<![CDATA[ Tribuna Hoje - O portal de notícias que mais cresce em Alagoas ]]> <![CDATA[Prefeitura de Maceió alinha últimos detalhes para contratação de cooperativas]]> A coleta seletiva domiciliar está perto de virar realidade em Maceió. Ainda este mês, a Prefeitura de Maceió assinará o contrato com quatro cooperativas de recicladores, que passarão a atender a população de casa em casa. Nesse primeiro momento, 16 mil residências serão atendidas e a meta é que esse número chegue a 60 mil nos próximos quatro anos.

Durante esta semana, a Superintendência Municipal de Limpeza Urbana (Slum), órgão responsável pela contratação, se reuniu com as presidentas das cooperativas para alinhar os últimos detalhes do processo.

“As cooperativas tiveram que se adequar para garantir toda a organização necessária para tocar essa importante atividade. Esse será um marco para Maceió. A Prefeitura vai garantir que a coleta seletiva ocorra de forma adequada e profissional, aproximando o trabalho das cooperativas, que é uma orientação do Plano Nacional de Resíduos Sólidos”, garantiu Davi Maia, gestor da Slum.

O projeto também prevê a criação de Pontos de Entrega Voluntária, como os que já existem em três pontos estratégicos da cidade, sendo uma na Praça da Faculdade, uma na Avenida Paulo Holanda, em frente ao Hospital Universitário, e a terceira na orla de Pajuçara.

As estações são contêineres que dispõem de espaços para a entrega de materiais recicláveis, que, após a doação feita pela população, são coletados e destinados adequadamente para a reciclagem. A Prefeitura trabalha para ampliar o projeto e levar as estações para outras localidades estratégicas.

]]>
<![CDATA[Mães criam cooperativas para se revezar no cuidado dos filhos]]> Quem pode, adia, mas uma hora ele chega: o primeiro dia de uma criança em uma creche. Afinal, esse talvez seja um dos momentos mais delicados da maternidade, quando a família, especialmente a mãe, tende a encontrar mais dificuldade na adaptação à nova fase do que o próprio filho ou filha. Na tentativa não só de amenizar o trauma desse momento de ruptura de vínculo, mas principalmente de acompanhar mais de perto a criação dos descendentes, é que o modelo de cooperativa de mães ganha adeptos em Santa Catarina e no país. 

A ideia vinda da França, que também recebe o nome de creche parental, casa-escola e cuidados coletivos, é colocada em prática de diversas maneiras, mas mantém o revezamento das mães na atenção diária dos pequenos de até quatro anos.

Veja abaixo a rotina das mães e das crianças em cooperativa de Florianópolis

Ao engravidar na mesma época, amigas idealizaram projeto coletivo

Em Florianópolis, onde existem pelo menos três iniciativas nesse modelo, o coletivo Alecrim, composto por famílias da praia do Campeche, no Sul da Ilha, deu início a uma cooperativa de mães em 2015. Três amigas que engravidaram em momentos bem próximos decidiram chamar outras mulheres, principalmente com quem mantinham uma visão de mundo semelhante, para encabeçar o projeto. 

Bianca Barbosa Suleiman, mãe do Bento, do Francisco e do Antônio, foi uma das convocadas. Ajudou a criar as comissões jurídica, pedagógica, estrutural, de segurança e alimentação, que deram base ao que chama de ¿escolinha¿.

– Começou com as mães, depois os pais vieram. Nós temos apreço por esse estilo de vida menos intervencionista. Os filhos de todas nós nasceram com parto humanizado em casa. Já temos essa tendência em não terceirizar nem o nascimento, nem a educação. Então, nós buscamos fazer algo mais comunitário – explica a psicóloga, de 31 anos.

Além de optarem por um local fixo, em vez do revezamento da casa das famílias participantes, as matriarcas fizeram questão de contratar uma professora. A cada dia, Bianca de Fiori Milani, 27, que também é naturóloga, tem a companhia de duas mães diferentes para cuidar dos 12 pequenos, que têm em média dois anos e ficam sob o cuidado de três pessoas das 8h às 12h30min. Ela valoriza o trabalho em conjunto realizado com as famílias.

– Eles [mães e pais] veem o cuidado dos filhos como um processo ativo. Querem participar da educação dos filhos e demonstram isso vindo aqui, cooperando e cuidando dessas 12 crianças. Passam a entender os pequenos dentro do seu 
desenvolvimento e começam a criar esse vínculo, que dá segurança para a criança, porque ela fica em um lugar onde os pais também ficam – diz a professora, que anteriormente trabalhou em duas creches tradicionais.

Apesar de ainda não ser mãe, a jovem aprova o modelo de cuidado coletivo, cuja programação contempla brincadeiras ao ar livre, música, artes manuais, lanche, almoço e hora do soninho. Ela conta que pretende adotar o mesmo formato na criação dos seus futuros filhos.

– Com certeza, eu desejo ter filhos e todo dia aqui eu faço essa afirmação para mim, de como realmente eu quero ter.

Bianca Milani, educadora do coletivo, pretende adotar o formato quando tiver filhosFoto: Betina Humeres / DC

Diálogo sobre percalços e experiências positivas na criação dos filhos

Nas reuniões quinzenais da cooperativa de mães do coletivo Alecrim, existe um momento chamado de ¿voz do coração¿. Não raro, as mulheres desabafam sobre os percalços da maternidade, que costumam ser mais intensos no pós-parto, quando é comum a solidão, o isolamento e as dúvidas sobre a criação. 

O acolhimento entre os responsáveis nesse sentido é outro aspecto positivo desse tipo de iniciativa, segundo as participantes.A mãe da Ita, do Noé e da Tiê, a Gabriela de Moraes Damé, 33, também vê a creche parental como um grupo de afetos. 

Para a designer, que consegue participar porque trabalha em home office, o compartilhamento do cuidado dos pequenos e das experiências dos pais impacta em um ambiente acolhedor, capaz de propiciar experiências afetivas a todos os envolvidos.

– Nesse primeiro momento dos nenéns, a gente meio que se isola do mundo, porque envolve muito tempo e energia, e fica ali com os próprios problemas. Então, é bacana esse momento de apoio. Cada mãe que passa aqui por uma manhã está ajudando as outras a ter um tempo para se dedicar a um filho novo ou a um trabalho – define.

O cansaço de cuidar de 12 crianças em um dia da semana também vale a pena para a mãe Emília de Pontbriand, 29, que engravidou de Manuel Peri quando a filha mais velha, Maia, já era cuidada coletivamente por outras 11 matriarcas.

– A gente se ajuda muito, porque tem mães que têm um pouco mais de dificuldade para lidar com momentos mais difíceis, outras mais facilidade. Se unindo, tudo fica mais fácil – complementa a professora de biologia.

Professora de biologia, Emília, de 29 anos, é mãe da Maia e do Manuel, alunos do espaçoFoto: Betina Humeres / DC

Implantação do espaço depende de dedicação e longo planejamento

É comum que as creches parentais só saiam do papel depois de algum tempo de planejamento. No caso do coletivo Alecrim, foram necessários seis meses. As reuniões presenciais, que definiram espaço, horário de funcionamento, quantidade de crianças, práticas pedagógicas, alimentação e mensalidade (R$ 430), deixam claro a necessidade de organização. Hoje, há até regimento interno.

Tendo em vista que as cooperativas de mães ainda não dispõem de legislação específica no Brasil, a pesquisadora do Grupo de Estudos em Educação Infantil da Universidade do Estado de Santa Catarina, Julice Dias, destaca a necessidade de os responsáveis atentarem a questões específicas no momento de criar ou escolher por esse modelo de cuidado dos pequenos.

– É preciso olhar, principalmente, para a qualidade do espaço, com organização de materiais e brinquedos, e para a distribuição de professores, e somente professores, para a quantidade de crianças – orienta.

A mãe solo Alanna Kern, 27, não conseguiu colocar em prática uma cooperativa de mães, como aquela que viu em um programa de TV e a inspirou. Após uma postagem nas redes sociais, comprovou o interesse de outras mulheres no modelo alternativo, mas não viu a mesma vontade no momento de colocar a mão na massa. Acabou contratando uma babá para que pudesse continuar mais próxima do bebê Pedro Henrique, de 10 meses.

– A minha ideia é de que até dois anos um filho possa ter cuidado exclusivo da mãe, mas dentro da modernidade isso acaba não sendo possível, ainda mais quando eu sou a única responsável. Encontrei um meio-termo, porque trabalho de casa e conto com a ajuda da cuidadora, mas ainda gostaria de montar uma creche parental. Um filho junto à mãe faz com que se possa cumprir com mais tranquilidade o papel de mãe, profissional, mulher — acredita a empreendedora.

 

 

]]>
<![CDATA[Ipaseal Saúde amplia rede de prestação de serviços em Alagoas]]> O plano de saúde do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Alagoas (Ipaseal Saúde) dá mais um importante salto em melhorias para os seus usuários. Com a finalidade de aperfeiçoar a qualidade do atendimento da rede credenciada, o plano passa a contar com os serviços da Cooperativa dos Médicos do Hospital da Agroindústria do Açúcar e do Álcool de Alagoas (Coophaiaa).

O contrato com a Coophaiaa foi assinado esta semana. A partir de agora, os usuários do plano Ipaseal Saúde terão mais opções no agendamento de consultas. A Cooperativa oferece 187 profissionais em 23 especialidades médicas e funciona nas instalações do Hospital do Açúcar, no bairro do Farol, em Maceió.

Alergologia (adulto e pediátrica), Cardiologia, Infectologia, Neurocirurgia, Proctologia, Pneumologia e Reumatologia são algumas das especialidades ofertadas pela Coophaiaa aos servidores público usuários do Ipaseal Saúde.

Esta é a terceira grande conquista do plano este ano. A primeira foi a inclusão do complexo médico-hospitalar Humanité como uma nova alternativa de urgência e emergência 24 horas. A segunda foi o convênio realizado com o complexo hospitalar Manoel André – o Hospital Chama de Arapiraca. E agora a Contratualização com a Coophaiaa, o que possibilita a ampliação da oferta de serviços prestados.

“A incorporação da Coophaiaa ao plano foi uma grande vitória para o Ipaseal Saúde, seus usuários e familiares. A cooperativa entra como um importante reforço a nossa rede de credenciados ao disponibilizar novos profissionais e especialidades médicas”, afirma o diretor-presidente do Ipaseal Saúde, Francisco de Assis Barbosa.

“Serão muitos os benefícios, principalmente para aqueles que residem em Maceió e cidades circunvizinhas. Tudo isto faz parte da reformulação da nossa rede de Maceió, que em breve lançará um Guia Médico totalmente renovado e atualizado”, explica.

Adesões

O projeto de reestruturação do plano permitiu a reabertura para novas adesões. São quatro novas modalidades de coparticipação e mensalidades de acordo com as faixas etárias do titular e dos dependentes.

Para ingressar no plano, é necessário primeiramente entrar em contato com o setor responsável pelas adesões. Os interessados devem comparecer ao térreo do prédio-sede do Ipaseal Saúde de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. A solicitação também pode ser feita através do site: www.ipasealsaude.al.gov.br . Informações pelo telefone: 3315-3213 / 98875-9533. 

Documentação

Do titular são exigidos: RG, CPF, comprovante de residência atualizado, os três últimos contracheques e o extrato da conta bancária. No caso do dependente é preciso ter em mãos: certidão de casamento ou comprovante de união estável emitido pelo cartório, registro de nascimento (até 18 anos), RG, CPF, comprovante de residência, declaração de matrícula em uma instituição de ensino superior e comprovante e guarda definitiva para menores tutelares.

]]>
<![CDATA[Comissão de Educação da ALE recebe reivindicações de transportadores escolares]]> Após a sessão ordinária desta terça-feira, 9, o presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, deputado Francisco Tenório (PMN), acompanhado do deputado Léo Loureiro (PPL), que também integra a comissão, recebeu um grupo de transportadores escolares da Coopeal Bus (Cooperativa dos Proprietários Autônomos de Ônibus Rodoviários Turismo e Urbano do Estado de Alagoas), que prestam serviços para a rede pública estadual de educação. O grupo veio pedir o apoio do Parlamento no sentido de intermediar junto ao Governo a prorrogação do contrato com a cooperativa até o término do ano letivo.

“Ouvimos os reclames dos transportadores escolares e marcamos para amanhã, na reunião ordinária da Comissão de Educação, receber um grupo de cinco pessoas para conversarmos sobre o assunto”, informou Francisco Tenório.

Os transportadores estão preocupados com a portaria baixada pelo secretário de Educação, vice-governador Luciano Barbosa, determinando que, a partir do próximo dia 15 de maio, a contratação do transporte escolar será de responsabilidade dos diretores de escolas. Segundo a categoria, o contrato da Coopeal Bus com Governo encerra no próximo dia 14.

“Eu vejo isso como um tempo muito curto para se fazer esse tipo de contrato, e que pode ocasionar a falta do transporte para os estudantes e isso não é permissível, mas é uma avaliação ainda inicial”, observou Tenório, acrescentando que após a reunião desta quarta-feira, a Comissão irá solicitar informações ao secretário de Educação. “A partir daí vamos sugerir o que for necessário para não trazer nenhum prejuízo aos estudantes, para que eles possam ter o transporte garantido para terminar o ano letivo e também não trazer prejuízo para esses proprietários de ônibus que estão, via cooperativa, fazendo esse trabalho”, contou Francisco Tenório.

De acordo com o integrante da Coopeal, Antônio Carlos Jarrão, além dos transtornos que está acarretando aos associados da cooperativa, o valor definido pela portaria da SEE, que é de R$ 600/ano por aluno, vai inviabilizar a realização do transporte escolar. “Queremos que os deputados mostrem ao secretário todo esse problema e que ele tenha sensibilidade com nossa categoria”, disse Jarrão, informando que além das questões citadas, o Estado deve a entidade valores referentes aos meses de março e abril.

Segundo Jarrão, a Coopeal Bus possui 850 associados atendendo a capital e outros 26 municípios alagoanos, e que fazem o transporte escolar da rede estadual de ensino há dezoito anos sem que nenhum prejuízo para os estudantes.

]]>
<![CDATA[Grupo de empreendedoras cria cooperativa para compartilhar clientes]]>

Com a perda de emprego cada vez mais frequente e uma baixa considerável nas vendas de vários setores, um grupo mulheres de Campinas (SP) resolveu unir forças e criar uma cooperativa de empreendedoras. Atualmente, o grupo já conta com, pelo menos, 50 participantes, que oferecem os mais diversos serviços, e tem a vantagem do compartilhamento de clientes.

Em seis meses o aumento geral nas vendas do grupo chega a 70%. A idealizadora da cooperativa, Kézia Soares, conta que a ideia é unir mães que morem no mesmo bairro e que ofereçam algum tipo de serviço ou comércio.

“Foi maravilhoso, porque hoje nós temos uma grande rede de apoio e nós conseguimos atender esse bairro todo”, comemora.

Sucesso na indicação

O grupo, que foi criado há seis meses, funciona com indicações: uma mãe indica o trabalho da outra e, aos poucos, os clientes vão sendo fidelizados.

 

“Com certeza que várias mães estão passando pela mesma situação que a gente há seis meses atrás e que querem empreender. Então, a imagem que a gente quer deixar é essa, de que é possível”, acredita Cláudia Novaes, mentora do grupo.

 

Cooperativa reúne mães de diversos setores, como confeitaria, decoração, fotografia e beleza (Foto: Reprodução/EPTV)Cooperativa reúne mães de diversos setores, como confeitaria, decoração, fotografia e beleza (Foto: Reprodução/EPTV)

 Cooperativa reúne mães de diversos setores, como confeitaria, decoração, fotografia e beleza (Foto: Reprodução/EPTV)

Áreas de atuação

O grupo engloba várias as áreas: desde a cabeleireira Alessandra Lima, que tem o próprio salão há mais de dez anos; a fotógrafa Sara Coutinho, que leva a filha caçula nos ensaios; e a confeiteira Elisandra Brait, que abandonou a carreira de administradora para se dedicar aos doces.

“Muitos grupos devem ser formados. Principalmente as mulheres, têm uma força, um potencial muito grande, e acham que às vezes, sendo donas de casa ou mães, não têm essa oportunidade. Mas têm!” , aconselha Elisandra.

 

 

]]>
<![CDATA[Amigos criam cooperativa e querem instalar fábrica de cerveja artesanal]]> O paranaense Vilmar Boufleuer, de 38 anos, tem uma relação antiga com a cerveja. De uma família com descendência alemã, desde cedo, o funcionário público acompanhou a produção da bebida de forma rudimentar e aprendeu o processo. Ao mudar-se para o Acre, há sete anos, conheceu outros apaixonados e, juntos, querem instalar uma fábrica artesanal no estado.

Ainda sem comercializar, Boufleuer criou a própria marca – a Brau-Blume – pensada com base no brasão da família. Com a crescente no consumo de cervejas artesanais nos bares de Rio Branco surgiu a ideia de montar uma cooperativa e, consequentemente, um local apropriado para fabricação em grande escala.

“A onda de valorização da cerveja artesanal acaba sendo um catalisador dessa cultura que nunca deixou de existir. De uns tempos para cá parece que está havendo um resgate. Então, estamos formando uma associação de cervejeiros. Já fizemos reuniões, trocamos degustações, estamos organizados informalmente”, diz.

Vilmar Boufleuer tem uma relação desde cedo com a cerveja artesanal (Foto: Caio Fulgêncio/G1 )

Vilmar Boufleuer tem uma relação desde cedo com a cerveja artesanal (Foto: Caio Fulgêncio/G1 )

Com a ideia, o grupo então passou a desenvolver o projeto específico, segundo o funcionário público Caio Pinheiro, de 26 anos, que também fabrica cerveja como hobby. A organização enquanto cooperativa deve ser finalizada no segundo semestre e a pretensão é que a cervejaria esteja em produção no início do próximo ano.

“É um projeto a partir de uma ideia de pessoas que têm uma vivência no meio cervejeiro, mas que entendem a necessidade de propagar e não individualizar. Por isso, decidimos criar uma cooperativa em vez de uma fábrica. É algo coletivo que trabalha para o fortalecimento da cultura cervejeira”, fala. Ao todo, sete pessoas estão envolvidas diretamente no trabalho.

Paranaense produz a própria cerveja há em torno de seis anos (Foto: Arquivo pessoal) Paranaense produz a própria cerveja há em torno de seis anos (Foto: Arquivo pessoal)

Paranaense produz a própria cerveja há em torno de seis anos (Foto: Arquivo pessoal)

Pinheiro afirma que – conforme um estudo de mercado encomendado pelo grupo – foram consumidos em torno de R$ 26 milhões no ano passado com cerveja somente em Rio Branco. Além disso, segundo ele, outros atrativos são o clima quente, propício para o consumo de bebidas geladas, e a grande circulação de pessoas em bares.

“Queremos introduzir uma cultura nova na sociedade. Nossa ideia é que os pratos locais – como a baixaria, por exemplo – tenham uma cerveja também local para harmonizar. Estamos visando esse mercado que está crescendo e também explorar a fronteira. A principal política é produzir cervejas com características regionais, mas também seguir a linha tradicional”, salienta Pinheiro.

Entraves

Apesar do apoio do governo e prefeitura, os amigos explicam que um dos principais dificultadores no processo é a falta de legislação específica no estado sobre a fabricação de bebidas alcoólicas e sobre o setor cervejeiro. Até mesmo no âmbito nacional, de acordo com eles, o governo está em fase de adequação para o tipo de negócio, a “microcervejaria”.

“Não havia legislação porque não tinha demanda, mas os órgãos públicos estão trabalhando positivamente. Com a cooperativa, além de atender as nossas expectativas, que era de montar uma fábrica, vamos atender os outros cervejeiros. Vamos também trabalhar com qualificação e formação de novos”, finaliza.

]]>
<![CDATA[Sesi e Projeto Relix entregam Ciclolix a catadores de Alagoas]]> A catadora Maria Socorro da Silva, 61, passou a se considerar uma “privilegiada” na manhã desta quarta-feira, 3. Ela é integrante da Associação de Catadores de Resíduos Sólidos de Arapiraca (Ascara), que foi agraciada pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Projeto Relix com três Ciclolix.

As bicicletas coletoras – que foram entregues a cooperativas e associações de catadores de lixo alagoanas no Ginásio do Sesi, no Trapiche –, são projetadas para oferecer maior segurança e otimizar o trabalho do catador de lixo. O modelo, único no país, tem capacidade para carregar até meia tonelada, amassadores de latinhas e garrafas PET, sinalização de segurança e estepe.

“É o projeto melhor do mundo, porque vai ajudar a associação, o trabalho do catador, vai ser uma maravilha! Vai melhorar a limpeza, a gente vai trabalhar mais organizado e se sentir representado. Agora, somos catadores orgulhosos”, afirmou Maria do Socorro.

"O Sesi abraçou esse projeto (Relix) e o trouxe para Alagoas com o objetivo de promover uma nova cultura, a do lixo zero. Além de gerar renda para dezenas de famílias, ajuda a reduzir o controverso uso de veículos de tração animal e valoriza estes profissionais, que têm um papel muito importante nesse processo”, destacou o diretor regional do Sesi, industrial José Carlos Lyra de Andrade.  

Foram doadas 30 bicicletas para cinco cooperativas e seis associações de catadores de lixo localizadas nos municípios de Maceió, Coruripe, São Miguel dos Campos, Campo Alegre, Arapiraca, Palmeira dos Índios, Delmiro Gouveia e Piranhas. Os catadores também ganharam kits que incluem bolsa, chapéu com proteção para a nuca e camisa UV para proteger o trabalhador do sol, par de luvas, cadeado e corrente e bomba de calibragem.

Durante o evento, Lina Rosa, coordenadora do projeto Relix, que nasceu no Recife-PE, apresentou o Aplicativolix, app que tem informações sobre os pontos de coleta mais próximos de onde o usuário está e que ainda permite agendar a coleta com diretamente com o Catadorlix. E lançou a publicação “ReliXXX: A força cromossômica feminina por uma vida sustentável”.

A solenidade teve a presença de catadores e do secretário de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, Alexandre Ayres. Representando o Sesi, o superintendente Walter Jucá, o superintendente executivo Carlos Alberto Paes, as gerentes de Educação, Cristina Suruagy e de Qualidade de Vida, Cláudia Piatti e assessores.

]]>
<![CDATA[Inscrições ao Prêmio Sescoop Excelência de Gestão entram na reta final]]> O prazo para a realização das inscrições ao Prêmio Sescoop Excelência de Gestão entrou na reta final. As cooperativas que ainda não estão inscritas devem se apressar para garantir sua participação, até esta sexta-feira, 28. O Prêmio é o reconhecimento nacional às cooperativas que promovem o aumento da qualidade e da competitividade do setor por meio do desenvolvimento e da adoção de boas práticas de gestão e governança.

Para se inscrever, as cooperativas precisam estar em dia com suas obrigações junto à OCB e participar do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC). Desenvolvido pelo Sescoop em parceria com a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), a premiação é promovida a cada dois anos.

As inscrições podem ser feitas através do site pdgc.somoscooperativismo.coop.br/inscrições,  conta com questionários de Diagnóstico e Autoavaliação e deverá ser confirmada. Podem participar as cooperativas singulares, matrizes, registradas e regularizadas com a OCB e com o Sescoop, e que foram registradas no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) até 31/12/2013.

VALORIZAÇÃO

O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, destacou a importância do prêmio. “Ele foi criado para valorizar o trabalho sério e comprometido das cooperativas brasileiras, que fortalecem a economia local por meio da geração de emprego, renda e da preservação dos recursos naturais”, explica.

Segundo Márcio Freitas, vale a pena ressaltar, também, que o Prêmio Sescoop Excelência de Gestão serve de inspiração para transformar a vida das pessoas. “Essa é uma oportunidade ímpar de divulgar as ações das nossas cooperativas, que servirão, sem dúvida, de exemplo, para empresas de todos os setores econômicos. É mais uma contribuição do cooperativismo para o equilíbrio e sustentabilidade da economia brasileira”, avalia o líder cooperativista.

MAIS INFORMAÇÕES

Para mais informações entre em contato com o Sistema OCB/AL no telefone (82) 2122-9494.

]]>
<![CDATA[Prefeitura realiza mais uma etapa para coleta seletiva domiciliar]]> A Prefeitura de Maceió deu mais um passo para a implantação da coleta seletiva domiciliar na cidade. Nesta segunda-feira (24), representantes de quatro cooperativas de catadores de Alagoas e da Superintendência Municipal de Limpeza Urbana (Slum) participaram da sessão pública para conferência dos documentos das cooperativas que serão contratadas pelo município.

“Essa é uma ação pioneira. Após a finalização desse processo, vamos garantir que 16 mil residências sejam atendidas nesse primeiro momento. Tenho certeza que esse é o caminho para uma cidade mais desenvolvida. E contamos muito com o apoio da população”, garantiu Davi Maia, gestor da Slum.

As cooperativas que se inscreveram tiveram que apresentar licença ambiental e uma verdadeira equipe para tocar o trabalho. Após a conferência de todos os documentos, abre-se o período para recursos – caso existam. A previsão é que a assinatura do contrato entre a Prefeitura e as cooperativas seja realizada em maio.

Com a contratação, as cooperativas terão uma receita própria, fazendo com que seus cooperados recebam um salário pelo serviço prestado. O objetivo da Prefeitura é estender para a casa dos maceioenses o trabalho que já é feito nos grandes empreendimentos.

Estações de Reciclagem

O projeto também prevê a criação de Pontos de Entrega Voluntária, como os que já existem em três pontos estratégicos da cidade, sendo uma na Praça da Faculdade, uma na Avenida Paulo Holanda, em frente ao Hospital Universitário, e a terceira na orla de Pajuçara.

As estações são contêineres que dispõem de espaços para a entrega de materiais recicláveis, que, após a doação feita pela população, são coletados e destinados adequadamente para a reciclagem. A Prefeitura trabalha para ampliar o projeto e levar as estações para outras localidades estratégicas.

]]>
<![CDATA[Dia de Cooperar 2017 terá celebração em Piranhas no mês de julho]]> Representantes de 20 cooperativas alagoanas compareceram ao lançamento do Dia de Cooperar 2017. Com o lema “Atitudes simples movem o mundo”, o objetivo é estimulá-las a realizarem projetos de responsabilidade socioambiental.

Este ano, a grande celebração do primeiro sábado de julho, Dia Internacional do Cooperativismo, será realizada no município de Piranhas, no Sertão alagoano. O evento já conta com atividades definidas como atendimentos de enfermagem, médico e odontológico, parque infantil, pipoca e algodão doce.

“Queremos mostrar o impacto das cooperativas nas comunidades. Já realizamos a celebração do Dia C no Agreste, na capital Maceió e agora é a vez do Sertão Alagoano”, destaca a superintendente do Sistema OCB/AL*, Márcia Túlia.

Já o presidente da organização, Marcos Rocha, esclarece a importância das atividades e serviços que as cooperativas vêm realizando durante todo o ano: “Existem atitudes simples, como os exames de pressão e glicemia, que podem ajudar a diagnosticar doenças muito sérias como diabetes e pressão alta. São doenças que afetam muito a qualidade de vida e atingem um número cada vez maior de pessoas no mundo”, explica.

Associados da Cooperativa Educacional de Xingó (Coopex) comemoraram a realização do Dia C 2017 no Sertão. “Nós estamos de coração aberto para todas as cooperativas que quiserem se unir a essa grande corrente do bem e proporcionar uma verdadeira transformação na vida dos sertanejos”, comemora a presidente Arleide Gomes.

Durante o evento, diversos presidentes de cooperativas aproveitaram para falar sobre o trabalho realizado pelo Sistema OCB/AL: “Hoje nossa cooperativa é outra. A garantia de assistência nas áreas contábil, jurídica, agronômica, veterinária, zootécnica e nutricional evoluiu nosso trabalho e a gestão. Somos gratos à Casa do Cooperativismo Alagoano”, ressalta Dyego Silva, presidente da Coopeapis**.

Participaram do evento diretores das cooperativas: Coopaal, CPPR, Coopdelmi, Coopeal, Macrocoop, Coopema, TeleTaxi, Coopepe, Maxima, Cooperval, Bibliocoop, CPLA, Cafisa, Coopertranscal, Coopeapis, Coopex, Coopreiras, Coopaz, Pindorama e Uniodonto Maceió.

--

*Sistema OCB/AL - Formado pelo Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado de Alagoas (OCB/AL) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/AL).

**Coopeapis – Cooperativa dos Produtores de Mel, Insumos e Derivados Agrícolas em Alagoas.

]]>