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Saúde

16 Março de 2017 - 15:26

Sesau orienta 77 municípios de Alagoas afetados pela seca sobre qualidade da água

Uso de água imprópria pode causar diversas doenças, a exemplo da diarreia
Agência Alagoas
Água improprópria para consumo pode transmitir doenças (Foto: Carla Cleto / Agência Alagoas) Água improprópria para consumo pode transmitir doenças (Foto: Carla Cleto / Agência Alagoas)

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) reuniu representantes de 77 municípios que enfrentam situação de emergência, em razão da escassez de água. Os encontros ocorreram essa semana, em Maceió, Arapiraca e Santana do Ipanema, envolvendo coordenadores municipais de Vigilância Epidemiológica, Ambiental, Sanitária e da Atenção Básica.

Durante os encontros, os técnicos estaduais das Vigilâncias Sanitárias, Ambientais e de Controle das Doenças Transmissíveis orientaram sobre as ações que devem ser implementadas para evitar as doenças diarreicas. Também foram repassadas diretrizes para evitar o aumento dos casos de dengue, zika e chikungunya em Alagoas.

Municípios foram orientados sobre as ações que devem ser implementadas para evitar as doenças diarreicas (Foto: Carla Cleto / Agência Alagoas)

Segundo a superintendente de Vigilância em Saúde, Cristina Rocha, as ações preventivas devem ser colocadas em prática pelos gestores municipais. No entanto, segundo ela, é importante notificar corretamente os casos de diarreia e de arboviroses, além de monitorá-los quando detectados.

Também é necessário, de acordo Cristina Rocha, coletar e analisar as amostras de água, tendo em vista o monitoramento da qualidade do produto, incluindo a orientação para o tratamento no domicílio, utilizando o hipoclorito de sódio, que é distribuído pela Sesau.

“A escassez de água é uma situação rotineira para alguns municípios, mas o decreto de emergência incluiu cidades onde não é comum esse tipo de problema. Por isso estamos nos reunindo com os técnicos municipais para identificarmos como o Estado pode ajudá-los”, explicou à superintendente de Vigilância em Saúde.

Segundo Cristina Rocha, por meio do contato direto com os gestores municipais, as equipes da Sesau irão efetivar diversas ações, a exemplo de capacitação, apoio técnico e incremento na disponibilização de insumos.

“Os municípios já têm à disposição o hipoclorito de sódio para o tratamento da água no domicílio e a Sesau se dispõe a ampliar o quantitativo mediante solicitação justificada”, destacou a superintendente de Vigilância em Saúde, ao ressaltar, ainda, a importância do trabalho conjunto da Vigilância em Saúde com a Atenção Básica.

“Essa integração é essencial para a detecção e resposta a toda e qualquer situação, mas na emergência isso é vital”, sentenciou.

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