<![CDATA[ Tribuna Hoje - O portal de notícias que mais cresce em Alagoas ]]> <![CDATA[Princípio de incêndio atinge sala da Superintendência da PF no Paraná]]> Um princípio de incêndio atingiu uma sala no subsolo da Superintendência da Polícia Federal (PF), em Curitiba, durante a madrugada desta segunda-feira (20). De acordo com o Corpo de Bombeiros, alguns equipamentos eletrônicos que estavam no local foram atingidos. Ninguém ficou ferido.

Dois caminhões-tanque foram acionados para atender a ocorrência. Segundo os bombeiros, houve muita fumaça no local.

Em nota, a PF disse que o início de fogo foi controlado rapidamente e que não houve prejuízo aos presos e aos trabalhos relativos à Operação Lava Jato. A corporação informou ainda que os serviços realizados no local, como a emissão de passaportes, por exemplo, serão suspensos nesta segunda.

Veja a íntegra da nota.

"A Polícia Federal informa que nesta madrugada(20/02) houve um princípio de incêndio numa das salas do subsolo da Superintendência da PF em Curitiba-PR.

Ressaltamos que o início de fogo foi controlado rapidamente, que não houve qualquer prejuízo aos custodiados, assim como aos trabalhos relativos à Operação Lava Jato.

Peritos da PF já trabalham para levantar as causas e em virtude disso não haverá expediente no dia de hoje".

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<![CDATA[Aeronáutica abre inscrições para concurso com 55 vagas]]> A Aeronáutica abre nesta segunda-feira (20) as inscrições de cinco editais para um total 55 vagas em cursos de adaptação para dentistas, farmacêuticos, oficiais de apoio, engenheiros e capelães.

No exame de admissão ao Curso de Adaptação de Dentistas da Aeronáutica (EF CADAR 2018) são 10 vagas, sendo 1 para cirurgia e traumatologia buco-maxilo-facial, 2 para clínica geral odontológica, 2 para endodontia, 1 para odontogeriatria, 1 para prótese dentária, 1 para periodontia e 2 para radiologia odontológica e imaginologia.

No exame de admissão ao Curso de Adaptação de Farmacêuticos da Aeronáutica (EA CAFAR 2018) são 4 vagas, sendo 1 para farmácia bioquímica e 3 para farmácia hospitalar.

No exame de admissão ao Curso de Adaptação de Oficiais de Apoio da Aeronáutica (EA EAOAP 2018) são 17 vagas, sendo 3 para administração, 1 para análise de sistemas, 1 para ciências contáveis, 1 para enfermagem, 1 para fisioterapia, 2 para pedagogia, 1 para psicologia, 5 para serviços jurídicos e 2 para serviço social.

No exame de admissão ao Estágio de Adaptação de Oficiais Engenheiros da Aeronáutica (EA EAOEAR 2018) são 20 vagas, sendo 1 para engenharia civil, 1 para engenharia cartográfica, 3 para engenharia de computação, 2 para engenharia elétrica, 5 para engenharia eletrônica, 5 para engenharia mecânica, 1 para engenharia metalúrgica, 1 para engenharia química e 1 para engenharia de telecomunicações.

No exame de admissão ao Estágio de Instrução e Adaptação para Capelães da Aeronáutica (EA IAC 2018) são 4 vagas, sendo 2 para sacerdote católico apostólico romano e 2 para pastor evangélico.

As inscrições estarão abertas de 20 de fevereiro a 21 de março pelo site www.ciaar.com.br. A taxa é de R$ 120.

Os aprovados farão curso/estágio no Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR), em Belo Horizonte, por cerca de 17 semanas.

Requisitos

Para participar dos exames de admissão de dentistas, engenheiros e farmacêuticos, os candidatos não podem completar 36 anos até o dia 31 de dezembro de 2018.

Os profissionais que participarem do exame de admissão para o Estágio de Adaptação de Oficiais de Apoio deverão ter no máximo 32 anos, em 31 de dezembro de 2018. Para participar do Exame de Admissão ao Estágio de Instrução e Adaptação para Capelães o candidato deverá ter entre 30 e 40 anos de idade, até 31 de dezembro do ano da matrícula no estágio.

Seleção

O processo seletivo é composto de provas escritas (língua portuguesa, conhecimentos especializados e redação), inspeção de saúde, exame de aptidão psicológica, teste de avaliação do condicionamento físico, prova prático-oral (somente para dentistas e farmacêuticos) e validação documental.

As provas escritas estão previstas para o dia 28 de maio de 2017.

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<![CDATA[Foliões ocupam ruas do Rio de Janeiro em quase 50 blocos neste domingo]]> O calor forte e o sol não desanimaram os milhares de foliões que ocuparam as ruas do centro do Rio, na manhã deste sábado. Logo cedo, às 8 horas, o Cordão do Boitatá estava repleto de fantasias irreverentes e muita animação. Vestida com flores penduradas na saia, na blusa e nos cabelos, a cientista social Daniela Souza disse  que estava fantasiada de jardim de Claude Monet. O marido, João Gonçalves, usava barbas longas, chapéu de palha e sobretudo, imitando o pintor francês.

“Adoramos Monet e resolvemos tentar uma homenagem. Nos fantasiamos todos os anos e nunca perdemos o Boitatá. Já virou uma tradição, aqui revemos amigos, relembramos carnavais passados e, claro, dançamos e cantamos muito”, afirmou.

O bloco Fogo e Paixão, que toca músicas consideradas bregas e melosas ao som de samba, também lotou o Largo de São Francisco com foliões. Caminhões-pipa refrescaram os foliões.

O Bloco da Preta fez homenagem aos 100 anos ao apresentador Chacrinha. Vestida de chacrete, a cantora Preta Gil arrastou centenas de milhares de pessoas pela Rua 1º de Março. Torres de observação foram montadas para a Polícia Militar acompanhar o bloco.

Na zona sul, o bloco Gigantes da Lira atraiu também o público infantil, na praça General Glicério, em Laranjeiras. Cerca de 50 blocos oficiais estão previstos somente para o dia de hoje.

Nesta tarde, quase 30 blocos ainda agitam as ruas da capital fluminense.

O bloco Timoneiros da Viola, que tem Paulinho da Viola como padrinho, volta a arrastar foliões pelas ruas de Oswaldo Cruz a partir das 13h, homenageando o compositor e instrumentista Heitor dos Prazeres (1898-1966), um dos  ícones da história do samba.

A Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) informou que 15 reboques estarão nas áreas de blocos com maior concentração de público para evitar estacionamento irregular.

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<![CDATA[Monobloco agita o pré-carnaval de São Paulo]]> O bloco carnavalesco Monobloco, criado no Rio de Janeiro, anima os foliões da capital paulista no começo da tarde de hoje (19), na região do Parque do Ibirapuera, zona sul da cidade.

Fundado há 17 anos, o Monobloco homenageia este ano os blocos de rua. O repertório inclui músicas e marchinhas tradicionais, misturando instrumentos como cavaco, repique, tamborim, chocalho, surdo e agogô com grooves de guitarra e baixo.

"O Monobloco nasceu de um movimento que é muito mais antigo do que nós. Não somos os primeiros. Isso que fazemos hoje e que amamos, teve muita gente fazendo antes. Nada mais justo e bonito do que reverenciar os que começaram a fazer o que amamos hoje", disse Guilherme Pereira, da organização do Monobloco.

Segundo Pereira, a bateria do Monobloco é formada ao longo do ano, por pessoas diferentes que até então não tinham contato com a música.

"Desde maio, começamos as aulas de percussão para formar a bateria. São 150 batuqueiros, que são paulistas. Preparamos a bateria ao longo do ano. Muitas vezes são pessoas que nunca tocaram um instrumento na vida, então chegam para aprender. A bateria está linda, ticando super bem", disse.

O desfile conta com a participação da cantora Emanuelle Araújo como Rainha da Bateria e do cantor B Negão. A organização destaca que o Monobloco faz um desfile sustentável, que inclui a produção de centenas de lixeiras e banheiros químicos, coleta seletiva de lixo, uso de biocombustível nos caminhões de som e geradores, além do plano de preservação dos monumentos e do próprio Parque do Ibirapuera.

Segundo os organizadores, o bloco reuniu 60 mil pessoas na estreia paulistana no ano passado e deve atrair cerca de 70 mil neste ano.

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<![CDATA[STF decide ressarcir ex-detento por condições degradantes em presídio]]> Uma cela projetada para oito detentos está com quase 30. Sem espaço para se deitar, eles se espremem uns nos outros, amarram pernas e troncos nas grades em uma espécie de rede. Alguns deles dormem com a cabeça próxima a uma latrina, que na verdade é um imundo buraco no chão com um fio de água encanada. Há pouca ventilação, quase nenhuma iluminação natural e um calor de uma cidade no meio do Pantanal em que os termômetros geralmente passam dos 30ºC. Por isso é comum se deparar com presos se debatendo para espantar baratas e outros insetos. O depósito humano, como senzalas na época da escravidão, era onde Anderson Nunes da Silva, 41 anos, cumpriu pena por sete anos no município de Corumbá, em Mato Grosso do Sul, na fronteira do Brasil com a Bolívia. Nesta semana o Supremo Tribunal Federal entendeu que ele deverá ser indenizado em 2.000 reais pelas condições degradantes em que viveu nesse período.

A principal corte do país fez questão de deixar registrado que o caso gera uma repercussão geral, ou seja, deve valer para os outros semelhantes em que presos ingressarem com o questionamento no Judiciário. A tese defendida pela maioria dos ministros do STF ficou assim grafada: “Considerando que é dever do Estado, imposto pelo sistema normativo, manter em seus presídios os padrões mínimos de humanidade previstos no ordenamento jurídico, é de sua responsabilidade, nos termos do artigo 37, parágrafo 6º, da Constituição, a obrigação de ressarcir os danos, inclusive morais, comprovadamente causados aos detentos em decorrência da falta ou insuficiência das condições legais de encarceramento”.

A contundência da sentença ganha ainda mais peso num momento em que o país volta a ser obrigado a encarar a situação do colapsado sistema prisional brasileiro. Só neste ano, rebeliões registraram mais de cem mortes em penitenciárias pelo país, num quadro de caos que está distante de ser solucionado. Casos como o de Silva foram inúmeras vezes relatados em documentos elaborados pelas mais diversas fontes, entre elas, o Conselho Nacional de Justiça, as ONGs Human Rights Watch, Pastoral Carcerária e Conectas Direitos Humanos, além de dezenas de sindicatos de agentes penitenciários. Nos últimos sete anos, dezenas de relatórios mostraram que as cadeias brasileiras registram situações similares a de masmorras. Além da superlotação, hoje há mais de 600.000 presos em 370.000 vagas, as queixas se repetem ano a ano.

Mais do que reparar um dano causado pelo Estado, a decisão é vista como um recado aos governantes. “A decisão reconheceu que o Estado precisa tratar os presos de maneira humana. Ela tem um caráter pedagógico. Talvez, agora, os governantes vejam que vale mais a pena investir no ser humano do que tratá-lo pior dos que animais”, afirmou o defensor público Paulo André Defante, que em 2003 ingressou com todos os processos cobrando indenizações do Estado.

Só no presídio de Corumbá, onde Silva cumpria sua pena por latrocínio (roubo seguido de morte), havia uma lotação de quase três vezes a sua capacidade e foram apresentados outros 268 processos como o vitorioso agora no Supremo. Em metade deles, a Justiça concordou com algum tipo de indenização, na outra metade, não. Parte desses processos agora deverá ser revista pelo Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul e deve gerar uma enxurrada de indenizações para criminosos condenados pelos mais diversos delitos. E não apenas neste Estado.

Debate sobre as indenizações

Essa ameaça de uma enxurrada de processos na área prisional preocupa o Governo. Em sua argumentação no processo que tramitou no STF, a Advocacia-geral da União (AGU) alegou que, se o poder público tiver de pagar essas indenizações, o valor acabará sendo usado pelo condenado para seu próprio benefício, e deixará de ser aplicado no sistema prisional. “O valor correspondente à indenização por danos morais, a ser paga ao recorrente, será destinado ao seu patrimônio particular e deixará de ser utilizado em prol da ampliação e melhoria do sistema penitenciário. Assim, os demais apenados e a sociedade como um todo sairão prejudicados”, diz trecho da defesa da União.

O defensor Defante rebate essas críticas: “Se até o preso tem de reclamar melhores condições nos presídios, por que não o cidadão que espera na fila do posto de saúde? Por que não o que não tem uma escola de qualidade? E por que não o que foi vítima de um criminoso? As pessoas têm de entender que todas elas têm esse direito”.

Defante diz que em nenhum momento quis deixar o detento rico. “Se a indenização fosse de um real, de cinquenta centavos, já bastaria. A decisão é uma vitória dos direitos humanos. É o Judiciário reconhecendo essa falha gravíssima do Estado brasileiro”.

Além da situação de superlotação, é reconhecida o domínio tácito do sistema por grupos criminosos. Nos presídios masculinos é comum ver detentos sendo “forçados” a se alinharem a determinada facção criminosa para poder se proteger.  Nas prisões femininas faltam até absorventes íntimos, que acabam sendo substituídos por miolo de pão. Em algumas prisões, por exemplo, condenados pelo não pagamento de pensão alimentícia dividindo celas com homicidas ou chefes de gangues que traficam drogas e armas. Em ambas, há um elevado número de presos que não foram julgados – mais de 40% – além dos casos em que não há distinção de detentos por periculosidade, o que joga parte da responsabilidade da situação sobre o próprio Judiciário.

É consenso entre todos os especialistas que, quando não se dá o mínimo de condições para o cumprimento da pena, a agressividade dos detentos e a tensão entre eles só aumentam. Esses, aliás, foram fatores que se somaram à disputa de poder entre facções para para provocar as chacinas do início deste ano no Amazonas, Roraima e Rio Grande do Norte.

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<![CDATA[Galo da Madrugada: camarote Balança Rolha é o 'point' dos alagoanos no desfile do bloco]]> Está chegando a hora! Para o público alagoano que adora curtir a folia do carnaval pernambucano, o Camarote Balança Rolha confirma a terceira edição no desfile do Galo da Madrugada 2017. O espaço vip contempla 3000m², com ambiente climatizado, open bar e decoração exclusiva para curtir o desfile do maior bloco de carnaval do mundo, que acontece no próximo dia 25 de fevereiro (Sábado de Zé Pereira).

Consagrado como um dos espaços mais disputados do Carnaval do Recife, o Camarote do Balança Rolha vai contar com shows de Patusco, Léo Verão, Santa Clara, DJ Elias Cabuz e muito frevo com orquestra profissional.

Com 2800m² de área coberta, além de exclusiva e gigantesca área dedicada à varanda elevada para assistir ao desfile do Galo, o camarote inclui estrutura de palco, serviço de segurança e centro para atendimento médico de emergência. A megaestrutura é organizada pelos produtores culturais André Cavalcanti, Rodrigo Carvalheira e Elias Cabuzz.

No Camarote do Balança Rolha, os foliões alagoanos vão poder se refrescar com um open bar de espumante, vodca e uísques premium, cerveja, cachaça Santa Dose, refrigerante e água. A estrutura da praça de alimentação será no formato foodpark, com saladas de frutas, burguerias, sorveteria, doceria, coxinhas e empadas gourmet, entre várias opções de massas e outras especiarias. O camarote ainda contará com SPA lounge salão de beleza à disposição do público. Alagoas é hoje o maior emissor de turistas do carnaval pernambucano, e os VIPS que estarão no Galo escolheram, desde o ano passado, o Camarote Balança Rolha para ser o grande point na festa.

Os ingressos custam R$ 350 (masculino) e R$ 320 (feminino) e já estão à venda nas lojas Chilli Beans (Shoppings Recife, Plaza, Tacaruna e RioMar), Lojas PE no Carnaval, Ticket Folia, lojas VitaBrasilNet e pelo site Bilheteria Digital (online).

Serviço

Camarote Balança Rolha 2017

Sábado, 25 de fevereiro, das 8h30 às 17h.

Local: Avenida Sul, embaixo do viaduto Capitão Temudo.

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<![CDATA[Mega-Sena não sai e pode pagar R$ 22 milhões]]> Ninguém acertou as seis dezenas sorteadas neste sábado (18), em Lagoa da Prata (MG), pelo concurso 1904 da Mega-Sena, informou a Caixa Econômica Federal. Com isso, o prêmio acumulou e o próximo concurso, que será sorteado na terça-feira (21), pode pagar R$ 22 milhões.

Os números sorteados foram: 12 - 15 - 18 - 21 - 51 – 56

Segundo a Caixa, 82 apostadores acertaram cinco números e faturaram R$ 20.742,50 cada. Outros 4.003 jogadores acertaram a quadra e faturaram  R$ 607,00 cada um

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<![CDATA[STF dá dez dias para que Temer e deputados expliquem reforma da previdência]]> O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello deu prazo de dez dias para que o presidente da República, Michel Temer, e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, prestem informações sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, que trata da reforma da Previdência. A solicitação de Mello é feita após recebimento de um mandado de segurança, impetrado por 28 deputados de oposição.

A ação pede a anulação dos atos que levaram à tramitação da PEC na Câmara. Os deputados alegam que o governo não apresentou um estudo atuarial, necessário para confirmar o desequilíbrio nas contas da Previdência e a consequente necessidade de alteração nas regras. O ministro da Suprema Corte deve aguardar as informações solicitadas antes de decidir sobre o acolhimento ou não do mandado de segurança. O acolhimento significaria a suspensão da tramitação da matéria na Câmara.

Mello também pede informações do presidente da Comissão Especial destinada a debater o tema na Câmara, o deputado Carlos Marun (PMDB/MS), e do presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara (CCJ), cujo nome ainda não foi definido. Quando a PEC foi acolhida na Câmara, em dezembro do ano passado, o presidente da CCJ era Osmar Serraglio (PMDB/PR).

Oposição

Os deputados alegam que estudo atuarial é requisito obrigatório para confirmar o desequilíbrio nas contas da Previdência e a necessidade de alteração nas regras.

“Não se trata de mera orientação para a gestão administrativa. O estudo atuarial é requisito formal para a regularidade material das condições previdenciárias em qualquer regime, em especial quando objeto de alteração constitucional”, diz um trecho da ação.

A oposição argumenta ainda que a elaboração da PEC ocorreu “à revelia do Conselho Nacional de Previdência Social”. “[O conselho é] órgão superior da Administração Federal de deliberação colegiada, com representação dos trabalhadores e do governo, cuja finalidade, entre outras, é justamente a de discutir assuntos de interesse previdenciário dos trabalhadores”, dizem os deputados.

 

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<![CDATA[Campanha pede fim da violência sexual contra crianças e adolescentes]]> Para pressionar o poder público a fazer um diagnóstico sobre a violência sexual contra crianças e adolescentes e, posteriormente, planejar ações efetivas de combate ao problema, a instituição Aldeias Infantis SOS lançou petição on-line para recolher assinaturas dentro da campanha Dê um Basta. O documento será entregue aos gestores municipais no dia 5 de março.

Segundo dados do Disque 100, da Secretaria Especial de Direitos Humanos, no Brasil, 47 crianças por dia são vítimas de abuso, exploração ou turismo sexual. Para a gestora do projeto no Rio de Janeiro, Ana Almeida, os números são subestimados, já que contabilizam apenas as denúncias registradas. Ela destaca que é necessário ampliar o banco de dados, incluindo fontes de informação como as delegacias, escolas, conselhos tutelares, hospitais e centro sociais.

“A petição visa basicamente a criação de políticas públicas de enfrentamento. Temos que entender que a criança e o adolescente, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, são pessoas em desenvolvimento, que gozam de primazia e absoluta prioridade na elaboração e efetivação das políticas públicas. Nosso maior objetivo é apoiar o gestor público, subsidiá-lo no maior número de informações sobre o tema, para que ele possa pensar em uma política para sua cidade."

Ana informou que este ano a campanha tem como foco as prefeituras de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Olinda e Salvador, por terem muita mobilização popular no carnaval, período em que aumenta a a possibilidade de turismo sexual e a vulnerabilidade de crianças e adolescentes..

“É uma situação da própria festa, porque a cidade fica movimentada, recebe turistas de várias partes do mundo. Entendemos que essa é uma época de maior  vulnerabilidade. Mas a questão da violência contra a criança é um fato que ocorre diuturnamente, infelizmente”.

A a instituição Aldeias Infantis SOS ressalta que a violência sexual compromete saúde, autoestima, aprendizado e vida social das crianças, além de ter potencial para torná-las adultos que reproduzem a violência, criando um ciclo vicioso.

Poder público

Na terça-feira (21), a Fundação para a Infância e Adolescência (FIA), órgão ligado à Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Social do Rio de Janeiro, lança a campanha de carnaval do programa Respeitar, proteger, garantir – Todos juntos pelos direitos das crianças e dos adolescentes.

A mobilização faz parte das ações do Comitê de Proteção Integral de Crianças e Adolescentes nos Megaeventos, que tem a participação dos governos federal, do estado e da prefeitura do Rio de Janeiro, com o objetivo de sensibilizar a sociedade sobre a importância de denunciar violações aos direitos de crianças e adolescentes.

A Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos informa que já vem atuando na prevenção às violações dos direitos das crianças nos ensaios técnicos das escolas de sambas, blocos de rua e nos terminais de entrada da cidade. Segundo o órgão, o trabalho que será desenvolvido dentro da campanha Respeitar, proteger, garantir, será detalhado na semana que vem.

Dentro das ações de proteção a crianças e adolescentes, a fundação lança, na quarta-feira (22), uma campanha para evitar o desaparecimento de crianças durante o carnaval. Serão distribuídos, no período, 60 mil folhetos e pulseiras de identificação bilíngues, em locais de muita movimentação de pessoas.

Dados do órgão mostram que, atualmente estão desaparecidos no estado 507 crianças e jovens entre 0 e 21 anos, sendo 60 na capital. O registro de desaparecimento deve ser feito imediatamente, em qualquer delegacia de polícia.

 A petição pode ser assinada no endereço eletrônico da ONG https://www.aldeiasinfantis.org.br/deumbasta

 

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<![CDATA[Caixa faz 356 mil atendimentos no 1º sábado de consultas sobre FGTS]]> A Caixa Econômica Federal realizou 356 mil atendimentos neste sábado (18), no 1º dia de funcionamento no fim de semana para tirar dúvidas dos trabalhadores sobre o saque de contas inativas do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS).

Quase 2 mil agências do banco abriram das 9h as 15h, e o movimento foi considerado tranquilo, sem muitas filas, em São Paulo, Pernambuco e no Acre. A Caixa vai abrir 1.891 agências em outros 4 sábados para esclarecer dúvidas: 11 de março, 13 de maio, 17 de junho e 15 de julho.

De acordo com a Caixa, cerca de 1,4 milhão de trabalhadores interessados em obter informações sobre o FGTS foram atendidos, desde a divulgação do calendário de pagamentos na última terça-feira (14).

A liberação dos saques das contas inativas do FGTS é uma das estratégias do governo para tentar reaquecer a economia brasileira, que passa por período de recessão, com alta da inadimplência e da taxa de desemprego. A estimativa do governo é de que os saques tenham um impacto de R$ 30 bilhões a R$ 35 bilhões na economia.

Economistas avaliam que os saques das contas inativas do FGTS podem ajudar a reduzir a inadimplência, mas terão um impacto limitado para reaquecer o comércio. Eles acreditam que parte desses recursos será usada para quitar dívidas, enquanto o restante deve ir para o consumo e aplicações financeiras.

Saques do FGTS

O governo anunciou em dezembro que os trabalhadores com contas inativas do FGTS até o fim de 2015 terão direito a sacar o dinheiro.

Os resgates obedecerão a um calendário de saques que terá início no dia 10 março e será encerrado no fim de julho, de acordo com o mês de aniversário. Uma conta fica inativa quando deixa de receber depósitos da empresa devido ao fim do contrato de trabalho.

O saque do FGTS inativo poderá ser feito pelos trabalhadores que pediram demissão ou foram mandados embora por justa causa até dezembro de 2015.

A partir de março, mais de 30 milhões de trabalhadores terão direito a retirar o dinheiro. De acordo com o governo, são mais de R$ 43 bilhões parados nessas contas e o governo calcula que, desse total, R$ 34 bilhões serão sacados por trabalhadores até 31 de julho.

O saque obedecerá a um calendário de acordo com a data de nascimento do beneficiário. Devido à liberação do dinheiro, a Caixa Econômica Federal disponibilizou o site exclusivo para informações e consultas de saldos somente das contas inativas: www.caixa.gov.br/contasinativas, e o telesserviço 0800 726 2017.

O interessado pode ainda acessar as informações pelo aplicativo da Caixa, mas nesse caso aparecerão também as contas ativas do FGTS.

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