Esporte

17 de Maio de 2018 15:34

Em nota, Associação dos Cronistas Desportivos de Alagoas repudia ação da ACEA

De acordo com posicionamento, membros da segunda teriam retirado adesivo da ACDA de tribuna de imprensa no Rei Pelé

↑ ACDA repudia retirada de adesivo (Foto: Reprodução)

Nesta quinta-feira (17), a Associação dos Cronistas Desportivos de Alagoas (ACDA) veio a público com uma nota, na qual repudiou com veemência uma ação da Associação dos Cronistas Esportivos de Alagoas (ACEA). Segundo a ACDA, a outra entidade teria retirado o adesivo com o nome da ACDA da Tribuna de Imprensa Jornalista Márcio Canuto, localizada no Estádio Rei Pelé. A nota também fala de outros pontos que, de acordo com a ACDA, estão sendo divulgados de forma errônea através de redes sociais e também da imprensa.

A ACDA define a ACEA como uma associação feita para fazer uma “oposição rasa”. “A ACDA é uma entidade séria, dirigida e integrada por profissionais e pessoas de nossa sociedade, merecedores de todo o respeito. A “associação” ex adversa foi montada com a finalidade precípua de fazer uma oposição rasa, sem ostentar um perfil bem delineado de entidade representativa de uma categoria profissional, mas, de abrigar interesses que se dissociam dos objetivos de representatividade”, diz trecho da nota.

Dívidas

A associação informa que quando a nova gestão assumiu teve que arcar com uma dívida de quase R$ 30 mil de IPTU de sede no bairro Jardim Petrópolis, mas que esta foi dividida em 24 parcelas que tiveram o pagamento iniciado em junho de 2015 e valor total já quitado. Outra dívida de IPTU de uma sala no Edifício Brêda também foi regularizada.

Conforme diz a nota, entre outros débitos que a atual gestão assumiu estão o alvará de localização da sala no Edifício Brêda no valor de R$ 3.362,56 e um débito de R$ 3.800,00 referente à taxa de condomínio da referida sala. “Ao todo, o presidente Jorge Lins ‘herdou’ um passivo de R$ 38.837,91 das mãos do antigo presidente da ACDA, senhor Jorge Moraes”, divulgou a ACDA.

Sócio Benemérito

Outro trecho do posicionamento diz que veiculou-se a concessão do título de Sócio Benemérito de forma aleatória. A nota diz: “Todas as concessões de títulos de beneméritos foram aprovadas em Assembleias Gerais Ordinárias da ACDA e registradas em ata. A primeira delas realizada em 27 de janeiro de 2015, quando foram concedidos 11 títulos; e a segunda ocorrida em 20 de janeiro de 2017, quando mais nove pessoas foram agraciadas com a honraria da ACDA”.

A associação ressalta que a “entrega do título de Sócio Benemérito, nesta gestão, é concedida aos cidadãos de reputação ilibada, ligados ou não a entidade e que, comprovadamente, tenham prestado serviços relevantes à ACDA, ou a causa dos desportos no Brasil ou Exterior, desde que obtenham indicação da Diretoria Executiva e aprovação da Assembleia Geral Ordinária”, destacou a ACDA em trecho da nota.

A ACDA encerrou dizendo que “atitudes covardes e irresponsáveis” estão sendo tomadas para “macular a imagem do atual presidente da ACDA” Jorge Lins. A instituição encerra a nota declarando total solidariedade ao presidente.

Confira a nota na íntegra:

ACDA COM A VERDADE

A Diretoria da Associação dos Cronistas Desportivos de Alagoas (ACDA) vem a público repudiar, com veemência, a conduta inurbana de integrantes da Associação dos Cronistas Esportivos de Alagoas (ACEA), que retiraram da porta de entrada da Tribuna de Imprensa Jornalista Márcio Canuto, localizada no Estádio Rei Pelé, o adesivo com o nome da ACDA. Aproveitamos também para esclarecer alguns pontos que estão sendo divulgados – de forma leviana e desprovida de verdade – em rede social, em veículos impressos e on-line.

Antes, porém, há que se evidenciar a conduta arbitrária, irresponsável, caracterizada pela truculência dos integrantes da aludida “associação”, ao demonstrarem que o seu fazer, agir e pensar são próprios daqueles que são incapazes de se conduzirem com inteligência, urbanidade e respeito, pois que incapazes de se portarem, partindo do embate das ideias, em detrimento de agirem pela violência e virulência panfletária. O açodamento dos seus atos, no entanto, diz bem sobre as pessoas que são e que não seremos nós que iremos fazê-los civilizados.

A ACDA é uma entidade séria, dirigida e integrada por profissionais e pessoas de nossa sociedade, merecedores de todo o respeito. A ‘associação’ ex adversa foi montada com a finalidade precípua de fazer uma oposição rasa, sem ostentar um perfil bem delineado de entidade representativa de uma categoria profissional, mas, de abrigar interesses que se dissociam dos objetivos de representatividade.

Ora, se a “associação” oponente se diz lesada em supostos direitos, por que não elege as vias próprias, para a devida reparação? Todavia, se a eles resta a alternativa de agredir, seja à ACDA e seus Colaboradores, não seremos nós a absorver essa carga, pois que, como pontifica a sabedoria árabe, ‘Os cães ladram, mas, a caravana passa’.

A atual gestão da ACDA ‘recebeu uma herança maldita’ de uma dívida do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), referente ao antigo terreno da ACDA, que era localizado no bairro Jardim Petrópolis, e que tinha deixado de ser pago por gestões anteriores, que chegava, à época, ao montante de R$ 29.854,56. O referido valor foi dividido em 24 parcelas de R$ 1.243,94 e começou a ser pago em junho de 2015 e hoje não há mais pendências em relação à IPTU.

Outra pendência encontrada pela atual gestão da ACDA foi o IPTU da sala do Edifício Brêda, que pertence a ACDA. Quando assumiu a presidência, Jorge Lins encontrou o débito de R$ 1.820,79. Esta dívida foi parcelada em cinco meses e começou a ser paga em maio de 2015 e está quitada.

Outra demanda financeira que havia em relação à sala da ACDA, no Edifício Brêda, era o alvará de localização que, à época, devia-se o valor de R$ 3.362,56 e fora dividido em 16 vezes de R$ 210,16 e já está totalmente quitado.

Além disso, havia também um débito de R$ 3.800,00 referente à taxa de condomínio da sala do Edifício Brêda, que foi parcelada em sete meses. Para sanar este antigo débito foi necessário efetuar um pagamento inicial de R$ 800,00 e mais seis parcelas de R$ 500,00. Ao todo, o presidente Jorge Lins ‘herdou’ um passivo de R$ 38.837,91 das mãos do antigo presidente da ACDA, senhor Jorge Moraes.

Outra falácia veiculada, por um dito medalhão do jornalismo local, é que o presidente Jorge Lins tem concedido o título de Sócio Benemérito aleatoriamente. Ora, desconhece o referido senhor, que não merece ter seu nome citado nesta nota, que todas as concessões de títulos de beneméritos foram aprovadas em Assembleias Gerais Ordinárias da ACDA e registradas em ata. A primeira delas realizada em 27 de janeiro de 2015, quando foram concedidos 11 títulos; e a segunda ocorrida em 20 de janeiro de 2017, quando mais nove pessoas foram agraciadas com a honraria da ACDA.

É salutar esclarecer aos ‘desinformados e movidos por birra’ que a entrega do título de Sócio Benemérito, nesta gestão, é concedida aos cidadãos de reputação ilibada, ligados ou não a entidade e que, comprovadamente, tenham prestado serviços relevantes à ACDA, ou a causa dos desportos no Brasil ou Exterior, desde que obtenham indicação da Diretoria Executiva e aprovação da Assembleia Geral Ordinária.

Os diretores da ACDA repudiam as atitudes covardes e irresponsáveis daqueles que tentam macular a imagem do atual presidente da ACDA e, ao mesmo, emprestam total solidariedade ao companheiro Jorge Lins e se colocam ao seu dispor para as ações pertinentes que visem preservar o seu legítimo direito de administrar a nossa querida ACDA com ‘transparência, lisura e respeito ao patrimônio dos cronistas alagoanos’”.

Fonte: Tribuna Hoje / Texto: Bruno Martins

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