Roberto Baia

1 de Março de 2018

Morte de vereador

Na coletiva de imprensa, realizada na tarde de quarta-feira, 28, na Secretaria de Segurança Pública, a polícia afirmou que José Márcio Cavalcanti de Melo, o “Baixinho Boiadeiro”, está envolvido na morte do vereador de Batalha, Tony Carlos Silva de Medeiros, conhecido como Tony Pretinho.

 

Vingança

Justificou, no entanto, que o assassinato foi movido por vingança, já que Baixinho Boiadeiro desconfiou que Tony Pretinho teria participado da morte do seu pai Neguinho Boiadeiro, ocorrido em novembro último.

 

Desconfiança

Outra desconfiança é de que o vereador também estaria envolvido na morte de seu primo Emanuel Messias de Melo Araújo, o Emanuel Boiadeiro, 30, que ocorreu em 2016, na cidade de Belo Monte. De acordo com a polícia, ele teria dito que Emanuel andava fortemente armado pelas cidades sertanejas.

 

A “prova”

Segundo a polícia, uma das provas que ligaria Baixinho Boiadeiro a morte de Tony Pretinho seria uma pistola de 9 milímetros, a mesma arma que o acusado teria usado nos disparos contra José Emílio Dantas, minutos depois a morte de seu pai.

 

A operação

Na operação, realizada na quarta-feira, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão, sendo seis deles em fazendas. A polícia informou que dois mandados de prisão estão em aberto, um contra Baixinho Boiadeiro e outro contra Tiago Mariano Tenório, que teria ajudado na execução de Tony Pretinho. Ambos são considerados foragidos.

 

Outro lado

Mércia Boiadeiro, mãe de Baixinho Boiadeiro, contestou a versão da polícia e disse que a sua família está sendo perseguida. “Meu filho não tinha motivo algum para matar o Tony Pretinho. Ele era nosso amigo. Querem nos colocar contra a família do vereador morto. Isso é covardia. Queremos a verdade e a prisão dos mandantes do assassinato do meu esposo Neguinho Boiadeiro e também de Tony Pretinho”, disse Mércia.

 

Segurança

Com a reativação do Conselho Municipal de Segurança, proposta pelo prefeito Rogério Teófilo, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Arapiraca volta a assumir um dos cargos da entidade.

A primeira reunião do grupo aconteceu na manhã da última terça-feira (27), no Centro Administrativo, e contou com a presença da presidente Vera Lúcia e de várias representantes da sociedade.

 

Reunião

A ideia é a de que o grupo volte a se reunir, mensalmente, sempre deliberando conjuntamente sobre ações de prevenção à violência, criando um novo Plano de Segurança Municipal.

“A proposta é muito boa e necessária, pois a população precisa saber que estamos unidos em favor desse tema”, comentou Vera Lúcia.

 

Parceria com a PM

Em sua fala, a dirigente da CDL propôs a reativação de alguns serviços em parceria com a Polícia Militar, que eram oferecidos aos comerciantes, a exemplo de um telefone exclusivo para atendimento aos lojistas, além de rádios amadores distribuídos entre os policiais que atuam na área central da cidade.

“Essa comunicação ajudaria muito na prevenção e no combate à violência no nosso Comércio”, ponderou à empresária. (Com Live Comunicação).

 

Japaratinga

Com foco na qualidade da água distribuída aos usuários, a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Alagoas (Arsal), por meio da Gerência de Saneamento Básico, realizou no final deste mês uma fiscalização técnica-operacional e comercial no sistema de abastecimento de água de Japaratinga, no litoral Norte, um dos 35 municípios regulados.

 

… Durante dois dias, os técnicos vistoriaram todo o sistema que integra a Unidade de Negócio do Leste da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), desde os reservatórios e a captação, em cinco poços profundos, até a distribuição da água.

 

… No escritório da Casal no município, a equipe verificou a parte administrativa e comercial, como número de atendimentos efetuados nos últimos meses, hidrômetros em funcionamento, ligações e religações de água na região.

 

… O gerente de Saneamento da Arsal, Antonio de Padua Lins, explicou que o relatório da fiscalização já está sendo elaborado e, após sua conclusão, o documento será encaminhado pela presidência da Arsal à Casal, que tem um prazo de 90 dias para regularizar as não-conformidades que porventura sejam constatadas.