<![CDATA[ Tribuna Hoje - O portal de notícias que mais cresce em Alagoas ]]> <![CDATA[Governo federal reduz contingenciamento do Orçamento em R$ 3,1 bilhões]]> O governo federal informou hoje (22) que diminuirá em R$ 3,1 bilhões o contingenciamento do Orçamento de 2017. Isso significa uma redução do contingenciamento de R$ 42,1 bilhões anunciado em março. Os números estão no relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas. O documento do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão atualiza as estimativas de gastos e ingresso de recursos para o Poder Público federal.

Embora preveja uma frustração de R$ 8,4 bilhões nas receitas tributárias, um aumento de R$ 3,7 bilhões das despesas primárias e a necessidade de destinar R$ 242,6 milhões para compensar o resultado primário das estatais federais, a União espera que isso seja compensado pelo ingresso de outras receitas.

Entre as receitas previstas está a entrada de recursos com o parcelamento de débitos previdenciários de estados e municípios, autorizada pela Medida Provisória (MP) 778, assinada na semana passada pelo presidente Michel Temer. Também está previsto um aumento da receita previdenciária devido ao fim da desoneração da folha de salários para a maior parte dos setores da economia. Juntas, as medidas acrescentam R$ 3,9 bilhões aos recursos da Previdência.

O governo incluiu também no cálculo receitas estimadas com a reprogramação dos pagamentos de outorgas de aeroportos (R$ 2,5 bilhões), com a possibilidade de renegociação de débitos tributários com autarquias e fundações públicas federais (R$ 3,38 bilhões) e com a terceira rodada de licitação de áreas de produção de petróleo (R$ 4,3 bilhões).

No fim de março, os ministérios da Fazenda e do Planejamento divulgaram uma edição extraordinária do relatório de receitas e despesas prevendo um contingenciamento de R$ 42,1 bilhões no Orçamento da União para garantir o cumprimento da meta fiscal de 2017, que tem um déficit primário de R$ 139 bilhões. A distribuição do montante que não precisará ser contingenciado entre os órgãos públicos será definida em decreto a ser publicado no dia 30 de maio.

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<![CDATA[Incertezas aumentaram, mas BC segue monitorando mercados, diz Goldfajn]]> O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, disse nesta segunda-feira (22) que as incertezas do mercado financeiro em relação ao Brasil aumentaram nos últimos dias por conta do "ambiente político", se referindo à crise provocada pela revelação da gravação da conversa entre o presidente Michel Temer e o dono da JBS, Joesley Batista.

De acordo com Goldfajn, porém, o BC vem cumprindo sua missão, segue monitorando o impacto das revelações e "atuando para manter a plena funcionalidade dos mercados", afirmou. O presidente do BC fez a declaração durante o evento Leadership Forum, promovido pela Mckinsey&Company, em São Paulo.

Segundo ele, O BC tem atuado, em coordenação com o Ministério da Fazenda, para dar liquidez aos mercados, através dos "swaps cambiais" (operações que equivalem à venda de dólares no mercado futuro) e dos leilões de recompra de títulos públicos.

"O BC e o Tesouro Nacional têm vários instrumentos à disposição. Essa atuação do BC e do Tesouro Nacional na administração de efeitos dos choques recentes é favorecida pela resiliência do sistema financeiro nacional", declarou Goldfajn no evento.

O presidente do Banco Central voltou a dizer que o Brasil tem "amortecedores robustos e, por isso, está menos vulnerável a choques, internos ou externos". Os apontamentos do presidente do BC no evento foram divulgados por sua assessoria de imprensa.

"A política econômica doméstica mudou de direção há um ano e as reformas implementadas neste curto período mostraram resultados positivos, por isso a importância de se continuar nesse caminho virtuoso", acrescentou Goldfajn.

Nesta segunda-feira (22), o dólar voltou a subir em relação ao real - após disparar na semana passada, com os investidores ainda de olho na crise envolvendo o governo de Michel Temer e as delações da JBS, a cotação da moeda havia caído.

O Banco Central mais uma vez anunciou operação de intervenção no câmbio, em meio à intensa volatilidade. A instituição vendeu todos os 40 mil novos swaps cambiais tradicionais - equivalentes à venda futura de dólares -, informou a Reuters. O BC ainda anunciou leilão para rolagem dos swaps que vencem em junho, com oferta de até 8 mil contratos.

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<![CDATA[Com Carne Fraca e delação, JBS perde R$ 16 bilhões em valor de mercado]]> Emendando duas grandes crises - operação Carne Fraca e as delações de Joesley e Wesley Batista -, a JBS já perdeu R$ 16,3 bilhões em valor de mercado em cerca de dois meses. Da véspera da operação da Polícia Federal, em 16 de março, até o fechamento do mercado nesta segunda-feira (22), o valor de mercado da empresa passou de R$ 32,6 bilhões para R$ 16,3 bilhões. Os dados são da Economatica.

Nesta segunda, a ação da JBS liderou as quedas na Bovespa, caindo 31,34%, a R$ 5,98. Desde a eclosão da crise política envolvendo as delações dos dirigentes da empresa e o presidente da República, Michel Temer, a empresa já perdeu R$ 9,6 bilhões em valor de mercado, ainda de acordo com dados da Economatica. No ano, as perdas acumuladas da empresa batem R$ 14,7 bilhões.

Crise política

A queda dos papéis da JBS reflete uma série de notícias envolvendo a empresa, como o impasse entre as negociações do acordo de leniência. O impasse teve início na última quarta-feira (17), repercutindo a notícia publicada no jornal O Globo de que o dono da empresa JBS gravou o presidente da república, Michel Temer, dando aval para comprar silêncio do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Além disso, as delações dos executivos da empresa incluíam uma série de irregularidades.

A empresa recusou na sexta-feira a proposta do Ministério Público que previa uma multa de R$ 11 bilhões. As negociações para fechar o acordo foram retomadas nesta semana e o valor da multa ainda é incerto, o que preocupa o mercado, segundo a Reuters.

Um analista do mercado financeiro disse à agência que o cenário também dificulta a realização de uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da subsidiária JBS Foods International nos Estados Unidos, o que pressiona para baixo o valor do papel da empresa. Na quinta-feira, a empresa reiterou que trabalhos para o IPO prosseguiam.

Nesta segunda-feira, a agência de risco Moody's cortou a nota de crédito da empresa e de sua subsidiária nos Estados Unidos. A nota da JBS foi reduzida para 'Ba3' ante 'Ba2', enquanto a dívida garantida da JBS USA teve a nota cortada para 'Ba2' ante 'Ba1. Com a avaliação pior, a empresa deve pagar taxas maiores para contratar empréstimos.

Antes disso, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) confirmou na noite de sexta-feira que abriu cinco processos administrativos contra a empresa na quinta e sexta-feira passadas para investigar supostas irregularidades como o uso de informações privilegiadas em negociações de dólar futuro e ações.

A ação da JBS é a 20ª na lista das maiores participações do Ibovespa, com peso de 1,3% na composição do índice.

Carne Fraca

A operação Carne Fraca foi deflagrada pela Polícia Federal em março para investigar irregularidades em 21 frigoríficos brasileiros, sob suspeira de pagamento de propina a fiscais sanitários do Ministério da Agricultura e a venda carne de má qualidade. A JBS, que é dona das marcas Friboi e Seara, teve um funcionário da unidade de Lapa (PR) citado na investigação. A empresa chegou a suspender o abate por três dias em 33 de suas 36 unidades de produção de bovinos.

Logo em seguida, a empresa retomou a produção nesses locais, porém com uma redução de 35%. Na mesma semana, anunciou férias coletivas em 10 de suas 36 unidades de bovinos. “A medida é necessária em virtude dos embargos temporários impostos à carne brasileira pelos principais países importadores, assim como pela retração nas vendas de carne bovina no mercado interno nos últimos dez dias”, disse à época a JBS em comunicado.

Os analistas de mercado que acompanham o setor ainda têm dúvidas sobre como o dano à imagem da carne brasileira poderá impactar no preço do produto e na margem de lucro das empresas.

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<![CDATA[Bovespa fecha em queda após ação da JBS despencar mais de 30%]]> A Bovespa fechou em queda nesta segunda-feira (22), com as ações da JBS se destacando entre as maiores perdas do dia, ainda repercutindo a crise política desencadeada pelas delações de dirigentes da JBS que atingiram o presidente da República, Michel Temer.

O Ibovespa, principal indicador da bolsa, caiu 1,54%, aos 61.673 pontos.

As ações da JBS lideravam as perdas do dia caíram 31,34%, a R$ 5,98. Em razão do forte tombo, as negociações dos papéis da companhia chegaram a ser suspensas 9 vezes durante o pregão.

Em valor de mercado, a perda foi de R$ 7,4 bilhões somente no pregão desta segunda. Desde que eclodiu a crise política na semana passada, a empresa já perdeu R$ 9,6 bilhões. Os dados são da empresa de informação financeira Economatica.

A queda dos papéis da JBS reflete uma série de notícias envolvendo a empresa, como o impasse entre as negociações do acordo de leniência. A empresa recusou na sexta-feira a proposta do Ministério Público que previa uma multa de R$ 11 bilhões. As negociações para fechar o acordo foram retomadas nesta segunda-feira, mas o valor da multa ainda é incerto, o que preocupa o mercado, segundo a Reuters.

Um analista do mercado financeiro disse à agência que o cenário também dificulta a realização de uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da subsidiária JBS Foods International nos Estados Unidos, o que pressiona para baixo o valor do papel da empresa. Na quinta-feira, a empresa reiterou que trabalhos para o IPO prosseguiam.

Nesta segunda-feira, a agência de risco Moody's cortou a nota de crédito da empresa e de sua subsidiária nos Estados Unidos. A nota da JBS foi reduzida para 'Ba3' ante 'Ba2', enquanto a dívida garantida da JBS USA teve a nota cortada para 'Ba2' ante 'Ba1. Com a avaliação pior, a empresa deve pagar taxas maiores para contratar empréstimos.

Antes disso, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) confirmou na noite de sexta-feira que abriu cinco processos administrativos contra a empresa na quinta e sexta-feira passadas para investigar supostas irregularidades como o uso de informações privilegiadas em negociações de dólar futuro e ações.

A ação da JBS é a 20ª na lista das maiores participações do Ibovespa, com peso de 1,3% na composição do índice.

Crise política

Nesta semana, o mercado aguarda decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira (24) sobre o pedido de Temer para suspender o inquérito contra ele.

"Apesar da calmaria no relatório Focus, o mercado ainda anda apreensivo com o rumo do caso Temer", disse ao G1 o economista Alexandre Cabral. "Todos estão esperando o julgamento no plenário do STF do pedido de Temer para suspender o inquérito. Será uma semana de muita volatilidade no mercado financeiro."

No boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda, a expectativa dos economistas para o dólar no fim do ano recuou de R$ 3,25 para R$ 3,23. As previsões para inflação baixaram de 3,93% para 3,92%. Já as estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) se mantiveram estáveis.

De olho nas reformas

Jason Vieira, economista chefe da Infinity Asset, diz que o mercado segue monitorando o rumo das reformas econômicas no Congresso em meio à crise política, especialmente a trabalhista e a da Previdência. "A volatilidade reflete o cenário de incertezas, a falta de um contexto que indique o que vai acontecer em termos de votação. Isso é mais importante que a manutenção ou não do presidente". Segundo Vieira, o mercado "vai andar mais ou menos no mesmo rumo" até que o Congresso indique o rumo da votação das reformas.

Nesta segunda, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, admitiu que a crise política pode atrasar a aprovação da reforma da Previdência, noticiou a colunista do G1 Thais Herédia. O atraso, segundo ele, seria de algumas semanas. Meirelles disse que está tratando pessoalmente com o Congresso para manter a agenda de reformas econômicas e que não vê um atraso de "meses".

A crise política gerada pelas delações dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, ameaça paralisar os trabalhos previstos para esta semana no Congresso Nacional, onde a oposição passou a liderar um movimento a favor do impeachment de Temer. Além disso, segundo o colunista do G1 Gerson Camarotti, os articuladores políticos do governo foram avisados que parte da base aliada quer a renúncia do presidente.

Tombo na semana passada

Na semana passada, a Bovespa caiu 8,2%, em semana de pânico nos mercados, repercutindo notícia publicada no jornal O Globo de que o dono da empresa JBS gravou o presidente da república, Michel Temer, dando aval para comprar silêncio do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha. O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou abertura de investigação contra Temer.

A Bovespa fechou em alta de 1,69% na sexta-feira (19), recuperando parte das perdas da véspera, quando a bolsa registrou sua maior queda diária desde 2008, caindo 8,8%.

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<![CDATA[Dólar fecha em alta e vai a R$ 3,27 com temor sobre cena política]]> O dólar fechou em alta nesta segunda-feira (22), após chegar a passar de R$ 3,30 durante o pregão, com a crise política continuando a ditar o tom do mercado de câmbio e com o Banco Central mais uma vez oferecendo liquidez ao sistema com oferta de contratos de swap cambial, equivalentes à venda futura de dólares.

A moeda norte-americana subiu 0,59%, cotada a R$ 3,2763 na venda, depois de fechar a semana passada com alta acumulada de 4,26%.

Na máxima do dia, o dólar marcou R$ 3,3197, segundo a agência Reuter. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,65% no final da tarde.

Incertezas locais

Internamente, o mercado aguarda decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o pedido de Temer para suspender o inquérito contra ele. A presidente do Supremo, Cármen Lúcia, decidiu nesta segunda-feira que o julgamento só irá acontecer após conclusão da perícia no áudio da conversa entre Temer e o dono da JBS, Joesley Batista.

A crise política gerada pelas delações dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, ameaça paralisar os trabalhos previstos para esta semana no Congresso Nacional, onde a oposição passou a liderar um movimento a favor do impeachment de Temer.

No fim de semana, o cenário político continuou bastante sensível. O PSB decidiu apoiar a renúncia de Temer e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) decidiu que apresentará pedido de impeachment contra o presidente, na Câmara dos Deputados, por crime de responsabilidade.

De olho nas reformas

Os investidores seguem monitorando também o rumo das reformas econômicas no Congresso, especialmente a da Previdência. A avaliação é que sem aprovação das reformas a retomada da economia se tornará ainda mais frágil e lenta.

"A volatilidade reflete o cenário de incertezas, a falta de um contexto que indique o que vai acontecer em termos de votação. Isso é mais importante que a manutenção ou não do presidente", disse Jason Vieira, economista chefe da Infinity Asset. Segundo ele, o mercado "vai andar mais ou menos no mesmo rumo" até que o Congresso indique o rumo da votação das reformas.

"O cenário doméstico é de completa incerteza e analistas avaliam que não há chance de a reforma da Previdência andar por enquanto e que a volatilidade nos mercados locais deve continuar", resumiu a Advanced Corretora em relatório.

A ideia do governo é manter o cronograma de votações importantes no Congresso para mostrar que ainda respira e tem força, destaca a Reuters.

Nesta segunda, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, admitiu que a crise política pode atrasar a aprovação da reforma da Previdência, noticiou a colunista do G1 Thais Herédia. O atraso, segundo ele, seria de algumas semanas.

Intervenção do BC

O Banco Central deu continuidade à sua intervenção diante do nervosismo do mercado e vendeu todos os 40 mil novos swaps cambiais tradicionais - equivalentes à venda futura de dólares -, informou a Reuters.

O BC também vendeu todos os 8 mil contratos para a rolagem dos swaps que vencem em junho, que totalizam US$ 4,435 bilhões. Faltam ainda rolar US$ 2,435 bilhões desse total.

O presidente da autoridade monetária, Ilan Goldfajn, disse que continuará monitorando o impacto das notícias da cena política nos mercados financeiros e atuando para mantê-los em plena funcionalidade.

No boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira, a expectativa dos economistas para o dólar no fim do ano recuou de R$ 3,25 para R$ 3,23. As previsões para inflação baixaram de 3,93% para 3,92%. Já as estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) se mantiveram estáveis.

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<![CDATA[Receita Federal frustra tentativa de emissão de CPF com documento falso em Maceió]]> Na última sexta-feira, 19, um homem de 32 anos chegou à Delegacia da Receita Federal em Maceió, para se inscrever no Cadastro de Pessoa Física (CPF) mediante uma certidão de nascimento falsificada. Ele foi conduzido de forma coercitiva à sede da Polícia Federal.

O que chamou a atenção do servidor da Receita que fazia o atendimento foi a divergência de qualificação da tabeliã, observada entre o carimbo e o timbre do papel da Certidão que, em tese, teriam sido utilizados pelo cartório. Também gerou desconfiança o fato de a pessoa ter 32 anos e ainda não ter CPF.

Diante dessa suspeita, a Receita digitalizou uma cópia da certidão e a enviou para o cartório solicitando que verificasse a autenticidade do documento. Após a análise, o cartório confirmou tratar-se de uma fraude. O número de série do falso documento era maior do que o emitido, até então pelo cartório.

Comprovada a fraude, a Receita acionou a Polícia Federal, que em tempo hábil compareceu ao local e conduziu a pessoa até a sede do Órgão para que fosse feito o flagrante.

Segundo o delegado adjunto, Francisco Tavares, a pena para quem comete esse tipo de delito é de um a cinco anos de reclusão.

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<![CDATA[Balança registra superávit de quase US$ 5 bilhões na parcial de maio]]> As exportações superaram as importações em US$ 4,85 bilhões no acumulado deste mês de maio até este domingo (21), informou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). O resultado, portanto, indica superávit da balança comercial.

No parcial deste mês, as exportações somaram US$ 13,04 bilhões, alta de 11,4% sobre o mesmo mês de 2016. Nesta comparação, subiram as vendas de produtos manufaturados, semimanufaturados e também de produtos básicos.

Já as importações somaram US$ 8,19 bilhões no acumulado de maio, alta de 10,4% na comparação com o mesmo mês de 2016. Neste período, cresceram as compras de bebidas e álcool, cereais e produtos da indústria da moagem, combustíveis e lubrificantes, equipamentos elétricos e eletrônicos e veículos automóveis e partes.

Os dados do governo, portanto, mostram que as importações continuaram subindo.

Parcial de 2017

No acumulado deste ano, até domingo (21), a balança comercial registrou superávit (exportações maiores que importações) de US$ 26,22 bilhões.

O resultado é melhor que o registrado no mesmo período do ano passado, quando o saldo positivo estava em US$ 17,24 bilhões.

Neste ano, as exportações somam US$ 81,18 bilhões, com média diária de US$ 854 milhões (alta de 20,8% sobre o mesmo período do ano passado), e as importações, US$ 54,96 bilhões (US$ 578 milhões por dia útil, com aumento de 9,6% em relação ao mesmo período de 2016).

Estimativas para 2017

A expectativa do mercado financeiro, segundo pesquisa do Banco Central, para este ano, é que o saldo positivo da balança comercial neste ano supere o de 2016. O MDIC também estima uma melhora no saldo comercial.

A previsão dos analistas é de superávit de US$ 56 bilhões nas transações comerciais do país com o exterior em 2017. No ano passado, o saldo positivo ficou em US$ 47,7 bilhões e bateu recorde.

Já o Banco Central prevê um superávit da balança comercial de US$ 51 bilhões para este ano, com exportações em US$ 200 bilhões e importações no valor de US$ 149 bilhões. O MDIC, por sua vez, prevê um superávit comercial de US$ 55 bilhões para 2017.

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<![CDATA[Dólar volta a subir e chega a passar de R$ 3,30; BC interfere novamente]]> O dólar voltou a subir em relação ao real nesta segunda-feira (22), após disparar na semana passada, com os investidores ainda de olho na crise envolvendo o governo de Michel Temer e as delações da JBS. O Banco Central mais uma vez anunciou operação de intervenção no câmbio, em meio à intensa volatilidade.

Às 15h49, a moeda norte-americana subia 0,6%, cotada a R$ 3,2767 na venda. Mais cedo, o dólar chegou a passar de R$ 3,30.

Ao contrário da tendência no Brasil, no exterior o dólar tem dia de queda em relação a outras moedas, segundo a Reuters. Internamente, o mercado aguarda decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira (24) sobre o pedido de Temer para suspender o inquérito contra ele.

"Apesar da calmaria no relatório Focus, o mercado ainda anda apreensivo com o rumo do caso Temer", disse ao G1 o economista Alexandre Cabral. "Todos estão esperando o julgamento no plenário do STF do pedido de Temer para suspender o inquérito. Será uma semana de muita volatilidade no mercado financeiro."

No boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira, a expectativa dos economistas para o dólar no fim do ano recuou de R$ 3,25 para R$ 3,23. As previsões para inflação baixaram de 3,93% para 3,92%. Já as estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) se mantiveram estáveis.

De olho nas reformas

Jason Vieira, economista chefe da Infinity Asset, diz que o mercado segue monitorando o rumo das reformas econômicas no Congresso em meio à crise política, especialmente a trabalhista e a da Previdência. "A volatilidade reflete o cenário de incertezas, a falta de um contexto que indique o que vai acontecer em termos de votação. Isso é mais importante que a manutenção ou não do presidente". Segundo Vieira, o mercado "vai andar mais ou menos no mesmo rumo" até que o Congresso indique o rumo da votação das reformas.

Nesta segunda, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, admitiu que a crise política pode atrasar a aprovação da reforma da Previdência, noticiou a colunista do G1 Thais Herédia. O atraso, segundo ele, seria de algumas semanas. Meirelles disse que está tratando pessoalmente com o Congresso para manter a agenda de reformas econômicas e que não vê um atraso de "meses".

A crise política gerada pelas delações dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, ameaça paralisar os trabalhos previstos para esta semana no Congresso Nacional, onde a oposição passou a liderar um movimento a favor do impeachment de Temer. Além disso, segundo o colunista do G1 Gerson Camarotti, os articuladores políticos do governo foram avisados que parte da base aliada quer a renúncia do presidente.

Intervenção do BC

O Banco Central deu continuidade à sua intervenção diante do nervosismo do mercado e vendeu todos os 40 mil novos swaps cambiais tradicionais - equivalentes à venda futura de dólares -, informou a Reuters. O BC ainda anunciou leilão para rolagem dos swaps que vencem em junho, com oferta de até 8 mil contratos.

Semana turbulenta

Na semana passada, o dólar subiu 4,26% em relação ao real, em semana de pânico nos mercados, repercutindo notícia publicada no jornal O Globo de que o dono da empresa JBS gravou o presidente da república, Michel Temer, dando aval para comprar silêncio do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha. O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou abertura de investigação contra Temer.

Na quinta-feira (18), o dólar registrou sua maior alta em 18 anos sobre o real. Na sexta-feira (19), o dólar fechou em baixa de 3,89%, vendido a R$ 3,257. Foi a maior queda diária desde novembro de 2008, em movimento de correção após a disparada do dia anterior.

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<![CDATA[Preço médio da gasolina cai para R$ 3,621, após 3 semanas seguidas de alta]]> O preço médio do litro de gasolina no país caiu após três semanas de altas seguidas. Os dados são de levantamento da Agência Nacional de Petróleo (ANP) com base em pesquisas feitas em 5.661 postos de combustível em todo o país.

O preço médio da gasolina passou de R$3,633 para R$ 3,621, uma queda de 0,33%, na semana encerrada no dia 20 de maio. Trata-se do menor valor desde 22 de novembro de 2015, segundo a série histórica da ANP, que não é corrigida pela inflação.

Diesel e etanol

O valor negociado do diesel também caiu 0,19%, de R$ 3,026 para R$ 3,020, após três semanas de altas seguidas. Já o valor médio do etanol segue queda acumulada das últimas duas semanas, negociado a R$ 2,593 ante o valor de R$2 ,608 da semana passada.

A queda do preço se dá após a Petrobras anunciar há um mês que decidiu aumentar o preço da gasolina em 2,2%, na média, e do diesel em 4,3% nas refinarias.

A queda no valor do etanol contribui para segurar o preço da gasolina, já que o combustível é misturado à gasolina.

Preço por estado

O preço da gasolina calculado pela ANP é uma média nacional. Veja os valores praticados por estado na semana encerrada em 20 de maio:

Acre: R$ 4,234

Alagoas: R$ 3,82

Amapá: R$ 3,657

Amazonas: R$ 3,42

Bahia: R$ 3,731

Ceará: R$ 3,876

Distrito Federal: R$ 3,514

Espírito Santo: R$ 3,664

Goiás: R$ 3,778

Maranhão: R$ 3,511

Mato Grosso: R$ 3,631

Mato Grosso do Sul: R$ 3,567

Minas Gerais: R$ 3,71

Pará: R$ 3,905

Paraíba: R$ 3,553

Paraná: R$ 3,488

Pernambuco: R$ 3,61

Piauí: R$ 3,512

Rio de Janeiro: R$ 3,934

Rio Grande do Norte: R$ 3,792

Rio Grande do Sul: R$ 3,771

Rondônia: R$ 3,825

Roraima: R$ 3,692

Santa Catarina: R$ 3,507

São Paulo: R$ 3,425

Sergipe: R$ 3,484

Tocantins: R$ 3,704

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<![CDATA[Ônibus do Sine emite 100 carteiras de trabalho na Grota das Piabas]]> A Secretaria de Estado do Trabalho e Emprego (Sete), por meio do ônibus do Sistema Nacional de Emprego (Sine), emitiu 100 carteiras de trabalho durante ação integrada na Grota das Piabas no Jacintinho.

Desde o início da manhã de sexta-feira (20), dezenas de pessoas se encaminharam até o Sine Itinerante a fim de dar entrada no documento. Uma delas foi o jovem Joaci Jonathan, 15 anos, que pela primeira vez se habilitou à sua primeira Carteira de Trabalho.

“Ainda sou estudante, mas quero ver se consigo uma vaga de menor aprendiz, e quanto mais cedo eu possuir a Carteira de Trabalho, melhor pra mim”, disse.

A iniciativa também levou para a comunidade a oficina de orientação profissional e promoveu um bate-papo com os jovens da região sobre o programa Juventude Empreendedora, na Escola Estadual Professora Mirian Marroquim.

Durante a oficina, os estudantes aprenderam como elaborar um currículo de forma correta, como se preparar para o mercado de trabalho e como criar uma rede de contatos.

Na conversa sobre empreendedorismo, eles ficaram sabendo como se cadastrar no curso que os levam a se tornar donos dos próprios negócios.

A Grota das Piabas foi uma das beneficiadas pelo programa Pequenas Obras Grandes Mudanças. A presença da Sete no local faz parte da segunda etapa do programa, que visa levar os serviços públicos às comunidades favorecidas pela ação do Governo de Alagoas.

“Além das Piabas, todas as comunidades atendidas pelo programa Pequenas Obras Grandes Mudanças serão contempladas com ações da Secretaria de Estado do Trabalho e Emprego (Sete), atendendo à determinação do governador Renan Filhe de levar os serviços do Estado a todos os alagoanos”, declarou o secretário Arthur Albuquerque.

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