Polícia

14 de fevereiro de 2018 10:59

Polícia prende quatro suspeitos com 88 celulares

Material pode ser fruto de roubo durante o Carnaval; suspeitos dizem que compraram aparelhos em São Paulo

celu - Polícia prende quatro suspeitos com 88 celulares
↑ Polícia apreende 88 celulares no centro de BH

Quatro pessoas foram presas e 88 celulares apreendidos nesta terça-feira (13) após uma abordagem da Polícia Militar, na praça Rio Branco, no centro de Belo Horizonte. De acordo com a PM, os suspeitos estavam dentro de um Uber e ao avistarem a viatura ficaram nervosos e fecharam os vidros, o que motivou a abordagem dos militares. Os presos alegam que celulares não foram roubados na folia, mas admitem que compraram produtos roubados em outro Estado para venderem na capital mineira.

De acordo com o sargento Roger Felipe, do Batalhão de Choque, a ação suspeita dos homens dentro do veículo Punto Branco fez com que a PM ordenasse que parassem. Quando os policiais fizeram as buscas encontraram 88 aparelhos de telefone nos bolsos e mochilas dos suspeitos. Os homens disseram que sabiam que os celulares eram produtos de furto e roubo, mas que compraram os aparelhos em São Paulo para revender em Minas Gerais. A polícia, contudo, suspeita que eles tenham sido furtados durante o Carnaval. “Provavelmente é uma quadrilha especializada em venda de celulares roubados”, afirmou o sargento.

Ainda segundo o sargento, embora nenhuma vítima tenha reconhecido os suspeitos, algumas delas conseguiram recuperar no bolo apreendido os aparelhos furtados entre domingo e terça-feira do carnaval belo-horizontino. O auxiliar administrativo, João Marcos de Castro, 25, passou a noite na delegacia após ser agredido e ter o celular roubado durante um assalto no centro da cidade. “Estou um pouco machucado porque quando o cara veio me roubar, eu puxei o braço. Aí ele veio me agredindo, me jogou no chão e levou meu celular. Foi horrível. O carnaval para mim acabou ali. Graças a Deus que pelo menos recuperei o aparelho”, afirmou.

A ocorrência foi encaminhada para a Ceflan II e a Polícia Civil vai investigar o caso.

Fonte: O Tempo

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