Sérgio Toledo

20 de dezembro de 2017

Os pardais eletrônicos

O ser humano alagoano não gosta de disciplina. Quando existem regras e protocolos as pessoas reagem a ponto de irem de encontro à sua segurança e bem estar. Inclusive de encontro a proteção a vida.

Existem placas que limitam a velocidade nas várias ruas e avenidas da capital alagoana. Quem respeita? Então a maneira de regular e fiscalizar é com a presença do pardal eletrônico.

Você já usou faixa de pedestre? Os motoristas param? Cuidado, pois, principalmente os seres humanos femininos, são “desatentos” e nunca param para o pedestre. Tirando as faixas de pedestre da orla as outras não são respeitadas. Na orla sabem por quê? É isso mesmo: porque lá na orla tem muitos turistas então vamos dar uma ideia de civilidade e educação! Já na Avenida João Davino: nunca param. O pedestre tem que forçar a passagem.

Então senhores, senhoras das leis. Suas atitudes podem por em risco muitos e diversos seres humaninhos alagoanos que serão vítima do trânsito com acidentes fatais. E quando não serão vítimas que ficarão deficientes por toda a vida. Muitas vezes jogadas ao leito inválidas!

Duvido que alguém consiga trafegar com mais de 60 km nas avenidas Durval de Góes Monteiro e Fernandes Lima. O volume de automóveis e os semáforos não permitem. Então entre 50 e 60 km, se você já percebeu vai conseguindo encontrar os semáforos no verde e ai o fluxo se faz sem complicação.

Educação, disciplina, civilidade, solidariedade, bom senso e outras coisas mais são importantes para o bom convívio entre os seres humanos em seus bólidos motorizados  e os seres humanos pedestres!