Sérgio Toledo

22 de novembro de 2017

CBOT 2017 Goiânia

Como a medicina é uma ciência viva e não exata temos que cada vez mais procurar o aperfeiçoamento fazendo cursos de capacitação e atualização.

Os congressos médicos fazem essa função.

Não concordo com a realização anual. O ideal é que o Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia – CBOT – seja bianual. Assim teremos um tempo hábil para que apareçam novos assuntos e trabalhos. Nos anos entre os mesmos seria dada maior atenção os congressos regionais e os das subespecialidades.

O que vimos no recente congresso realizado na capital de Goiás foi um número reduzido de participantes. Segundo os comentários locais por volta de três mil. Já tivemos congressos com oito mil participantes.

Os colegas dirigentes não conseguem aprender sobre a realização de congressos. Algum tempo atrás tivemos um na capital do Espirito Santo onde as queixas foram as mais diversas possíveis. Aeroporto, voos, hotéis, transporte local etc. Agora tivemos os mesmos problemas acrescidos da dificuldade da malha aérea brasileira levar os congressistas do norte e nordeste até Goiânia.

O próximo será no Rio de Janeiro que continua uma cidade linda, porém quem vai garantir a nossa segurança? E a do evento?

Sobre a parte científica fui surpreendido com um tema interessante. Alongamento estético na baixa estatura.

Uma ocasião fui procurado para resolver um problema onde o cliente dizia necessitar aumentar sua estatura, pois seria padrinho em casamento e a sua acompanhante  era maior que ele em estatura. Sugeri uma ação cosmética onde um calçado tipo bota seria usado com um aumento interno. Acredito que tenha surtido efeito.

Agora com a experiência do ortopedista José Carlos Bongiovanni nos alongamentos ossos dos membros inferiores na baixa estatura, os casos bem estudados serão resolvidos definitivamente.