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Esporte

Boca Juniors empata e enfrenta o Corinthians na final da Libertadores

Os dois jogos diante do Timão serão disputados nas próximas duas quartas-feiras

Globoesporte 22 Jun de 2012 - 00:07

Foto: AFP

Riquelme ditou o ritmo do Boca Juniors, outra vez finalista da Libertadores

Riquelme ditou o ritmo do Boca Juniors, outra vez finalista da Libertadores

A tradição prevaleceu novamente. Pela décima vez em sua história, igualando a marca recorde do Peñarol (URU), o Boca Juniors (ARG) está na decisão da Taça Libertadores da América e será adversário do Corinthians, que debutará na final da competição. Depois de vencer por 2 a 0 em Buenos Aires, o clube argentino visitou o Universidad de Chile (CHI), nesta quinta-feira, no Estádio Nacional de Santiago, e segurou o empate por 0 a 0, resultado suficiente para a garantia de uma vaga na finalíssima.

Os dois jogos diante do Timão serão disputados nas próximas quartas-feiras. No dia 27, os clubes se enfrentam em La Bombonera, na Argentina. No dia 4 de julho, o Boca vem a São Paulo encarar o Corinthians no Pacaembu lotado.

A necessidade de inverter a desvantagem de, no mínimo, dois gols fez com que a Universidad de Chile entrasse para o confronto bem distante da sua tranquilidade habitual. Característica marcante do time chileno, o toque de bola mal foi visto na etapa inicial. Isso pesou para o rendimento da equipe treinada por Jorge Sampaoli, que teve desempenho muito aquém do que vinha apresentando desde a temporada passada, quando foi campeão da Copa Sul-Americana.

Numa estratégia inteligente, a calejada equipe do Boca Juniors bloqueou bem as jogadas pelas laterais e explorou os contra-ataques, principalmente com os precisos lançamentos de Riquelme. Soberano em campo, o camisa 10 distribuia passes na medida para os atacantes Mouche e Santiago Silva, que revezavam na incrível tarefa de perder gols. Em um desses toques de classe, Riquelme iniciou a jogada e apareceu para concluir. Porém, o craque foi barrado pela lnda defesa de Herrera, que espalmou antes de a bola explodir no travessão.

Resignada com o domínio argentino, a Universidad de Chile só conseguiu assustar nos 45 minutos iniciais da maneira em que menos se esperava: a jogada aérea. Em um lance isolado, Rodríguez lançou pelo alto e Junior Fernandes subiu mais do que Schiavi para obrigar Orion a uma espetacular intervenção.

A tradição prevaleceu novamente. Pela décima vez em sua história, igualando a marca recorde do Peñarol (URU), o Boca Juniors (ARG) está na decisão da Taça Libertadores da América e será adversário do Corinthians, que debutará na final da competição. Depois de vencer por 2 a 0 em Buenos Aires, o clube argentino visitou o Universidad de Chile (CHI), nesta quinta-feira, no Estádio Nacional de Santiago, e segurou o empate por 0 a 0, resultado suficiente para a garantia de uma vaga na finalíssima.

Os dois jogos diante do Timão serão disputados nas próximas quartas-feiras. No dia 27, os clubes se enfrentam em La Bombonera, na Argentina. No dia 4 de julho, o Boca vem a São Paulo encarar o Corinthians no Pacaembu lotado.

A necessidade de inverter a desvantagem de, no mínimo, dois gols fez com que a Universidad de Chile entrasse para o confronto bem distante da sua tranquilidade habitual. Característica marcante do time chileno, o toque de bola mal foi visto na etapa inicial. Isso pesou para o rendimento da equipe treinada por Jorge Sampaoli, que teve desempenho muito aquém do que vinha apresentando desde a temporada passada, quando foi campeão da Copa Sul-Americana.

Numa estratégia inteligente, a calejada equipe do Boca Juniors bloqueou bem as jogadas pelas laterais e explorou os contra-ataques, principalmente com os precisos lançamentos de Riquelme. Soberano em campo, o camisa 10 distribuia passes na medida para os atacantes Mouche e Santiago Silva, que revezavam na incrível tarefa de perder gols. Em um desses toques de classe, Riquelme iniciou a jogada e apareceu para concluir. Porém, o craque foi barrado pela lnda defesa de Herrera, que espalmou antes de a bola explodir no travessão.

Resignada com o domínio argentino, a Universidad de Chile só conseguiu assustar nos 45 minutos iniciais da maneira em que menos se esperava: a jogada aérea. Em um lance isolado, Rodríguez lançou pelo alto e Junior Fernandes subiu mais do que Schiavi para obrigar Orion a uma espetacular intervenção.

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