Sérgio Toledo

18 de outubro de 2017

Dia do médico.

Lembro como se fosse hoje que ao visitar meu avô paterno, Vô Barbosa, conversava que seria engenheiro. Meu avô retrucava “engenheiro das obras feitas”. Quando tive pela frente as matérias de física e matemática comecei a ver que a arte concreta, sólida e fria para mim seria um grande desafio e provavelmente não a conquistaria.

Passei a pensar mais na biologia e na química tendo mais facilidade de entender as suas entrelinhas. Assim fui seguindo para a arte de Hipócrates e dentro dela a especialidade de ortopedia.

Hoje após quarenta e cinco anos em atividade ininterrupta, sinto que o direcionamento para a área de humanas me fez bem e posso dizer que tenho alcançado, em parte, minha realização profissional.

Apesar de todas as dificuldades que rondam a vida dos brasileiros conseguimos levar aos clientes, pacientes, um atendimento humanizado e voltado para a orientação preventiva, procurando dentro de um prazo mais curto possível realizar os passos para a cura.

Sendo a medicina uma ciência inexata e viva temos sempre mudanças no seu rumo, porém sempre voltada para a melhor atenção aos pacientes, clientes, no que diz respeito à prevenção, diagnóstico e tratamento.

Mesmo com a proliferação das faculdades de medicina na maioria das vezes com intuito único financeiro, as entidades que prezam pelo bom ensino irão prosperar e estarão sempre formando profissionais que estarão voltados para: “curar quando possível; aliviar quando necessário; consolar sempre,” Hipócrates.