Roberto Baia

18 de maio de 2017

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Do blogueiro Roberto Gonçalves: Fechado desde o inicio da gestão do prefeito Rogério Teófilo (PSDB), em janeiro deste ano, o restaurante popular “Jerimum” provoca revolta na maioria dos comerciários de Arapiraca. Implantado no centro comercial da cidade na gestão do então prefeito e atual vice-governador Luciano Barbosa (PMDB), o restaurante servia mil refeições diárias a preço simbólico de R$ 3,00 para comerciários, vendedores informais e pessoas da região Agreste, que se deslocavam para Arapiraca. O fechamento deixa milhares de pessoas de baixa renda sem a prestação do serviço.

 

Manutenção

No inicio do ano, a coordenação de comunicação da Prefeitura de Arapiraca informou que o fechamento do restaurante seria para a realização de serviços de manutenção e que seria reaberto em março deste ano o que não aconteceu. De acordo com informações, que o fechamento tinha  como  objetivo de realizar reparos para melhor comodidade do cidadão arapiraquense que frequenta o local diariamente, e reabriria no prazo de um mês.

Mas, segundo funcionários do comércio, quase cinco meses depois, nenhuma movimentação de reforma ou reparos foi percebida no interior do restaurante.

 

Comida cara

comerciários que almoçavam no “Jerimum” todos os dias, não aguentam mais ter que pagar quase R$ 8,00 e 10,00 por um almoço nos self-service. “Ou eu compro quentinha, que é cara, ou eu trago de casa e como frio, desabafou uma comerciária. Quem trabalha no centro de Arapiraca precisa do restaurante popular aberto”, lamentou.

 

Vistoria

Uma outra desculpa é da  Assessoria de Comunicação da Secretaria de Assistência Social de Arapiraca. “O atraso é em razão uma equipe do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) que estaria vindo a cidade para realizar uma vistoria que até o presente não aconteceu O Jerimum é responsável pela alimentação de aproximadamente mil pessoas todos os dias”.

 

Improbidade

O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL), por meio da Promotoria de Justiça de Girau do Ponciano, ajuizou uma ação civil por ato de improbidade administrativa em desfavor do ex-prefeito do Município, Fábio Rangel Nunes de Oliveira. O ex-gestor público é acusado de não prestar contas do exercício administrativo de 2015 e deixar de enviar os procedimentos que demonstrariam transparência fiscal de sua gestão, nos anos de 2014 e 2016. No procedimento foi pedida a suspensão dos direitos políticos do ex-prefeito.

 

Foi denunciado

As investigações do MPE/AL foram iniciadas após a instauração de procedimento investigativo pelos membros do Ministério Público de Contas de Alagoas (MPC/AL), que receberam denúncias de um vereador de Girau do Ponciano informando o não envio de balancetes e relatórios para a Câmara Municipal.

Não prestou contas

“A denúncia noticiou a possível omissão na obrigação constitucional de prestar contas e remeter balancetes e relatórios periódicos. O denunciante informou que o poder legislativo do município havia recebido apenas os balancetes do ano de 2013, não havendo a recepção de quaisquer outros documentos contábeis referentes ao período 2014 a 2015. Além dos relatórios exigidos pela lei de responsabilidade fiscal, estariam pendentes as prestações de contas anuais devidas”, explica o promotor de Justiça Kleber Valadares, autor da ação.

 

Saúde em risco

O aumento no número de casos de diarreia em Palmeira está deixando a população preocupada. Na última quarta-feira (17), a Prefeitura realizou, em parceria com a Casal e Defesa Civil, um mutirão para diminuir os casos de diarreia e eliminação química e biológica de criadouros do aedes aegypti no município.

 

Saúde em risco 2

Os números de casos de diarreia até agora já totalizam 2.362 . A partir da 14ª semana epidemiológica o número começou a aumentar. Nesta última semana 200 novos casos foram registrados.

 

Absolvida

Inocentada pelo Tribunal do Júri, a ex-prefeita Ângela Garrote desabafou: “Durante quase duas décadas fui acusada injustamente por um crime que não cometi. Sentei no banco dos réus, mas de cabeça erguida, e com a consciência tranquila, fui inocentada de todas as acusações a mim atribuídas. A verdade apareceu, e junto com ela a Justiça prevaleceu”. 

 

 

… Com Ascom/AMA – Em virtude de uma ação judicial movida pelo Estado do Ceará, o Ministério de Educação suspendeu a portaria normativa 565, de 20 de abril de 2017, que divulga o demonstrativo de ajuste anual da distribuição dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – Fundeb – do exercício de 2016.

 

… A suspensão foi publicada no Diário Oficial da União no dia 15 de maio.  Com a medida, Alagoas deixa de receber R$9.185.741,54, sendo R$ 2.448.320,25 do Estado e R$6.737.421,29 dos municípios.

 

 

… O corte do ajuste representa uma diminuição da receita importante para manutenção e desenvolvimento da Educação em Alagoas. Segundo Luiz Geraldo, técnico de Educação da Associação dos Municípios Alagoanos, a suspensão não é definitiva, mas depende dos tramites judiciais. “A AMA e a Confederação Nacional dos Municípios já estão buscando soluções para reverter o caso”, afirmou.