<![CDATA[ Tribuna Hoje - O portal de notícias que mais cresce em Alagoas ]]> <![CDATA[Alagoas reduz em 20% entradas de adolescentes nas Unidades de Internação]]> Educação, saúde e desenvolvimento social são os pilares da Secretaria de Estado de Prevenção à Violência (Seprev) na construção de uma nova consciência dos adolescentes em medida socioeducativa. O reflexo deste trabalho é a redução de 20% de atos inflacionais e entradas nas Unidades de Internação, no período de março a junho de 2017, se comparado ao mesmo período no ano anterior.

Durante o período analisado, foram implantados diversos novos procedimentos e padrões e as Unidades de Internação foram adequadas às normas do Estatuto da Criança e do Adolescente (Eca) e do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase).

Segundo a superintendente de Medidas Socioeducativas da Seprev, Denise Paranhos, todas estas mudanças estão possibilitando um maior cuidado para com os adolescentes, o que vem resultando em efetivas modificações nos comportamentos e nas condutas de quem está cumprindo medidas socioeducativas.

“Os adolescentes estão chegando aqui e se deparando com uma realidade totalmente diferente do que encontravam anos atrás. Isso tudo faz com que o adolescente se interesse pelos estudos, pela cultura, pelo esporte e não queira mais uma vida na criminalidade”, enfatizou Denise Paranhos.

É exatamente com este pensamento que está o socioeducando, M.A.S.S, de 17 anos. “Não quero mais essa vida de criminalidade. Aqui na internação já fiz cursos para ter uma profissão lá fora”, disse.

Esforço reduz novos atos infracionais

No primeiro semestre de 2016, a Seprev contabilizou a entrada de 204 adolescentes em uma das unidades de internação. Já no primeiro semestre de 2017, este número ficou na casa dos 160 adolescentes, o que representa uma redução de mais de 20%.

Para o presidente da Associação Alagoana de Magistrados, juiz Ney Costa Alcântara, o Governo de Alagoas está cada vez mais cumprindo com as normas do Sistema Nacional de Atendimento Socieducativo (Sinase). O resultado é a diminuição de adolescentes nas unidades de internações masculinas e femininas.

“Acompanho o avanço da Superintendência em Medida Socioeducativa da Seprev. Há um grande avanço quando vejo o passado das unidades de internação do nosso Estado. Hoje a gente ver estrutura”, relatou Ney Alcântara.

“E quando diminui o número de adolescentes homens, consequentemente diminui o número na Unidade de internação Feminina”, afirmou o juiz, ao lembrar que, atualmente, apenas sete adolescentes estão cumprindo a medida na Unidade de Internação Feminina (UIF).

Atualmente, as unidades de internação contam com sete meninas, em uma unidade com capacidade para 34, e 268 meninos, em uma capacidade total para 317 vagas.

]]>
<![CDATA[Rio São Francisco pode sofrer nova redução de vazão]]> A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) fez uma nova solicitação para mais uma redução da vazão dos reservatórios das hidrelétricas de Sobradinho (BA) e Xingó (AL), no Rio São Francisco.

Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o pedido chegou ao órgão no último dia sete de julho. No entanto, a assessoria de comunicação disse que por enquanto, ainda não tem respostas se o pedido vai ser acatado ou não, pois está em análise.

A Informação do órgão é que a Chesf, que opera as usinas, deve elaborar outro plano de contingência que vai passar por analise do Ibama e da Agência Nacional de Águas (ANA). A partir disso os órgãos devem definir se autorizam a implementação de mais uma redução ou não.

De acordo com informações passadas pelo Ibama a reportagem da Tribuna Independente, no pedido consta que a nova redução seria de 550m³/s. Atualmente está em 600m³/s.

Já o Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco (CBHSF) informou que todas as segundas-feiras acontecem uma reunião promovida pela ANA transmitida por videoconferência para os estados da bacia. Mas, na reunião dessa semana, não foi discutida a possibilidade, de uma nova redução na vazão do rio. No entanto, a entidade sabe que o setor elétrico já demonstrou interesse em reduzir mais uma vez.

O CBHSF confirma que a vazão defluente estava em 600m³/s e não mais 700m³/s. E ressaltou que esse é o menor patamar da história do Rio São Francisco.  O comitê também disse que vêm se colocado como crítico ao fato de o Rio São Francisco vir sendo utilizado como o maior gerador de energia, porque entende que há alternativas, a exemplo da geração eólica.

Além disso, o CBHSF informou que conseguiu provocar a formação de um grupo de trabalho que estuda as formas de gestão dos recursos hídricos da bacia. De acordo com o comitê, esse grupo reúne diversos segmentos, como ANA, pesquisadores e universidades, entre outros.

O setor elétrico justifica que as defluências reduzidas objetivam evitar que os reservatórios de Sobradinho e Xingó atinjam o volume morto. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) alega que, mesmo diante dessas reduções defluentes, Sobradinho deverá chegar em novembro, quando começa o período úmido na bacia, em 10% e Xingó, em 5%. E o pedido atual está fixado em 550m³/s e não em 500m³/s.

Para a CBHFS, é evidente que essa medida vai causar impactos profundos. “A navegação praticamente acabou em diversos pontos aqui no Baixo São Francisco após a redução. A piracema, que acontece em janeiro, deverá enfrentar profundas dificuldades. Alguns municípios praticamente não praticam algumas culturas, como a rizicultura, justamente devido a pouca água”, informou o comitê.

Mudança prejudica captação e qualidade da água

“A redução de vazão do rio São Francisco, nas represas de Sobradinho e de Xingó é uma decisão que compete ao Governo Federal, por meio de vários órgãos, como o ONS, a ANA e o Ibama, para atender a vários parâmetros, entre eles a produção de energia e a irrigação. Como as chuvas foram poucas, já era esperada essa redução. Por outro lado, ela prejudica as captações de água da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) ao longo do rio”, informou  presidente da Casal, Clécio Falcão.

A Companhia possui 14 estações de captação de água ao longo do Rio São Francisco e segundo o órgão, quando ocorre essa redução de vazão, é preciso fazer investimentos nas captações, pois a água se afasta da margem. “Assim, para conseguir retirar a água bruta do rio, precisamos fazer investimentos, que custam muito caro para a companhia”, explicou Clécio.

Ainda segundo o presidente da Casal, o problema mais grave, quando ocorrem as reduções, é em na cidade de Piaçabuçu, onde a cunha salina tem avançado sobre o rio até o local onde fica a captação de água. “As demais companhias de saneamento sofrem com a redução de vazão do rio, mas a Casal tem um problema a mais que é a salinização da água em Piaçabuçu. Essa situação somente ocorre em Alagoas”, ressaltou.

Clécio Falcão disse que a companhia já tem um projeto para construir uma nova captação de água para Piaçabuçu, num local próximo à comunidade Penedinho. “Com essa redução, talvez tenhamos que fazer novos estudos para saber onde teremos que instalar essa captação de água”.

Clécio ressaltou que o órgão tem recebido pouco apoio do Governo Federal para obras de engenharia nas estações de captação de água bruta e que, até então, não houve ajuda.

 

]]>
<![CDATA[Alagoas é 11º pior estado para ser mulher; quadro se agrava entre as negras]]> Alagoas ocupa a 11ª colocação no ranking dos estados mais violentos para mulheres no Brasil, com uma taxa de 5,4 feminicídios a cada 100 mil habitantes. O estado mais violento é Roraima com taxa de 11,4 mortes. Os dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) levam em conta informações de 2015.

A taxa estadual está acima da média brasileira que é de 4,5 feminícidios a cada 100 mil habitantes. Em cinco anos, a variação foi de 17% a mais deste tipo de crime em Alagoas.

Mesmo com um número relativamente baixo, o Brasil figura na quinta colocação num ranking que inclui 83 nações. São 13 mortes violentas de mulheres a cada 24 horas no país.

Ainda de acordo com o Atlas, os dados são ainda mais graves se considerado o universo das mulheres negras que representa 65,3% das mortes. Neste público, a taxa de feminícidios sobe para 7,2%. De acordo com o documento, “a combinação entre desigualdade de gênero e racismo é extremamente perversa”.

De acordo com Anne Caroline Fidelis de Lima, superintendente de Políticas para Mulheres da Secretaria de Estado da Mulher e dos Direitos Humanos (Semudh), o índice pode ser considerado um avanço, uma vez que o estado já figurou na 4ª posição do mesmo ranking em levantamentos anteriores.

“Momentos como esse são justamente para repensar ações e humanizar o acolhimento. É necessário ampliar a rede de atendimento às mulheres, promover campanhas de conscientização com a sociedade como um todo, em especial em espaços de formação como fazemos no nosso projeto “Maria da Penha vai à Escola”; fortalecer as mulheres pra que elas denunciem, como fazemos no nosso “Exército da Penha”; etc.”, diz a superintendente.

Fidelis afirma que a violência contra a mulher deve ser exposta, principalmente em se tratando da violência contra negras.

“Isso de fato é um retrato da nossa sociedade racista, que vitima duplamente mulheres negras. Trata-se de uma dupla vulnerabilidade que tem que ser considerada pelo estado. Temos de dar visibilidade”, aponta.

Frequência da violência é considerada inaceitável por movimento

A representante do Movimento Feminista Olga Benário, jornalista Lenilda Luna, lamenta o índice. Para ela o problema vai além de números ou colocação em ranking.

“Em todo o país a frequência de estupros, agressões, feminicidio, violência física e psicológica é simplesmente inaceitável. E a questão mais grave é que a rede de proteção prevista na Lei Maria da Penha não está funcionando”, aponta.

Em relação ao agravamento da situação de violência vivenciada por mulheres negras, Lenilda é enfática ao dizer que a discriminação racial está presente no cotidiano. Segundo ela é necessário falar sobre o assunto.

“Todos os índices comprovam que a população negra ainda é marcada pela pobreza e exclusão social. Ainda não superamos as marcas deixadas pela escravidão. As mulheres negras e pobres são as que mais sofrem com o isolamento e a falta de apoio. Ainda está presente na nossa cultura o estereótipo da mulata que servia aos desejos dos senhores de engenho. Essa imagem deplorável da mulher negra subserviente alimenta a violência que essas estatísticas revelam”, ressalta.

Para Luna, é necessário que políticas públicas sejam adotadas no sentido de acolhimento das mulheres vítimas. Segundo ela, as mortes muitas vezes são resultado de um histórico de violência.

 “Se uma mulher foge da violência, ela precisa ser acolhida. Por falta de opção, muitas mulheres voltam para lares onde eram agredidas e acabam mortas. Isso não pode acontecer. A reação tem que ser de toda a sociedade, para vivermos com dignidade e sem violência.”          

O documento destaca também a necessidade de aperfeiçoamento da rede de atendimento à mulher vítima de violência para que além de coibir, previna o crime.

“Um ponto importante a ser enfatizado é a necessidade de que essa rede possa ser acessada pelo sistema de saúde e não apenas pelo sistema de justiça criminal. Muitas mulheres passam várias vezes pelo sistema de saúde antes de chegarem a uma delegacia ou a um juizado. E muitas nunca nem chegam”, dizem os pesquisadores.

De acordo com a pesquisa “Visível e Invisível: a vitimização de mulheres no Brasil”, encomendada ao Datafolha pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública no ano passado, 29% das mulheres brasileiras afirmam ter sofrido algum tipo de violência, seja psicológica, sexual, física ou verbal. Destas, 11% não levaram o caso adiante.

Para Lenilda Luna, a mulher precisa encontrar suporte para que tenha coragem de denunciar e sair da situação de risco.

“Para uma mulher romper a barreira do silêncio e denunciar o agressor, que em grande parte dos casos é uma pessoa próxima a ela, é preciso que ela sinta que estará protegida. Não só por medidas protetivas que nem sempre são respeitadas, mas por uma casa-abrigo, se ela não tiver para onde ir, além de apoio psicológico e assistência jurídica”, ressalta.

O incentivo ao acolhimento é reforçado pela representante. Ontem (20) em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, o movimento Olga Benário recebeu uma premiação pelas ações empreendidas.    

“Em Belo Horizonte, o movimento ganhou hoje [ontem] um prêmio da Defensoria Pública Estadual pela criação da Casa-abrigo Tina Martins, que surgiu de uma ocupação de uma casa sem uso, onde no início houve resistência, mas depois a iniciativa conquistou o apoio da sociedade”, explica.

Vanessa Sátiro, uma outra integrante do movimento Olga Benário, destaca a importância da discussão. “Numa sociedade machista como a nossa, a reprodução da violência contra a mulher, do assédio moral e da cultura do estupro, colocam as mulheres em uma situação de constante vulnerabilidade. Inconscientemente o patriarcado se perpetua e é fundamental a discussão e a mobilização da sociedade para quebrar esses costumes.”

Assim como Sátiro, a militante da Marcha das Mulheres em Alagoas, Emanuelle Vanderlei, também destaca a presença do machismo e do racimo no Estado. “A mulher negra convive o tempo todo com várias formas de violência.”

Para ela, é preciso investir em políticas públicas preventivas, que incluem desde uma educação para a igualdade de gênero, até uma rede de acolhimento à vítima da violência. “Para que ela se sinta em condições de denunciar e mudar a sua realidade.”

]]>
<![CDATA[Ufal abre cadastro para seleção de estagiários para diversos cursos]]> A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) lançou o Cadastro Institucional para Estágio Obrigatório (Cidest) dedicado aos estudantes dos cursos de graduação bacharelado e licenciatura cuja matriz curricular tenha como pré-requisito a obrigatoriedade do estágio para obtenção do diploma. O cadastro é feito exclusivamente online e estará aberto até o dia 31 de julho.

Sem a necessidade de apresentar documentos, os interessados devem conferir o edital aqui e responder ao formulário de cadastro para entrar na lista de espera. Os critérios de seleção irão classificar os alunos de acordo com o período letivo e coeficiente de rendimento. Os candidatos selecionados passarão por entrevista e conforme a necessidade do setor, serão contratados.

É importante salientar que o estágio não é remunerado e que as habilidades exigidas dos estudantes são restritas às qualificações ofertadas por cada curso. Ou seja, o programa é desenvolvido para que os estudantes possam estagiar dentro das suas áreas de formação.

A iniciativa é da Pró-reitoria de Graduação (Prograd) que, por meio do levantamento das necessidades administrativas, resolveu criar essa oportunidade para os estudantes se desenvolverem profissionalmente dentro da Universidade. Segundo o gerente de estágios curriculares, Wendell Silva, “o propósito é criar um banco que sirva de ligação entre os setores da Ufal e a parte acadêmica. Identificamos que muitos deles [setores] estavam precisando de estagiários e muitos estudantes estavam precisando de estágio, mas não tinha essa ligação por falta de um agente de contato”, afirma.

A pró-reitora de Graduação, Sandra Regina Paz, destaca a importância de transformar a Universidade em um campo de estágio obrigatório. “A Ufal , enquanto maior instituição de ensino pública do Estado, tem um potencial formativo significativo. Ela é capaz de qualificar, desenvolver habilidades, promover conhecimentos, competências técnicas, éticas e formativas”, ressalta.

A professora também enfatiza a contribuição que os alunos vão oferecer ao realizar o estágio obrigatório na instituição. “Os estudantes farão com que a Ufal cresça e se fortaleça dessa relação, que é uma via de mão dupla, um espaço oportuno de crescimento também para o estudante. Além de qualificar a ação dos cursos porque cria uma sinergia perfeita a partir dessa relação”, conclui a pró-reitora.

Fonte: Ascom UFAL
]]>
<![CDATA[Cooper Lar Saúde recebe curso sobre cooperativismo]]> O Sistema OCB/AL proporcionou mais um curso básico sobre cooperativismo esta semana. Dessa vez, sócios da Cooper Lar Saúde aprenderam direitos e deveres de um cooperado e estudaram o estatuto da empresa, legislações pertinentes à doutrina e o papel dos conselhos fiscal e administrativo.

A formação aconteceu na sede da entidade, localizada em Maceió, na Av. Governador Lamenha Filho, no Feitosa, nº1880, e foi ministrada pelo instrutor Ednildo José da Silva.

Na oportunidade, os participantes também conheceram um pouco mais sobre as atuações do Sistema OCB/AL, a Casa do Cooperativismo Alagoano.

Para o presidente da entidade, Marcos Rocha, instruir os membros das cooperativas contribui para a clareza, aplicação e disseminação dos princípios cooperativistas. “Através dos nossos cursos, podemos proporcionar à comunidade e às cooperativas uma melhor compreensão da prática da doutrina”, pontuou o presidente.

Keliane Oliveira, sócia da Cooper Lar Saúde, afirmou a satisfação dos cooperados ao participarem da capacitação. “Foi gratificante poder aumentar nossos conhecimentos na área. Obtivemos mais detalhes sobre a prática cooperativista e o instrutor facilitou bastante a compreensão utilizando exemplos do cotidiano”, disse.

Ao término do curso, todos receberam certificado. Os interessados em saber um pouco mais sobre cooperativismo podem entrar em contato através do e-mail: capacitacao@ocb-al.com.br ou por telefone 2122-9494.

]]>
<![CDATA[TJ solicita informações diárias sobre internação de menores infratores em Alagoas]]> O vice-presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) e supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário de Alagoas (GMF), desembargador Celyrio Adamastor Tenório Accioly, esteve reunido, nesta quinta-feira (20), com representantes da 1ª Vara da Infância e Juventude da Capital e da Superintendência de Medidas Socioeducativas do Estado de Alagoas (Sumese).

Durante o encontro, foi discutido o preenchimento de dados no Cadastro Nacional de Adolescentes em Conflito com a Lei (CNACL), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Esses dados devem ser encaminhados pelos órgãos ao GMF. Além disso, foi solicitado à 1ª Vara da Infância e Juventude da Capital e à Seprev o encaminhamento de relatórios diários e mensais sobre a quantidade de entrada e saída de adolescentes das unidades do Sistema Socioeducativo, quantidade de internações provisórias decretadas no Sistema de Justiça Juvenil e com o tempo de sua duração.

Também deverão ser enviadas informações sobre a ocorrência de internação provisória por mais de 45 dias, oficiando ao responsável pela extrapolação do prazo e o número de internações em relação à capacidade de ocupação dos estabelecimentos.

Participaram da reunião a superintendente da Sumese, Denise Maria Alcides Paranhos, o coordenador do Sistema da Automação do Judiciário (SAJ), Magno Vitório de Farias Fragoso, o servidor da vice-presidência do TJ/AL e secretário do GMF, Everton Silva, a assessora da 1ª Vara Criminal da Capital - Infância e Juventude, representando o magistrado João Paulo Martins da Costa, Almira Patricia Soares da Silva.

]]>
<![CDATA[Sine da prefeitura de Maceió suspende emissão de carteira de trabalho]]> A Secretaria Municipal do Trabalho, Abastecimento e Economia Solidária (Semtabes), informa que, a partir desta sexta feira (21), o serviço da emissão de carteira de trabalho (CTPS) será suspenso devido à interdição do prédio da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), responsável pela confecção do documento. A emissão das carteiras será retomada após a transferência do órgão federal para a nova sede.

Atualmente, o Sine Municipal está com cerca de 300 carteiras acumuladas para confecção na SRTE. Diante das circunstâncias, o Sine vai paralisar apenas a emissão da CTPS. Os demais serviços – cadastros de currículos, intermediação de mão de obra e entrada no seguro desemprego continuam normalmente.

O posto do Sine da Prefeitura fica localizado na Rua Barão de Anadia, ao lado da Estação Ferroviária, no Centro de Maceió. O horário de funcionamento é das 8h às 14h. Mais informações: 3315-6205.

]]>
<![CDATA[Até o momento, apenas 10% dos municípios de AL aptos aderiram ao Selo Unicef]]> Apenas sete, dos 67 municípios aptos a receberem o Selo do Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) 2017-2020, formalizaram a adesão até o momento. O Selo é uma iniciativa do Unicef para estimular os municípios a implementarem políticas públicas, no intuito de reduzir as desigualdades sociais e garantir os direitos das crianças e dos adolescentes.

A Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades) tem trabalho junto a organização internacional a fim de estimular os municípios a aderirem ao Selo. Segundo o secretário Fernando Pereira, quando formalizada a adesão, os municípios estarão ainda mais envolvidos com a melhoria de indicadores sociais.

“Estamos em um momento que o Governo do Estado tem lutado para transformar os indicadores sociais em diversas áreas, mas é preciso também da colaboração dos municípios para que as mudanças aconteçam, a adesão ao Selo é um dos passos rumo a essa transformação que estamos buscando”, disse.

Até o momento, Campo Alegre, Joaquim Gomes, Junqueiro, Palmeira dos Índios, São Miguel dos Campos, São Sebastião e Teotônio Vilela formalizaram a adesão ao Selo 2017-2020.

As inscrições vão até o dia 31 de julho. A lista completa de municípios aptos está disponível em http://www.selounicef.org.br/. No site também é possível consultar o regulamento e documentação necessária.

Os municípios que registrarem avanços significativos ao fim do período de validação do selo receberão um certificado do Unicef e passarão a integrar o grupo de municípios reconhecidos internacionalmente por seus avanços em favor da infância e adolescência.

]]>
<![CDATA[Segunda etapa de duplicação da rodovia AL-220 tem licença ambiental concedida]]> A duplicação da rodovia AL-220 entra em mais uma importante etapa de implantação em Alagoas. Com as obras da primeira fase - que vai de Maceió a São Miguel dos Campos - já iniciadas, a Secretaria de Transporte e Desenvolvimento Urbano (Setrand) e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) receberam nesta quinta-feira (20) a licença ambiental para início dos trabalhos da segunda etapa de duplicação.

A concessão, transmitida pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA), significa que o projeto atende a recomendação ambiental para execução do trecho que liga os municípios de São Miguel dos Campos e Arapiraca. A expectativa é que a ordem de serviço para início da segunda etapa dos trabalhos da duplicação da AL-220 seja realizada ainda neste ano e ajude a consolidar o padrão de qualidade viária estadual, como ressalta o secretário de Transporte e Desenvolvimento Urbano, Mosart Amaral.

“Esta obra reformula o desenvolvimento econômico e social nesta região do Estado, já que ela dobra a capacidade de tráfego ao longo de toda a rodovia AL-220. Os alagoanos ganham em segurança viária, potencializam as chances de economia com as facilidades no escoamento da produção, melhoram a fluidez do trânsito, além de garantir mais qualidade de vida”, destaca o secretário.

Sobre a obra

No total, a duplicação da rodovia AL-220 contará com obras ao longo dos 81,7 km de extensão, sendo 18,3 quilômetros no primeiro trecho e 63,4 quilômetros na segunda etapa. O projeto terá um investimento em torno de R$ 170 milhões.

]]>
<![CDATA[Empresa de viação deve custear tratamento a vítima de acidente com ônibus]]> A juíza Maria Valéria Lins Calheiros, da 8ª Vara Cível de Maceió, determinou que a Veleiro Transporte e Turismo custeie o valor da academia e do personal trainer de um homem que ficou com sequelas após acidente causado por um ônibus a empresa. A decisão, publicada nesta quinta-feira (20), concede tutela de urgência ao autor da ação. A companhia deverá depositar mensalmente R$ 725.

No processo, são solicitadas indenizações por danos morais de R$ 300 mil; por danos estéticos de R$ 100 mil; por danos materiais de R$ 100 mil; e por lucros cessantes no valor de R$ 1 milhão e 801 mil. A juíza decidirá sobre essas indenizações em seu julgamento final, de mérito.

De acordo com a ação, no dia 2 de março de 2015 o ônibus da Veleiro colidiu com o Fiat Uno no qual estava o homem e seu pai. O acidente aconteceu na Avenida Cid Scala, no Bairro Poço, no momento em que o condutor do ônibus ignorou o semáforo, que indicava vermelho para sua via. A vítima, que conduzia o carro, teve fraturas ósseas e sequelas neurológicas, sofrendo atualmente com déficit motor, disfagia, disartria e atrofia muscular.

“A probabilidade do direito do autor está devidamente evidenciada nos documentos acostados aos autos, especialmente na comprovação da ocorrência do acidente […], conforme se constata do Boletim de Acidente de Trânsito. […] As despesas com o tratamento do autor são muito elevadas. Além disso, a academia e o personal trainer são essenciais para a recuperação da mobilidade física do autor”, avaliou a magistrada Maria Valéria.

A defesa do homem ressaltou que vem se tornando difícil cobrir todas as despesas mensais necessárias, uma vez que a vítima está impossibilitada de retornar ao mercado de trabalho, e a renda de seu pai não é suficiente.

Matéria referente ao processo nº 0716673-03.2017.8.02.0001.

]]>