Blog do Dresch

13 de julho de 2017

Governo amplia Programa Primeira Infância

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                   O projeto-piloto do Programa Primeira Infância, será executado agra em outros cinco municípios de Alagoas. A ação já vem sendo desenvolvida em Murici há um ano. A coordenadora do Programa, a primeira-dama Renata Calheiros, junto com o governador Renan Filho, reuniu os prefeitos desses municípios, secretários de estado e convidados, quando apresentou as ações que serão desenvolvidas nas áreas da educação, saúde e assistência social. Os municípios que abraçaram o Programa são Batalha, Teotônio Vilela, São Luiz do Quitunde, Pilar e Pão de Açúcar.

Ampliando o Primeira Infância 2

                   O projeto-piloto do Programa Primeira Infância, foi lançado em Julho do ano passado, e estabelece a atenção especial para gestantes, lactentes e crianças de 0 a 6 anos de idade. A cidade de Murici foi selecionada para a implantação do projeto-piloto, que requer ações como atenção ao pré-natal, aumento dos partos humanizados, triagem neonatal, nutrição, além de um projeto de distribuição de cestas básicas e nutricionais, orientação e capacitação de profissionais durante gravidez a educação básica das crianças. Alagoas tem hoje cerca de 386 mil crianças, sendo que 60% em situação de pobreza ou extrema pobreza. O objetivo do programa é reverter este número e corrigir situações semelhantes no futuro.

 

Reação a tempos de exceção

                   As parlamentares de oposição que tomaram a mesa diretora do Senado, para tentar impedir a votação da reforma trabalhista na Casa, queriam pelo menos, obter algumas conquistas na proposta. “Não tinha outra coisa a fazer. Tempos de exceção exigem da nossa parte reações anormais” justificou a senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT. “Nos agarramos à única e última alternativa que tínhamos. Não é possível que vamos sair daqui sem nada” afirmou a senadora Vanessa Grazziotin, do PCdoB do Amazonas.  As senadoras ocuparam a Mesa Diretora pela manhã e ali permaneceram por horas, inclusive almoçando em quentinhas no local. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), revoltado, mandou cortar a energia elétrica do plenário. As senadoras buscavam, pelo menos colocar em discussão o destaque para excluir da reforma o ponto que mulheres gestantes e lactantes possam trabalhar em locais insalubres, mas os governistas não modificaram o destaque citado.

 

A festa da tornozeleira

                Fabricantes e fornecedores de tornozeleiras eletrônicas para governos e repartições do Judiciário, não sabem o que é crise. Representantes das duas principais empresas do ramo no país registraram um expressivo crescimento no presente e vislumbram um cenário ainda mais positivo para o futuro. Somadas, as duas monitoram 30 mil tornozeleiras no momento. Ao longo deste ano, haverá licitação para contratação de outras 30 mil unidades. Dois aspectos colaboram para o crescimento: a questão estrutural do sistema prisional brasileiro, com a superlotação dos presídios; e a mudança do sistema legal que viabilizou o monitoramento à distância.

A festa da tornozeleira 2

             Os dois fabricantes da tornozeleira são a Spacecom de Curitiba e a paulista Synergye. A primeira fornece tornozeleiras eletrônicas para 19 estados, e afirma ter 22 mil equipamentos ativos e 140 funcionários. O faturamento chega a R$ 55 milhões e cresce 20% ao ano. A Synergye atende a sete Estados além da Costa Rica. Controla 8 mil tornozeleiras em uso e tem 58 funcionários. As duas empresas também visam o mercado externo. A Spacecom disputou há pouco um certame na Colômbia. A outra, além de monitorar 500 unidades na Costa Rica, participa de uma licitação para fornecer 8 mil unidades no Chile.

A festa da tornozeleira 3

            Atualmente calcula-se que o Estado gasta cerca de R$ 5 mil ao mês por cada preso. As empresas do setor garantem que o valor médio do monitoramento por tornozeleira não passa de R$ 280 por mês nas configurações mais simples. Nesse negócio, as empresas não vendem tornozeleiras para o Estado, mas o serviço    de monitoramento, contratado sempre por licitação. O pacote de serviços varia de acordo com o gosto do cliente. Pode ser adquirido o equipamento que vai preso na perna do condenado, como se fosse uma locação, ou o pacote completo que inclui o monitoramento 24 horas, ativação e desativação de peças, entre outras coisas.

Teste de HIV nas farmácias

            Até o final deste mês as farmácias de todo o país já estarão disponibilizando o autoteste para detectar a presença do vírus HIV no organismo. Nesta semana, o primeiro desse tipo a ser vendido no Brasil começou a chegar nas farmácias do Rio de Janeiro. O produto custa entre R$ 60 e R$ 70, pode ser comprado sem receita médica, e a testagem produz resultado 10 minutos após o sangue entrar em contato com o reagente. O Brasil é o primeiro país da América Latina a vender o teste em farmácias. O produto é importante para aumentar a capacidade de diagnóstico do vírus.

 

 

  • O superintendente do Banco do Brasil em Alagoas, Marcos Sanches, anunciou, durante reunião com produtores, gestores e técnicos da área agrícola e do agronegócio, que o BB vai disponibilizar R$ 204 milhões para custeio e investimentos da safra 2017/2018.
  •  Sanches salientou para a redução das taxas em 1 ponto percentual para as linhas de custeio, investimento e comercialização da agricultura empresarial.
  • Dos R$ 204 milhões, R$ 98 milhões serão destinados à agricultura familiar no Estado; outros R$ 62 milhões ficarão à disposição para médios produtores e R$ 44 milhões servirão ao agronegócio.
  • Para o Secretário de Agricultura, Pecuária, Pesca e Aquicultura, Álvaro Vasconcelos, esta parceria com o Banco do Brasil vem fortalecer as atividades agrícolas no Estado, bem como diversificar a produção no campo.
  • Graças a esta parceria com o Governo do Estado, o Banco do Brasil tem conseguido aumentar a cada safra o valor disponível para o custeio. Na safra 2015/2016 o valor foi de R$ 150 milhões, em 2016/2017 chegou a R$ 186 milhões, e agora (2017/2018) alcançou R$ 204 milhões.