<![CDATA[ Tribuna Hoje - O portal de notícias que mais cresce em Alagoas ]]> <![CDATA[Grupo armado explode muro de presídio no Paraná: 28 presos fogem e dois morrem]]> Pelo menos dois presos morreram e 28 fugiram da Penitenciária Estadual de Piraquara, na região metropolitana de Curitiba, na madrugada de hoje (15). Segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública e Administração Penitenciária, os internos escaparam após uma explosão que abriu um buraco no muro da unidade.

De acordo com o Instituto Médico Legal (IML), os corpos dos dois presos - baleados e mortos durante confronto com os policiais que tentavam conter a fuga - foram transferidos da penitenciária para serem identificados. Com os criminosos mortos, a polícia encontrou uma metralhadora Uzi 9 mm, uma bolsa com aproximadamente 300 cartuchos calibre 5,56 e um colete à prova de balas.

Por volta das 3 horas da madrugada, houve um tumulto entre os presos. Para o secretário de Segurança Pública do Paraná, Wagner Mesquita, o propósito dos detentos era desviar a atenção dos agentes penitenciários. E perto das 5h30, houve dois fortes estrondos na penitenciária.

Cerca de 15 homens fortemente armados participaram da ação do lado de fora da penitenciária, dando cobertura à fuga. Reunidos próximo ao buraco aberto no muro, o grupo disparou contra os policiais que estavam nas guaritas e contra as equipes de segurança em solo. Na fuga, quatro suspeitos fizeram uma família refém na cidade de Quatro Barras. Os bandidos portavam três fuzis e duas pistolas e foram rendidos por policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE).

Para o secretário Mesquita, a ação demonstra um alto nível de organização. “Trata-se de uma ação orquestrada há muitos dias, preparada. A Polícia Civil vai investigar os envolvidos neste plano de fuga e as forças de segurança do Estado estão agora empenhadas para recapturar os detentos que conseguiram fugir".

Para tentar localizar os fugitivos, a Polícia Militar deslocou um helicóptero e dezenas de unidades para o local da ocorrência. Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) montaram barreiras e estão abordando veículos suspeitos na BR-116, que atravessa o estado.

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<![CDATA[Seis líderes de rebelião no RN são identificados e serão transferidos]]> O Governo do Rio Grande do Norte identificou pelo menos seis líderes da rebelião na Penitenciária Estadual de Alcaçuz que durou cerca de 14h e deixou mortos. De acordo com a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc), o governo vai pedir a transferências dos líderes para presídios federais. Outros detentos devem ser transferidos ainda neste domingo (15) para outras unidades prisionais do estado.

O Itep montou uma 'operação de guerra' para receber os corpos. Uma carreta frigorífica foi contratada para armazenar os corpos e legistas do Ceará e da Paraíba vão auxiliar no processo de identificação. De acordo com o Itep, o órgão está preparado para receber 100 ou mais corpos, se for o caso. No entanto, uma fonte do governo informou que até a publicação desta matéria pelo menos 25 mortes foram confirmadas. Oficialmente, o governo do RN diz que há 'mais de dez mortos'.

O titular da Sejuc, Walber Virgolino, informou confirmou que os presos do pavilhão 5 invadiram o pavilhão. "É impossível evitar mortes quando eles querem. O pavilhão 4 tinha entre 150 e 200 presos. Não sabe precisar quantos morreram", disse. Até a publicação desta matéria, a polícia já havia entrado nos pavilhões 1, 2 e 3 e se preparava para entrar nos pavilhões 4 e 5 onde a situação  já estava controlada.

Segundo ele, um trabalho de contenção realizado por agentes penitenciários com o uso de bombas de efeito moral evitou a entrada dos rebelados no pavilhão 1. "Em termos de número de mortes essa é a maior rebelião da história do Rio Grande do Norte", disse.

A Penitenciária de Alcaçuz, segundo o governo, ficou parcialmente destruída e não há previsão para reconstrução. Ainda na tarde de sábado (14) um detento fugiu da penitenciária, mas foi recapturado em seguida.

A rebelião na Penitenciária Estadual de Alcaçuz acabou após 14h20. Os detentos, que se rebelaram às 17h deste sábado (14) (horário local, 18h em Brasília), se renderam às 7h20 deste domingo (15) após a Tropa de Choque da Polícia Militar entrar nos pavilhões. Segundo a Secretaria de Segurança, não houve troca de tiros.

A rebelião começou com uma briga entre presos dos pavilhões 4 e 5. Segundo o governo, a briga estava restrita aos dois pavilhões. O pavilhão 5 é o presídio Rogério Coutinho Madruga, que fica anexo a Alcaçuz. Há separação entre presos de facções criminosas entre os dois presídios.

Um helicóptero da PM auxiliou na operação, que envolve Choque, Bope e GOE (Grupo de Operações Especiais). Às 6h20, era possível ver fumaça negra nos pavilhões e ouvir bombas de efeito moral do lado de fora da penitenciária.

Alcaçuz fica em Nísia Floresta, cidade da Grande Natal, e é o maior presídio do estado. A penitenciária possui capacidade para 620 detentos, mas abriga cerca de 1.150 presos, segundo a Sejuc, órgão responsável pelo sistema prisional do RN.

Enquanto os veículos entravam no complexo penitenciário, pessoas que estavam na porta aplaudiam e vaiavam os policiais. Há familiares de detentos, que ontem à noite tentaram furar o bloqueio policial, sem sucesso. Eles dizem que presos que não estão envolvidos na rixa entre as facções estão pedindo socorro. Com panos brancos, eles acenaram e pediram paz.

Durante a madrugada, o tenente-coronel Marcos Vinícius, que comanda o Bope, disse ao G1, por volta das 2h, que não houve negociação entre PM e presos. A madrugada foi tranquila, sem tiros nem tumultos aparentes. O complexo ficou sem energia elétrica desde a noite de ontem. Muitos tiros foram ouvidos e era possível ver muita fumaça do lado de fora do presídio ontem.

Ontem à noite, o secretário estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc), Wallber Virgolino, afirmou que a determinação era retomar o controle do presídio. "A ordem já foi dada: retomar o controle de Alcaçuz e evitar rebeliões em outras unidades", afirmou Virgolino, que diz ter chamado todos os agentes penitenciários que estavam de folga. O estado possui cerca de 800 agentes penitenciários.

O motim

A rebelião começou por volta das 17h de sábado (horário local, 18h em Brasília. Segundo a presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, Vilma Batista, homens em um carro se aproximaram do presídio antes da rebelião e jogaram armas por sobre o muro.

A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) diz em nota que as mortes são "resultado de uma briga entre facções rivais". Já o governo do estado afirma que "'estão sendo levantadas informações acerca do envolvimento de facções criminosas".

Auxílio

Em entrevista ao Jornal Nacional, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, disse que o combate ao crime organizado dentro dos presídios será intensificado. Sobre a rebelião, o ministro afirma estar "aguardando, eventualmente, o pedido de algum auxílio". "Obviamente, em havendo esse pedido, o auxílio será imediato”, afirmou Moraes.

"O sistema está superlotado há muito tempo. Eu costumo repetir que não há passo de mágica pra solucionar um problema crônico no Brasil. É um problema que, governo após governo, vem se ampliando", afirmou. "Nós temos aproximadamente, hoje, 650 mil presos. Com um déficit de quase 300 mil vagas. Obviamente, isso acaba tornando o sistema um barril de pólvora".

O governador do Estado, Robinson Faria, afirmou ter entrado em contato com o ministro, para que o governo federal acompanhe a situação do Estado.

A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) emitiu nota afirmando ter montado um Gabinete de Gestão Integrada (GGI) para executar as ações a serem empregadas na rebelião do presídio de Alcaçuz.

"Já estão no local o Batalhão de Operações Especiais (Bope), o Batalhão de Choque e a Força Nacional para evitar mais confrontos e controlar a situação. Há registro de mortes resultado de uma briga entre facções rivais", afirmou a secretaria.

Rebeliões e fugas

A última rebelião em Alcaçuz foi registrada em novembro de 2015. Houve quebra-quebra após a descoberta de um túnel escavado a partir do pavilhão 2. “Assim que acabou a visita social, por volta das 15h, os presos se amotinaram”, disse o secretário de Justiça da época, Cristiano Feitosa.

Mais de 100 presos conseguiram escapar do presídio no ano passado, em 14 fugas. A maioria deixou o presídio por meio de túneis escavados a partir dos pavilhões ou por buracos abertos no pé do muro, sempre sob uma guarita desativada ou sem vigilância.

Força Nacional

Na segunda-feira (9), o Ministério da Justiça prorrogou por mais 60 dias a presença da Força Nacional de Segurança no Rio Grande do Norte. Os policiais enviados pelo governo federal estão atuando no patrulhamento das ruas e podem atuar na segurança do perímetro externo das unidades prisionais localizadas na Grande Natal.

A Força Nacional chegou ao estado em março de 2015, durante a série de motins no sistema prisional do estado, e o prazo de apoio poderá ser novamente prorrogado, caso haja necessidade.

Calamidade pública

O sistema penitenciário potiguar entrou em calamidade pública no mesmo mês, em março de 2015. Na ocasião, foram gastos mais de R$ 7 milhões para recuperar 14 presídios depredados durante motins, mas as melhorias foram novamente destruídas. Atualmente, em várias unidades as celas não possuem grades e os presos circulam livremente dentro dos pavilhões.

Segundo a Secretaria de Justiça e da Cidadania (Sejuc), órgão responsável pelo sistema prisional do estado, o Rio Grande do Norte possui 33 unidades prisionais, que oferecem 3,5 mil vagas, mas a população carcerária é de 8 mil presos - ou seja, o déficit é de 4,5 mil vagas.

Acre e Amazonas

Na quinta-feira (12), presos apontados pelos setores de inteligência do Acre e do Amazonas como líderes de facções criminosas chegaram à penitenciária federal de Mossoró, na região oeste do Rio Grande do Norte. Ao todo, foram 19 detentos que foram trazidos em uma operação especial para o presídio potiguar - 14 do Acre e 5 do Amazonas.

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<![CDATA[Rebelião termina após mais de 14 horas no RN e mais de 10 morrem]]> A rebelião na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, do Rio Grande do Norte, acabou após mais de 14 horas. Os detentos, que se rebelaram às 17h deste sábado (14) (horário local, 18h em Brasília), se renderam às 7h20 deste domingo (15) após a Tropa de Choque da Polícia Militar entrar nos pavilhões. Segundo a Secretaria de Segurança, não houve troca de tiros. Há mais de dez mortes confirmadas durante a rebelião, informou o governo estadual do Rio Grande do Norte.

O Instituto Técnico de Perícia do Rio Grande do Norte (Itep) informou que será montada uma "operação de guerra" para a identificação dos corpos com a vinda de legistas do Ceará e da Paraíba para auxiliar nos trabalhos. Segundo Thiago Tadeu, chefe de gabinete do Itep, a identificação será feita através da digital, da arcada dentária e até de exame de DNA quando necessário.

A rebelião começou com uma briga entre presos dos pavilhões 4 e 5. Segundo o governo, a briga estava restrita aos dois pavilhões. O pavilhão 5 é o presídio Rogério Coutinho Madruga, que fica anexo a Alcaçuz. Há separação de presos de facções criminosas entre os dois presídios.

Um helicóptero da PM auxiliou na operação, que envolveu Choque, Bope e GOE (Grupo de Operações Especiais). Às 6h20, era possível ver fumaça negra nos pavilhões e ouvir o barulho de bombas de efeito moral do lado de fora da penitenciária.

Alcaçuz fica em Nísia Floresta, cidade da Grande Natal, e é o maior presídio do Rio Grande do Norte. A penitenciária possui capacidade para 620 detentos, mas abriga cerca de 1.150 presos, segundo a Sejuc, órgão responsável pelo sistema prisional do RN.

Enquanto os veículos entravam no complexo penitenciário, pessoas que estavam na porta aplaudiam e vaiavam os policiais. Havia familiares de detentos, que na noite de sábado tentaram furar o bloqueio policial, sem sucesso. Eles afirmaram que presos que não estão envolvidos na rixa entre as facções estavam pedindo socorro. Com panos brancos, eles acenaram e pediram paz.

Durante a madrugada, o tenente-coronel Marcos Vinícius, que comanda o Bope, disse ao G1, por volta das 2h, que não houve negociação entre PM e presos. O complexo ficou sem energia elétrica desde a noite de sábado. Muitos tiros foram ouvidos e era possível ver muita fumaça do lado de fora do presídio.

Blindado da Tropa de Choque da PM do Rio Grande do Norte entra na penitenciária estadual de Alcaçuz, na Grande Natal (Foto: Fred Carvalho/G1)

Presos amanhecem no telhado da penitenciária, de Alcaçuz, a maior do Rio Grande do Norte, em rebelião. Quando a Tropa de Choque entrou no presídio, eles já estavam fora dos telhados (Foto: Fred Carvalho/G1)

Familiares de detentos aguardam em frente à penitenciária de Alcaçuz (Foto: Anderson Barbosa/G1)

Na noite de sábado, o secretário estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc), Wallber Virgolino, afirmou que a determinação era retomar o controle do presídio. "A ordem já foi dada: retomar o controle de Alcaçuz e evitar rebeliões em outras unidades", afirmou Virgolino, que diz ter chamado todos os agentes penitenciários que estavam de folga. O estado possui cerca de 800 agentes penitenciários.

O motim

A rebelião começou por volta das 17h de sábado (horário local, 18h em Brasília. Segundo a presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, Vilma Batista, homens em um carro se aproximaram do presídio antes da rebelião e jogaram armas por sobre o muro.

A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) diz em nota que as mortes são "resultado de uma briga entre facções rivais". O governo do estado afirma que "'estão sendo levantadas informações acerca do envolvimento de facções criminosas".

Auxílio

Em entrevista ao Jornal Nacional, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, disse que o combate ao crime organizado dentro dos presídios será intensificado. Sobre a rebelião, o ministro afirma estar "aguardando, eventualmente, o pedido de algum auxílio". "Obviamente, em havendo esse pedido, o auxílio será imediato”, afirmou Moraes.

"O sistema está superlotado há muito tempo. Eu costumo repetir que não há passo de mágica pra solucionar um problema crônico no Brasil. É um problema que, governo após governo, vem se ampliando", afirmou. "Nós temos aproximadamente, hoje, 650 mil presos. Com um déficit de quase 300 mil vagas. Obviamente, isso acaba tornando o sistema um barril de pólvora".

O governador do Estado, Robinson Faria, afirmou ter entrado em contato com o ministro, para que o governo federal acompanhe a situação do Estado.

Presos se abrigam nos telhados da penitenciária de Alcaçuz (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)

A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) emitiu nota afirmando ter montado um Gabinete de Gestão Integrada (GGI) para executar as ações a serem empregadas na rebelião do presídio de Alcaçuz.

"Já estão no local o Batalhão de Operações Especiais (Bope), o Batalhão de Choque e a Força Nacional para evitar mais confrontos e controlar a situação. Há registro de mortes resultado de uma briga entre facções rivais", afirmou a secretaria.

Rebeliões e fugas

A última rebelião em Alcaçuz foi registrada em novembro de 2015. Houve quebra-quebra após a descoberta de um túnel escavado a partir do pavilhão 2. “Assim que acabou a visita social, por volta das 15h, os presos se amotinaram”, disse o secretário de Justiça da época, Cristiano Feitosa.

Mais de 100 presos conseguiram escapar do presídio no ano passado, em 14 fugas. A maioria deixou o presídio por meio de túneis escavados a partir dos pavilhões ou por buracos abertos no pé do muro, sempre sob uma guarita desativada ou sem vigilância.

Força Nacional

Na segunda-feira (9), o Ministério da Justiça prorrogou por mais 60 dias a presença da Força Nacional de Segurança no Rio Grande do Norte. Os policiais enviados pelo governo federal estão atuando no patrulhamento das ruas e podem atuar na segurança do perímetro externo das unidades prisionais localizadas na Grande Natal.

Presos se rebelaram na tarde deste sábado (14), em Alcaçuz (Foto: Divulgação/PM)

A Força Nacional chegou ao estado em março de 2015, durante a série de motins no sistema prisional do estado, e o prazo de apoio poderá ser novamente prorrogado, caso haja necessidade.

Calamidade pública

O sistema penitenciário potiguar entrou em calamidade pública no mesmo mês, em março de 2015. Na ocasião, foram gastos mais de R$ 7 milhões para recuperar 14 presídios depredados durante motins, mas as melhorias foram novamente destruídas. Atualmente, em várias unidades as celas não possuem grades e os presos circulam livremente dentro dos pavilhões.

Segundo a Secretaria de Justiça e da Cidadania (Sejuc), órgão responsável pelo sistema prisional do estado, o Rio Grande do Norte possui 33 unidades prisionais, que oferecem 3,5 mil vagas, mas a população carcerária é de 8 mil presos - ou seja, o déficit é de 4,5 mil vagas.

Acre e Amazonas

Na quinta-feira (12), presos apontados pelos setores de inteligência do Acre e do Amazonas como líderes de facções criminosas chegaram à penitenciária federal de Mossoró, na região oeste do Rio Grande do Norte. Ao todo, foram 19 detentos que foram trazidos em uma operação especial para o presídio potiguar - 14 do Acre e 5 do Amazonas.

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<![CDATA[Durante cirurgia cerebral, músico canta e toca violão no HC de Barretos]]> Um cantor teve que realizar um pequeno concerto durante uma cirurgia para retirar um tumor do cérebro em um hospital de Barretos (SP) na manhã desta sexta-feira (13). Conhecido pelo nome artístico de Felipe Reis, o músico Reginaldo Oliveira Santos Junior, 31 anos, tocou violão e cantou durante a operação e agora está se recuperando. Otimista e bem-humorado, ele diz que nunca pensou que fosse passar por um procedimento similar.

O cantor foi diagnosticado com um tumor no cérebro há aproximadamente 18 meses durante uma consulta a seu médico após passar mal múltiplas vezes por mais de um ano. Assim que ficou sabendo de sua condição, ele foi alertado que deveria ser submetido à cirurgia o mais depressa possível.

Músico descobriu tumor no cérebro há 18 meses em Mogi das Cruzes (Foto: Reprodução / EPTV)

"Eu tive uma convulsão em casa há uns três anos e a gente passou a saber há um ano e meio que era um tumor, mas antes disso eu apenas passava mal, ia no médico, me receitavam algo e eu voltava para casa. A gente passou no médico em Mogi das Cruzes e ele falou que eu tinha um mês para ter notícia de algum hospital para que eu operasse antes que o tumor passasse de benigno para maligno porque aí seria mais complicado", explica.

O tumor que se desenvolveu no cérebro de Reginaldo afeta a parte motora e da fala do paciente. Para auxiliar durante o procedimento, o rapaz de Mogi das Cruzes, que trabalha com música há aproximadamente 13 anos, teve que tocar violão e cantar enquanto os profissionais do Hospital de Câncer de Barretos realizaram a cirurgia em seu cérebro.

"Eu achei uma coisa muito louca. Toco mais música nacional, sertanejão, mas em bar você faz um pouco de tudo, como MPB. Já cantei umas músicas pra ele [médico]. Uma que fiz pra minha esposa e ‘Nossa Senhora’ do Roberto Carlos, acho que serão essas músicas mesmo, eu ainda estou em dúvida, se na hora pintar outra coisa, vai de momento. O doutor mesmo falou, 'a gente quer que seja um espetáculo porque a gente ainda não teve essa oportunidade'", diz.

Inicialmente, Reginaldo diz que a intenção do procedimento é não retirar o tumor por inteiro e o cantor explica que existe a possibilidade de ter que aliar o procedimento a sessões de quimioterapia, mas tudo dependerá de como será sua recuperação nas próximas semanas.

Reginaldo cantou música de Roberto Carlos e composição própria em Barretos (Foto: Reprodução / EPTV)

"Ele foi bem leal e falou das chances, dos riscos, dificuldades, tudo que pode acontecer. Estou bem confiante", conclui o paciente.

Procedimento

O médico responsável pela cirurgia de Reginaldo, o neurocirurgião Carlos Afonso Clara, explica que realizar a cirurgia com o paciente acordado não é algo inédito no Hospital de Câncer de Barretos. Entretanto, ele diz que esta foi a primeira vez em que o paciente a ser operado teve que cantar e tocar violão durante o procedimento ao qual foi submetido.

“Hoje em dia, em vários locais do mundo tem vários especialistas que fazem cirurgias com o paciente acordado. A cirurgia com o paciente acordado permite que o cirurgião, junto com a equipe, principalmente o neurofisiologista, faça a estimulação do cérebro identificando as áreas que chamamos de eloquente, as áreas com a função para motricidade e fala”.

O procedimento foi realizado para controlar a capacidade de fala, compreensão e interpretação da linguagem utilizada pelo paciente durante a cirurgia. Com esse recurso, os profissionais são capazes de saber quais áreas do cérebro devem ser mantidas intocadas durante o processo cirúrgico e de onde podem remover o tumor.

Parte da equipe médica acompanhou procedimento e gravou vídeos (Foto: Reprodução / EPTV)

“O objetivo de realizar a cirurgia com o paciente acordado é preservar as funções do mesmo, para que ele tenha uma qualidade de vida após a operação. Antes, quando a gente operava áreas desse tipo com o paciente totalmente anestesiado, às vezes o cirurgião poderia ser um pouco mais agressivo e isso acabava tendo consequências, pois o paciente poderia acordar com um déficit, uma sequela”, explica Clara.

Com isso, o neurocirurgião afirma que o objetivo não é o de remover todo o tumor do cérebro do músico e diz que o material que for deixado intocado será tratado com quimioterapia, ou radioterapia dependendo de como Reginaldo deverá se recuperar do pós-operatório.

Carlos afirma que as canções cantadas e tocadas pelo músico auxiliarão os trabalhos durante a cirurgia para que a equipe médica possa retirar o maior volume possível de tumor sem que isso afete as funções motoras do rapaz.

“Ele não é cantor? Não toca instrumento musical? Então vamos controlar isso quando estivermos estimulando o cérebro nas áreas para mapear o que a gente vai tirar e o que não há condição de retirar. Vamos deixá-lo cantando, tocando violão e na hora que ele errar nota, ou a mão parar a gente vai desenhando, mapeando a área que teremos que manter preservada e o resto vamos poder mexer e tirar”, conclui.

O procedimento foi realizado com sucesso e Reginaldo agora se recupera no hospital até poder voltar para casa. As equipes médicas afirmam que vão continuar monitorando seu estado de saúde e analisarão quais serão os próximos passos no tratamento do cantor.

Reginaldo é cantor há 13 anos e trabalho ajudou na hora de cirurgia em Barretos (Foto: Reprodução / EPTV)

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<![CDATA[Mãe pediu para filha buscar socorro antes de morrer em acidente no MS]]> Antes de morrer em um acidente em Porto Murtinho (MS), Madilene Godoi, 34 anos, orientou a filha de 5 anos a sair do carro e buscar ajuda, segundo informações da família das vítimas. A criança andou sozinha por cerca de 1 km até encontrar o funcionário de uma fazenda vizinha. Quando o homem chegou ao local do acidente, Madilene já tinha morrido ao lado do marido, Reinaldo dos Santos, 52 anos.

Talya Ramires, prima da família, disse em entrevista à TV Morena que a menina saiu pela janela do carro. Segundo Talya, a criança está assustada e ainda não sabe da morte da mãe.

"Ela contou que quando aconteceu isso [acidente] a mãe pediu para ela buscar socorro na fazenda, pedir ajuda. Tinha quebrado um pouquinho do vidro, mas como ela não cabia, ela quebrou mais um pouco para sair do carro", explicou.

Depois de andar alguns metros, ela encontrou um homem trabalhando na estrada e pediu ajuda. "Ela falou 'minha mãe está viva ainda, mas meu pai faleceu’ e o rapaz foi até onde aconteceu o acidente e meu tio, que trabalha em uma fazenda perto, também foi avisado e foi até lá com o patrão dele", relatou.

Capotou

O acidente aconteceu no fim da tarde de sexta-feira (13), em na MS-458 em Porto Murtinho, a 443 km de Campo Grande. Segundo testemunhas, o casal estava deslocando da fazenda São Lucas em direção à fazenda onde trabalha o filho do motorista.

A suspeita é que o condutor do veículo tenha perdido controle da direção. Em seguida, o carro saiu da pista, capotou e bateu de lado em uma árvore.

Os pais morreram no local do acidente, ainda dentro do carro. A perícia da Polícia Civil esteve no local e constatou que a parte da frente do capô do carro foi afundada na colisão enquanto que a parte de trás, onde estava a criança, ficou mais preservada.

A criança não teve ferimentos, mas mesmo assim foi socorrida até o hospital municipal, onde ficou em observação e teve alta neste sábado (14), acompanhada por uma tia, segundo o hospital. Os corpos dos pais foram encaminhados para o necrotério. O caso foi registrado como morte a esclarecer na Delegacia de Polícia Civil de Porto Murtinho.

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<![CDATA[Suspeito de filmar estupro coletivo de menina de 11 anos é preso]]> A Polícia Civil investiga a conduta de um homem de 20 anos acusado de "comandar" e filmar o estupro coletivo contra uma menina de 11 anos no Recanto das Emas, no Distrito Federal. O crime aconteceu na última terça-feira (10), e o suspeito foi preso em flagrante após denúncia da mãe da criança. Os atos sexuais forçados teriam sido praticados por quatro menores de idade, que também foram detidos no mesmo dia.

Nesta quinta (12), após audiência de custódia, o Tribunal de Justiça do DF converteu a prisão do homem em preventiva. Com isso, ele segue detido e deve ser mantido no Complexo Penitenciário da Papuda até o julgamento.

Até a tarde desta sexta (13), os quatro menores também seguiam detidos. Segundo a Polícia Civil, a criança passou por exames, tomou medicamentos e está recebendo apoio de psicólogos. Após os procedimentos médicos, a menina voltou para casa, onde mora com a família.

De acordo com o registro policial, a vítima teria ido até o local do crime – uma casa no Recanto das Emas – para fumar narguilé. Ao chegar no local, a criança foi cercada e obrigada a praticar sexo com os quatro adolescentes, com idades entre 13 e 17 anos. O crime foi registrado em vídeo pelo homem de 20 anos, que também é acusado de estuprar a criança.

Ao decidir pela prisão preventiva, o juiz afirma que o homem é réu primário e tem "bons antecedentes", mas que isso não poderia assegurar a liberdade provisória "diante do dantesco cenário".

"Para agravar ainda mais o contexto, as relações foram filmadas, vilipendiando a imagem da vítima. Nesse sentido, a medida extrema [prisão] se faz necessária para garantir a ordem pública, freando o ímpeto criminoso do autuado", diz a decisão do Núcleo de Audiências de Custódia.

O homem vai responder pelos crimes de estupro de vulnerável, previsto no Código Penal, e de exploração sexual de menor, descrito no Estatuto da Criança e do Adolescente. Somadas, as penas podem variar de 9 a 19 anos. A conduta dele é investigada pela 27ª Delegacia de Polícia (Recanto das Emas).

Os quatro menores de idade que estavam no local e foram apreendidos em flagrante foram encaminhados à Delegacia da Criança e do Adolescente II, em Taguatinga. Eles vão responder por "ato infracional análogo a estupro".

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<![CDATA[Preços de gasolina, diesel e etanol batem recorde em 1 ano, aponta ANP]]> Os preços médios da gasolina, diesel e etanol subiram na semana encerrada nesta sexta-feira (13) e atingiram valores maiores do que os registrados pelos três combustíveis ao longo de todas as semanas do ano passado. Os dados são de levantamento divulgado nesta sexta-feira (6) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que monitora semanalmente os preços dos combustíveis no país.

O preço médio da gasolina no Brasil subiu pela segunda semana consecutiva e atingiu R$ 3,773 nesta sexta-feira (13). Na semana, a alta foi de 0,29% e o aumento acumulado em 2017 é de 0,48%.

Nesta quarta-feira (11), durante a divulgação da inflação oficial no país em 2016, técnicos do IBGE disseram que a alta do combustível deve pressionar a inflação de janeiro.

O valor médio do diesel atingiu R$ 3,085 por litro no país, uma alta de 1,28% na semana. Já etanol subiu 1,75%, para R$ 2,913, de acordo com dados da ANP.

Os dados da ANP mostram que o reajuste da gasolina ganhou fôlego a partir de dezembro do ano passado, quando a Petrobras aumentou o preço da gasolina nas refinarias. Apenas em sete semanas, o valor do combustível subiu 2,95%. Em todo o ano de 2016, o preço da gasolina se apreciou 3,3%, abaixo da inflação.

Para chegar ao preço médio da gasolina, a ANP consultou 5.667 postos na semana. Para registrar o preço do etanol e do diesel, a agência procurou 5.092 e 3.535 postos de combustível, respectivamente.

Reajuste nas refinarias

Desde outubro a Petrobras pratica uma nova política de definição de preços dos combustíveis, com reuniões mensais para definir os valores da gasolina e do diesel cobrados nas refinarias. Na última reunião, realizada no dia 5, a Petrobras aumentou o preço do diesel e manteve o da gasolina.

Em dezembro, a Petrobras aumentou o preço do diesel e da gasolina. Nas reuniões anteriores, em outubro e novembro, a estatal reduziu os preços.

Variação por estado

Os preços variam muito de um estado para o outro. Em 15 estados brasileiros o valor da gasolina subiu nesta semana. Em outras 11 unidades da federação o preço caiu e em uma ficou estável.

Veja o preço da gasolina por estado e sua variação semanal

Acre: R$ 4,232, alta de 0,02%
Alagoas: R$ 3,733, preço estável
Amapá: R$ 3,759, queda de 1,73%
Amazonas: R$ 3,991, queda de 0,05%
Bahia: R$ 3,725, queda de 0,75%
Ceará: R$ 3,978, queda de 0,05%
Distrito Federal: R$ 3,701, queda de 0,62%
Espírito Santo: R$ 3,772, alta de 0,86%
Goiás: R$ 3,906, alta de 0,08%
Maranhão: R$ 3,615, alta de 0,14%
Mato Grosso: R$ 3,783, alta de 0,03%
Mato Grosso do Sul: R$ 3,703, alta de 1,15%
Minas Gerais: R$ 3,847, alta de 0,52%
Pará: R$ 4,104, alta de 0,27%
Paraíba: R$ 3,589, queda de 0,66%
Paraná: R$ 3,679, queda de 0,41%
Pernambuco: R$ 3,487, queda de 1,83%
Piauí: R$ 3,658, alta de 0,44%
Rio de Janeiro: R$ 4,077, alta de 1,34%
Rio Grande do Norte: R$ 3,910, queda de 0,41%
Rio Grande do Sul: R$ 3,906, queda de 0,08%
Rondônia: R$ 4,002, alta de 0,78%
Roraima: R$ 3,888, alta de 0,10%
Santa Catarina: R$ 3,702, alta de 0,87%
São Paulo: R$ 3,630, alta de 0,69%
Sergipe: R$ 3,740, queda de 0,08%
Tocantins: R$ 3,843, alta de 0,13%

 

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<![CDATA[Governo do AM exonera secretário de Administração Penitenciária]]> Após mortes e fugas no sistema prisional, o Governo do Amazonas anunciou nesta sexta-feira (13) a exoneração de Pedro Florêncio da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). O tenente-coronel da Polícia Militar, Cleitman Rabelo Coelho, assumirá o cargo.

Em coletiva de imprensa durante a tarde, o secretário de Segurança Pública do Amazonas, Sérgio Fontes, informou que Florêncio pediu para deixar o cargo. Agente da Polícia Federal, ele estava no comando da Seap desde outubro de 2015.

Desde o dia 1º de janeiro, o sistema prisional do estado registrou fuga de 225, rebeliões e um massacre que resultou de 64 mortes de detentos.

A matança no Complexo Prisional Anísio Jobim (Compaj) seria uma retaliação ao fato de líderes da facção não terem retornado dos presídios federais no final de 2016, conforme os presos haviam pedido desde outubro.

O plano de integrantes da facção foi descoberto pelo setor de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP-AM) e obtido com exclusividade pela GloboNews.

A rebelião que aconteceu no Compaj durou mais de 17 horas e foi considerado pelo secretário estadual de Segurança Pública, Sérgio Fontes, como "o maior massacre do sistema prisional" do Amazonas. Ao todo, 56 foram mortos dentro do presídio entre 1º e 2 de janeiro.

Na tarde de segunda (2), outros quatro presos morreram na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), na Zona Leste de Manaus.No útlimo domingo (8), outros quatro presos foram mortos em uma rebelião na Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro de Manaus, reativada para receber presos transferidos do Compaj após o massacre.

Investigação
A polícia do Amazonas apontou sete presos como líderes do massacre. Documentos o Ministério Público Federal (MPF) dizem que estes líderes têm estreita relação com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, as Farc. Segundo o MPF, os traficantes brasileiros teriam comprado pistolas, fuzis e submetralhadoras do mesmo fornecedor de armas do grupo de guerrilha colombiano.

Diversos relatórios elaborados antes da rebelião já apontavam risco iminente no presídio de Manaus. Um texto do setor de inteligência da Secretaria de Segurança alertava para um plano de fuga no regime fechado do Compaj. Além disso, apontava que oito armas de fogo tinham entrado no presídio na semana anterior ao Natal por meio de visitantes e com o ajuda de agentes.

Documentos emitidos pela administradora do presídio, a Umanizzare, alertavam para o risco de se permitir visitas no fim do ano aos presos. O governo estadual havia permitido que cada um dos mais de 1,2 mil presos do Compaj pudesse receber ao menos um acompanhante no Natal e no Ano Novo.

No dia 27 de dezembro, quatro dias antes da rebelião, a empresa ainda pediu providências imediatas porque, no dia 24, com autorização da secretaria do governo, os horários de visitas não foram respeitados, o que prejudicou a revista de celas e a contagem de presos. O secretário justificou a autorização, dizendo que se tratava de "humanização".

 

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<![CDATA[PCC envia armas para facção aliada no RJ após mortes em presídios]]> O Serviço de Inteligência da polícia paulista descobriu, nesta semana, que a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) estaria enviando armamentos para a facção Amigos dos Amigos (ADA), que tem como uma das principais áreas de atuação a Favela da Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul.

De acordo com a investigação policial, os traficantes de São Paulo estariam auxiliando a facção aliada após as mortes que ocorreram nos presídios. Ao todo, 17 fuzis foram enviados ao Rio de Janeiro.

O promotor Lincoln Gakiya, que comanda as investigações, afirma que os massacres nos presídios do Norte do país estão relacionadas com a guerra declarada entre o PCC e o Comando Vermelho (CV).

“O PCC passou a dominar esse espaço e não dividiu com o CV”, explicou o promotor.

“Simultaneamente, o CV fortaleceu alianças com facções locais das regiões Norte e Nordeste, onde o PCC enfrenta forte oposição. Já o PCC fez aliança principalmente com inimigos do CV, como a ADA”, disse o procurador de Justiça Marcio Sérgio Christino, especialista em crime organizado.


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<![CDATA[Chuva causa transtornos no Rio pelo terceiro dia consecutivo]]> Várias partes do Rio de Janeiro tiveram transtornos por causa de uma forte chuva na manhã desta sexta-feira (13). É o terceiro dia seguido de tempestades. No Méier e no Grajaú, na Zona Norte, houve um grande acúmulo de água, com índice de 32 milímetros em uma hora.

Na Zona Sul da cidade, também chovia forte no fim da manhã. Partes dos bairros Jardim Botânico e Lagoa ficaram sem energia elétrica, por conta da queda de uma árvore. A Light informou que já está fazendo reparos. O Rio segue em estágio de atenção desde 13h25 de quinta-feira, e o aeroporto Santos Dumont operava apenas no visual.

A Rua Vinte e Quarto de Maio, no Engenho Novo, ficou alagada e chegou a ser fechada no fim da manhã. Um carro ficou enguiçado e foi empurrado por quem passava. Na Rua Boulevard 28 de Setembro, em Vila Isabel, a pista também foi tomada pela água e, mesmo assim, os motoristas se arriscaram a passar mesmo assim.

A esquina das ruas Gonzaga Bastos e Senador Soares, também em Vila Isabel, ficou debaixo d'água.

Dias de chuva

Na tarde de quinta-feira (12), uma forte chuva caiu em várias partes da cidade. No Centro, o trânsito ficou complicado por conta da água. Na quarta-feira (11), a Baixada Fluminense da cidade foi a área mais atingida pela chuva.

 

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