Roberto Baia

17 de dezembro de 2016

Palco Aberto

A produtora cultural Susie Cysneiros comemorou na última sexta-feira (16) o sucesso de mais um projeto realizado pelo Instituto Boibumbarte, ao qual ela é diretora executiva. O Instituto encerrou mais uma edição do Projeto Palco Aberto, realizado há anos voltado para a valorização da cultura alagoana, principalmente da música produzida no estado. “Encerrar um dia, uma temporada, um projeto com a sensação do dever cumprido é algo que nos deixa com a alma leve. Minha alma está assim, leve, feliz”, disse a produtora natural de Pernambuco, mas apaixonada por Alagoas.

 

Projeto cultural

A proposta do projeto este ano, que já está na 7ª edição, foi de transformar as quintas-feiras dos Maceioenses e alagoanos que estiverem na cidade numa “Festa boa na Capital”. Iniciado no dia 22 de outubro e encerrado na última quinta-feira (15), no Espaço Cultural Linda Mascarenhas, o Palco Aberto levou a boa música dos artistas: Banda Malacada, Edi Ribeiro, D’Dreads, Kel Monalisa, Júlio Uça, Fernando Marcelo, João Albrecht, Basílio Seh e Wilson Miranda, para a apreciação do público alagoano.

 

“Um sonho”

Perguntada sobre a importância da criação do Palco Aberto e as ações da Boibumbarte na valorização da cultura de alagoas, a produtora cultural Susie Cysneiros parafraseia o cantor Lenine, “um dia, um amigo me perguntou se o que ‘vendo’ é algo necessário ou objeto de desejo do meu público alvo. Respondi que não, nem uma coisa nem outra, mas que sim, é uma coisa e outra só que o meu ‘público alvo’ ainda não sabe disso e, que me resta permanecer na luta e fazer a minha parte, pq acredito que esse é o caminho. Como disse Lenine: ‘Sonhei e fui…’ Completo com: “Sonhei, Fui e Fiz!!!” E, me sinto feliz por tudo isso! E aqueles que sonham junto e fazem esse sonho valer a pena: Toda a minha gratidão, todo o meu respeito, todo o meu amor”, finaliza.

 

A história

Ao longo de sua existência, o Projeto Palco Aberto já publicou 3 CDs, e um DVD_ comemorativo pelos cincos anos de Projeto.  Contemplando 45 compositores e divulgando a música alagoana em outros estados e países. Em 2010 o projeto Palco Aberto foi reestruturado, e ofereceu para jovens dos 102 municípios do Estado o Curso Conscientizando para a Cultura, uma oportunidade para os jovens, professores e estudantes da rede pública conhecerem melhor e valorizarem a cultura de Alagoas. Deste curso surgiu o núcleo de produtores do Palco Aberto que culminou na realização do Corredor Cultural Alagoas Viva. O corredor percorreu 8 cidades polos de Alagoas com a participação de 42 municípios e mais de 500 expressões culturais, entre música, folguedos, teatro, moda, literatura e artesanato.

 

Segurança pública

O governador Renan Filho vem comprovando, por meio de sua gestão, que não só os salários dos servidores estão em dia, em meio à crise, mas outros segmentos ampliam suas redes, provando que com trabalho sério é possível avançar. Trata-se do investimento em segurança pública. Além dos Centros Integrados, somente em 2016, foram inaugurados dois presídios. Sendo um militar e outro feminino. 

 

Novo presídio

Em 2017, outro equipamento de segurança será inaugurado, com capacidade para 700 vagas. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (16), durante passagem de comando do 59° Batalhão de Infantaria Motorizado. Segundo o chefe do Executivo alagoano, nos próximos dias, ainda em 2016, serão oferecidas 150 novas vagas no Presídio Baldomero Cavalcante, fortalecendo assim, a segurança.

Redução da violência

“Nós precisamos melhorar a situação dos nossos presídios, porque é um problema generalizado no Brasil. Mas em comparação a outros estados, a exemplo de Pernambuco, onde existem sete mil vagas e a lotação está em 32 mil presos, nós estamos mais equilibrados, pois aqui são mais de 3 mil vagas, para pouco mais de cinco mil presos. Então, a situação é diferente”, ressaltou o governador.

 

Mercado do Artesanato

Estudantes de comunicação da Universidade Federal de Alagoas criaram uma campanha de valorização e revitalização do Mercado de Artesanato de Maceió. O Projeto é intitulado “Mercado do Artesanato: Retrato da Cultura, Identidade e Patrimônio” que pretende incentivar a população a ocupar e usufruir do mercado do artesanato. De acordo com a proposta os visitantes poderão postar nas redes sociais as suas experiências no local, através da hashtag #MercadoVivoMcz.

 

Presente de natal

Para completar a proposta, eles lançaram esta semana uma campanha incentivando as pessoas a comprarem seus respectivos presentes de natal no Mercado de Artesanato. “Para quem está em dúvida sobre o que presentear nas festas de fim de ano, o Mercado Público do Artesanato possui diversos artigos, para todos os gostos e todos os bolsos também. Com preços que vão de R$ 3 a R$ 1.200”, explicou Maylson Honorato, estudante de jornalismo.

Peças variadas

Entre as mais variadas opções, o consumidor poderá encontrar artigos em couro, como sandálias e sapatos (de R$ 25 a R$ 60), muitos feitos à mão, sendo, portanto, peças exclusivas. Vestidos em crochê, bordados diversos, camisetas e até opções de vestuário para a virada do ano, podem ser encontradas com facilidade nas mais de 250 lojas do mercado público. Para quem quer caprichar no presente de natal, a loja de tapeçaria e de esculturas feitas à mão, são opções requintadas e que garantem um diferencial na hora de presentear. O Mercado funciona todos os dias da semana: de segunda a sexta, das 7h às 17h; Sábado, das 7h às 14h; e no domingo, das 7h às 12h. O telefone para contato é o (82) 3315-4774.

 

 

 

… Com o objetivo de despertar a consciência para os problemas ambientais do planeta, a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Alagoas (Arsal), lançou esta semana, o projeto “Sustentabilidade em Ação” a fim de despertar o uso de materiais e o consumo consciente de água e energia elétrica nas dependências do prédio sede.

 

 

… Com a campanha, algumas práticas serão adotadas, como por exemplo, a substituição de equipamentos antigos por modernos que consomem menos energia elétrica.

 

Entre as ações propostas estão: a utilização de impressoras que imprimem frente e verso; a redução de compra de copos descartáveis; e a implantação da coleta seletiva, com a finalidade de destinar os resíduos a associações de reciclagem situadas na capital.