Blog do Dresch

29 de novembro de 2017

Começam as obras de dragagem do Rio São Francisco

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                 Começaram ontem as obras de dragagem no Rio São Francisco, com a finalidade de garantir a navegabilidade em pontos considerados estratégicos para o trânsito de balsas e de barcos em geral. A previsão é de investimentos na ordem de R$ 9 milhões, segundo assegurou o ministro Maurício Quintella, do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação. Segundo ele a obra é fundamental para garantir a segurança dos passageiros, da carga entre os dois estados além dos suprimentos essenciais para o abastecimento da região, assegurou. As obras foram iniciadas entre as cidades de Penedo, em Alagoas e Neópolis em Sergipe, e entre Pão de Açúcar (AL) e Niterói (SE).

Dragagem do São Francisco 2

                 A longa estiagem afetou diretamente o São Francisco, prejudicando a vazão das barragens e prejudicou diretamente as travessias das balsas entre os dois estados, chegando a interromper o abastecimento de medicamentos, alimentos e combustíveis, além de materiais de primeira necessidade para os moradores ribeirinhos. O trabalho de dragagem será coordenado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), sendo que a obra seguirá até Maio do próximo ano. O Departamento estima dragar 506 mil metros cúbicos em Penedo e 285 mil metros cúbicos em Pão de Açúcar. A situação do leito do rio agravou-se ainda mais, quando a vazão da Barragem de Xingó atingiu, no mês passado a menor marca desde que entrou em funcionamento em 1979: 550 metros cúbicos.

Marina continua refletindo

                 A ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva afirmou que ainda está refletindo sobre uma eventual candidatura presidencial no próximo ano, e disse que poderá participar apenas como cidadã. Ela reclamou das dificuldades que poderá enfrentar (caso se decida em ser candidata) pois deverá ter apenas 12 segundos de tempo de televisão. Marina assegurou que anunciará sua decisão até o Carnaval de 2018. Ao participar de um evento em São Paulo, Marina desconversou sobre candidaturas e assegurou que que está fechando seu “ciclo de reflexão”. Ainda estou debatendo a natureza da minha contribuição, disse. Ela também criticou as recentes mudanças do processo eleitoral, que deixaram a Rede só com 12 segundos de televisão e lembrou que na campanha presidencial de 2014 teve mais de 2 minutos. A ex-senadora também preferiu não opinar sobre a possibilidade de ser a “terceira via” caso a campanha se concentre na polarização entre Lula e Bolsonaro.

Nostradamus e o ano de 2018

         Um novo ano se aproxima e novamente surgem as profecias do vidente francês Nostradamus, que desta feita previu para 2018 uma guerra mundial e o desaparecimento do estado de Israel. De acordo com o portal Liban 24, que publica algumas das profecias, esperam-se terríveis acontecimentos que podem mudar o destino do mundo. “Haverá desastres naturais e muitas nações do mundo enfrentarão mudanças” indicou o portal, acrescentando que as profecias de Nostradamus se referem a chegada ao poder de Donald Trump, a sua política de imigração e a sua relação com a destruição de Israel.

Nostradamus e o ano de 2018 2

          Ainda segundo o portal, a república da cidade grande (que seria os EUA) será envolvida em grandes operações militares. O vidente também cita um grande conflito que causaria um número imenso de mortos, além de crimes e danos e que só terminariam em 2025. Também previu-se inundações e terremotos. “Os desastres naturais, tempestades e ciclones vão acontecer na China, Japão e Austrália, e a Rússia vai enfrentar terremotos” assinalou o artigo. Também falou sobre os problemas da economia mundial, e pode ter advertido sobre a destruição das florestas e buracos na camada de ozônio dizendo que “os raios do sol queimarão a Terra, o céu vai se abrir e os campos serão queimados”.

Internet nas escolas

         O governo federal lançou a Política de Inovação Educação Conectada, que prevê a universalização do acesso à internet de alta velocidade nas escolas, a formação de professores para práticas pedagógicas mediadas pelas novas tecnologias e o uso de conteúdos educacionais digitais em sala. O programa é fruto de uma parceria entre os ministérios da Educação e o da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações. Para a etapa inicial do programa serão liberados R$ 271 milhões até 2018 e deve atender a 22 mil escolas em todo o país. Desse total, R$ 255 milhões serão aplicados na melhoria da infraestrutura e conexão das escolas, o que inclui a ampliação da rede terrestre da banda larga, serviços de conectividade, infraestrutura de wi-fi, compra de dispositivos e aquisição de um satélite de monitoramento.

Internet nas escolas 2

            Cerca de R$ 15,5 milhões serão destinados ao financiamento da formação de articuladores locais, construção de plataforma para cursos on-line e produção de conteúdos específicos. A previsão do Ministério da Educação é de que até 2024 todas as escolas do país recebam conexão de alta velocidade. Segundo o Ministro da Educação, Mendonça Filho, a medida deve beneficiar 12,8 milhões de alunos, o correspondente a 40% do total de matriculados nos ensinos fundamental e médio. O programa prevê também que entre 2017 e 2018 serão oferecidas bolsas de três meses para 6,2 mil articuladores que atuarão localmente, no processo de construção e implementação de ações na rede de ensino.

  • A Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa do Pentágono, anunciou que planeja criar plantas geneticamente modificadas que vão recolher dados de inteligência sobre ameaças potenciais.
  • O objetivo do programa, batizado de Tecnologias Avançadas de Plantas, é “o controle e gestão da fisiologia de uma planta para descobrir ameaças químicas, biológicas, radiológicas e nucleares, além de sinais eletromagnéticos”.
  • A Agência pretende criar “plantas-sensoras” sensíveis a determinados estímulos e capazes de enviar sinais à distância. Entretanto, tais plantas devem ter uma alta capacidade de sobrevivência para conseguir viver no habitat natural durante meses ou anos.
  • Os cientistas veem um potencial enorme no programa, porque as plantas podem ser instaladas facilmente em qualquer lugar, são muito difundidas e podem se abastecer de energia própria.
  • O Pentágono prevê o envolvimento de diferentes especialistas no projeto. Técnicos em fisiologia das plantas, edição do genoma, bioquímica, modelamento e ecologia das plantas.