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Sérgio Toledo

8 de Maio de 2018

Avenida Fernandes Lima e seus eixos.

Não sou engenheiro. Muito menos engenheiro de tráfego. Sou médico e como tal limitado pelas circunstâncias.
Entretanto sou usuário das vias mais utilizadas em Maceió: Fernandes Lima e Durval de Góes Monteiro. Como de medicina e futebol todos entendem, vou tirar minha onda.
Fiz um teste ontem do eixo viário quartel.
Fiquei tonto e não consegui ganhar tempo ou sossego fazendo o seu trajeto. Sinuoso em todos os sentidos.
Ruas estreitas com mão dupla. Ruas estreitas com estacionamento. Cruzamentos em grande quantidade. Sinalização vertical e horizontal deixando a desejar. Um semáforo para ser atingida a Avenida Rotary que faz uma extensa retenção. Depois ao ser ultrapassado o “quintal” do Hospital do Açúcar me perdi.
Devo ter gasto o mesmo tempo ou mais ainda se tivesse que manter os sessenta quilômetros de velocidade nas vias citadas. Acredito que para quem mora nas redondezas das vias seja útil.
Sim os pardais foram desligados, porém os motoristas que trafegam corretamente mantiveram os sessenta quilômetros por hora de velocidade.
Aí vêm os motoristas que gostam de fazer “cera” e que são melhores que as leis e trafegam a vinte, quarenta ao invés de cinquenta ou sessenta.
Entre cinquenta e sessenta, inclusive se consegue atingir os semáforos no verde, pois alguns estão sincronizados.
Realmente se naquela época tivesse sido realizado o projeto dos viadutos da Avenida Rotary e da Caixa econômica do farol até a ladeira Geraldo Melo tudo estaria de outra forma.