Blog do Dresch

25 de novembro de 2017

Ator interrompe entrevista e vai fazer greve

 

                 O ex-ator global Pedro Cardoso concedia esta semana, uma entrevista ao programa Sem Censura, exibido pela TV Brasil, quando tomou conhecimento que os funcionários da emissora estatal estavam em greve. Abandonou a entrevista e se juntou aos grevistas, participando do piquete que estava montado na entrada da emissora. Cardoso falava do lançamento do seu livro “Livro dos Títulos” e interrompeu a entrevista no início. “Não vou responder a nenhuma pergunta, porque quando cheguei aqui hoje encontrei uma empresa que está em greve. E não participo de programas de empresas que estão em greve” afirmou o ator.

Entrevistado entra no piquete 2

                 Mesmo constrangendo os demais participantes do programa, ele continuou: “Não me cabe julgar a validade do movimento. Não estou a par das negociações nem me cabe emitir opiniões sobre quem está em greve ou quem está trabalhando e tenho o maior respeito por todos, Mas, diante deste governo que está governando o Brasil, eu tenho convicção de que as pessoas que estão fazendo a greve estão cobertas de razão”. Pedro Cardoso não perdeu a oportunidade e criticou o presidente da TV Brasil, Laerte Rímoli, por comentários direcionados a atriz negra Taís Araújo e considerados “extremamente inapropriados” sobre a questão da consciência negra no Brasil. Logo em seguida a apresentadora chamou o intervalo comercial, dizendo que respeitava a opinião de Cardoso, pois afinal “a gente vive em uma democracia”.

Violência contra nordestinas

                 Nos estados que compõem a região Nordeste, 27% das mulheres com idade entre 15 e 49 anos, já foram vítimas da violência doméstica praticada por maridos, companheiros ou namorados. As cidades onde a violência é mais acentuada são Salvador, Natal e Fortaleza. Estes são alguns dados obtidos através da Pesquisa Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, elaborada em parceria com o Instituto Maria da Penha e coordenada pelo professor José Raimundo Carvalho, da Universidade Federal do Ceará. A pesquisa revela os impactos econômicos, sociais, emocionais e psicológicos nas vítimas e nas famílias, especialmente nas crianças e adolescentes. Foram ouvidas 10 mil mulheres por 250 entrevistadores. Ao apresentar a pesquisa, o professor José Raimundo lembrou que a violência doméstica contra a mulher existe em todos os países, sem exceção, e por isso são necessárias políticas públicas para enfrentar o problema. O Brasil tem muito a fazer para encontrar soluções.

PMDB expulsa senadora

                 O PMDB decidiu expulsar a senadora Kátia Abreu (TO) do partido, depois de uma decisão da Comissão de Ética, tomada por unanimidade entre seus integrantes. Todos acompanharam o voto da relatora do processo Rosemary Soares Antunes Rainha e de imediato comunicada ao presidente do partido, senador Romero Jucá (RR). Ele disse que o partido acatará de imediato a decisão da Comissão de Ética. “Esta decisão demonstra a nova fase do partido” disse ele, citando que a senadora Kátia Abreu deverá ter cancelado o registro de filiação dela a legenda. Em defesa da senadora, uma das principais lideranças do PMDB, o senador Renan Calheiros, frisou que era um equívoco do partido a expulsão da senadora, para ele, um dos grandes quadros do PMDB e legítima representante do povo do seu estado, o Tocantins, afirmou o senador alagoano.

PMDB expulsa senadora 2

                 O processo de expulsão da senadora Kátia Abreu, teve início em Setembro do ano passado, quando ela votou contra o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, contrariando a orientação do partido. Ela foi ministra da Agricultura na gestão de Dilma. Além disso a senadora tem feito duras críticas ao governo do presidente Temer e se posicionado contra matérias enviadas pelo governo ao Congresso Nacional, como as reformas trabalhista e previdenciária. A senadora, que está fora do país, disse que vai conversar com o povo do seu estado, antes de decidir o que será melhor para o meu estado e para o meu país, disse ela. “A minha expulsão não é uma punição, é biografia” afirmou Kátia, através das redes sociais.

Um inimigo silencioso

           O câncer de ovário ocupa a sétima posição entre os cânceres malignos mais frequentes nas mulheres, e o terceiro lugar estre os cânceres ginecológicos. É o inimigo silencioso cujos sintomas só aparecem quando do estágio avançado da doença. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estimou 6.150 novos casos em 2016. A taxa de mortalidade é muito alta e está relacionada ao diagnóstico tardio. “Atualmente 80% dos tumores são diagnosticados em fase avançada, reduzindo a sobrevida do paciente. Entender o comportamento e os fatores desencadeantes desse tipo de câncer é o primeiro passo” afirma o oncologista clínico, David Ribeiro Cunha, de Campinas.

Um inimigo silencioso 2

         O câncer de ovário é o tumor ginecológico mais difícil de ser diagnosticado, e por este motivo, é o que tem menos chance de cura. “Na fase inicial surgem alguns sintomas inespecíficos como dores abdominais, náuseas e alteração do hábito intestinal. Quando os sintomas tornam-se intensos, como aumento do abdômen pela formação de liquido (ascite) ou obstrução do intestino com dificuldade para evacuar a doença já está avançada e a chance de cura é menor” diz o oncologista. As mulheres com maior risco são as com histórico da doença na família; as com mais de 60 anos; as que nunca engravidaram, menarca precoce e menopausa tardia.

  • Acontece hoje (25) o 2º Workshop de Foto e Vídeo voltado para o jornalismo, reunindo repórteres fotográficos, cinematográficos e demais profissionais correlatos, que pretendam discutir as novas ferramentas para a fotografia e vídeo.
  • O evento acontece no Auditório Lauthenay Perdigão, localizado no Estádio Rei Pelé, a partir das 8h. Para o presidente das Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Estado de Alagoas (Arfoc/AL), Ailton Cruz, esta segunda edição do evento reafirma o compromisso da entidade com o compartilhamento do conhecimento.
  • “A primeira edição deixou claro que existe uma lacuna neste segmento e cabe as entidades de classe ofertarem a seus associados a possibilidade de dividirem este conhecimento” explicou Cruz.
  • Segundo ele, a Arfoc tem associados capacitados que manifestaram o desejo de transmitir aos companheiros tudo aquilo que sabem.