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Esporte

19 Março de 2017 - 20:34

Em clássico equilibrado, Vasco e Botafogo empatam sem gols

Gatito Fernández e Martin Silva vão bem quando exigidos e seguram o placar no 0 a 0
Lance
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Não fez a menor diferença se um lado do clássico entrou em campo em crise, sem treinador efetivo, e o outro empolgado pelo bom momento na Libertadores. No Vasco x Botafogo deste domingo, no Nilton Santos, pela segunda rodada da Taça Rio, a igualdade prevaleceu. Um jogo parelho, que acabou terminando no 0 a 0. 

Com o resultado, o Botafogo chegou aos quatro pontos, e o Vasco ficou com dois. Na próxima rodada, quarta-feira, o Vasco recebe o Madureira em São Januário. Já o Botafogo tem mais um clássico pela frente: será contra o Fluminense, por ora, também no Nilton Santos. 

Em um primeiro tempo equilibrado, os dois goleiros foram destaque. Não pelo volume de defesas feitas, mas pelo grau de dificuldade das intervenções para evitar o gol do rival. 

Quem primeiro mostrou serviço foi Gatito Fernández. Primeiro ele defendeu uma cabeçada de Evander. No rebote, o chute de Nenê pegou o goleiro ainda se levantando. Não foi problema. Uma defesa que salvou o Botafogo e a pele da arbitragem, já que o auxiliar acabou marcando impedimento inexistente do meia-atacante vascaíno. Depois que o Botafogo melhorou, Martin Silva foi o responsável pelo placar não ter saído do zero. A defesa digna de DVD foi em um chute venenoso de Montillo, que pegou na veia de fora da área. 

A igualdade nas defesas difíceis e no placar foi o saldo de uma etapa inicial com o Vasco - modificado por Valdir Bigode em relação ao último jogo com Cristovão - começando com mais apetite. O time iniciou com Evander e Andrezinho, mas pecou em passes e cruzamentos que, com mais capricho, teriam deixado o rival em apuros. Botafogo, por sua vez, usou muito o lado esquerdo, mas Guilherme também deixou a desejar, apesar de ter sido muito acionado. Montillo, não só pelo quase golaço, foi o que de melhor o Alvinegro teve. 

No segundo tempo, o jogo ficou mais truncado. A dificuldade para criar chances aumentou para os dois lados. Valdir Bigode foi quem primeiro tomou a iniciativa de mexer na equipe, colocando no Vasco um segundo lateral-direito - Yago Pikachu -, na tentativa de explorar as costas de Victor Luís (amarelado). Mas o próprio treinador viria a desistir da ideia pouco mais de 10 minutos depois, sacando Gilberto e colocando Ederson. É que a bola estava chegando pouco para Luis Fabiano. Os duelos com os defensores alvinegros foram sem sucesso. 

No Bota, Jair Ventura também tentou aumentar o poder de fogo. A entrada de Sasá no lugar de Guilherme, no entanto. não teve o mesmo efeito avassalador imediato como no confronto contra o Estudiantes pela Libertadores. Até o poupado Pimpão entrou no segundo tempo, substituindo Camilo. 

Quando parecia que não haveria mais emoção no jogo, uma chance criada para cada lado foi o que elevou o batimento cardíaco do torcedor. Se Gatito voou e espalmou a cobrança de falta de Andrezinho, Jean evitou quase em cima da linha um gol de Pimpão. 

Ao fim das contas, o empate foi justo. Mas o 0 a 0 é ficou na conta dos goleiros. 


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