Sérgio Toledo

8 de novembro de 2017

Pena de morte.

Assunto muito controverso. Discursões prolongadas. Talvez nunca se chegue a um ponto final ou denominador comum. Porém o que dizer das penas de morte impostas aos seres humanos diariamente pela ineficiência do Estado e pela violência brutal dos marginais?

“Pena de morte ou pena capital é um processo legal pelo qual uma pessoa é morta pelo Estado como punição por um crime cometido. A decisão judicial que condena alguém à morte é denominada sentença de morte, enquanto que o processo que leva à morte é denominado execução.”

Recentemente noticias deram conta da morte de uma jovem médica que fez acerto de carona para uma viagem entre Minas Gerais e São Paulo, pelo interior. Existem grupos no celular que promovem os encontros de motorista com seu carro e os “caroneiros” no intuito de baratear os custos de uma viagem. No caso o estado condenou a jovem a uma pena de morte, pois o assassino estava solto através de um “indulto” muito comum na justiça brasileira, e não havia voltado para a cadeia.

Poderia citar vários outros casos para ilustrar. Não vou fazer, pois a vida merece uma atenção maior! Sim a vida dos seres humanos que são “condenados à morte” pela violência do trânsito também.

No sul do País mais uma notícia violenta. Um motorista que passou toda a noite ingerindo bebidas alcoólicas assassinou cinco pessoas. Duas delas estavam em seu automóvel e mais três trabalhadores que vinham saindo de um plantão e se dirigiam para o descanso em suas residências, em outro automóvel na pista oposta. Pena de morte ou não?

Fica a pergunta no ar: temos ou não temos uma pena de morte já institucionalizada na direção oposta? Marginais seres humanos?