Saúde

Sesau vai participar de campanha nacional de combate ao Aedes aegypti

Secretaria alerta população a continuar ações contra reprodução do mosquito

Por Texto: Fabiano Di Pace com Agência Alagoas 23/02/2018 16h30
Sesau vai participar de campanha nacional de combate ao Aedes aegypti
Reprodução - Foto: Assessoria
Como parte do esforço nacional de combate ao mosquito Aedes aegypti, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) participa, na primeira quinzena de março deste ano, de uma pesquisa nacional organizada pelo governo federal. Com a chegada do período de chuvas em Alagoas, a Sesau alerta para que a população reforce os cuidados preventivos, visando evitar a proliferação do Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Isso porque, o acúmulo de água limpa em recipientes como garrafas, pneus, calhas e caixas d’água são ambientes propícios para a proliferação do mosquito. “O estudo é feito em parceria com as gestões estaduais e municipais do Brasil e avaliam número de casos nos municípios. Ele também irá apontar a efetividade das ações que estão sendo realizadas em cada localidade”, explicou o supervisor de endemias da Sesau, Paulo Protásio. O supervisor destaca que a pesquisa nacional é realizada todos os anos, em quatro datas e traça um mapa da infecção no País. “Com a pesquisa pode-se obter um retrato do problema no Brasil e fornecer informações para a construção de políticas públicas eficazes no combate ao vetor”, reforça. (Foto: Agência Alagoas) Consumo Protásio lembrou que a água para consumo humano deve ser armazenada adequadamente. Para isso, segundo ele, é necessário cobrir os reservatórios para evitar a reprodução do mosquito, além de eliminar recipientes sem uso, que possam acumular água e virar criadouros do Aedes aegypti. “Todo cidadão deve ter o entendimento de que a limpeza da sua residência é imprescindível para evitar o surgimento de criadouros do Aedes aegypti. Atitudes simples como não deixar expostos recipientes que acumulem água da chuva representam uma medida imprescindível para que não haja a proliferação do vetor”, completou Protásio.