Sérgio Toledo

11 de Janeiro de 2018

O câncer de pulmão

As ações governamentais em nível federal, estadual e municipal levaram a diminuição do tabagismo no Brasil.

Estive o ano passado no velho continente e recentemente aqui na América do sul onde encontrei o tabagismo por todos os lados. Pobres fumantes. As consequências virão e serão cobradas amargamente.

Os fumantes ativos e passivos não sabem ou não querem saber que a causa principal do câncer de pulmão é a nicotina do cigarro e seus agregados componentes tóxicos.

Vício que ainda persiste nas várias camadas da população e principalmente entre os jovens e entre eles as mulheres que cada vez bebem mais e fumam mais.

Tenho acompanhado o sofrimento de pessoas que fumaram a vários anos e ficaram com aquele “pigarro” do fumante sempre acompanhado de secreção. É. Mesmo com todo o cuidado e acompanhamento de um pneumologista o estrago já havia sido feito. O câncer de pulmão chega e com ele a queda das condições gerais e as chamadas metástases que são as localizações secundárias do Ca.

E aí aquela pessoa querida pela família e que a um mês atrás estava no meio dos amigos se vê agora prostrada numa cama sem mais nenhuma perspectiva de sobrevida duradora.

O que fazer? Nada. A medicina curativa com sua grande evolução que faz com que uma pessoa da família se aproxime dos cem anos, não consegue combater os males implantados pela nicotina e seus associados que vieram embalados naquele formato elegante e traiçoeiro de um cigarro e seu maço.

O que fala mais alto. A medicina preventiva. Cigarro, charuto, ou seja, qual for o tipo de embalagem que o fumo se apresente, será fatal para qualquer ser humano que dele se aproxime e seja presa fácil. Então, qual a saída? Não fumar! Não tem nenhuma justificativa. Não tem nenhuma razão para que ainda se cultive e produza fumo.  As autoridades sanitárias devem cada vez mais insistir na troca do plantio de fumo pelo plantio de alimentos para matar a fome da população.