Blog do Dresch

10 de Janeiro de 2018

Alagoas vai receber 600 mil turistas na alta temporada

 

                   A estimativa é da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo: Alagoas deve receber, nesta alta temporada (1º de Dezembro de 2017 a 28 de Fevereiro de 2018) cerca de 600 mil turistas. Para o secretário Rafael Brito, esse é o resultado direto do trabalho de expansão da malha aérea no Estado. A estimativa, obtida através de um levantamento da pasta, é 12% maior do que a movimentação observada na alta temporada passada, quando 530 mil turistas estiveram em terras alagoanas. “Somente nessa temporada teremos cerca de 600 voos extras, graças à decisão do Governo em reduzir o ICMS sobre o combustível de aviação de 17% para 12%” justificou Brito.

600 mil turistas em Alagoas 2

                   Além do apoio a expansão da malha aérea, o segmento turístico também realizou uma série de ações de promoção e divulgação do destino Alagoas, participação de feiras nacionais e internacionais e capacitação de agentes de viagens brasileiros e estrangeiros, afirmou o Secretário. Para o Maceió Conventions Visitors & Bureau, os turistas costumam permanecer em média por sete dias em Alagoas, gastando cerca de R$ 250 por dia. Diante desta perspectiva, a expectativa é que mais de R$ 1 bilhão sejam incrementados à economia através do turismo nesta alta temporada.

Um processo de 120 anos

                   Este deve ser o processo mais antigo em tramitação no país, mas agora poderá ser julgado, finalmente, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). O processo trata da disputa entre a família real brasileira e a União, sobre a posse e a propriedade do Palácio Guanabara, sede do governo do Rio de Janeiro. São duas ações que podem fazer a União perder o imóvel ou ter de indenizar os Orleans e Bragança. O processo chegou ao STJ em 2009, após decisões do Tribunal Regional Federal do Rio, que negou os pedidos de posse e propriedade. A posse permite o uso do imóvel. A propriedade define quem é o dono.

Um processo de 120 anos 2

                   A família real e a União começaram a brigar em 1895, data da primeira ação, proposta pela princesa Isabel de Orleans e Bragança. A família real adquiriu o Palácio Guanabara em 1864, com o dote dado pelo Estado para o casamento da princesa com o Conde D’Eu, conforme previsão da Constituição da época. O palácio se tornou a residência do casal, mas com o fim da monarquia, foi confiscado e transferido ao patrimônio da União. Na ação, a princesa pedia a posse do imóvel. A segunda ação, que buscava a propriedade, foi proposta pelos seus netos, em 1950, sete anos antes de o relator do processo no STJ, ministro Antônio Carlos Ferreira, nascer.

Um processo de 120 anos 3

                   Para o advogado da família real e que também faz parte dela, Gabriel de Orleans e Bragança, o caso pode ser julgado pelo STJ ainda neste primeiro semestre. Segundo ele, a família não tem necessariamente a pretensão de ter o imóvel de volta, mas busca a indenização proporcional. O valor seria fixado pela perícia. “O que aconteceu em 1895, com o esbulho, foi ilegal. É contra isso que nos voltamos nesse caso” afirmou. Para a Advocacia-Geral da União o imóvel foi incorporado ao patrimônio da União com a proclamação da República, segundo reconhecimento do TRF. A Procuradoria-Geral do Rio de Janeiro alega que, o único direito da família imperial era de residência do imóvel, que foi extinto com a Proclamação da República, que “aboliu privilégios”.

Exportações crescem 58%

                   As exportações alagoanas no ano de 2017 tiveram um crescimento de 58,01% em relação ao ano anterior, chegando a US$ 665 milhões (cerca de R$ 2,14 bilhões). Os dados fazem parte do último boletim divulgado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. No último mês do ano, as exportações de Alagoas alcançaram US$ 45,91 milhões (cerca de R$ 148 milhões). Segundo o Ministério, o saldo da balança comercial registrou superávit em 2017, de US$ 20,52 milhões. A estimativa também é otimista em relação ás exportações do Estado em 2018, com as melhorias previstas para o Porto, como a dragagem, que vai permitir o atracamento de navios de maior porte.

  • Para cumprir determinação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (CHESF) aumentou a vazão do Rio no último Domingo, repentinamente.
  • A ação aumentou em 8 metros o nível do São Francisco, que acabou causando problemas e prejuízos, principalmente na cidade de Piranhas, onde embarcações, estabelecimentos da orla, moradores e turistas foram duramente atingidos, causado sérios prejuízos locais.
  • Ainda segundo a Chesf, a vazão do rio passou de 550 metros cúbicos por segundo, para mil m3, e não houve tempo hábil para avisar a cidade de Piranhas.
  • Esta desculpa esfarrapada, levou o Comitê Hidrográfico da Bacia do São Francisco (CBHSF) a pedir explicações para a Chesf.
  • A Chesf informou, através de nota, que o aumento repentino da vazão foi necessário para suprir uma deficiência na geração de energia eólica, que não estava previsto.