa da equipe econômica é de que, ao final do último trimestre de 2017, o Brasil esteja crescendo a um ritmo de 2% em relação ao mesmo trimestre de 2016.

O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Fabio Kanczuk, afirma que as riquezas do País deve apresentar crescimento já nestes primeiros três meses de 2017. "O ponto da virada parece ter sido em dezembro”, diz.

A Fazenda vem mapeando a intensidade do “vigor” da retomada nesses três meses. Até o momento, a pasta já identificou pelo menos cinco importantes sinais de que o período de recessão econômica, que atravessou 11 trimestres consecutivos, está ficando para trás.

O ministério comandado por Henrique Meirelles aponta que esboçam reação os setores de agronegócio, com uma safra recorde; automobilístico, com a normalização dos estoques; de bens não duráveis, com o aumento do consumo, sobretudo em super e hipermercados; o minério de ferro, com o aumento do preço no mercado internacional; e a construção civil, beneficiada pelas medidas recentes de ampliação do Minha Casa, Minha Vida e elevação para R$ 1,5 milhão do limite de compra da casa própria com recursos do FGTS.

Alguns indicadores também já sinalizam para uma retomada, como o aumento de licenciamento de veículos e o aumento da confiança do consumidor e do empresário. Para a equipe econômica, dessa vez é um “crescimento de verdade”, sem artificialismos do passado recente.

O PIB (Produto Interno Bruto) — que corresponde à soma de todos os bens e serviços produzidos no País — pode até mesmo surpreender e superar 1% (a previsão oficial até o momento), mas a estratégia agora é não contar com um cenário melhor para não ter de ficar “torcendo” depois.

Para o presidente do Insper e ex-secretário de Política Econômica, Marcos Lisboa, o Brasil ainda não está numa trajetória de crescimento sustentado. Segundo ele, para crescer a patamares de 3%, por exemplo, é preciso levar à frente a agenda de aumento da produtividade, que está estagnada no País.

Lisboa, no entanto, pondera que há agora uma janela de oportunidade aberta, com a melhora da perspectiva das contas públicas. Ela dá um fôlego até 2018 para abrir essa agenda. A maior preocupação é de a crise financeira dos Estados contaminar a retomada, levando à crise social.

A economista Sílvia Matos, coordenadora do Boletim Macro do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia), da FGV, diz que o crescimento virá “devagar”, como deve ser depois do “desarranjo” recente da economia. O Ibre foi uma das primeiras instituições no ano passado a perceber que a retomada não começaria em 2016, como se imaginava inicialmente. Agora, projeta uma retomada começando no primeiro trimestre.

Segundo Sílvia, a perspectiva é de alta de 0,4% nesse período. Ele alerta ainda que metade desse crescimento será decorrente da agricultura. O setor de serviços continuará muito fraco. Somente no segundo trimestre é que a retomada começa a ser mais disseminada. E o aumento do emprego formal só começará em 2018.

Renda

Para o governo, a queda surpreendente da inflação neste início de ano ajuda na retomada da economia, porque aumenta a renda real do brasileiro, favorecendo o consumo de bens não duráveis. O ponto alto da retomada, no entanto, é a exuberância do setor agrícola, com a estimativa de safra de 220 milhões de toneladas de grãos e crescimento de 20% em relação a 2016.

Na indústria, as informações são de que nove setores estão reagindo: máquinas e equipamentos; produtos de metal; perfumaria produtos de limpeza; calçados e artigos de couro; borracha e plástico; mobiliário; veículos, reboques, carrocerias; vestuário e acessórios; e informática, produtos eletrônicos e ópticos.

O comércio também estaria começando a dar alguns sinais de melhora, mas o primeiro trimestre é tradicionalmente mais fraco para esse setor.

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<![CDATA[Previdência responde por 97% do déficit nas contas públicas em 2016]]> O caminho para o reequilíbrio das contas públicas esbarra na Previdência Social. Num contexto de baixo crescimento econômico e de envelhecimento da população, o déficit das aposentadorias e das pensões representa o principal desafio para a equipe econômica, ao responder por quase a totalidade do rombo das contas do governo em 2016.

No ano passado, o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – registrou déficit primário de R$ 154,2 bilhões. Desse total, R$ 149,7 bilhões (97%) vieram exclusivamente da Previdência Social. Os R$ 4,5 bilhões restantes que compõem o rombo foram obtidos pelo Tesouro Nacional e pelo Banco Central (BC).

O resultado primário é a diferença entre as receitas e despesas nas contas do governo antes do pagamento dos juros da dívida pública. A deterioração das contas públicas acompanhou o crescimento do déficit da Previdência. Em 2011, o rombo nas contas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) totalizou R$ 51,3 bilhões. O superávit primário de R$ 186,3 bilhões do Tesouro e do BC, no entanto, foi mais do que suficiente para cobrir o déficit da Previdência.

A situação continuou positiva até 2013, quando o INSS fechou o ano com um resultado negativo de R$ 64,4 bilhões, contra superávit de R$ 162,9 bilhões obtido pelo Tesouro e pelo BC. O problema começou em 2014, quando o superávit de R$ 68,9 bilhões do Tesouro e do BC foi, pela primeira vez desde o início da série histórica, insuficiente para cobrir o déficit de R$ 68,5 bilhões da Previdência.

A recessão econômica de 2015 e 2016 piorou a situação. Com o aumento do desemprego, menos trabalhadores passaram a contribuir para o INSS, fazendo o déficit da Previdência saltar. Apesar de as receitas do INSS poderem se recuperar daqui a alguns anos caso a economia volte a crescer, a professora Vilma Pinto, do Núcleo de Economia do Setor Público do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre), diz que o país precisa se debruçar sobre as contas da Previdência.

“Numa situação em que a receita [da Previdência] varia conforme o ciclo econômico e as despesas [aposentadorias, auxílios e pensões] são rígidas, alguma reforma tem de ser feita para impedir problemas no médio e no longo prazo. A população está envelhecendo e, daqui a algumas décadas, a contribuição dos trabalhadores na ativa será insuficiente para pagar os benefícios da Previdência”, alerta a professora.

Ao explicar os resultados das contas do Governo Central em 2016, a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, disse que o déficit piora se levar em conta a Previdência dos servidores públicos. O regime próprio para o funcionalismo federal passou por reformas em 2003 e em 2012, com a criação de uma Previdência Complementar que pôs fim às aposentadorias integrais.

“O regime próprio [de Previdência] dos servidores públicos está estabilizado em termos reais [corrigidos pela inflação], mas não o regime geral [INSS]. Se somarmos o déficit do regime geral com o déficit do regime próprio, a gente fala em R$ 220 bilhões, que é uma cifra expressiva. Daí a importância das reformas que estamos discutindo agora”, declarou Ana Paula. No ano passado, a Previdência dos servidores federais registrou rombo de R$ 78,5 bilhões.

Seguridade social

Apesar de o déficit da Previdência ser considerado o principal problema das contas públicas, diversos economistas, entidades e sindicatos contestam o rombo no INSS. Na última segunda-feira (13), o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional) soltou um vídeo em que informa que não existe déficit na Previdência Social ao considerar todas as fontes de financiamento, não apenas as contribuições de patrões e empregados ao INSS.

Para Vilma Pinto, o argumento de que não existe rombo nas aposentadorias e pensões é uma questão conceitual entre quem mistura as contas do INSS com as da Seguridade Social, que engloba, a assistência social e a saúde, além da Previdência. “Do ponto de vista contábil, ao se considerar receita previdenciária apenas as contribuições ao INSS, existe déficit, sim. E ele é considerável. Ao cobrir o rombo da Previdência com as demais receitas da seguridade social e com receitas não vinculadas, o governo gasta menos em outras áreas”, diz.

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<![CDATA[Capital alagoana é opção para quem prefere relaxar no carnaval]]> Neste fim de semana, vão acontecer em Maceió várias prévias de Carnaval, tanto no bairro do Jaraguá quanto na orla da Ponta Verde e Pajuçara. A capital alagoana já é conhecida por ter uma das melhores festas pré-Carnaval do Brasil.

Mas a cidade também é um destino muito procurado por turistas que querem deixar o agito de lado e aproveitar o feriado de Carnaval para relaxar. Um dado que comprova isso é o da ocupação hoteleira: somente na capital, a estimativa é de 92% dos leitos sejam preenchidos.

“E o número ainda pode aumentar devido às reservas feitas em cima da hora”, afirma Mauro Vasconcelos, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Alagoas (ABIH-AL).

Outras cidades do Nordeste também estão com a ocupação hoteleira alta, mas Maceió conseguiu se posicionar bem como destino para o turista que quer fugir do agito. “Algumas cidades do Nordeste tradicionais em festas de Carnaval ficam lotadas como Salvador, Porto Seguro e Recife. Nós conseguimos nos fixar bem com um destino para as pessoas que querem fugir das grandes festas e aproveitar para descansar”, explicou Vasconcelos. “Isso justifica por que a maioria dos turistas que vem para cá chega de lugares que têm grandes carnavais, como Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco”, acrescentou.

Vasconcelos explicou ainda que Maceió, assim como outros destinos de lazer como Natal e Porto de Galinhas, tem sofrido menos o impacto da crise financeira, que tem afetado destinos que dependem mais do mercado corporativo do que do mercado do turismo.

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<![CDATA[Sala do Empreendedor vai garantir mais qualificação em Traipu]]> O secretário municipal de Indústria e Comércio de Traipu, José Valter, e o secretário-executivo da pasta, Francisco de Assis, estiveram reunidos, na sede da Gerência Regional do Sebrae, em Arapiraca, onde foram recebidos pelo gerente geral, Arestides Bezerra.

No encontro, foi firmada uma parceria para o município receber a Sala do Empreendedor, cujo objetivo é incentivar e desenvolver o comércio local.

De acordo com o secretário José Valter, a partir desse convênio serão ofertados diversos cursos de capacitação voltados para os comerciantes, prestadores de serviços e para a comunidade em geral, capacitando as pessoas para que elas desenvolvam novos negócios em Traipu.

O secretário-executivo do órgão, Francisco de Assis, disse que a Sala do Empreendedor será instalada no mês de março, logo após o carnaval, e funcionará no mesmo prédio onde está instalada a Secretaria de Indústria e Comércio, na Rua Vereador João Cavalcante, vizinho ao prédio da Osacre.

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<![CDATA[FGTS: 1º sábado de atendimento sobre contas inativas é tranquilo em Brasília]]> O primeiro dia de abertura das agências da Caixa Econômica Federal aos sábados para tirar dúvidas da população sobre o saque das contas inativas do FGTS foi tranquilo, em Brasília. Na agência Conjunto Nacional Brasília, localizada em um shopping próximo à rodoviária, no centro da cidade, a movimentação foi constante, mas pequena nas primeiras horas de atendimento. Os trabalhadores, em sua maioria, queriam saber o quanto tem a receber.

“Eu dei uma consultada no site da Caixa e tenho alguma coisa para receber, mas tive outros empregos e não consegui ver pelo site. Então quero saber quanto tenho para receber. No meio de semana é ruim, eu trabalho. Achei interessante abrir a agência no sábado. Daqui uns dias vai ser tumultuado quando disponibilizarem os saques”, destacou o servidor público Ribamar de Santana que aproveitou que estava passeando pelo shopping para ir à agência.

O bombeiro hidráulico Herval Costa Santos esperava receber mais do que descobriu que tinha direito, mas não desanimou. “Eu tenho um saldozinho, uma besteira aí para receber. Quem tem esse dinheiro para receber, ajuda muito para pagar as dívidas. Eu me controlo, graças a Deus. Tenho um pouquinho só, mas estou feliz, tranquilo”. Gecina Oliveira Silva, sua companheira, concordou. “Não é muito, mas vai valer a pena. Vai resolver alguma coisa.”

O pedreiro José Ocimar Barbosa também tinha dúvidas sobre o valor a receber. “A minha dúvida é que tem algumas empresas que eu trabalhei antes e eu que pedi demissão. Onde eu trabalho atualmente alguns colegas foram atrás das informações e eles têm uma verba a receber. Achei uma boa ideia abrir a agência no sábado porque, como eu, muitos trabalham e não conseguem ir em dia de semana”, disse José Ocimar.

Em tom bem-humorado, José disse ainda que os recursos serão importantes porque, com a possibilidade de aprovação de novas regras de aposentadoria, ele não sabe quando poderá parar de trabalhar.  “E eu me animei para saber quanto tenho para receber porque já não sei mais nem quando me aposento [risos], então vou aproveitar essa oportunidade que o governo está dando e buscar o saldo.”

O governo anunciou a possibilidade do saque de contas inativas em dezembro do ano passado, em meio ao lançamento de um pacote de medidas para estimular a economia. A Caixa anunciou esta semana o calendário de saques, que leva em conta a data de aniversário do beneficiário. Antes das novas regras, o trabalhador podia ter acesso aos recursos de contas inativas do FGTS em alguns casos, como a aposentadoria ou a compra de um imóvel.

Mobilização de funcionários

O vice-presidente de tecnologia da Caixa, José Antônio Eirado, destacou a mobilização dos funcionários do banco em um dia atípico de trabalho. “Nós fizemos o melhor, os funcionários fizeram o melhor para ajudar. Tem funcionário que não é dessa agência, mas se dispôs a vir aqui atender espontaneamente”, disse na agência Conjunto Nacional Brasília.

Segundo Eirado, 37 agências abriram no Distrito Federal e no entorno neste sábado. Cerca de 500 funcionários estarão a postos para atendimento à população da região até as 15h. As agências estão abertas apenas para atendimento sobre as contas inativas do FGTS. “Hoje é dia de tirar dúvidas e fazer a opção, em função da data de nascimento, de receber o dinheiro na conta-corrente ou fazer o saque direto.”

Em todo o Brasil, nos últimos três dias, foram mais de 1 milhão de atendimentos nas agências da Caixa e 60 milhões de acessos no site do banco desde o anúncio oficial do calendário de saque, na última terça-feira (14).

Eirado lembrou também que muitas dúvidas podem ser tiradas pelo telefone 0800 726 2017, além do próprio site das contas inativas, criado pela Caixa. Para ter acesso às opções da página, o trabalhador deve informar o número de inscrição do PIS e o CPF.

“O volume de consultas ao site no dia que o presidente Michel Temer anunciou isso no Palácio do Planalto e nos momentos seguintes foi três vezes maior do que a gente tem na Mega-Sena. Nós nos preparamos bem, deixando os sistemas mais robustos e aumentando a capacidade de processamento para poder absorver isso tudo”, explicou o executivo da Caixa.

As agências abrirão um sábado por mês - sempre no sábado seguinte à abertura de uma nova data de saques. As agências abrirão, por exemplo, no dia 11 de março, uma vez que os trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro poderão começar a sacar os benefícios no dia 10 de março. Nos sábados, os atendimentos são das 9h às 15h.

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<![CDATA[Mega-Sena pode pagar R$ 5 milhões neste sábado]]>

O sorteio 1.904 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 35 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) deste sábado (18), em Lagoa da Prata (MG).

De acordo com a Caixa Econômica Federal, com o valor integral do prêmio, o ganhador poderá adquirir uma frota de 54 carros tipo SUV ou 10 casas de R$ 500 mil cada. Se quiser investir na poupança, o sortudo poderá garantir uma aposentadoria de mais de R$ 33 mil por mês.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

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<![CDATA[Chef alagoano comanda restaurante na Nova Zelândia]]> O chef alagoano Eder Marinho, radicado há mais de dez anos na Nova Zelândia, embarca em mais um grande desafio da sua carreira no exterior. Ao lado do renomado Empresário e Restauranteur Mr. Chris Jones, Eder comanda (como Chef Executivo) o restaurante The Junction Eatery, mais novo empreendimento gastronômico da cidade de Auckland, aberto ao público nesta segunda (13).

O The Junction Eatery foi inaugurado na última quinta, em evento fechado, recebendo influenciadores, amigos e colaboradores. Seguindo uma tradição da Nova Zelândia, a cerimônia contou também com a presença dos Maoris (povo indígena bastante respeitado na região), responsáveis pela benção do restaurante. A partir desta segunda (13), neozelandeses e turistas de todo o mundo já podem visitar o espaço e apreciar uma vista maravilhosa da cidade de Auckland e do vulcão Rangitoto. Ele está situado no bairro privilegiado de Birkenhead, em North Shore.

Eatery significa "comedoria" em inglês e Junction "junção", e é essa junção de culturas e sabores que move o Chef Eder Marinho. "Desde o início da minha carreira sempre apreciei essa mistura de ingredientes e sabores. Poder reunir num mesmo prato referências de lugares e culturas distantes e fazer disso um sabor inteiramente novo é um grande prazer para mim", destacou o Chef.

O cardápio do Junction tem como base a culinária europeia, especialmente a francesa, mas passeia por sabores de diversos lugares do mundo. Por lá, os clientes poderão desfrutar do hambúrguer de Beef Wagyu e dos tão famosos Waffles Belgas e Fajitas Mexicanas. Para o brasileiro se sentir em casa e o estrangeiro provar um pedacinho da sua terra, Eder inseriu no cardápio um ícone da nossa culinária, o autêntico açaí na tigela.

Eder Marinho comemora a conquista na carreira e espera compartilhar sua realização com os brasileiros. “Não vejo a hora de encontrar os meus conterrâneos de passagem pela Nova Zelândia, será uma imensa alegria recebê-los no Junction”, finalizou o alagoano.

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